CONCELHO DE CAMINHA



UM MOSAICO DE PAISAGENS

Jornal Digital Regional
Nº 235: 30 Abr a 6 Mai 05 (Semanal - Sábados)

Email Assinaturas Ficha Técnica Publicidade 1ª Pág.



REQUALIFICAÇÃO DA PRAÇA DA REPÚBLICA EM VILA PRAIA DE ÂNCORA - PROJECTO, OU ESTUDO PRÉVIO, NÃO PASSOU DE EXPOSIÇÃO DE UMA PEQUENA AMOSTRA

Na última Assembleia de Freguesia, realizada a 22 de Abril, quanto ao tema em referência, a CDU afirmou que a Câmara tinha dado início à obra sem dar qualquer resposta à moção aprovada na Assembleia de Freguesia de 15 de Março de 2002. Nessa moção era sugerido que o projecto que existia fosse melhorado, assim como a rede viária da área Sul de Vila Praia de Âncora. Esse texto, que foi enviado à Câmara Municipal de Caminha, dizia que:

  • se suspendesse esse projecto e se elaborasse outro que estivesse em conformidade com as tradições e a vontade dos Ancorenses;

  • se elaborasse uma calendarização do desenvolvimento das diversas fases do processo, de modo a que essa paragem não significasse um adiamento sine die da intervenção;

  • se elaborasse um estudo viário da zona central da Vila, que viesse a incluir a abertura de uma rua alternativa ao trânsito a Sul da Praça.

    Um ano e meio depois, em Setembro de 2004, a Câmara Municipal deu o primeiro sinal, mas de uma forma estranha, com os Delegados da Assembleia de Freguesia a serem convocados à pressa para uma primeira reunião à porta fechada. É de salientar que o que se pensou ser uma primeira apresentação dum estudo prévio, onde se dariam algumas sugestões, não foi. Mesmo assim, as ideias válidas e pertinentes apresentadas nessa solitária sessão foram pura e simplesmente ignoradas pela Câmara Municipal.

    Lamentámos estas práticas de desprezo pelo Órgão da Assembleia de Freguesia de Vila Praia de Âncora e pela política de soberba demonstrada, essa que tão bem conhecemos e repudiámos. Neste processo, os Delegados só se podem sentir defraudados; a boa fé de todos os representantes desse órgão autárquico foi subjugada, amordaçada e tornada inválida.

    A CDU, firme nas suas convicções não deixará de elevar a sua voz e assim reafirma que:

  • a abertura do acesso a Sul, que se pretendia que fosse uma verdadeira alternativa ao trânsito, não foi conseguida antes da obra da Praça se iniciar como seria desejável;

  • a Câmara não revela a coragem necessária para transformar o espaço, entre as ruas do Sol Posto, Miguel Bombarda e Travessa 31 de Janeiro, na primeira área pedonal de Vila Praia de Âncora, apesar de ter sido a opção com mais força entre os presentes na já referenciada reunião de Setembro de 2004;

  • o pressuposto anterior obrigaria à eliminação de passeios, formando-se uma plataforma única, o que não é visível, nem na obra, nem na vontade do executivo camarário.

    Muitos Ancorenses vêm mostrando a sua discordância sobre o que se vem conhecendo sobre o Estudo Prévio da Praça da República, apresentando sugestões. Apesar disso, e na última sessão da Assembleia de Freguesia realizada em 22 de Abril, o Sr. Presidente da Junta comentou, em jeito de afirmações maiores, sobre as ideias populares, as ideias do povo que o elegeu, que essas já deveriam ter sido transmitidas há mais tempo e não agora. Ora, nunca a Câmara e Junta cederam o Estudo para se poder fazer uma análise cuidada, e alguns dos Ancorenses que agora opinaram, foram aqueles aos quais, em Setembro, lhes foi proibida a entrada, e com ela a participação, na reunião já atrás referida. Vai mais longe o Sr. Presidente, já que entende que essa zona nunca se poderia considerar como zona pedonal porque teriam sempre de passar por aí os funerais e as procissões. Esta justificação ou foi gratuita ou ignora o que é na realidade uma zona pedonal. Este entendimento deve merecer um esclarecimento a todos os Ancorenses e amigos desta Vila. Uma zona pedonal não é um espaço estanque à circulação de veículos; para além da passagem de funerais e procissões, tem de estar aberta a carros de bombeiros, ambulâncias, cargas e descargas de diversos comércios e obras, acessos a garagens, recolha de lixo, etc. O fechar duma via ao trânsito não implica dizer que essas actividades não sejam praticáveis.

    Mais afirmou que não houveram reclamações ao primeiro Estudo Prévio, o que desde logo a CDU refuta. O Estudo Prévio referido foi dado a conhecer numa cerimónia pública onde se deram muitas sugestões e houveram reclamações. Temos o dever de esclarecer que a CDU, na altura própria, fez os comentários julgados pertinentes e apresentou um rol de sugestões que ainda hoje estão actuais. Nele se teceram diversos comentários como a melhoria das infra-estruturas existentes e instalação de outras que não existiam, a passagem a zona pedonal, a eliminação das barreiras arquitectónicas, a consideração do mobiliário urbano que já esteve lá instalado, etc.

