Temas e Debates
Este mês de Abril revela-se algo ambivalente em termos de novidades editoriais: podemos começar pelas intenções mais nobres - "Emoções Destrutivas e Como Dominá-las", de Daniel Goleman em conversa com o Dalai Lama - e irmos descendo na escala do auto-domínio até ao "Prazer de Matar" da Tami Hoag ou optarmos pelo percurso inverso, mais ascensional e de acordo com estes ares de renovada espiritualidade que estão varrendo o mundo, levando urbi et orbi o fumo branco da Praça de S. Pedro.
Pelo caminho, ainda uma gradação, mais mundana, mas não menos curiosa: "Pó Branco, Luz Verde", uma sátira hilariante do já conhecido James Hawes ("Um Mercedes Branco Rabo de Peixe" e "Mortos ao Vivo") ao submundo artístico, que se alimenta impunemente do cheiro da fama e de coca a rodos; "O Último Jurado", mais um thriller judicial que traz um John Grisham na sua melhor forma de sempre e uma trama onde esperamos que os criminosos e os justos sejam remetidos aos seus respectivos lugares na sociedade democrática; "Uns e Outras - despoluir a democracia", de Teresa Ribeiro da Cunha, um estudo original e importante sobre a luta pela igualdade entre géneros justamente nas sociedades democráticas, ou assim chamadas, e, finalmente, "As Minhas Noites com Descartes", de Huguette Bouchardeau, um romance que apela ao desmanchar de ideias feitas, lugares comuns e cristalizações sobre um dos filósofos que mais marcou a história do pensamento ocidental, sobre o homem por detrás do filósofo e ainda, detalhe nada negligenciável (especialmente se atendermos ao livro anterior), sobre a importância que algumas mulheres tiveram na vida do homem e no pensamento do filósofo...
O lançamento de As Minhas Noites com Descartes, que contará com a presença da autora ( também eminente política e editora francesa) Huguette Bouchardeau, terá lugar no Instituto Franco-Português já na próxima quinta-feira, dia 28 de Abril, pelas 18.30h. A apresentação da obra estará a cargo de outra grande senhora das letras, desta feita portuguesa - a escritora e jornalista Maria Teresa Horta. Contamos convosco!
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Título: AS MINHAS NOITES COM DESCARTES
Autor: Huguette Bouchardeau
Editor: Temas e Debates
Colecção: Ficção Verdade
Nº de páginas: 170
A Obra:
A conservadora da Biblioteca Nacional acompanha ao Extremo Oriente um manuscrito original de Descartes para efectuar uma série de conferências numa digressão.
Como se as folhas começassem a persegui-la, sonhos oscilando entre o pesadelo e a revelação vêm perturbar a imagem que a muito compenetrada arquivista formava do mais racionalista dos filósofos. O retrato de Franz Hals anima-se, a rainha Cristina com o chapéu de feltro preto de abas largas usado por Greta Garbo recebe o pensador no Inverno glacial de um castelo na Suécia, os animais-máquinas fazem uma roda infernal em torno de uma mulher que defende a existência da alma dos animais... e ela vagueia entre a reflexão e o onirismo. Um percurso em terra de pensamento e de mistérios, de magia e de inteligência.
Sobre a Autora:
Nasceu em 1935, em Saint-Étienne, filha de um operário e de uma esteno-dactilógrafa e cresceu numa família de seis irmãos.
É universitária, pedagoga, política, escritora e editora.
Foi Secretária Nacional do PSU (Parti Socialiste Unifié) entre 1979/1981 (partido que abandonará em 1985 e será dissolvido em 1990)
Candidata à Presidência da República Francesa em 1981, pelo PSU
Antiga Ministra do Ambiente, nos governos de Pierre Mauroy e Laurent Fabius (1983-84)
Antiga presidente e fundadora da Entente Européenne pour L'Environement (1988), estrutura que se fundiu, em 1995, com o Comité Français pour l'Environement (fundado por Simone Weil) e a Fondation Européene pour l'environement (fundada por Bettina Laville), dando origem ao Comité 21, que visa seguir e verificar a aplicação em Fança da Agenda 21, assinada por 150 estados de direito após a Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro, em 1992.
