Entre o serviço de bares e de segurança no interior do recinto dos espectáculos, mais de sessenta ancorenses intervieram activamente na edição deste ano, a exemplo do que já vem sucedendo desde 1996, conforme nos revelou Felisbela Presa, natural de Vila Praia de Âncora, escritorária e funcionária da Ancorensis e que se encontrava a servir num dos bares da Superbock.
Nessa data, uma pessoa reuniu um enorme grupo de ancorenses que se vem mantendo nesta funções durante os três dias do festival, embora nenhum deles esteja ligado ao ramo da hotelaria.
"Está aqui gente com profissões tão variadas como sejam vendedores, enfermeiros, funcionários, etc.", referiu.
Considerou-o um trabalho compensador e agradável, embora, "às vezes, nem sequer tenhamos tempo para ouvir as músicas, acontecendo sermos abordadas por pessoas que nos perguntam quem está a actuar na altura e não podermos responder, porque não nos apercebemos dos conjuntos".
Felisbela e outras duas colegas ancorenses, reconheceram o aumento de espectadores na edição de 2002 e, para o ano, prometem voltar.