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CAMPEONATO NACIONAL DE REMO JÚNIORES E SÉNIORES
| 8+ HJ |
1º - Infante |
2º - SCC |
3º - CNViana |
| 4X FJ |
1º - Fluvial Portu. |
2º - CFVilacondense |
3º - SCC |
| 4- HLigeiros |
1º - CGalitos |
2º - SCC |
3º - Fluvial Portu. |
| 2X HL |
1º - FM Pinto |
2º - Sport CP |
6º - SCC |
| 4X HL |
1º - CGalitos |
2º - Sport CP |
4º - SCC |
| 4+ HJ |
1º - SCC |
2º - Infante |
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| 4- HJ |
1º - CGalitos |
2º - SCC |
3º - CFerroviário P |
| 2- HJ |
1º - SCC |
2º - Infante |
3º - CFluvial P |
| 2+ HJ |
1º - 1º Maio |
2º - SCC |
3º - Fluvial Portu. |
| 8+ FJ |
1º - SCC |
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| 2- FJ |
1º - CNViana |
2º - Fluvial Portu. |
SCC impedido de alinhar |
| 8+ HL |
1º - SCC (6'' de avanço) |
2º - Fluvial Portu. |
CGalitos Desclass. |
| 8+ F |
1º SCC |
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| 2- F |
1º - CGalitos |
2º - ARCO |
5º - SCC |
| 4+ H |
1º - SCC |
2º - Infante |
3º - ARCO |
| 4- H |
1º - CGalitos |
2º - SCC |
3º - Infante |
| 2X H |
1º - FM. Pinto |
2º - Fluvial Portu. |
3º - SCC |
| 2- H |
1º - Fluvial Portu. |
2º - CNBarreirense |
5º - SCC |
| 2+ H |
1º - Fluvial Portu. |
2º - SCC |
3º - ARCO |
| 4X H |
1º - Sport CP |
2º - SCC |
2º - CNViana |
| 4- F |
1º - ARCO |
2º - SCC |
3º - CNViana |
| 8+ H* |
1º - SCC |
2º - Sport CP |
3º - Fluvial Portu. |
*Esta prova, inicialmente ganha pelo Infante D. Henrique, que correu numa pista mais favorável protegida do vento forte que se fazia sentir, com particular incidência, na que remava o SCC, foi objecto de um protesto por parte do Clube de Caminha, acabando por ver reconhecida a sua justeza, após análise pelo Júri das regatas.
Na verdade, o CNIDH tinha feito alinhar na sua tripulação de 8, um remador que, algumas horas antes, tinha desistido de participar em 2-, prova em que se encontrava inscrito. Atendendo a que o regulamento em vigor e aprovado pelos clubes impede tal situação, o Caminhense protestou e ganhou. Alguns "mosquitos por cordas" verificaram-se após a decisão do Júri, dado que os dirigentes e o treinador do CNIDH não acataram com desportivismo a decisão do Júri.
Na próxima edição do C@2000 divulgaremos uma reportagem mais ampla destes Campeonatos Nacionais.
Ranking:
- Séniores Femininos - 1º ARCO; 2º Fluvial Portuense; 3º SCC
- Séniores Masculinos - 1º SCC; 2º Fluvial Portuense; 3º Infante
- Total Séniores - 1º Fluvial Portuense; 2º SCC; 3º ARCO
- Total Júniores - 1º Fluvial Portuense; 2º SCC; 3º Náutico de Viana
- Total Séniores Pesos Ligeiros - 1º Fluvial Portuense; 2º Sport Clube do Porto; 3º SCC
- Total Geral - 1º Fluvial Portuense; 2º SCC; 3º Infante
PORTUGAL ESTREIA A PRIMEIRA PISTA OLÍMPICA DE REMO
NACIONAIS DE VELOCIDADE E COUPE DE LA JEUNESSE "DÃO A LARGADA"

Os remadores portugueses, pela primeira vez na história do Remo nacional, vão dispor de um plano de água exclusivamente destinado às principais competições desportivas e devidamente apetrechado, deixando de ser o único país europeu -a par da Albânia- com essa lacuna no seu haver.
A estreia da pista olímpica terá lugar nos Campeonatos Nacionais de Velocidade que decorrem este fim de semana em Montemor-o-Velho, num dos braços secos do rio Mondego, adaptado para o efeito. Uma semana depois, realiza-se o Nacional de Juvenis. Em Agosto, a Coupe de la Jeunesse.
Embora o projecto desta pista tenha sido lançado há já uns anos, por iniciativa da direcção da Federação Portuguesa de Remo presidida por Victor Domingos, coube ao actual elenco da FPR encabeçado por Fernando Estima, em consonância com a Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, levar à prática este equipamento desportivo que a modalidade vinha reclamando e desesperando de alcançar, cujas obras se iniciaram há um ano.