Foi membro da Comissão Fauroux (comissão criada em 1995 tendo por missão estabelecer um diagnóstico objectivo sobre o estado do sistema francês de ensino e formação)
Fundadora da colecção "Mémoires des Femmes" nas Éditions Syros (1978)
Fundadora da editora H.B. Éditions (1994)
É autora de várias obras de pendor feminista, nomeadamente Pas d'histoire, les femmes (1977) e biografias de várias mulheres notáveis (Elsa Triolet, Simone Weil, Nathalie Sarraute, Agatha Christie, George Sand), bem como de obras de ficção (Mes nuits avec Descartes, Carnets de Prague), memórias (Les roches rouges, portrait d'un père; Rose Noël), etc.
Sobre a Obra:
Ao apresentar-nos um Descartes humano e divertido, inspirado pelas mulheres, Huguette Bouchardeau oferece-nos também uma reflexão sobre o mundo do sonho e da ficção.
Magazine Livres
O desejo de partilhar a sua paixão por Descartes levou H. Bouchardeau a escrever este romance: a história de uma mulher que descobre que um filósofo visto amiúde como austero e distante era um homem bem diferente, amável e engraçado. [...] Até o leitor mais reticente sentirá vontade de ler ou reler o Tratado das Paixões ou o Discurso do Método.
La Montagne
Título: Emoções Destrutivas e como Dominá-las
Autor: Daniel Goleman
Editor: Temas e Debates
Colecção: Para Sua Informação
Nº de páginas: 467
Daniel Goleman em diálogo científico com o Dalai-Lama
Uma colaboração extraordinária entre estudiosos budistas e filósofos, neurocientistas e psicólogos ocidentais.
A Obra:
Porque cometem actos de crueldade e violência pessoas aparentemente racionais e inteligentes? Quais são as causas fundamentais do comportamento destrutivo? Como podemos controlar as emoções que originam esses impulsos? Podemos aprender a viver em paz com os outros e com nós mesmos?
Um pequeno grupo de cientistas e filósofos de renome internacional sentou-se com o Dalai Lama para discutir estas velhas questões, prementes para o futuro do mundo. Daniel Goleman, o aclamado autor de Inteligência Emocional, conta a história desse diálogo fascinante, fornece um comentário esclarecedor e avança os dados existentes sobre a investigação inovadora inspirada por este encontro histórico.
A filosofia budista diz-nos que a infelicidade pessoal e o conflito interpessoal têm origem nos "três venenos": desejo incontrolável, ira e ilusão. Também fornece antídotos com uma sofisticação psicológica surpreendente, que estão agora a ser confirmados pela neurociência moderna. Com o equipamento mais recente, os cientistas têm a possibilidade de espreitar para dentro de partes do cérebro que podem acalmar as tempestades interiores de raiva e medo. Também demonstram que as estratégias do treino de consciência, como a meditação, podem fortalecer a nossa estabilidade emocional e intensificar muito os nossos humores positivos.
Os distintos membros do painel relatam estas descobertas recentes e debatem uma sucessão estimulante de outros tópicos: Qual o papel das emoções destrutivas na evolução humana? Estarão elas "embutidas" nos nossos corpos? Serão universais ou será que a cultura determina aquilo que sentimos? Aprendemos como práticas que reduzem a negatividade também provaram reforçar o sistema imunológico e descobrimos um programa de aprendizagem emocional que nos pode ajudar a lidar eficazmente com a nossa ira e a tornar-nos mais empáticos.
Ao longo de toda a obra, estas ideias provocadoras são trazidas a lume pelo jogo de personalidades, pelas perguntas perscrutadoras do Dalai Lama e pelo seu surpreendente sentido de humor. Não há respostas fáceis, mas estes diálogos traçam um rumo, em última análise, muito optimista.