    Mas actos são actos. E o acto torna o facto. Mas antes de consumado não deixaremos de aliviar o pesado fardo que a todos compete - o de informar, numa amplitude de sonegação de informação. A obra arrancou sem que os Ancorenses tenham tido a oportunidade de se expressarem livremente sobre o que consideravam melhor e mais adequado para Vila Praia de Âncora; mais grave ainda, sem que conhecessem na íntegra o projecto da obra. É de salientar que se aguarda há mais de um mês por algumas peças desenhadas desse projecto, anteprojecto, ou proposta de anteprojecto, requeridas à Câmara Municipal. Mas poderão pagar caro este exercício apressado. A segurança está, tal como se vê, a sofrer da desatenção de todos. Devemos fazer aqui este alerta porque entendemos que uma obra com estas características tem de merecer um estudo de segurança adequado, onde se salvaguarde a integridade física dos peões e dos bens. Essas preocupações não são sentidas porque não se vêem passadeiras para o atravessamento de peões; não existem protecções nos passeios, revelando, alguns, desníveis acentuados; não é impedida, ou devidamente salvaguardada por delimitação, a circulação de pessoas junto de máquinas a operar; não se evita a circulação de viaturas; etc.

    Basta de imposição. Basta de diminuir o exercício de cidadania da oposição e do cidadão comum. Vila Praia de Âncora não aceita ofertas pagas pelos Ancorenses. Vila Praia de Âncora quer decidir o seu futuro. Vila Praia de Âncora merece a nossa indignação face ao processo seguido pela Câmara Municipal de Caminha e apoiado pela Junta de Freguesia.

    CDU - Coligação Democrática Unitária

    ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE VIANA DO CASTELO RATIFICA IDEIA DO GOVERNADOR CIVIL E APOIA PROLONGAMENTO DO IC1 ATÉ VALENÇA

    A Assembleia Municipal de Viana do Castelo, por proposta da CDU, aprovou uma moção recomendando ao Governo o prolongamento do IC1 até S.Pedro da Torre, Valença, no seguimento da ideia já avançada por Pita Guerreiro, Governador Civil de Viana do Castelo.

    Eis o teor da proposta:

    Considerando que:

    - O Itinerário Complementar 1 (denominado IC 1) está previsto terminar a Norte da freguesia de Lanhelas, no concelho de Caminha, desembocando directamente na E.N. nº 13.

    - O IC 1 será naturalmente uma via de grande intensidade de trânsito, mormente de camiões, por permitir a ligação às regiões economicamente mais desenvolvidas e populosas do Norte de Portugal e da Galiza, nomeadamente a região do Grande Porto, Vigo e Corunha.

    - Não está previsto (felizmente) o pagamento de portagens pelo trânsito no IC 1 de Viana a Lanhelas, o que tornará esta via mais atractiva ao tráfego rodoviário.

    - A E.N. nº 13, a Norte de Lanhelas, terá de suportar todo o tráfego destas duas vias, que passará pelo centro de Vila Nova de Cerveira e outras freguesias de grande densidade populacional.

    Por estas razões, o trânsito a Norte de Lanhelas terá um fluxo arrastado e penoso para condutores e transportados e será potenciador da ocorrência de graves acidentes.

    A Assembleia Municipal de Viana do Castelo, em reunião Ordinária de 22 de Abril de 2005, por proposta da CDU, decidiu:

    1º - Propor ao Governo que a construção do Itinerário Complementar 1, denominado IC 1 se prolongue para Norte de Lanhelas e faça a ligação directa com a auto-estrada na freguesia de S. Pedro da Torre, em Valença; e

    2º - Que se dê conhecimento desta Moção aos Senhores Primeiro Ministro, Ministro da Tutela, Governador Civil de Viana do Castelo e à Comunicação Social.

    Viana do Castelo, 22 de Abril de 2005.

    O Eleito da C.D.U. (Rocha Neves)


    Período Antes da Ordem do Dia
    Intervenção de António Gonçalves da Silva

    É estranho que a convocatória para esta Assembleia Municipal, a concretizar-se em data tão próxima da Comemoração do Dia da Liberdade, não incorpore qualquer ponto destinado à evocação da Revolução do 25 de Abril, revolução que só foi possível como resultado do espírito de insubmissão e de luta persistente de muitos cidadãos contra um regime que durante 48 anos oprimiu o Povo Português, da postura firme dos Capitães de Abril que lhe deram o golpe de misericórdia e do entusiasmo dos cidadãos que saíram à rua, auxiliando os militares na consolidação da vitória e, posteriormente, forçaram o aprofundamento do processo revolucionário.

