De acordo com estudos realizados pelo Instituto Nacional de Estatística e pelo seu homólogo galego, 42 concelhos de ambos os países, apresentam um desenvolvimento inferior a metade da média desta região do noroeste peninsular.
Sabendo-se que os próprios índices económicos médios de toda esta região periférica peninsular, se situam bem abaixo dos patamares de evolução europeia, imagine-se agora qual não é o atraso destas quatro dezenas de municípios do Alto Minho e Trás-os-Montes, Lugo e Ourense .
Estes estudos indicam que o Grande Porto aparece à frente de todas as estatísticas, como o espaço geográfico que duplica a média do conjunto Norte de Portugal-Galiza. Vigo surge em 5ºlugar, com um índice de 143, numa média regional de 100, enquanto que a cidade invicta apresenta indicadores na casa dos 225.
Alguns concelhos portugueses (S. João da Madeira, Oliveira de Azeméis, Feira; Felgueiras e Maia) evidenciam maior dinamismo industrial comparativamente às comarcas galegas mais desenvolvidas, mas perdem em produtividade.
Outros factores a ter em conta, é o avanço que a generalidade da Galiza nos leva no campo do turismo, agricultura e pescas, apenas os superando no desenvolvimento de carácter urbano, especialização industrial e no dinamismo demográfico.