Fraga Iribarne, presidente da Xunta da Galiza, receia que a complexidade da operação de extracção de fuel dos tanques do Prestige, faça perigar a sua viabilidade, pelo que os próprios técnicos da empresa que se encontra a realizar os estudos pertinentes, começam a inclinar-se para a possibilidade de construir um sarcófago por cima dos restos do navio amaldiçoado.
Por unanimidade, a vereação de A Guarda exigiu ao governo autonómico que o Plano de Portos da Galiza inclua esta vila no rol dos projectos de melhoria das condições de acesso e abrigo de embarcações.
A não inclusão de nenhuma verba destinada a este porto, motivou uma reunião extraordinária da corporação guardesa, em que a promessa de construção do molhe sul, realizada aquando da existência de uma coligação tri-partida em Santiago de Compostela, não foi assumida pelo actual partido detentor do poder na Galiza, motivando agora este posicionamento político.