Ainda incompleto, no que às infra-estruturas em terra e acessos se refere, o essencial para que estes Campeonatos se desenrolem com normalidade e, já em Agosto, seja palco da primeira grande regata internacional (Coupe de la Jeunesse), parece estar garantido.

Fernando Estima, presidente da FPR falou com o C@2000 sobre a importante inovação de 2002 e as esperanças que se depositam para o futuro do REMO.
CAMINH@2000 - Em concreto, o que é que os clubes e os remadores vão encontrar quando chegarem a Montemor-o-Velho?
FERNANDO ESTIMA -No que se refere ao material fixo, teremos instalados um percurso de 2200 metros, com 3,5 metros de profundidade de água , pontões de embarque e desembarque e um terceiro para a consagração dos medalhados, oito pontões para a largada, torres para o alinhador e juiz de largada.
C@2000 - E as pistas balizadas?
FE - Estão também garantidas oito pistas balizadas, com 13.5metros de largura cada uma.
C@2000 - E quanto a infra-estruturas em terra?
FE - Tudo será amovível, e realço as dificuldades encontradas para obter todos estes equipamentos, dado que Montemor-o-Velho é um meio sem tradição de remo, apenas existem muitas boas-vontades mas sem conjugar, e uma Câmara que está a viver uma situação financeira extremamente grave e que não se pode disponibilizar, tanto quanto o empenho político o evidencia .
Refira-se que estão a ser investidos um milhão e duzentos mil contos
C@2000 - O que falta instalar, não poderá ficar comprometido futuramente?
FE - Não sei, só perguntando ao presidente da Câmara. No entanto, o grosso dos custos já estarão suportados, pensando que não faltará muito.
C@2000 - Atendendo aos custos da obra, será que este foi o local ideal para instalar uma pista de remo?
FE - Se atendermos à velocidade dos ventos dominantes e ao horário do sol quando nasce e se põe, há possibilidades de se remar com condições de segurança em 90% dos dias do ano, de acordo com os estudos prévios.
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Mas o melhor é fazermos um teste, embora mais tarde venham a ser plantadas mais árvores, as margens regularizadas, para além do embelezamento do local.
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No entanto, quero ainda realçar que a FISA (Federação Internacional de Remo) exige os oito corredores já colocados, para que no caso de haver vento dominante de um lado, os juizes de largada possam pôr a funcionar apenas seis -como o exige os regulamentos-, e deslocá-las de um lado para o outro, de tal modo que as condições favoráveis sejam iguais para todos os barcos.
C@2000 - Estando agendada para princípios de Agosto, a realização da Coupe de la Jeunesse, será que a pista vai ser vistoriada?
FE - Sim. A organização desse evento chega na Sexta-feira e creio que face às exigências dos últimos anos não haverá problemas. É natural que surjam algumas recomendações no sentido de optimizar o funcionamento durante a Coupe.
C@2000 - Quantos países participarão na Coupe?
FE - A Coupe tem 10 países membros. Neste momento já temos 8 inscrições (Portugal -naturalmente-, Áustria, Holanda, Irlanda, Bélgica, França, Inglaterra e Suiça), faltando a confirmação da Itália que virá com uma delegação completa e a Espanha.
As delegações desportivas variam entre as que incluem 17 atletas e as que têm 65 (França) e Inglaterra (67).
C@2000 - Vêm árbitros internacionais?
FE - Temos garantida a presença de nove, o que dá para assegurar as regatas, cabendo a algum árbitro português presidir ao Júri de arbitragem, desde que possua o estatuto FISA.
C@2000 - Quantos atletas estarão presentes?
FE - Creio que superarão os 300. No ano passado estiveram 271, em Bivre, na França.
Assinale-se que nos termos do regulamento, só podem participar juniores -ou outro escalão inferior- que na semana seguinte não participem nos Campeonatos do Mundo, ou, se o fizerem, só com o estatuto de suplente.
C@2000 - Qual será o número de remadores portugueses convocados?
FE - Entre 20 a 25, tudo dependendo ainda dos testes e do estágio prévio, face aos quais os treinadores decidirão, de acordo com os objectivos previstos.
C@2000 - Há hipóteses de conquistar medalhas?
FE - No ano passado conquistámos 5, tudo dependendo, portanto, da reacção dos remadores à pressão do público, cuja prestação poderá ser afectada, designadamente, aqueles, mais sensíveis, que não estão habituados a esses ambientes. Mas, estou convicto de que conquistaremos medalhas. |
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C@2000 - A Coupe vai ser um teste importante às capacidades da Federação e da própria modalidade.
FE - Sem dúvida, mas só quando no local, as condições estiverem garantidas. Só quando esses aspectos organizativos que nos incumbe a nós assumir totalmente estiverem criados. Para já, isto foi um remedeio, tendo em vista assumir a candidatura apresentada por nós, em Londres, em 1997.