    E a evocação, aqui, desta luta heróica, persistentemente continuada e finalmente vitoriosa de milhares de homens, mulheres e jovens democratas, comunistas, republicanos, católicos progressistas e outros não poderá ser considerada como uma litania mas sim como um enorme exemplo de participação cívica que, agora, em condições muito mais favoráveis, terá de ser prosseguida.

    É que, se finalmente com a Revolução de Abril se conquistou a liberdade de expressão, de reunião, de associação, de imprensa, sindical e o direito à greve; as eleições livres e a livre formação de partidos políticos; o fim das guerras coloniais; a melhoria das condições de salários, a instituição do salário mínimo nacional; do subsídio de desemprego, das pensões e da generalização das reformas; a igualdade de direitos entre homens e mulheres; a existência de autarquias democraticamente eleitas, não é menos verdade que repticiamente crescem as forças que tudo têm feito para eliminar ou reduzir essas conquistas tão arduamente conseguidas, nomeadamente:
    . com a degradação dos serviços públicos da Saúde, da Educação e da Segurança Social, procurando entregá-las à iniciativa privada;
    . com o ataque aos direitos dos trabalhadores e das suas organizações sociais e sindicais;
    . com a concentração da riqueza e dos meios de produção em poderosos monopólios;
    . com os continuados e persistentes ataques aos artigos mais progressistas da Constituição da República;

    Para a CDU é necessário relembrar sempre, principalmente aos jovens, a situação asfixiante vivida nos 48 anos antes do 25 de Abril:
    - de inexistência de liberdade de expressão, de reunião, de manifestação e de associação;
    - de proibição dos partidos políticos, de liberdade sindical e de direito à greve;
    - de perseguições, torturas, prisões e morte de opositores activos à ditadura;
    - de 13 anos de guerra colonial;
    - de uma sociedade vigiada, marcada pelo obscurantismo e pelo condicionamento da vida social;
    - de uma feroz exploração dos trabalhadores e de atraso económico e social;
    - de domínio da economia nacional por meia dúzia de grandes grupos económicos;
    - da emigração em massa que, entre 1961 e 1973, atingiu um milhão e meio de portugueses;
    na tentativa de que os cidadãos nunca o esqueçam e procurem os caminhos da participação para a tentativa de resolução dos seus problemas, lutando sempre por uma política que promova a cidadania, valorize quem trabalha, assegure uma distribuição mais equitativa da riqueza criada, coloque o interesse público acima dos interesses privados e que predisponha à rejeição da passividade e do conformismo que procuram instalar na sociedade portuguesa.

    Nesta perspectiva, para que se continue a luta por uma verdadeira democracia política, económica, cultural e social, é necessário que os vianenses não esqueçam que há, a nível concelhio, muitos problemas a resolver:

    . a defesa da gestão pública da água que proteja este escasso recurso e o garanta como um direito de todos;
    . a recuperação das margens do Rio Lima;
    . a instituição de um verdadeiro Poder Regional, previsto na Constituição da República, e que se não resolve com a criação de qualquer Comunidade Urbana, sobretudo se não tiver em conta a unidade do Distrito, a eleição democrática dos seus membros e a descentralização de competências e de verbas do Poder Central;
    . a democratização do funcionamento do Poder Local;
    . o combate ao desemprego e a criação de empregos com direitos;
    . o desenvolvimento dos sectores produtivos que limitem a nossa dependência dos produtos importados;
    . o investimento na formação profissional que tenha em atenção a necessidade de inovação do aparelho produtivo do concelho;
    . a necessidade da introdução da investigação e do gosto pela Ciência nas escolas do concelho, a partir das do 1.º CEB, etc., etc…

    Assim e atendendo às mudanças recentemente operadas ao nível do Governo e na composição da Assembleia da República, a CDU relembra algumas preocupações:

    1) Dado que em 2003, nesta Assembleia Municipal, se procedeu à discussão e votação da constituição da empresa para a concretização do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e Saneamento do distrito e na qual, por subscrever uma quota minoritária do seu capital, a Câmara Municipal não está em condições de garantir a defesa dos direitos dos seus munícipes; Dado que se, como se prevê, as Águas de Portugal forem privatizadas e os elevadíssimos investimentos a efectuar no sector forem assumidos pelos grandes grupos nacionais e internacionais que se perfilam, será brutal o agravamento dos preços da água a praticar;
    Dado que a água é um recurso escasso, cada vez mais escasso e imprescindível à vida e que deverá continuar a ser acessível a todos, não se podendo transformar num bem de exploração e de lucro;
    A Câmara Municipal, os Membros desta Assembleia e os cidadãos vianenses clamem pela definição de uma política de recursos hídricos que vise a soberania nacional, a responsabilidade ambiental, a coesão social e territorial e exija a construção e a consolidação de um forte sector municipal e intermunicipal de maioria pública, que garanta o controle, a gestão e o acesso de todos à água em qualidade e em quantidade;

