CONCELHO DE CAMINHA



UM MOSAICO DE PAISAGENS

Jornal Digital Regional
Nº 192: 3/9 Jul 04 (Semanal - Sábados)

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2/07
21h - Início das Novenas

8/07
Durante o dia Música gravada
À noite inauguração da iluminação

9/07
Durante o dia Música gravada
Espectáculo com "ÁGATA"

10/07
Alvorada com os Zés Pereiras Bombos de S.Tiago
12h - Meio dia de fogo
12h30 - Entrada das Bandas de Música: S. Martinho de Fajões
Casa do Pero de Tangil
Concertos durante a tarde
Arraial Nocturno à noite
24h Fogo do Ar
01h - Despedida das Bandas de Música e posteriormente será queimado o Fogo Preso

11/07
8h30 - Entrada da Banda de Lanhelas
9h - Entrada da fanfarra Juventude em Marcha de Crestuma
10h - Missa, acompanhada por uma das Bandas e Sermão
Segue-se a Procissão que percorre o itinerário habitual, indo à Praia onde decorrerá o Sermão e a "Benção dos Barcos"
Durante a tarde Concerto de Bandas
Ao Pôr do Sol, despedida das Bandas
21h - Serenata no Rio Minho e Tocata Típica (Grupo Cantares do Minho)
0.30h Serenata no Rio Minho

AUTARCAS PROTESTARAM CONTRA FIM DO SISTEMA DE REGA NA MARGINAL E ENTREGA DE BAR DE S. SEBASTIÃO A ASSOCIAÇÃO SEM CONSULTA DA JUNTA

BARCOS E BANHISTAS EM ROTA DE COLISÃO
EM PEDRAS RUIVAS

FONTE DA CAGANITA SEM ÁGUA PODE ACABAR EM TRIBNAL

A Assembleia de Freguesia de Seixas exigiu à Câmara de Caminha que mantenha o sistema de rega na Marginal de Seixas e criticou a forma unilateral como concessionou a exploração do bar do cais de S. Sebastião à Associação de Pescadores do Rio Minho e Mar, sem dar conhecimento à Junta de Freguesia.

"E AS ÁRVORES?"

No primeiro caso, os delegados ficaram surpreendidos com a decisão camarária de eliminar o sistema de rega já instalado na Marginal, temendo que todas as árvores aí plantadas venham a morrer, como destacou José Emílio Malheiro, ao afirmar discordar de tal medida e sugerindo que se manifeste ao Executivo o repúdio dos eleitos locais.

Aurélio Pereira, presidente da Junta, salientou que também contestam a opção camarária, apesar de o sistema de rega instalado pela Câmara nunca ter trabalhado bem, "nem nunca nos terem dito como funcionava", respondendo desta forma ao facto de a rega ter trabalhado ininterruptamente 72 horas, como relatou o delegado Ilídio Pita.

Assim, sob sugestão do tesoureiro da Junta (Mário Veloso) o delegado José Emílo Malheiro instou o presidente da Junta a protestar junto do Executivo e a exigir ainda a colocação de bocas de incêndio.

E assim o fez Aurélio Pereira, e na Assembleia Municipal realizada no dia seguinte, apresentou perante Júlia Paula a insatisfação dos eleitos da sua freguesia, exigindo a reabertura do sistema de rega e a "substituição da terra de jardim e a plantação de relva ou gramão na Marginal", bem como o funcionamento dos fontanários e bicas existentes, sem esquecer a introdução de medidas que impeçam o acesso a viaturas

"NÃO COMPREENDO COMO SE INVESTIRAM 400 MIL CONTOS!"

Esta interpelação levou Júlia Paula a insistir na colocação da gramão na Marginal, "porque é mais resistente" e admitiu a possibilidade de impedir o acesso à relva, de modo a impedir a sua destruição.

A autarca não deixou de sublinhar, contudo, que não compreendia "como se investiram 400 mil contos" e persistam os problemas.

