Jornal Digital Regional
Nº 441: 23/29 Mai 09 (Semanal - Sábados)
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Região Hidrográfica do Minho e Lima
em debate público em Ponte de Lima

Estudo do LNEC para o rio Minho não é considerado suficiente

Legalização de poços e furos passarão por acordos com câmaras e juntas

Mini-hídricas é com o Ministério do Ambiente

Após um primeiro debate público realizado em Tuy no mês passado, coube agora a Ponte de Lima acolher as segundas Jornadas Luso-Espanholas de Participação Pública da discussão dos novos Planos de Gestão de Região Hidrográfica do Minho e Lima.

O novo Plano de Gestão estratégico para os usos da água manter-se-á em consulta pública até Junho de 2010 e entrará em vigor ate final desse ano, com vigência até 2015.

A apresentação deste plano foi idêntica à levada a cabo em Tuy e, à margem do debate, António Brito, presidente da ARH Norte, referiu que o estudo elaborado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil sobre a navegabilidade e aproveitamento turístico do troço final do rio Minho "não é suficiente", pelo que deverá ser complementado com outras investigações.

O presidente da ARH Norte, em resposta às questões colocadas pelo C@2000, adiantou ainda que "nada se sabe" sobre verbas adstritas a um eventual plano de execução do estudo do LNEC apontando para o desassoreamento da barra, instalação de uma marina, abertura de um canal de navegabilidade até Valença e instalação de estruturas turísticas nas margens.

António Brito, presidente da Administração da Região Hidrográfica do Norte, interpelado ainda pelos jornalistas sobre a confusão gerada ao redor da legalização de poços, furos e charcos de água, confirmou que esse processo tinha sido protelado por um ano.

Reconhecendo as dificuldades que se deparam às pessoas para procederam à sua inventariação e legalização, vão tentar estabelecer protocolos com as câmaras e juntas de freguesia que possibilitem o auxílio no preenchimento dos formulários, estando ainda dispostos a prestar formação específica às autarquias, embora considerasse que todas as perguntas são "simples".

Frisou que a situação das fossas não entram neste processo.

Em relação aos propósitos da FENOSA em construir três mini-hídricas em Cela, no rio Minho, declinou competências nesta matéria, passando-as para a responsabilidade do Ministério do Ambiente, uma vez que a o Plano de Gestão das Bacias Hidrográificas apenas se ocupará do consumo e qualidade da água e não propriamente dos aproveitamentos hidro-eléctricos.

ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA
Autor
Joaquim Vasconcelos
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