O Autor:
DANIEL GOLEMAN é o autor de Inteligência Emocional e Trabalhar com Inteligência Emocional, ambos publicados pela Temas e Debates. Nomeado duas vezes para o Prémio Pulitzer pelo seu trabalho jornalístico sobre o cérebro e as ciências comportamentais publicado no New York Times, é actualmente co-presidente do Consórcio para a Investigação da Inteligência Emocional na Rutgers University e Membro da Associação Americana para o Avanço da Ciência.
Sobre a Obra:
"O próprio acto de nos preocuparmos com o bem-estar dos outros parece criar efectivamente um estado de maior bem-estar dentro de nós próprios", conclui Daniel Goleman, o autor de best-sellers como Inteligência Emocional, no seu mais recente e extraordinário livro. (...) Num certo sentido, as muitas extraordinárias descobertas e conclusões levantadas pelas comunicações aqui apresentadas e suas discussões são personificadas pela figura do Dalai Lama, tal como nos é aqui apresentado. Muito longe do ursinho de peluche em que a popularidade dos media por vezes o quer transformar, o Dalai Lama emerge aqui como um questionador exacto e brilhante, um cientista natural e um líder empenhado em encontrar meios práticos efectivos para ajudar a sociedade. E no entanto personifica igualmente a possibilidade de ultrapassarmos as emoções destrutivas, de nos tornarmos resilientes, compassivos e felizes, traga a vida o que trouxer. (...) Goleman viaja para além da fronteira do conhecido e os relatórios que de lá nos envia são encorajadores."
Publishers Weekly
Uma experiência intelectual sublime com implicações práticas empolgantes na construção de um mundo melhor.
Booklist
O cerne da discussão encontra-se aqui a um nível profundo e é adequado principalmente para estudantes de psicologia e psiquiatria. No entanto, a muito sensata decisão dos intervenientes em não ajudar as pessoas a fortalecerem-se emocionalmente por razões meramente morais, mas por razões que se prendem com a sua própria saúde e felicidade fará inevitavelmente deste livro um livro que apela fortemente a todos os leitores. E é ainda um passo efectivo para acabar com a violência a nível mundial.
Library Journal
Título: Uns e Outras - despoluir a democracia
Autor: Teresa Ribeiro da Cunha
Editor: Temas e Debates
Colecção: Para sua Informação
Nº de páginas: 330
A igualdade não cai do céu. Conquista-se. É obra colectiva de mulheres e de homens.
A Obra:
Iguais no nascimento e na morte, homem e mulher comungam os mesmos grandes objectivos que enquadram e moldam a vida dos humanos, enfrentam as mesmas esperanças, crenças, temores e dúvidas. Partilham o mesmo mistério da finalidade das suas vidas. O Planeta que os vê nascer vê-os morrer, insensível à epopeia/tragédia de cada homem e cada mulher.
Os Inquéritos feitos pela Autora às Administrações e às Trabalhadoras das maiores empresas nacionais mostram que estamos num estádio atrasado de convergência para as sociedades mais paritárias.
O livro combate a discriminação e a violência. Divulga, debate, louva, critica e sugere. Prolonga-se e actualiza-se pelo site www.unseoutras.net e pelo blog http://unseoutras.blogspot.com, editados pela Autora.
Despoluir a democracia:
Nascida de um corte com as culturas anteriores, a democracia grega vinha envolta numa ganga de ideias herdadas que manchavam o brilho generoso da igualdade. Que a poluíam. É o seu pecado original.
O povo que mandava não era todo o povo. A democracia ateniense era uma plutocracia que deixava à porta uma legião de excluídos, de segregados, de desiguais.
Sucessivas operações de despoluição foram eliminando parte dessas gangas ideológicas. As castas e as nobrezas do sangue, do dinheiro e da influência foram obrigadas a partilhar o poder com um número sempre crescente de ex-excluídos. Os servos e os escravos obtiveram a cidadania. Os desiguais passaram a menos iguais. O Rei-Sol passou a Homem-Sol.
As mulheres, como grupo identitário, ficaram quase sempre à porta ou acantonadas por filtros subtis nos quartos escuros da desigualdade e no silêncio da História, donde já muitas conseguem sair.