JUNTA "ULTRAPASSADA" NA ADJUDICAÇÃO DE BAR

A entrega da exploração do Bar do Cais de S. Sebastião à Associação de Profissionais de Pesca do Rio Minho e do Mar, sem que a Junta tivesse sido ouvida, teve a primeira voz de protesto pela voz da socialista Paula Aldeia, levando a que o seu colega de partido Mário Veloso, sugerisse um voto de protesto, atendendo a que "já estamos habituados a que sejamos ultrapassados", salientou.

Antigo edifício da Marinha

Esta sugestão foi acolhida pelo grupo dos Independentes de Seixas, e, pela voz de José Emílio Malheiro, foi referido que não estava em causa a referida associação -embora frisasse que "eles precisam mais de uma sede (antigo posto da Marinha) do que de um bar"- mas o facto de a Câmara não ter cuidado de saber se outras associações da terra não estariam interessadas na exploração do espaço.

Esta posição foi corroborada por Aurélio Pereira, embora reconhecesse que os terrenos onde se encontra o bar pertencem ao Ministério do Ambiente e a obra tivesse sido da responsabilidade da Câmara.

Mas, citou o exemplo de Vila Praia de Âncora, onde a Junta não foi esquecida.

Ressalvou igualmente que sempre estiveram a favor da utilização do antigo edifício da Marinha pela Associação de Pescadores.

PEDRAS RUIVAS NÃO É PRAIA FLUVIAL

A confusão existente este Verão na praia de Pedras Ruivas entre banhistas e barcos de recreio, levou o independente Ilídio Pita a sugerir uma delimitação de espaços, de modo a evitar conflitos ou acidentes.

Contudo, o caso não parece fácil de solucionar, como deu a conhecer Aurélio Pereira atendendo a que esse espaço não é considerado uma praia fluvial e as exigências para que tal venha a acontecer são "muito caras", salientou.

Informou os presentes de que tinha sido autorizado um ancoradouro para 50 barcos de recreio e que iriam tentar que os barcos se situassem mais junto às pedras, de modo a libertar o espaço do areal, areal este que foi reforçado com 16 camionetas de areia transportadas pela Câmara (agradeceu a Júlia Paula tal atitude no decorre da referida Assembleia Municipal), embora a delegada Paula Aldeia se tivesse interrogado sobre o paradeiro dos inertes.

Esta delegada fez-se porta-voz dos protestos de várias pessoas que se queixam da existência de muitas pedras no local.

De modo a resolver em definitivo todos estes problemas, José Emílio Malheiro, instou a Junta a pugnar pela criação (oficial) de uma praia fluvial nesta margem do Rio Minho.

FONTE DA CAGANITA SEM ÁGUA

"Três dias depois de terem aberto um furo, a água da Fonte da Caganita desapareceu", explicou Aurélio Pereira aos delegados da Assembleia de Freguesia, após Ilídio Pita o ter interpelado nesse sentido.

O presidente da Junta historiou o processo da fonte, iniciado aquando dos rebentamentos feitos num loteamento no Lugar da Aldeia e que derrubaram um muro do fontanário e causaram prejuízos em habitações particulares.

Assinalou que o caso foi participado à Câmara, tendo realizado um levantamento da situação.

Aquando da abertura do furo num ponto exterior ao loteamento, nova participação entrou no Serviço de Obras da Câmara, mas foi-lhes dito pelo vereador que o assunto era da competência do Ministério do Ambiente.

"RECADOS NÃO CHEGAM"

Dado que a água desta fonte também abastece alguns domicílios, a autarquia seixense poderá levar o caso a tribunal, como adiantou Aurélio Pereira, sugestão que foi complementada por José Emílio Malheiro, ao propor a consulta de um advogado e embargar a obra do poço, porque os "recados não chegam", lembrou.

Este delegado insistiu que se estava perante um "roubo" da água da mina que é pública, além de crer existir legislação impedindo abrir mais furos a menos de 150 metros das existentes.

Junta de Freguesia de Seixas

HORÁRIO DE ATENDIMENTO
Expediente

2ª a 6ª Feira : 10H30/12H30 e 2ª 4ª e 5ª das 17H00 / 18H00

Presença dos Membros da Junta
3ª a 6ª: 18H00/19H00

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