Jornal Digital Regional
Nº 441: 23/29 Mai 09 (Semanal - Sábados)
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Centro Dramático de Viana realiza seminário sobre ópera

No âmbito da Escola do Espectador vai o CDV realizar no final de Maio um seminário sobre ópera, como arte performativa: "Ópera: Minha Prima ou Minha Irmã?" (perguntará o Teatro...).

Dirigido pelo Professor Doutor Mário Vieira de Carvalho - Professor Catedrático na Universidade Nova (Lisboa), ex-Secretário de Estado da Cultura, reconhecidíssimo musicólogo, especialmente especializado em ópera em Portugal (e não só) - o seminário abordará a Ópera do ponto de vista de um espectáculo cénico (um género teatral) e não apenas como na tradição mais recuada do século XIX (mas ainda hoje algo reinante) de um exercício de Canto Lírico com meros elementos decorativos.

Para lá do saber - saber e capacidade comunicacional - de Mário Vieira de Carvalho, o seminário será apoiado em dvds ilustrativos das suas teses, incluindo algum material raro no domínio da imagem.

Serão, por isso, seis horas extremamente proveitosas mesmo do ponto de vista lúdico para quem o frequentar.

As sessões terão lugar em Viana do Castelo na Sala de Ensaios do Teatro Municipal Sá de Miranda nos dias 29 (sexta) entre as 21h00 e as 24h00 e 30 (sábado) entre as 15h00 e as 18h00. As inscrições podem ser feitas por mail (geral@centrodramaticodeviana.com), por fax (258.82.52.57) ou telefone de segunda a sexta entre as 11h00 e as 12h00 (258.82.32.59), devendo ser obrigatoriamente mencionados os seguintes dados: nome, profissão, morada, data de nascimento, telefone e e-mail.

As inscrições encerram no dia 25 de Maio e, antes do início do seminário, deverão ser pagas, aos seguintes valores:
- normal: 20 euros.
- verde (menores de 26 anos, maiores de 65 anos, estudantes,reformados e desempregados): 15 euros.
- laranja (membros da teia): 10 euros.

Centro Dramático de Viana

Bicicletas turísticas em Viana do Castelo

As bianinhas - bicicletas turísticas de Viana do Castelo, estão disponíveis no Viana Welcome Center (Posto Municipal de Turismo de Viana do Castelo) na Praça da Liberdade e são a nova aposta para este Verão em Viana do Castelo.

Requerimento apresentado na Assembleia da República pelo Deputado Honório Novo (PCP) sobre a certificação de estabilidade do navio Atlântida

Depois da anunciada intenção do Governo Regional dos Açores em rescindir o contrato estabelecido com os Estaleiros Navais de Viana do Castelo para a construção do ferry-boat Atlântida, destinado a servir na Região Autónoma dos Açores, está em curso uma enorme polémica sobre as responsabilidade dos atrasos ocorridos na referida construção e sobre as qualificações do navio.

Decorre presentemente um inquérito mas a verdade é que, sem prejuízo das respectivas conclusões, parece inquestionável concluir que a construção deste navio sofreu diversas e sucessivas alterações, sugeridas e propostas pelo armador Atlanticoline (empresa pública regional), ou impostas por ineficiências do projecto, que era externo à empresa construtora.

Decorre também que de todas as ineficiências construtivas atempadamente detectadas, todas foram resolvidas com excepção da velocidade. Esta incapacidade – que importa apurar até que ponto não resulta do facto de terem sido colocados no navio motores com potência inferior em 400 KW ao que estava previsto – seria, segundo a administração dos ENVC, passível de correcção na fase de garantia, logo que terminasse a época estival.

Parece entretanto também inquestionável que do inquérito em curso deveria resultar uma solução que permitisse resolver um problema desnecessariamente criado entre duas empresas públicas. Mas parece também incontornável concluir que este incidente e o adiar de soluções estratégicas do ENVC, designadamente quanto à carteira de encomendas e quanto à presença/ausência de uma administração da empresa feita “à distância”, responsabiliza também o Governo pelo desprezo e abandono a que tem votado os ENVC, desde há pelo menos uma década a esta parte.

Entretanto, fomos informados, durante uma recente reunião com a Administração dos ENVC realizada nas instalações dos Estaleiros no passado dia 25 de Maio, que o pedido para a certificação da estabilidade do navio Atlântida terá sido feito há já vários meses sem que o IPTM tenha até hoje elaborado uma decisão conhecida dos ENVC. Entretanto, fomos também informados, na mesma altura, que outras certificações neste âmbito já terão sido emitidas por diversas entidades internacionais, restando uma resposta, que parece tardar, do IPTM

Tendo em conta o que fica dito, solicita-se ao Governo que, por intermédio do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, sejam respondidas as seguintes perguntas:

1. Há quantos meses é que os ENVC pediram ao IPTM a certificação da estabilidade do navio Atlântida?

2. O que é que tem atrasado a certificação solicitada e porquê?

3. Foram ou não solicitadas ao IPTM outras certificações relativas ao navio Atlântida? Que resultados e que seguimento tiveram?