A dominação masculina continua a poluir a democracia. Mais do que poder político, económico e social para todos, ela ainda é androcracia.
Mas a História sempre foi empurrada pelos fracos. E vai a caminho dos iguais.
A Autora:
Teresa Fauvelet Neves Ribeiro da Cunha licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa. É mãe de dois filhos e duas filhas. Foi professora e directora de uma galeria de arte. Nos últimos dez anos integrou o Conselho Consultivo da Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres. É membro do European Women's Lobby.
Título: Pó Branco, Luz Verde
Autor: James Hawes
Editor: Temas e Debates
Colecção: Radiografias
Nº de páginas: 304
A Obra:
Em Londres, Paul Salmon, co-produtor de séries televisivas de gosto duvidoso, procura ideias para o seu próximo projecto enquanto tenta largar a cocaína. Em Cardiff, Jane Feverfew, professora universitária com saudades de uma boa queca, passa os dias a tentar cativar os alunos e a zangar-se com o ex-marido. A máfia cultural do País de Gales planeia a distribuição de subsídios para o ano seguinte. Jane refugia-se na Internet e é lá que Paul Salmon a vai encontrar; mas confunde-a com uma escritora que pode ajudá-lo a ganhar o dia, e ela mergulha alegremente num deserto de clubes, agentes e actores, cujas areias são feitas de pó branco.
De James Hawes, descrito pelo Observer como o romancista britânico mais divertido dos nossos dias, vem esta sátira contundente e hilariante ao submundo do meio artístico.
O Autor:
James Hawes era um académico discreto, que publicava artigos eruditos sobre Kafka e quejandos, até ver o seu primeiro romance, Um Mercedes Branco Rabo de Peixe, publicado em todo o mundo. Entre 1998 e 2000 colaborou na rodagem do "pior filme jamais feito no Reino Unido" (Guardian) a partir de Rancid Aluminium, o seu segundo best-seller. Actualmente é divorciado e leva uma vida calma em Cardiff, na companhia do filho. Está a ser rodada uma versão cinematográfica de Mortos ao Vivo, o seu terceiro romance, cuja acção decorre no País de Gales e na Irlanda, e que está publicado pela Temas e Debates.
Sobre a Obra:
Cheio de anedotas e caricaturas, o romance põe a nu o glamour oco dos consumidores chiques de pó branco.
THE INDEPENDENT
Uma sátira divertida e inteligente sobre o mundo do cinema.
DAILY MAIL
James Hawes fez uma bolsa de seda a partir de um retalho de serapilheira.
BBC
O retrato hilariante de uma sociedade egocêntrica, frívola e obcecada pela juventude.
THE SCOTSMAN
Título: O Último Jurado
Autor: John Grisham
Editor: Rocco
Colecção: Obras de John Grisham
Nº de páginas: 328
A Obra:
No início dos anos 70, os negros ocupam cada vez mais espaço nos estados racistas do Sul dos EUA. Um dos mais pitorescos semanários do Mississípi vai à falência e, para espanto de muitos, é comprado por um jovem nova-iorquino de 23 anos - Willie Traynor -, ávido de histórias macabras para aumentar a tiragem do jornal. É então que uma jovem mãe é brutalmente violada e assassinada. O principal suspeito é Danny Padgitt, membro de uma família tradicional, que acaba por ser condenado a prisão perpétua, ameaçando vingar-se dos jurados no final de um julgamento surpreendente. Willie Traynor noticia todos os detalhes do crime e o seu jornal prospera. Mas Danny sai da prisão "perpétua" ao fim de nove anos com liberdade condicional e a retaliação começa.
O autor:
John Grisham é autor, entre outros, dos livros Dossier Pelicano, A Firma, O Cliente e O Júri, best-sellers que lhe granjearam reputação internacional e foram adaptados ao cinema e à televisão. Deste autor, a Rocco editou recentemente A Convocatória, A Conspiração e Nas Bancadas
Sobre a Obra:
Em O Último Jurado, Grisham volta à sala do tribunal que lhe granjeou a fama, mas aqueles que apreciaram a maior doçura das suas últimas obras (Nas Bancadas, Uma Casa Pintada) ainda encontrarão aqui muito de que gostar.
