"Nós não fizemos mais do que a nossa obrigação, mas é sempre reconfortante ouvir estes elogios", admitiu Josefina Covinha, presidente da Junta de Freguesia, após escutar as palavras do delegado António Martins e do morador Joaquim Pereira, no decorrer da última Assembleia de Freguesia.

Rua da Liberdade
Este último felicitou o Executivo pela "dinâmica" revelada nos últimos meses, definindo como "espectacular" a obra na Rua da Boavista, e a "rapidez e eficiência" reveladas na pavimentação e arranjo de passeios na Rua da Liberdade, bem como se congratulou pela limpeza realizada na ecovia.

Rua da Boavista
O delegado socialista António Martins considerou "excelentes" estas obras, destacando a qualidade do piso na Rua da Boavista e Alto da Boavista, apenas lamentando que após a colocação do pavimento tivessem aberto buracos por causa da água das minas, sem terem dado conhecimento ao Executivo, ou realizado a devida reparação.

Rua do Alto da Boavista
A Junta de Freguesia tem tentado sensibilizar as pessoas para que "respeitem o bem público", mas nem sempre o têm conseguido, admitiu Josefina Covinha.
Estas situações levaram a que Emília Roda, presidente da Assembleia de Freguesia, apelasse aos membros deste órgão autárquico para que advertissem os prevaricadores perante situações irregulares e alertassem a própria Junta.
Esta reunião permitiu à Junta informar os presentes sobre actividades desenvolvidas ultimamente, destacando a substituição da canalização, rede de saneamento e piso (o paralelo existente foi colocado no acesso à A/28) no montante de 57.500€, na rua da Boavista, bem como a obra na Rua da Liberdade.
Neste ponto da freguesia, uma artéria central, referiu a dificuldade encontrada para eliminar uma curva, situação que poderá ser revista mais tarde.
A Junta de Freguesia prevê gastar cerca de 240.000€ em 2017, sendo que o principal investimento vai para o arranjo da Rua de Stº António, em relação à qual já foram pedidos três orçamentos, anunciou.
Esta obra permitirá resolver um problema de águas junto à capela de Stº António, assegurou a autarca, respondendo assim afirmativamente a um pedido formulado pelo morador Joaquim Pereira, o qual chamou ainda a atenção para a falta de água numa fonte do lugar de Marrocos.
Segundo explicou a junta, estas águas são "sobrantes", dependendo portanto da chuva. Como os caudais se encontram "muito baixos" devido à fraca pluviosidade, a água escasseia, a par de existir a possibilidade de correr para outro lado.
Josefina Covinha aproveitou também esta assembleia para destacar a medalha de mérito concedida pela Câmara de Vila Nova de Cerveira à firma "Mármores Ramalhosa", sediada em Gondarém, no dia 1 de Outubro (Dia da outorga do Foral), e cujo proprietário é natural de Lanhelas, pelo facto de ser a empresa mais antiga desse concelho em laboração.