Deputado Honório Novo

VIANA DO CASTELO APOSTA NAS ACTIVIDADES NÁUTICAS

A Câmara Municipal de Viana do Castelo e a Associação Intercéltica apresentaram ontem um estudo sobre "A náutica como factor de desenvolvimento da Região Norte". Na sessão, o Vereador com o Pelouro do Ambiente, Eng. José Maria Costa, aproveitou para dar a conhecer "Viana do Castelo cidade náutica de recreio e lazer", a efectivar através diversos projectos como a dinamização da prática desportiva náutica nas escolas e com os jovens, no âmbito do futuro Centro de Mar, mas também com a construção de um Centro de Alto Rendimento de Surf, cuja candidatura foi agora apresentada ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional).

A apresentação do estudo, a cargo de João Zamith, Guilherme Guimarães e Marco Rebelo, deu sobretudo a conhecer o projecto da associação, que se encontra inserido no Programa Operação Norte (ON) - Medida Valorização e Promoção Regional e Local. O estudo teve como objectivo inventariar os agentes ligados à náutica com vista à concepção de planos de acção com medidas e acções que promovam o desenvolvimento e a qualificação do sector, assim como a promoção de mecanismos que interliguem os diversos sectores da náutica.

No seu discurso, o Vereador Eng. José Maria Costa, que também faz parte do Conselho de Administração do Polis do Litoral Norte, aproveitou para salientar a importância que está a ser dada pela Autarquia a este sector e avançar que o estudo apresentado se "enquadra perfeitamente" no futuro Centro de Mar de Viana do Castelo, um projecto que integra já a Agenda Regional do Mar, aprovada pela Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional Norte (CCDR-N) e que classifica "Viana do Castelo como cidade náutica de recreio e lazer".

O futuro Centro de Mar, referiu ainda a propósito o Vereador, tem também prevista a construção de infra-estruturas de apoio às actividades náuticas como o remo, vela, canoagem, suf e windsurf, mas também de um Centro Empresarial Náutico e a ampliação das marinas atlânticas, que irão permitir potenciar a atractividade turística da cidade, do concelho e da região como "vector de desenvolvimento". No projecto, e numa das principais novidades apresentadas, consta importante dinamização da prática desportiva náutica das escolas e dos mais jovens do concelho.

Na noite em que o tema foi a náutica, o Vereador do Ambiente anunciou que foi apresentada a candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) para a construção de um Centro de Alto Rendimento de Surf, que vai ser construído no Cabedelo (Darque) e permitirá a qualificação da praia já conhecida internacionalmente pela prática desta modalidade.

Informação Município de Viana do Castelo

DUNA DA ARDA ACENDEU RASTILHO EM AFIFE

Depois de toda a contestação feita pelos Afifense e pela Associação de defesa do Ambiente APCA, sobre a abertura de um aceiro e de uma escavação na duna primaria da praia da Arda para a colocação de uma plataforma em betão, que iria suportar uma estrutura de apoio ao surf e que motivou a paragem da obra.

Foi agora verificada uma outra situação que os Afifenses se dizem enganados, já que a Câmara havia dito que todos os materiais colocados, haviam sido retirados e reposta a duna, quando na realidade não era isso que tinha acontecido.

Havia sido colocada areia que escondeu o betão e a pedra, só que logo a seguir, varias pessoas foram ao local, onde escavaram a areia e puseram a descoberto o betão.

Esta situação fez com que a Câmara mandasse a retirar os materiais, mas tanto os Afifenses como os ambientalistas, dizem que muita coisa, por lá ficou debaixo das areais e apontam até os locais exactos.

Toda esta situação fez deslocar a Afife o dirigente nacional de Os Verdes, Celso Ferreira, acompanhado por dirigentes comunistas, que visitaram o local, acompanhados por vários Afifenses que mostraram o seu desagrado por tal destruição da duna, assim como a APCA, que sempre acompanhou todo o desenvolvimento dos trabalhos.

Para o vereador do Ambiente, José Maria Costa, garantiu que a obra, não correspondia de todo ao estabelecido no projecto, já que este prevê uma estrutura móvel e não era isso que estava a acontecer.

Agora os Afifenses apontam o dedo á Câmara de Viana por ter permitido a destruição da duna, assim como o Surf Club de Viana, para quem iria servir a estrutura e pedem responsabilidades pelo sucedido.

