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Informações do Departamento de Informação da ARAAM
Agricultores do Alto Minho reúnem-se para avaliar o passado e perspectivar o futuro, num contexto de modernização que não houve e das mudanças que tomáramos que não houvessem.
Reunidos em Assembleia Geral, aos 21 dias do presente mês de Abril, passado domingo, no auditório do Grupo Cultural e Desportivo dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, os agricultores da Associação Regional dos Agricultores do Alto Minho (ARAAM) apreciaram o relatório da Direcção e contas do exercício de 2002, analisaram a situação da Lavoura e do mundo rural, discutiram o plano de actividades e acções a desenvolver com o objectivo de contribuir para um conhecimento mais profundo da crise porque passa a agricultura nacional, em geral, e a agricultura da região, em particular, e aprovaram as medidas a integrar as linhas de actuação na defesa da prosperidade daqueles que amanham a terra, maneiam o gado e cuidam da preservação do meio rural e da manutenção dos agro-sistemas.
Depois de apreciarem e aprovarem o relatório e contas apresentado pela Direcção e depois de se congratularem com o trabalho e resultados alcançados, os agricultores presentes analisaram as perspectivas para o sector decorrentes das alterações políticas nacionais e das intenções da revisão intercalar dos mecanismos de apoio, nomeadamente dos programas AGRO, AGRIS; RURIS, etc. Igualmente se debruçaram sobre as conseqüências das pretensões da liberalização mundial do comércio, do alargamento da UE - União Européia e da falada extinção da PAC - Política Agrícola Comum.
Para os participantes, mantém-se a esperança num futuro melhor, mas concluíram que as zonas rurais só poderão sobreviver se houver uma combinação entre uma forte vontade política e um envolvimento activo e organizado das respectivas populações, passando aquela pela utilização do poder no sentido de fazer pagar pelo conjunto da sociedade, os bens públicos fundamentais que o mundo rural e as suas gentes produzem, nomeadamente a preservação dos recursos naturais. Importa ter em conta que muito do espaço eleva-se pouco acima da planície e mistura-se com ela, pelo que temos que considerar todo o espaço rural aquele que carece de atenções, preocupações e medidas, até porque sem agricultura não há mundo rural.
Uma das reivindicações deve ser o pagamento às populações rurais dos serviços públicos que elas prestam à sociedade. Se os cidadãos pagam impostos para que possa haver ministros, deputados, autarcas, militares, jardineiros e muitos outros que produzem serviços públicos que a sociedade consome, por que razão não deveria uma parte desses impostos servir para pagar as populações rurais os inestimáveis serviços que prestam à sociedade na gestão dos recursos naturais que o mercado não remunera.
Por outro lado, os agricultores presentes, recusam ajudas para fins de suporte social de inactividade. As ajudas devem sobrestimar o uso do solo subjacente a um Alto Minho pluriactivo, desenvolvido, característico e com expressiva tipicidade, multiplicidade paisagista e animação rural.
Entendem que a par das utilizações tradicionais anteriormente referidas que continuam a ser usadas pelos agricultores, a agricultura é potencial pólo de desenvolvimento das aldeias, já que os seus recursos podem ser explorados de novas formas e em múltiplas áreas e que a lavoura não se esgota no seu produzido e a defesa do Mundo Rural é indissociável da defesa da prosperidade da agricultura e dos agricultores.
Departamento de Informação da ARAAM
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Informações do Gabinete de Imprensa da Câmara Municipal de Valença
A Câmara Municipal de Valença vai promover o espectáculo "Histórias sobre o 25 de Abril" no próximo dia 29 de Abril, às 14h, na sede da Junta de Freguesia de Cerdal, a cargo da Bica Teatro.
A concepção do espectáculo estará a cargo de Paulo Patraquim, a direcção artística de Adelina Oliveira, os figurinos e o espaço cénico de Paulo Calhau e o cenário sonoro de Carlos Guerreiro. A interpretação estará a cargo de Teresa Pombo, Patrícia Abreu, João Gualdino e Vasco Carvalho.
"Histórias sobre o 25 de Abril" é uma viagem pela memória do 25 de Abril, que convida à participação e reflexão de todos. É traçado um percurso teatralizado por quatro actores, com vários quadros alusivos, onde o público vai sendo surpreendido e conduzido pelos vários acontecimentos e personagens, provocando uma análise crítica descontraída, mas apurada, no espectador. O final, construído com música ao vivo - a partir de uma canção de Sérgio Godinho - convida à participação de todos os alunos, professores e público em geral. Mantendo viva a tradição oral de contar estórias, são vários os temas abordados: a Guerra Colonial, a PIDE/DGS, as Mulheres / a Família, a Censura, os Capitães de Abril, a Liberdade e a Democracia, os Presos Políticos, etc...
O espectáculo conta com o apoio do Instituto Português das Artes e do Espectáculo.
Associação Cultural de Verdoejo vai promover o IV Encontro Internacional de Corais Jovens, no auditório local, no próximo 25 de Abril, a partir das 16h.
O encontro contará com a presença dos grupos Coro de San Lorenzo, de Redondela (Galiza), Coro Infantil der Vílar do Paraíso de Vila Nova de Gaia, o Coro da Escola de Música de Povoa de Varzim, o Coro Belezar, de Baiona (Galiza) e o Coro de Santa Marinha de Verdoejo.
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Aproxima-se o 1º DE MAIO, dia que todos comemoramos como o DIA DO TRABALHADOR.
Longe vão os tempos em que a totalidade dos trabalhadores sentia que este era um dia especial, conquistado à custa do sangue, suor e lágrimas daqueles que lutaram para que outros pudessem ter direitos.
Há dias especiais que, pelo significado que encerram, não podem ser adulterados ou desrespeitados. O 1º DE MAIO é um deles.
Como é do conhecimento geral, o Grupo Sonae pretende abrir ao público, no próximo dia 1 de Maio, as suas cadeias de hipermercados.
Esta pode ser a primeira iniciativa de uma nova ofensiva contra os direitos dos trabalhadores, não apenas dos Hipermercados Continente mas de todos os sectores de actividade
Permitir que esta ofensiva aos direitos já adquiridos de quem trabalha tenha sucesso, aliada à entrada em funções de um governo de direita que já anunciou o propósito de alterar a legislação laboral, por forma a retirar direitos aos trabalhadores, significa, pura e simplesmente, criar as condições para que, a curto prazo, os trabalhadores se vejam confrontados, nos seus locais de trabalho, com cada vez maiores exigências e cada vez menos direitos.
A reacção a esta ofensiva não pode passar apenas pelas organizações sindicais ou pelos partidos políticos mas tem de ser um movimento que emane da sociedade civil.
Por esse motivo, as comissões concelhias de Viana do Castelo dos partidos políticos signatários, apoiam a tomada de posição da CGTP e do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio e apelam a todos os trabalhadores e à população em geral que, em defesa da essência do 1º DE MAIO e em solidariedade com os trabalhadores do Continente, se abstenham de fazer compras no dia 1 de Maio no Hipermercado Continente ou em qualquer outra grande ou média superfície que tenha as suas portas abertas ao público.
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