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Exposição do Espólio do Âncora Praia FC
O Âncora Praia FC tem em curso uma Exposição do seu espólio onde se salientam os troféus e fotografias que retratam a historia dos 44 anos de existência do Clube.
Pode ser visitada na Pastelaria Veneza, na Rua 5 Outubro, em Vila Praia de Âncora.
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A “Censura” no
Museu de Caminha

Mais de meia centena de documentos ilustrativos da Censura que vigorou em Portugal durante 48 anos, pode ser vista, a partir do dia 2 de Abril, pelas 18 horas, no Museu Municipal de Caminha, na exposição “Lápis Azul: a Censura do Estado Novo”.
Produzida pelo Museu Nacional da Imprensa e promovida pela Câmara Municipal de Caminha, a exposição integra-se nas comemorações do “25 de Abril”.
A mostra está estruturada em núcleos, de forma a contemplar os diversos sectores da actividade informativa e cultural em que funcionaram os mecanismos censórios, desde a Imprensa à Música, passando pela Rádio, TV, Cinema e Teatro.
Ao nível da Imprensa, estão patentes dezenas de provas de censura que mostram a diversidade e a tipologia dos cortes, desde a política ao desporto, incluindo as questões sindicais e cineclubísticas, entre outras. No domínio do Cinema, podem ser apreciadas ordens dos censores, anúncios retocados e mapas semanais dos Serviços de Exame e Classificação da Inspecção dos Espectáculos. Ao nível da Literatura, são apresentados vários autos de busca e apreensão de livros nas tipografias, editoras, livrarias e fronteiras. No campo do Teatro, guiões, ofícios, notificações e cartazes atestam a acção do “lápis azul”. No âmbito da Música, apresentam-se processos movidos contra cantores e letras de canções proibidas.
O público em geral pode, através desta exposição, testemunhar a falta de liberdade que vigorou em Portugal até à “revolução” de 1974.
A exposição vai estar patente ao público no Museu Municipal de Caminha, até 28 de Maio, no seguinte horário: 2ª a 6ª, 9:30h-18:30h; Sáb. e Dom.: 9:30h-12:30h e 15h-17h. A entrada é livre.
Museu Nacional da Imprensa
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"PERSONAGENS" NO AFTER EIGHT
Uma série de "Personagens" emolduram o interior da galeria do Bar After-Eight, em Caminha, ate final do mês.
São desenhos da autoria de Elisabete Estrela, natural de Santa Cruz do Bispo, Matosinhos, licenciada em Artes Plásticas-Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. |
Já está disponível na internet um novo site sobre instrumentos de corda tradicionais portugueses, da autoria de Francisco Gouveia (etnomusicólogo) e de José António Neves (Professor de Música), onde, para além de vasta documentação sobre a matéria, se podem ouvir mais de 40 temas musicais interpretados em cavaquinho, braguesa, requinta, toeira e guitarra portuguesa. Trata-se de uma iniciativa inédita, não só pela extensão do material de consulta, mas também pelo facto de se tratar de um site de pura divulgação da música tradicional portuguesa, onde se podem ouvir e copiar gratuitamente todos os temas na íntegra.
O endereço do site é o: www.guitarrasdeportugal.com
Francisco Gouveia
José António Neves
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"ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA"
Autor: Joaquim Vasconcelos Edição: C@2000 |
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MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA
Autor: Domingos Cerejeira Edição: C@2000 |
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"ROTA DOS ENGENHOS DE SERRAR DO RIO ÂNCORA"
Autor: Joaquim Vasconcelos Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora |
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"A vida em verso"
Autor: José Jorge Medeiros da Silva Edição: José Luis Carvalho e Cami Medeiros |
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No Limiar da Honra e da Pobreza
Autor: Teodoro Afonso da Fonte Edição: Ancorensis |
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Dentada em Orelha de Cão
Autor: Miguel Carvalho Edição: Campo das Letras |
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TRÁS-OS-MONTE, TRÁ-LOS CÁ...