Os Verdes, e o PCP, vão levar o assunto á Assembleia da Republica e á Assembleia Municipal.

A Junta de Freguesia de Afife, diz que nunca foi ouvida em relação ás actividades que acontecem na praia da Arda e nesta obra aconteceu o mesmo.

Agora os Afifenses, continuam descontentes e estão elaborar um abaixo assinado, em que exigem a retirada de todas as actividades do Surf Club de Viana nas praias de Afife, assim como, a anulação da etapa do campeonato do mundo de surf, previsto para esta praia, pois dizem que não pode ser realizada uma etapa destas num local onde se destruiu a duna para servir este desporto, porque este até seria um mau exemplo para a modalidade, onde até referem que se deve destruir as ondas e não as dunas.


AFIFENSE PERDE NO SANTANA

O Afifense perdeu na sua deslocação ao recinto do Santana por 27-25, mas mesmo assim está acima da linha de água.

Esta foi uma partida onde o Afifense mostrou o bom momento que atravessa e só perdeu, devido a alguns erros cometidos no ataque na parte final e á equipa de arbitragem ter validado como golo, uma bola que apenas bateu no poste.

Foi uma partida em que ambas as equipas mostraram bom andebol, disputada até ao ultimo minuto, ganhando a equipa que menos erros cometeu nos instantes finais, pois o Afifense nos últimos minutos, pode queixar-se de três situações de ataque falhadas e ainda um livre de sete metros que o arbitro não assinalou.

Agora e na próxima jornada, sábado pelos 19h00, o Afifense recebe o Académico do Porto, líder desta fase e em caso de vitoria garante desde logo a fuga á despromoção.

1- Académico do Porto 45
2-Ac São Mamede 41
3- Santana 39
4- F C de Gaia 33

5- Fermentões 33
6- Gondomar 30
7- Leça 27
8-Afifense 26
9- Callidas 25
10- Infesta 25


VOLTARAM OS ACIDENTES Á ROTUNDA DA CABRITEIRA

Depois de uma aparente acalmia de duas semanas, após a colocação de mais sinalização e lombas sonoras no piso que antecede a rotunda da Cabriteira em Afife, voltaram os acidentes e despistes naquela área.

São já quatro os acidentes registados num espaço de uma semana, todos eles no sentido sul norte, causando feridos e num deles a destruição do veículo, tal não seria a velocidade com que embateu no passeio.

Uma situação, aconteceu com um camião, em que o condutor, diz que conhecia a estrada, pois havia passado centenas de vezes pelo local, só que durante um período de tempo, esteve ausente no estrangeiro e agora de regresso, não contou com esta rotunda e não viu a sinalização antecedente.

Salientou que quando se apercebeu da rotunda, já nada pode fazer, considerou que se a velocidade fosse menor, certamente conseguiria contornar a rotunda.

Todos os casos registados, devem-se ao desconhecimento do local, á falta do cumprimento da sinalização vertical e acima de tudo, ao excesso de velocidade.


SESSÃO DE ESCLARECIMENTO, SOBRE A ZIF…

Promovida pela Associação Florestal do Lima, teve lugar no casino Afifense, uma sessão de esclarecimento, sobre a Zona de Intervenção Florestal, que a associação Florestal do Lima, pretende criar, numa área que abrange 11 freguesias. Em Afife, há duas comissões do Monte, que gerem as sortes e terrenos florestais, a Comissão de Gateira, que tem 115 hectares, a de Afife, com 162 hectares e a Junta de Freguesia, com65 hectares de massa florestal.

Esta sessão contou com a presença de 56 proprietários, em que Elisabete Abreu da AFL, deu a conhecer o projecto para a ZIF que se alonga para alem daquele que anteriormente havia sido apresentado e que só contemplava em Afife, a área a poente da estrada florestal e a sul do rego da Espinheira, tudo porque nessa altura, a entidade reguladora, não considerava para o projecto os terrenos comunitários.

Entende-se por terrenos comunitários, aqueles que são geridos pelas comissões do monte e como para cima da estrada florestal, todos os terrenos eram de baldios, não poderiam serem incluídos no projecto. O projecto de então, falhou ainda, porque não houve cinquenta por cento de aderentes e também porque o processo não poderia estar parado, mais que seis meses.

Foi então feita nova delimitação de 9770 hectares, em que 1652, são baldios. Agora neste novo projecto de nova delimitação, a que se designa por Zona de Intervenção Florestal Monte de Santa Luzia, em que foi proposto que se retirasse, Monte e se substituísse por Serra, fazem parte as freguesias de: Afife, Areosa, Carreço, Outeiro, Freixieiro de Soutelo, Meadela, Santa Maria Maior, Perre, Monserrate e Santa Marta de Portuzelo.