    2) Dado que, nas visitas efectuadas por eleitos da CDU a vários pontos do concelho se continua a verificar a degradação das margens do rio lima especialmente junto à Praia Fluvial de Cardielos e os atentados ambientais no Barco do Porto, em Vila Franca do Lima, locais que, pela sua beleza, atraiam muitos vianenses e emigrantes dessas terras e das redondezas, sem que o problema sequer preocupe o Conselho da Bacia do Rio Lima que desde há cerca de 4 anos não reúne;

    Dado que a morte desses locais de lazer e de convívio, resultado da extracção de inertes e de outras acções pouco reflectidas não podem deixar de preocupar os Membros da Câmara Municipal, os Membros desta Assembleia Municipal e os cidadãos Vianenses e terão de começar a preocupar os Membros do Conselho da Bacia do Rio Lima e o Governo Central;
    A Câmara Municipal, os Membros desta Assembleia Municipal e os cidadãos Vianenses exijam que o Conselho de Bacia do Rio Lima se reúna de imediato e diligencie junto do Ministério do Ambiente e da Direcção Regional do Ambiente para que se promova um estudo de avaliação ambiental do Rio Lima e respectivas margens, nomeadamente junto do Barco do Porto, em Vila Franca e na Praia de Cardielos, de modo a proceder-se à regularização da hidrodinâmica do Rio e das respectivas margens;

    3) Dado que todo o litoral constitui zona de extrema fragilidade e em processo constante de erosão;

    Dado que parece existir, embora não consensual, um plano de acção para se minimizarem os gravíssimos problemas de erosão existentes na costa portuguesa ;
    Dado, no que toca à costa marítima do nosso concelho, o plano considera 2 locais como de prioridade de intervenção laranja (actuação no prazo de 3 a 5 anos) em Carreço e Castelo de Neiva, embora haja muitos outros como em Afife, Areosa, Anha e Amorosa;
    A Câmara Municipal, os Membros desta Assembleia Municipal e os cidadãos Vianenses pressionem para que tal plano se concretize dentro das datas programadas e se crie uma autoridade administrativa específica para todo o litoral que coordene as dezenas de entidades que nele intervêm.
    Para a CDU, todos os que intervierem de forma participativa na resolução destes e doutros dos muitos problemas existentes estarão a comemorar e a aprofundar a Revolução de Abril.
    Viva a Revolução dos Cravos.
    Viva Portugal.

    ( António Gonçalves da Silva)


    II - PONTO DA ORDEM DE TRABALHOS

    RELATÓRIO DE ACTIVIDADES E DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DA CÂMARA MUNICIPAL E RELATÓRIO DE ACTIVIDADES E GESTÃO DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS

    Como sistematicamente viemos alertando esta Assembleia e os Vianenses, os resultados apresentados pela Câmara Municipal relativos às contas e gerência do ano transacto, não poderiam ser diferentes daqueles que foram apresentados.

    Este relatório confirma as preocupações da C.D.U. e a gestão de risco do executivo municipal socialista, continuadamente denunciada pela C.D.U..

    Agora, para justificar mais um Relatório e Contas altamente preocupante em relação à situação económico-financeira da Câmara Municipal, que trava e compromete o desenvolvimento futuro do nosso concelho, este Executivo desculpa-se com a depressão da actividade económica do país e com as restrições orçamentais do Governo.

    O que o Executivo esquece é que nem todos têm memória curta.

    E nós não esquecemos que no Plano e Orçamento de 2004, aqui discutido e aprovado pela maioria socialista, o Executivo que hoje endossa para terceiros a responsabilidade da sua desastrada e inconsequente gestão, é o mesmo que disse a esta Assembleia o seguinte (e passo a citar):
    - "Apesar de, nesta altura, se considerar pouco provável que em 2004 as dificuldades orçamentais do país e do município sejam plenamente ultrapassadas e que as actividades económicas do país retomem o crescimento desejado, o Plano inclui os investimentos com financiamento garantido, numa cautelosa mas optimista expectativa de desenvolvimento do município e do consequente aumento das receitas camarárias".

    Um ano decorrido sobre esta afirmação, temos hoje aqui um Relatório e Contas que:

    a) Apresenta mais despesas do que receitas,
    b) Agrava o Passivo, a Liquidez, os Resultados Operacionais, Correntes, Extraordinários e Líquidos;
    c) Aumenta a dívida a fornecedores;
    d) Adia obras prometidas;
    e) E reduz a taxa de execução orçamental para índices dos mais baixos da história do Município.

    Em suma, um documento que volta a comprometer o futuro de Viana do Castelo em termos de desenvolvimento sustentado.

    Um documento que explica a razão porque Viana do Castelo foi o único concelho do distrito que desceu no indicador de poder de compra per capita (de 84,07 para 81,30) e porque continua a ser o último no índice que traduz o poder de compra dos fluxos turísticos (FDR).

    Esta é a crua realidade.

    Porque a outra, que no Relatório se salienta em relação à melhoria de certos rácios, não tem comparabilidade com o passado, porque se deve unicamente às modificações introduzidas nas contas camarárias, pela aplicação tardia e ainda incompleta do POCAL.

