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ARTE NA LEIRA TORNOU NOVAMENTE DIFERENTE
Cerca de cinco dezenas de artistas (três deles de Pontault-Combault, França) têm expostos os seus trabalhos (pinturas, esculturas e fotografias) na "Leira de Arte" inaugurada no passado dia 10, na Casa do Marco, em Arga de Baixo.
Os autores, autarcas, convidados e população local conviveram durante uma tarde, rodeados por obras de arte, ao som das concertinas e perante a imponência do penedio da Serra d'Arga.
Alguns artistas de Caminha ou aqui radicados apresentaram obras suas na edição deste ano, como foi o caso do escultor Humberto Mesquita, e dos pintores Joaquim Pereira e Damião Porto.
Este último, salientou que o Mário Rocha tem apostado cada vez mais -e todos os anos-, nesta mostra que reputou de importante.
Foi a primeira vez que expôs um trabalho seu na exposição da "Arte na Leira", esperando repetir nas edições posteriores, trabalho este que surgiu no encadeamento que tem vindo a seguir ultimamente. "O importante é ter agora aqui um trabalho", juntamente com outros artistas -alguns deles já conhecidos-, salientou Damião Porto. Após referir que tinhas estado durante 10 dias em Hong-Kong, numa mostra colectiva, prepara-se já para apresentar uma outra individual na Ilha da Madeira, no final do ano. Para Caminha, talvez se apresente com um "projecto" em 2004, na Galeria Caminhense, embora pretenda uma coisa "mais madura e com mais tempo", porque um dos problemas com que se depara esta galeria, é estar restrita a uma semana, um período demasiado curto para uma trabalho que pretende "bem feito", alertou.
Na "Arte na Leira" deste ano, Damião Porto e demais artistas de Caminha subiram a um palco onde se encontrava a presidente da Câmara e Mário Rocha, tendo a autarca sublinhado o entusiasmo da aposta deste artista neste projecto.
A mostra está patente até ao próximo dia 31 de Julho. |
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