A pesca da truta fluvial está restrita ao período compreendido entre 1 de Março e 31 de Agosto, às quintas-feiras e fins de semana, mas no rio Âncora, "assiste-se a uma razia completa da fauna piscícola", pois pesca-se todos os dias, denunciou Taxa Araújo, presidente do Clube Ancorense de Pesca e Caça, no decorrer da última assembleia municipal, na qual tem assento como deputado.
De modo a travar este extermínio, o clube vai ordenar e gerir o rio Âncora, tendo solicitado autorização para o seu "loteamento", esperando que no início da próxima época de pesca desportiva, já esteja devidamente licenciado, de acordo com os pareceres favoráveis que vem recolhendo da parte das diversas entidades.
O processo de repovoamento de espécies e veda da pesca a quem não vier a estar devidamente licenciado pela Clube Ancorense de Pesca e Caça está em curso, encontrando-se um arquitecto a definir as respectivas áreas, incluindo alguns regatos afluentes do rio.
Desde o moinho do Lira para montante, numa distância de 10 km, a pesca será devidamente regulamentada, tal como sucede noutros cursos de água, o que não acontecia inexplicavelmente no Âncora.