    (A propósito, quando é que a Câmara introduz no seu Balanço, como determina o POCAL, as provisões para Clientes de Cobrança Duvidosa, que em 2004 ultrapassaram os 238 000 Euros?)

    Diz o Relatório que a Receita total atingiu menos 9% do que o exercício anterior, mas nós lembramos que já em 2003 tinha sido inferior em 6% ao ano de 2002 e que, como vimos nas afirmações atrás transcritas, o Executivo contava e dizia-se preparado para superar as dificuldades.

    Apesar de tudo, nas Receitas Correntes, verifica-se que a descida foi apenas de 4,5%. E se é certo que houve uma redução de 239 000 Euros no conjunto dos Impostos Municipais de Imóveis e de Transmissões, a verdade é que esta diminuição foi largamente compensada com o aumento na Derrama de 324 000 Euros. Com a particularidade favorável para as contas da Câmara, do valor da Derrama ser superior em quase 400 000 Euros à previsão do Orçamento.

    Nas contas de 2004, tal como sucedeu em 2003, a Derrama proporcionou mais receita do que as taxas de loteamento e obras.

    O que a Câmara deverá interrogar-se é se a redução de 19% na cobrança do Imposto Municipal sobre Transmissões e a redução das taxas, não serão reflexo do abrandamento da construção civil, na linha do que já tinha sucedido no ano anterior com a descida da Sisa.

    E se em vez da política do urbanismo do betão que descaracteriza o concelho e elimina o comércio tradicional, a proliferação de parques de estacionamento caros que penalizam os residentes e afastam forasteiros, a Câmara não deveria valorizar a cidade com a rápida recuperação das habitações degradadas do centro histórico, que segundo o último levantamento efectuado pelo Gabinete Técnico Local (GTL), representam 25% total do total analisado.

    E se com a cobrança de taxas elevadas nas licenças de obras e loteamentos, na água e nos resíduos sólidos e se com a insistência da Taxa da Derrama e do IMI pelos escalões máximos, não está a contribuir para a fixação de empresas noutros concelhos, como Ponte de Lima, Ponte da Barca, Monção, Arcos, e Melgaço que não lançaram Derrama e a desincentivar a procura de habitações em Viana, o investimento na construção e o desenvolvimento do turismo.

    A Câmara não pode atirar todas as culpas dos seus erros para a redução dos Fundos do Estado.

    Como explica o Executivo que para uma previsão de Vendas de Bens de Investimento de 4 250 000 Euros, a receita de ganhos em imobilizações apenas tenha sido de 930 558 Euros, ou seja inferior em mais de 3 milhões e 300 mil Euros ao orçamentado? Será que a Câmara não tem mais terrenos para vender? Ou a oferta imobiliária no concelho é já muito superior à procura?

    Na execução das Grandes Opções do Plano, verifica-se a existência de baixas taxas de execução em 2004, em obras que esta Assembleia aprovou para serem financiadas a 100% pela Câmara.

    Vamos dar apenas alguns exemplos:

    Aquecimento de edifícios escolares, apenas com 12% de execução (pg.47);
    Acesso ao parque desportivo de Barroselas com 12%, quando deveria ter sido concluído;
    Remodelação de infra-estruturas em Mazarefes que deveria estar concluída e nem sequer foi iniciada (pg. 51e 57);
    Participação no capital da Polis e na Resulima, com 64.264 Euros não entregues até 31 de Dezembro;
    Centro Escolar de Portuzelo que não foi executado (pg.54)
    Habitação social em Mazarefes com 10% de execução, quando deveria ter 50% (pg.55);
    Eliminação de barreiras arquitectónicas, orçamentada mas não iniciada (pg.56);
    Qualificação do sistema de transportes públicos, não iniciado (pg.57)
    Plano de Pormenor de Darque, carta educativa intermunicipal, passagem inferior à linha-férrea em Carreço e qualificação do bairro do liceu, mencionados com termo em 2004, mas sem verbas inscritas (pg.55 e 56);
    Outras situações que justificariam uma explicação no documento que agora estamos a discutir:

    No mapa de Modificação ao Orçamento da Despesa, (pg. 80), na rubrica de Sedes de Junta e Centros Cívicos, o valor de 700 000 Euros foi reduzido para 210 900 Euros.

    E a rubrica de Pavilhões Desportivos o montante de 300 000 Euros diminuiu para 120 000 Euros.

    No mapa da Situação dos Contratos (pg. 105), dos 6 403 813 Euros de pagamentos efectuados em 2004, verifica-se que 383 252 Euros corresponderam a trabalhos a mais.

    Que razões houve para tão significativos excessos à despesa orçamentada?

    EMPRÉSTIMOS-DÍVIDAS

    Na linha de rumo que vem sendo seguida por este Executivo, de se socorrer dos Bancos não para investimentos mas para crises de tesouraria motivadas pela política do despesismo, a redução da dívida à Banca apresentada neste Relatório não resulta da redução dos custos ou de melhoria da gestão camarária, mas unicamente da limitação legal ao recurso a novos empréstimos.