Foi referenciado que o objectivo da ZIF, passa por garantir uma adequada e eficiente gestão dos espaços florestais, com a atribuição concreta de responsabilidades, pode compreender áreas pertencentes unicamente a proprietários privados, ou a comunitários.

Depois de alguns esclarecimentos, foi tempo de ouvir os proprietários nas suas dúvidas aquilo que foi referenciado e então Camilo Ramos começou por questionar sobre as plantações e cortes de árvores, se os proprietários teriam ou não direito de vender os pinheiros ou eucaliptos, quando quisessem.

A resposta, foi que o plano de gestão da propriedade, continua a ser do proprietário, a não ser que este entregue, essa gestão á entidade gestora da ZIF.

Assim o proprietário, continua a gerir tal como o tem feito, se fosse esse o caso, o seu terreno da mesma maneira e ainda pode ter a vantagem de ser ajudado pela entidade gestora, no caso da venda das madeiras, onde pode ser feita uma venda colectiva, de um conjunto de terrenos dessa área, em que o proprietário possa ser beneficiado.

Foi também dito, que quem manda na ZIF, é a sua Assembleia-geral e esta é que vai impor as suas regras de trabalho e procedimentos.

Carlos Amorim, questionou, entre outros sobre as delimitações, a que foi respondido que esse trabalho vai acima de tudo contar com a ajuda dos proprietários e ficou claro que este é um trabalho que tem que ser feito, porque senão dentro de alguns anos, pode mesmo perderem-se as marcações e assim fica-se sem saber os limites dos terrenos.

José Alberto, questionou, sobre a primeira ZIf, que tinha só 150 hectares e 50 proprietários, ao que obteve a resposta que nessa altura só eram considerados os terrenos particulares e daí haverem menos proprietários. Arlindo Sobral, disse que seria mais adequado que na designação da ZIF do Monte de Santa Luzia, fosse retirado o monte e substituído por Serra de Santa Luzia, já que essa designação, ficaria mais adequada á área que abrange onze freguesias.

Disse ainda que a desertificação do monte, o corte atroz da sua arborização, a destruição de muros e caminhos, são uma constante nos montes de Afife.

No caso dos madeireiros, que destroem muros e caminhos, diz ter feito por muitas vezes queixas na GNR e até lhe disseram que os madeireiros tem que trabalhar e não intervieram, ficando os estragos á vistos de todos, sem haver responsáveis.

Outro caso que alertou, é para a situação da estilha que esta depositada junto ao inicio do caminho de formiga e que considera uma autentico barril de pólvora, pois ninguém controla desta maneira o monte nem tão pouco os cortes de madeira e estragos causados.

Avelino Meira, enalteceu o trabalho de Afifenses, que no século XVII, delimitaram o monte, em propriedades, não possuindo os meios que hoje estão á nossa disposição e diz que agora é tempo de fazer o cadastro do monte, pois há meios técnicos e de precisão. Diz que esta seria uma maneira de honrar os cidadãos Afifenses que em tempos distantes executaram esse mesmo trabalho.

A sessão terminou, com os proprietários poucos esclarecidos, já que nada de novo foi apresentado, a não ser o largamento da ZIF, em relação ao modelo anterior.

Quanto ás opiniões, dividem-se, muito embora a maior parte das pessoas pense que a ZIF, possa ser uma solução para a requalificação do monte.

Quanto á aderência de Afife á ZIF, nada ficou decidido, nem tão pouco ficou agendado qualquer encontro entre as associações do Monte, que representam um número significativo de proprietários.

Neste caso, estas terão que reunirem, para que os proprietários decidam se querem ou não integrar esta zona de intervenção.


PONTE AINDA POR RECUPERAR

Continua tudo na mesma, quanto á recuperação do gradeamento da ponte de Afife, na estrada Pedro Homem de Mello.

A situação remonta ao passado mês de Janeiro, quando um morador em Afife, embateu com a sua viatura no gradeamento da ponte, derrubando parte deste, alem de outros estragos causados nos pilares.

Embora este se tenha posto em fuga do local, viria a ser identificado e posteriormente assumiu a ocorrência e transitou o caso para o seguro do veiculo.

Acontece que o sujeito faleceu e não houve entendimento entre a companhia de seguro e a autarquia Afifense, ficando então a obra por ser recuperada.

A Junta de Freguesia, que até já tinha programadas obras para esta ponte, viu-se assim impedida de as fazer, devido á situação ocorrida.

Agora e depois de esgotada a paciência da autarquia, que não via resolução por parte da companhia de seguros do veiculo, levou o caso para o contencioso.

Agora tudo será resolvido na barra do tribunal, onde a Junta de Freguesia exige, a recuperação das partes destruídas pelo embate da viatura.

José Carlos Silva

ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA
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