Mas a este nível competitivo, julgo que não teremos problemas organizativos.
C@2000 - Em quanto vai importar este evento? Ascenderá aos 40 mil contos? E como vai ser suportado?
FE - O primeiro orçamento andava à volta de 30 mil contos. Agora não o posso confirmar.
Convém referir que a Câmara de Montemor-o-Velho cortou todas as verbas disponibilizadas, apesar do seu presidente ser o presidente da Comissão Organizadora e, o presidente da Comissão Executiva, ser o vice-presidente da Câmara.
Como houve um vazio de poder, quando saiu a vereação anterior e entrou esta, nós, Federação, tivemos de assumir perante o Comité Organizador da Coupe, os três pontos mais sensíveis da organização de um evento internacional: transportes, alojamento e alimentação.
Se não o tivéssemos feito na altura, não haveria Coupe em Portugal, independentemente de termos pista ou não, porque eles não tinham interlocutor, face ao vazio de mais de dois meses.
Como nós tivemos a oportunidade de ver surgir um clube local, direccionámos todas as nossas intenções para serem as pessoas de Montemor a organizarem a prova, porque estariam lá permanentemente.
E se tivéssemos previsto esta mudança na Câmara, teríamos proposto um programa diferente, mais adequado à situação e à nossa própria experiência de organização de eventos.
Tivemos (FPR) de gerir esta situação durante dois ou três meses, até que a nova Câmara assumisse perante o Comité Organizador da Coupe as suas funções, o que só aconteceu a 17 de Fevereiro deste ano, quando eles vieram cá.
C@2000 - Perante esta situação, não há algum risco financeiro?
FE - Há, porque nós também contávamos com apoio do Instituto Nacional do Desporto, do Turismo e de outras entidades.
Face à ausência de apoio, o nosso orçamento provisional não existe, pelo que temos de minimizar custos de organização. Toda a gente trabalha em regime de voluntariado, havendo pessoas que pediram férias e se encontram a colaborar de forma gratuita, quando, no orçamento anterior, havia uma verba significativa para tal.
C@2000 - Regressando ao panorama interno. Este ano, o Nacional de Velocidade terá mais qualidade do que os precedentes?
FE - Julgo que o trabalho dos árbitros está mais facilitado, embora as competições possam ser um pouco afectadas pela falta de experiência dos participantes.
Espero que haja um pouco de bom senso dos árbitros e dos participantes, ao porem apenas o barco na água naquele dia.
Agora, que isto vai fazer progredir o nosso remo, disso não duvido nem um segundo. É como ter um estádio de futebol em terra batida e, depois, ter um relvado. Isto tem muitas implicações na melhoria técnica na futuro da modalidade.
Quanto a entidades oficiais confirmadas, apenas tenho a do presidente do Comité Olímpico Português.
A Ancorensis Cooperativa de Ensino levou a cabo nos dias 21, 22 e 23 de Junho o II Torneio de Voleibol Ancorensis 2002. A edição deste ano contou com a presença de 7 equipas do escalão de Juvenis Femininos e 5 equipas escalão de Juvenis Masculinos (nascidos em 1985/86). |
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Esta edição foi significativamente diferente, para melhor, em relação à edição transacta. Com 150 atletas e treinadores oriundos de vários pontos do país e um equilíbrio competitivo impressionante entre todas as equipas, durante os três dias da competição, fizeram deste torneio um ponto alto no plano de actividades desportivas da região. A equipa da Ancorensis portou-se dignamente, obtendo um honroso 6º lugar. |
| GRUPO FEMININO |
GRUPO MASCULINO |
| 1º - Lisboa V. C. |
1º - Esmoriz G. C. |
| 2º - Associação Académica de S. Mamede |
2º - Esc. Secundária de Seia |
| 3º - G. D. C. Gueifães |
3º - AV. C. Viana |
| 4º - Ginásio Clube Santo Tirso |
4º - Esc. S. D. Sancho I - Famalicão |
| 5º - Famalicense A. C. |
5º - Esc. Secundária de Seia B |
| 6º - Ancorensis |
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| 7º - Esc. Secundária de Seia |
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A organização do torneio esteve à altura dos acontecimentos, contando com a primorosa colaboração de alguns alunos que muito contribuíram para o grande sucesso deste evento desportivo. Um outro acontecimento marcou este fantástico fim-de-semana: o jogo de preparação para a Liga Mundial de Voleibol entre as selecções de Portugal e Cuba no Pavilhão Municipal de Caminha. Os jovens atletas do torneio puderam acompanhar com muito interesse e entusiasmo o encontro transmitindo uma alegria contagiante no recinto e que contribuiu para a vitória do conjunto português por 3-1.
Seixas 11 - Fac 3
Final - Seixas 7 - E.D. Viana 6
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