    Mas para a Câmara, a proibição governamental foi facilmente ultrapassada.

    Diríamos, em linguagem futebolística, que este Executivo fintou o Governo, com uma jogada simples, mas ética e moralmente condenável, para quem exige dos munícipes o rigoroso cumprimento dos seus deveres de contribuintes.

    O que fez, então, este Executivo?

    - Diminuiu os compromissos bancários em 1 milhão de Euros, à custa do aumento da dívida aos fornecedores em 1 milhão e 500 mil Euros.

    Resultados da "jogada":

    Primeiro - mais meio milhão de dívidas na soma destas duas contas, a piorar um Passivo total que no curto espaço de 12 meses aumentou 11%, passando de 30 milhões 618 mil euros em 2003, para 33 milhões 887 mil euros em 2004;

    Segundo - os fornecedores que peçam dinheiro à Banca e paguem os juros para solverem os seus compromissos, enquanto a Câmara "joga" com o dinheiro deles.

    Acrescente-se para melhor perspectiva da situação económico-financeira da Câmara, que dos 12 milhões 719 mil e 144 euros que em 31 de Dezembro devia aos Bancos, há 5 milhões e 59 mil euros de empréstimos contraídos em 1999, 2001, 2002 e 2003 que ainda não começaram a ser amortizados.

    Isto quer dizer, que nos próximos anos, com a liquidação das respectivas amortizações destes Empréstimos, a tesouraria municipal vai sentir enormes dificuldades solucionadas, muito provavelmente, à custa de novos atrasos nos pagamentos aos fornecedores e do aumento do seu já elevadíssimo Passivo.

    Situação tanto mais complicada quando se prevê que nessa altura a Câmara terá de enfrentar os encargos finais inerentes à sua quota-parte de accionista, na dissolução e liquidação da Viana Polis, conforme o Tribunal de Contas já deixou entender no último Relatório sobre a situação do Polis.

    Entretanto, nas rubricas de Empréstimos, Fornecedores, e Disponibilidades, entre 2002 e 2004, o cenário passou a ser este:

    O limite de endividamento da Câmara que era de 3 milhões e 400 mil euros em 2002, ficou reduzido para 1 milhão e 800 mil euros em 2004, isto é, para pouco mais de metade;

    Os débitos a Fornecedores, em igual período de 2 anos, cresceram 59%, com o pormenor negativo de quatro dezenas deles serem no final de 2004 pequenos comerciantes, credores de importâncias inferiores a 250 Euros. (pg. 22);

    Para agravar o abismo financeiro, as disponibilidades diminuíram 33%, tendo a Câmara em 31 de Dezembro de 2004, em Bancos e em Caixa, menos 500 mil euros do que tinha em Dezembro de 2002.

    Impõe-se que este ciclo se inverta e se adopte muito maior prudência e contenção na gestão municipal.

    Perante este cenário de imprudente gestão municipal que coloca em dificuldades sérias o desenvolvimento sustentado do nosso concelho, outra opção não nos resta senão a de votar contra este Relatório de Contas.

    O AGRUPAMENTO POLÍTICO DA C.D.U.

    Comunicado do Conselho de Ministros
    de
    28 de Abril de 2005

    I. O Conselho de Ministros, na reunião de hoje, que teve lugar na Presidência do Conselho de Ministros, aprovou, na prossecução dos objectivos definidos para o ensino superior, o diploma seguinte:

    Proposta de Lei que procede à alteração da Lei de Bases do Sistema Educativo, regulando a organização de graus e diplomas do Ensino Superior, na sequência do Processo Europeu de Bolonha

    Com este diploma, o Governo cria o enquadramento legal necessário à concretização dos objectivos do Processo de Bolonha, reorganizando o sistema do ensino superior português com o objectivo de garantir a qualificação dos portugueses no espaço europeu, incentivar a frequência do ensino superior, melhorar a qualidade e a relevância das formações oferecidas, e finalmente, fomentar a mobilidade e a internacionalização.

    Neste contexto, as alterações à Lei de Bases do Sistema Educativo, a submeter à aprovação da Assembleia da República, prevêem as transformações seguintes:

    a) A adopção do modelo de três ciclos de estudos conducentes aos graus de Licenciado, Mestre e Doutor, alargando ao ensino politécnico a possibilidade de conferir o grau de Mestre, sem prejuízo de, na regulamentação do sistema de graus, se vir a prever a cooperação entre universidades e politécnicos no ciclo de estudos conducente ao grau de Doutor.