Autor: Francisco Gouveia Edição: Editafma |
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O PORTINHO D'ÂNCORA E SUAS GENTES
Autor: Domingos Vasconcelos Edição: Nuceartes |
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José Porto Desvendando o Arquitecto de Vilar de Mouros Autor: Paulo Bento Edição: Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense |
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Uma Visita ao Concelho de Caminha com o Bilhete Postal Ilustrado
Autor: João Azevedo Edição: Câmara Municipal de Caminha |
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Vilar de Mouros 35 anos de festivaisAutor:Fernando Zamith Edições Afrontamento |
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A Aldeia dos Animais Autores e Ilustradores: Gisela Magalhães; Carla Ribeiro; Ivone Santos; Lisete Gonçalves; Pedro Rocha; Rui Dias Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino |
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Tanto Chocolate Tanto Bolo Autores e Ilustradores: Adriana Fernandes; Dolores Sousa; Manuel João Borges;Ana Cristina Braga; Carlos Júlio Pedrosa Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino |
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Mealibra Revista de Cultura - Semestral Centro Cultural do Alto Minho |
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Viagens Poesia Francisco Carneiro Fernandes ANCORENSIS - COOPERATIVA DE ENSINO, C.R.L. Vila Praia de Âncora 2000 |
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Quem foi José Maria Veríssimo de Morais? Centro de Estudos Regionais de Viana do Castelo Pedro Teixeira de Morais 2001 |
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Do Sublime ao Grotesco PoesiasANCORENSIS - COOPERATIVA DE ENSINO, C.R.L. Vila Praia de Âncora 2000 |
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Casa da Anta 25 Anos ao Serviço do Turismo e da CulturaCastro Guerreiro 2002 |
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Cancioneiro da Foz do Minho AntologiaManuel J. Torres Dantas |
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CAMINHENSE...Paixão de um Povo 75 ANOSTextos e Coordenação: Augusto Sá; Branca Pereira; Catarina Dias; João Pinto; Victor Barrocas
Edição: Câmara Municipal de Caminha - Pelouro do Desporto do Sporting Club Caminhense |
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CAMINHA, ESPÍRITO DO LUGAR Maria João Avillez; Mário Cesariny; Vasco Graça Moura; Eduardo Paz Barroso Fotografia: Ines Gonçalves; Manuel Valente Alves CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
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O MINHO DE RUBEN A. José Manuel Villas-Boas; João Aurora; Liberto Cruz; Guilherme d'Oliveira Martins
CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
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AS LETRAS, A MINHA RESPIRAÇAO Miguel Veiga
CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
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Almirante JORGE RAMOS PEREIRA Uma vida - um exemploCâmara Municipal de Caminha |
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100 ANOS DE VIDA SOLIDÁRIA 1900 - 2000 Casa de Repouso da Confraria do Bom Jesus dos Mareantes - Caminha |
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TOPONÍMIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA Domingos Vasconcelos |
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CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA DO MONTE CALVÁRIODomingos Vasconcelos |
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REVISTA "CEM IDEIAS" Revista dos alunos de Filosofia e Psicologia da EB 2,3/S de Caminha |
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TEXTEMUNHOS Escola EB 2,3/S de Caminha |
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AS PESQUEIRAS DO RIO MINHO Economia, Sociedade e Património COREMA |
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ROTEIRO DO VALE DO ÂNCORA Joaquim Manuel de Paula e Vasconcelos |
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ESPONTANEIDADES Colectânea de Poesia Ancorensis Cooperativa de Ensino, C.R.L. |
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50 ANOS AO SERVIÇO DA SOLIDARIEDADE Centro de Bem Estar Social de Seixas |
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AS AVES DE RAPINA João Fontes |
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ROMANCE DE EDUARDO PITTA EM LANÇAMENTO EM LISBOA, NA LIVRARIA FNAC DO cHIADO, com chancela da quidnovi
Cidade Proibida, de Eduardo Pitta, livro com que o poeta, crítico e ensaísta se estreia no romance, tem lançamento marcado para o próximo dia 16 de Maio, quarta-feira, na livraria Fnac do Chiado, onde será apresentado ao público pelo também escritor, professor e crítico Fernando Pinto do Amaral.
Para marcar esta estreia do autor no romance, será pela mesma ocasião reeditado, também com chancela da QuidNovi, o seu livro de contos Persona, há bastante tempo esgotado, onde Eduardo Pitta demonstrava já o gosto e o talento para a ficção que esta Cidade Proibida vem agora sobremaneira confirmar.
CIDADE PROIBIDA é o retrato de uma certa Lisboa, na actualidade. Uma cidade onde Rupert e Martim decidem viver juntos, mesmo que tenham de o fazer num meio tradicional, endinheirado e snob que poderá vir a cavar um fosso irremediável entre ambos. Mas o encontro que mudou a vida dos dois justifica esse desafio. Rupert é inglês e está em Lisboa como professor. Martim nasceu e estudou no Estoril, doutorou-se em Oxford e mantém uma assessoria régia na empresa do padrinho. Os códigos de conduta do meio a que pertence são os únicos que respeita. Rupert vê-se obrigado a mudar o seu modo de vida por força do rigoroso escrutínio das aparências. E tem de negociar a sua liberdade sem ganhar nada em troca. Alheado da realidade, Martim não dá conta dessas zonas de sombra. Conhecido do grande público como poeta e crítico, Eduardo Pitta confirma neste romance as marcas da sua ficção: narrador autoritário e sobredeterminação da pulsão erótica. Foi assim com PERSONA, uma trilogia de contos sobre questões identitárias e aspectos obscuros da guerra colonial, e volta a ser assim com CIDADE PROIBIDA, uma obra em muitos aspectos perturbadora, na licença da linguagem como no relato de vários interditos.
