Maria Esteves é o nome que continuará a presidir ao Conselho Executivo. A única novidade na Direcção da Escola provém da nomeação do professor José Miguel Silva Lopes Gonçalves para o cargo de Vice-Presidente, já que o terceiro elemento desta equipa - a professora Maria da Conceição Marques Rodrigues - integrou, também na qualidade de Vice-Presidente, o Conselho Executivo que agora cessa funções.
A ideia fundamental que acompanha o Programa de Acção apresentado por esta nova gestão escolar consiste no entendimento de uma concepção de escola inovadora com base em princípios como a distintividade organizacional, a autonomia, a integração comunitária, a participação negociada e a eficácia.
E a julgar pela grande aposta neste Conselho Executivo, este conjunto de grandes linhas de força vai de encontro a todos quantos entendem as mudanças educativas produzidas no contexto organizacional da Escola, por acção e interacção de todos os actores, como necessárias, oportunas e importantes e acreditam na possibilidade de concretização desta grande Família Escola-Comunidade-Educativa.
No âmbito do Plano de Acção a desenvolver nos próximos três anos, são apontadas diversas finalidades , das quais destacamos as seguintes:
Ø A implementação do Projecto Educativo e do Regulamento Interno da Escola, como expressão da própria identidade e concretização do exercício de autonomia da comunidade;
Ø O acesso a uma formação que aproxime a criança/o jovem à comunidade, ao património cultural e ao ambiente, aos contextos de trabalho e de vida , preparando-os intelectual e afectivamente para o desempenho dos diversos papéis sociais e contribuindo para uma realização individual e socialmente gratificantes;
Ø A abertura da Escola à Comunidade através da participação (implicação e responsabilização) dos vários intervenientes do processo educacional nas macro-decisões da escola, constituindo, a este nível, o Projecto Educativo de Escola um momento importante de formação e desenvolvimento comunitário;
Ø A mobilização de esforços, junto das diversas instituições tuteladas pelo Ministério da Educação e da Autarquia Local, para a construção de raiz de uma Biblioteca/Centro de Recursos, bem como de um Auditório digno da nossa comunidade.
De salientar que todo o documento emana uma energia e um dinamismo intrínsecos, fruto de um saber e saber-fazer com qualidade.
Gerir uma escola não é tarefa fácil. Sintonizado com os desafios competitivos da sociedade actual, o Programa de Acção elaborado pelo novo Conselho Executivo ganha mais sentido ao apoiar-se na vontade colectiva de gerar uma diferença estratégica, definindo, a partir do passado, numa visão de clara continuidade, o cenário que se deseja para a Escola EB 2,3/S de Caminha no futuro.
As finalidades apontadas servem, então, quer como guias para a tomada de decisões quer como balizas para aumentar a eficiência da Escola, na certeza de que, só através do desenvolvimento de uma política de qualidade, é possível dar um contributo efectivo para o verdadeiro sucesso educativo.