    b) A organização da formação superior com base no paradigma resultante do sistema de créditos europeus fixa: i) A duração para o primeiro ciclo de estudos superiores, a que corresponde o grau de Licenciado, entre 3 e 4 anos, ou, 6 e 8 semestres curriculares, devendo o estudante adquirir, neste ciclo, entre 180 e 240 créditos. ii) Para o grau de Mestre, são ainda necessários, mais 3 e 4 semestres curriculares de trabalho. Este grau pode, igualmente, ser concedido após um ciclo de estudos com uma duração compreendida entre 10 e 12 semestres curriculares de trabalho, nos casos em que, para o acesso ao exercício de uma determinada actividade profissional, essa duração seja fixada por normas legais da União Europeia ou resulte de uma prática estável e consolidada na União Europeia.

    c) A modificação e alargamento das condições de acesso ao ensino superior a maiores de 23 anos que, não sendo titulares da habilitação de acesso, façam prova de capacidade para a sua frequência através da realização de provas, atribuindo aos respectivos estabelecimentos a responsabilidade pela sua selecção;

    d) A transição de um sistema de ensino baseado na ideia da transmissão de conhecimentos para um sistema baseado no desenvolvimento de competências, através do reconhecimento pelas instituições de ensino superior. Criam-se, assim, as condições legais para o reconhecimento da experiência profissional através da sua acreditação;

    e) A atribuição de diplomas pela conclusão das diferentes etapas em que se organize cada ciclo de estudos;

    f) A participação dos estabelecimentos de ensino em formas diversificadas de formação não conferente de grau quer inicial, quer ao longo da vida.

    II. O Conselho de Ministros, agora no âmbito da política de Solidariedade Social, aprovou o conjunto de diplomas seguinte:

    1. Proposta de Lei que altera a Lei que revogou o Rendimento Mínimo Garantido e criou o Rendimento Social de Inserção.

    Com as alterações agora propostas o Governo materializa o compromisso assumido com os Portugueses no seu programa e repõe os princípios da igualdade, solidariedade, equidade e justiça social que desde o início estiveram na génese da adopção do RMG e do RSI.

    Assim, para que a prestação de RSI seja atribuída apenas a quem dela necessita no momento em que dela efectivamente necessita, foram introduzidas as seguintes alterações:

    a) A fórmula de determinação do montante da prestação volta a ter por referência aos rendimentos auferidos pelo agregado no último mês, ou, tratando-se de rendimentos variáveis, a média dos últimos três meses;

    b) A exigência de inscrição nos Centros de Emprego, até aqui apenas exigida a certos jovens entre os 18 e os 30 anos, passa a constituir um requisito geral;

    c) Suprime-se a possibilidade de 50% do pagamento da prestação poder ser efectuado, de forma que seria estigmatizante, através de vales sociais - modalidade, aliás, nunca regulamentada ou aplicada pelos dois Governos anteriores;

    d) Reintroduz-se na titularidade da prestação os menores emancipados pelo casamento e acrescentam-se os que vivem em união de facto há pelo menos um ano;

    e) Alarga-se o conceito de agregado familiar de forma a permitir a atribuição e quantificação justa e verdadeira da prestação;

    f) Clarifica-se a possibilidade de, em caso de dúvida sobre os rendimentos do agregado, a entidade distrital de segurança social poder solicitar ao requerente e a todos os elementos do agregado familiar que facultem extractos das suas contas bancárias dos últimos três meses;

    g) A renovação da prestação, decorridos os 12 meses da sua duração, volta a ser automática;

    h) Consagra-se o princípio da fiscalização orientada por indicadores de risco, de modo a aumentar a eficácia no combate à fraude. O aumento da eficácia no combate à fraude passa por fiscalizar mais os grupos de beneficiários com maior incidência de pratica de fraude.

    2. Decreto-Lei que define o âmbito de protecção social conferido pelo sistema público de segurança social aos trabalhadores no domicilio.

    Com o presente diploma, o Governo assegura e acautela os direitos e os deveres dos trabalhadores no domicílio e respectivas entidades empregadoras, tendo em consideração o vazio legal criado pela legislação laboral vigente, e clarifica o seu âmbito material da protecção social garantida.

    O diploma aprovado determina que os trabalhadores que exercem a sua actividade no domicílio sem carácter de subordinação passem a beneficiar da protecção nas eventualidades de maternidade, doenças profissionais, invalidez, velhice e morte.

    III. O Conselho de Ministros aprovou, também, os diplomas seguintes:

    1. Decreto-Lei que cria Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil e extingue o Serviço Nacional de Bombeiros e o Serviço Nacional de Protecção Civil

    Este diploma visa promover um conjunto de alterações essenciais ao restabelecimento da cadeia de comando no que às funções de coordenação e comando operacional diz respeito, suprindo, assim, as deficiências verificadas na lei vigente, resultantes da extinção dos cargos de Inspector Nacional de Bombeiros e de Inspector Distrital de Bombeiros, e que conduziu a que o Sistema de Socorro e Luta conta Incêndios ficasse limitado na sua estrutura nacional e distrital e desprovido de uma unidade de comando.