Eduardo Pitta nasceu em Moçambique em 1949. É poeta, ficcionista, ensaísta, crítico literário do Público e autor do blogue DA LITERATURA, por intermédio do qual estende ao espaço público electrónico a sua visão da sociedade. Publicou livros de poesia, ensaio e crítica, uma colectânea de contos e um diário. Cidade Proibida é o seu primeiro romance. Tudo sobre o autor em www.eduardopitta.com
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O QUE HÁ DE NOVO?
NA FICÇÃO
A Arte Perdida de Guardar Segredos, de Eva Rice, é um romance a que poderíamos dar o título secreto de “a arte reencontrada do prazer de ler”, um livro que apela às memórias dos grandes prazeres leitores da infância, da adolescência e da idade adulta, que nos assenta na alma como aquela camisola de lã que nunca nos deixa ficar mal – no Verão, à beira-mar, no Inverno debaixo do sobretudo, nas tardes ventosas de Primavera, nas primeiras chuvas de Outono…Um clássico é, sabemo-lo bem, para todas as estações, mas como a Primavera apela particularmente à redescoberta dos prazeres, considerem este romance como a nossa prenda da estação, o nosso ovo de Páscoa…
A crítica disse deste livro de Eva Rice que, se Jane Austen fosse viva, estaria a escrever romances exactamente assim: nós, pela nossa parte, acrescentamos-lhe ainda uma memória de Enid Blyton e da vontade que os livros dela nos davam de saltar para dentro da história e partilhar os piqueniques de Os Cinco e o seu modo de vida muito “british” – é isto mesmo que Penelope Wallace, a sua excêntrica família e os amigos que faz de forma inopinada nos causam – uma vontade de saborear refinada e prolongadamente esta história de sentimentos, passada numa Londres a recuperar dos traumas da Segunda Guerra Mundial, onde o rock’n roll e o glamour do dinheiro americano tanto horrorizam a alta sociedade conservadora e snob como dão origem a uma nova cultura que surge justamente nesta década de 50 e deste confronto: estamos no advento da era dos teenagers.
NA NÃO-FICÇÃO
Paraíso - Uma História da Ideia que Governa o Mundo, de Kevin Rushby, concentra, em cerca de 300 páginas, a história de uma busca que moveu homens e moldou sociedades desde a Antiguidade Clássica, passando pelo Cristianismo, o Judaísmo, o Islamismo, a era dos Descobrimentos e das Luzes, as purgas do século XX que desembocaram em Auschwitz e os paraísos consumistas do dealbar do século XXI. Um livro notável, de leitura imparável, considerado pelo jornal The Independent “excepcionalmente lúcido, estimulante e inteligente” e pelo The Economist como “uma viagem deleitosa e informativa por três milénios de história religiosa e intelectual”.
Estado de Guerra – A História Secreta da CIA e da Administração Bush, de James Risen, fala justamente sobre a perversão a partir de dentro das próprias instituições que foram criadas para defendê-la, de uma ideia de paraíso que é a do “american dream”, perversão que se tornou particularmente visível em termos políticos internacionais nos recentes anos da Administração Bush, com todo o escândalo em torno do 11 de Setembro, do papel da CIA na Guerra do Iraque e da actual crise iraniana. James Risen, jornalista responsável por questões de política interna do The New York Times, vencedor de um prémio Pulitzer, em 2002, com uma reportagem sobre o 11 de Setembro e o terrorismo, profundo conhecedor dos corredores da Casa Branca e das fontes de informação mais extraordinárias e exclusivas, confirma com novas e irrefutáveis provas coisas que o mundo já concluiu (por exemplo, que a CIA tinha provas claras de que o Iraque não possuía qualquer programa de armas nucleares durante a fase anterior à guerra) mas revela outras capazes de chocar o mais empedernido dos cínicos: por exemplo, que foram os Estados Unidos a oferecer efectivamente ao Irão os planos para a construção de bombas nucleares ou que o uso da tortura em prisioneiros foi sancionado pelos principais conselheiros do presidente.
Ana Maria Pereirinha
Editora-Adjunta
apereirinha@quidnovi.pt
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Museu Municipal de Caminha
No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), está aberto ao público de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados e Domingos das 09.30 ás 12.30 e das 15.00 ás 17.00. No que respeita ao horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), de Segunda a Sexta - Feira funciona das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00 e aos Sábados e Domingos das 10.00 ás 12.00 e das 15.30 ás 18.30.
Biblioteca Municipal de Caminha
No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), à Segunda - Feira funciona das 9.00 ás 13.00, de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados das 09.30 ás 12.30. No horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), o período de funcionamento é de Segunda a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00.
Biblioteca Municipal de Vila Praia de Âncora
Horário - Segunda a Sexta: 9h30 / 18h00 (contínuo) Sábado: 10h00/13h00 Encerra ao Sábado de tarde e Domingo Telefone: 91 22 26 479
| ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA |
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Autor Joaquim Vasconcelos |
MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA |
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Autor Domingos Cerejeira |
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