Amazon.com
Grisham passou os últimos anos a exercitar o músculo criativo em muitos géneros diferentes : os seus habituais thrillers legais, um romance clássico (Uma Casa Pintada), uma história de Natal (O Natal de Mr. Krank) e uma elegia ao futebol (Nas Bancadas). Esta experimentação parece ter imbuído a sua escrita de uma força renovada, conferindo uma vivacidade exuberante a esta história de crescimento de um jovem que se lê compulsivamente (...) Um dos melhores Grisham de sempre.
Publishers Weekly
Este livro irá satisfazer igualmente os amantes de thrillers legais e aqueles que acreditam que John Grisham possui mais talento do que aquele que tem sido revelado nos seus habituais thrillers vertiginosos. Este é sem dúvida um dos seus livros mais bem escritos e de atmosfera mais rica.
USA Today
O Último Jurado não precisa de dar mais um empurrão à megapopularidade do autor. Ele é útil, isso sim, para nos recordar as razões pelas quais se deu início ao culto de John Grisham.
The New York Times
Título: Prazer de Matar
Autor: Tami Hoag
Editor: Temas e Debates
Colecção: Best Sellers
Nº de páginas: 542
Ela escreve o tipo de thrillers que mantêm os críticos e os leitores a pé toda a noite
Ela arrasta-nos literalmente para uma história mais assustadora do que os nossos piores medos, mais paralisante do que os nossos mais inomináveis segredos
Ela é a autora "bestselling" do New York Times, Tami Hoag, a mais excitante mestre do suspense da actualidade.
Prazer de Matar é o mais aterrador dos seus livros...até agora
A Obra:
Há assassinos que já nasceram assim. Há outros que se transformaram.
Para ele, a questão é irrelevante. O prazer de matar esteve sempre presente, cercando-lhe a consciência como um lobo esfomeado.
Num parque da cidade, ele celebra cuidadosamente a cerimónia. Prepara o corpo. Deita o combustível e unge o morto. Em seguida, acende o fósforo e diz: "Do pó vieste e ao pó hás-de voltar". A população está aterrorizada e os jornais não falam de outra coisa - já lhe chamam O Cremador. Ninguém sabe quem é, de onde vem ou o que pretende com tais rituais. Mas quando ele risca o fósforo com que irá incinerar a sua quarta vítima não se dá conta da existência de uma testemunha, uma adolescente fugida de casa que vê o rosto do Cremador à luz trémula da pira funerária.
A Autora:
Tami Hoag é originária do Minnesota e vive actualmente na Virgínia, com o marido. Desde a publicação do seu primeiro, em 1988, que as suas obras se encontram regularmente nas listas nacionais de bestsellers. Da autora, a Temas e Debates publicou, para além deste Prazer de Matar, Pecados na Noite, Águas Calmas e A mão do Pecado.
Sobre a Obra:
Embora nada nesta história seja propriamente original, Hoag atira-se a ela como se tivesse sido a primeira escritora a pensar nisso. E, adivinhem? A inocência e a verve dela são absolutamente contagiantes. Atiramos às urtigas o cepticismo e embarcamos com um prazer total nesta história cheia de terror e romance, tal como já nos tinha acontecido nos livros anteriores da autora."
Amazon.com
Hoag tem uma forma particular de pregar sustos de morte ao leitor na melhor tradição do thriller clássico, demorando o tempo que considera necessário a revelar as imagens monstruosas que surgem de repente nos cantos escuros. (...)
Dedicando igual atenção ao mistério da identidade do assassino em série e à tensão romântica entre os protagonistas, Hoag presta excelente serviço a ambos, escrevendo cenas de amor dignas de George Clooney e Renée Russo, as estrelas de Hollywood com quem ela diz que os seus protagonistas se assemelham.
Publishers Weekly
Tami Hoag é a rainha do policial.
New York Post