    Nesse sentido, o diploma vem conferir ao Centro Nacional de Operações de Socorro (CNOS) e aos Centros Distritais de Operações de Socorro (CDOS) competências de comando operacional mais efectivas, através do Comandante Operacional Nacional e dos Comandantes Operacionais Distritais, com o objectivo de agilizar as forças e meios intervenientes nas Operações de Protecção, Socorro e Luta contra incêndios.

    2. Resolução que cria a Autoridade Nacional para os Incêndios Florestais 2005

    Com a criação da Autoridade Nacional para os Incêndios Florestais 2005, o Governo pretende melhorar a coordenação das tarefas desenvolvidas pelos vários intervenientes neste processo garantindo a existência de uma direcção coesa, eficaz e integrada dos meios de prevenção e combate aos incêndios florestais em 2005, que funcionará entre 1 de Maio e 31 de Outubro de 2005.

    Do mesmo modo, o Governo antecipa os prazos de implementação dos meios permanentes de prevenção e combate aos fogos florestais.

    A Autoridade Nacional é dirigida por um Director Nacional que actuará na dependência do Ministro de Estado e da Administração Interna, e integra representantes das diversas entidades que intervêm na prevenção dos fogos florestais, nomeadamente, os Presidentes do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, do Instituto da Conservação da Natureza, da Agência para a Prevenção de Incêndios Florestais e do Instituto de Meteorologia, bem como o Director-Geral dos Recursos Florestais. Junto à Autoridade Nacional estarão destacados oficiais de ligação do Comando Operacional Conjunto do Estado-Maior-General das Forças Armadas (COC/EMGFA), da Polícia Judiciária (PJ) e da Guarda Nacional Republicana (GNR).

    Até 31 de Outubro, a Autoridade Nacional deverá apresentar ao Governo um relatório final de actividade.

    IV. O Conselho de Ministros aprovou, ainda, as seguintes Resoluções:

    1. Resolução que estabelece o regime da Unidade de Coordenação da Modernização Administrativa.

    O Governo, concretizando o previsto na sua Lei Orgânica, define agora o objecto da Unidade de Coordenação da Modernização Administrativa como uma estrutura de missão de apoio e coordenação do desenvolvimento da política governamental em matéria de modernização e simplificação administrativa.

    Esta plataforma de articulação e coordenação das diversas entidades e instrumentos vocacionados para promover, dinamizar e acompanhar o processo de reforma da administração pública, sem prejuízo das competências de cada uma e das respectivas dependências hierárquicas, é dirigida por um Coordenador, a Professora Doutora Maria Manuel Leitão Marques.

    Esta estrutura integra um conselho coordenador que, para além da Coordenadora da UCMA, engloba o Presidente do Instituto de Gestão das Lojas do Cidadão, o Gestor da Rede Nacional de Centros de Formalidades de Empresas, o Gestor do Programa Operacional da Administração Pública e o Responsável na UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento, I.P pelos programas destinados à modernização e simplificação administrativa.

    2. Resolução que promove a celebração de um protocolo entre o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a PT Comunicações, SA e a EP - Estradas de Portugal, EPE, tendo em vista a disponibilização de um serviço de informação actualizado sobre as condições das vias de circulação rodoviária.

    Com vista a fomentar a participação dos cidadãos, o Governo promove o Programa "Estrada Livre", com o objectivo de reforçar a monitorização, modernização e fiscalização da reparação das estradas nacionais e regionais existentes e a combater a sinistralidade.

    Este projecto tem duas fases de implementação, arrancando a primeira no dia 1 de Maio, em simultâneo com a assinatura do Protocolo entre as partes referenciadas.

    A primeira fase deste projecto consiste no lançamento de um Numero Telefónico Único para Alerta de danos nas estradas em todo o território nacional, com custo para o utente de apenas uma chamada local.

    A segunda fase, com início ainda no primeiro semestre de 2005, baseia-se na edificação do "Portal Estrada Livre", sítio único para a informação total dos cidadãos quanto ao tráfego, acidentes, alternativas, percursos, normas e legislação, entre outros, operando sobre um Sistema de Informação Geográfica (SIG).

    3. Resolução que nomeia o coordenador do Programa Polis - Programa de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental das Cidades.

    Face à necessidade de imprimir um novo impulso à missão prosseguida no âmbito do Polis - Programa de Requalificação Urbana e Valorização Ambiental das Cidades, é nomeado o Dr. José Manuel Reboredo Pinto Leite para o cargo de coordenador do referido programa.

    V. Finalmente, o Conselho de Ministros procedeu à aprovação final do seguinte diploma, anteriormente aprovado na generalidade:

    Proposta de Lei que estabelece as regras para as nomeações de altos cargos administrativos.

    Presidência do Conselho de Ministros

    MEMÓRIAS
    DA
    SERRA D'ARGA
    Autor
    Domingos
    Cerejeira
    Ambiente
    Animação
    Cultura
    Desporto
    Distrito
    Educação
    Empresas
    Freguesias
    Galiza
    Justiça
    Óbitos
    Pescas
    Política
    Roteiro
    Tribuna
    Turismo
    Saúde
    Sucessos