Caminha não foge à regra, registando-se uma diminuição de 7 264 705 euros nas previsões para 2004, no Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC).
Dos 8 395 705 investidos em 2003, os números baixam para 1 130 950, verificando-se a inexistência de qualquer projecto novo, apenas se mantendo apoios a duas obras em curso: o porto de abrigo em Vila Praia de Âncora (600 mil euros) e a recuperação da Igreja Matriz de Caminha (520 mil), que absorvem mais de 90% das verbas para este concelho, restando una residuais 500 euros para o recém-criado Gabinete Técnico Local e outros 1000 para o Forte da Ínsua.
Júlia Paula, presidente do município caminhense, referiu que as verbas inscritas nos PIDDACs são "um instrumento importante para as oposições", embora reconheça a existência de "cortes significativos no investimento", manifestando contudo esperanças nalgum "regresso" a curto prazo, em que a obra do IC1 poderá ser um exemplo.
Concordou com os "cortes por igual" verificados em todos os concelhos, embora Caminha não se possa queixar, dado que da sua análise, constatar-se-ia que este município seria o segundo mais beneficiado do distrito, embora os números o classifiquem na quarta posição, assinale-se