|
|
Bloco de Esquerda questiona Governo sobre funcionamento do serviço de urgência básica de Monção

Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República
A criação do Serviço de Urgência Básica (SUB) de Monção resultou da reestruturação da rede nacional de urgências. Este serviço visa garantir a prestação de cuidados de saúde às populações dos concelhos de Monção, Melgaço e Valença, pretendendo-se que o mesmo se traduza na melhoria dos cuidados prestados aos utentes.
Não obstante a entrada em funcionamento desta unidade, a mesma opera, provisoriamente, em contentores, sendo que a situação já se arrasta há vários meses.
Segundo Amílcar Lousa, Director do Centro de Saúde de Monção, assim que o SUB iniciasse a sua actividade, começariam as obras de adaptação e ampliação do Centro de Saúde de Monção. Tal não se verificou.
Entretanto, alguns utentes denunciam as más condições de estacionamento destas instalações temporárias, assim como as deficiências e demoras que caracterizam actualmente a prestação dos cuidados de saúde, nomeadamente no que concerne à desadequação do sistema de triagem.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, dirige ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:
1. - Quando poderá o Governo garantir a transferência dos serviços do SUB de Monção para as suas instalações definitivas
2. - Como se justifica o atraso nas obras de adaptação e ampliação do Centro de Saúde de Monção?
3. - Irá o Governo resolver a questão relativa às acessibilidades, enquanto o SUB funcionar nos contentores provisórios?
4. - Considera o Governo que o actual sistema de triagem utilizado no SUB de Monção é adequado a este tipo de serviço?
Deputado João Semedo
|
ASSEMBLEIA MUNICIPAL APROVOU CONTA DE GERÊNCIA DE 2008
Aprovada no executivo municipal, a conta de gerência referente ao exercício de 2008 foi objecto de apreciação e votação na última assembleia municipal, tendo sido aprovada por maioria. O documento aponta para uma execução equivalente a 85,79 % e um saldo de gerência de 1.520,563,91 €.
A taxa de execução poderia ser maior caso as fontes de financiamento exteriores ao município fossem cumpridas segundo o previsto. Em relação aos fundos comunitários, assistiu-se a um desvio de 1.263.285,76 €, uma vez que a transferência financeira prevista (2.981.471,00 €) esteve algo distante da transferência efectiva para os cofres do município (1.718.185,24 €).
No tocante a outras transferências, estava previsto um montante de 5.035.130,00 € e apenas foi recebida a verba de 3.293.077,98 €, assistindo-se a um desvio de 1.742.052,02 €. O saldo de gerência só não foi mais elevado porque, no final do ano, o município candidatou vários caminhos rurais, cujo valor (393.695,88 €) será recuperado no presente ano, uma vez que a comparticipação é de 100%.
Face aos números e à preocupação, sempre presente, de manter as contas equilibradas, pode-se dizer que há margem para novos investimentos que permitam elevar os padrões de qualidade de vida, conforto e bem-estar da população concelhia.
A propósito, o presidente da Câmara Municipal de Monção, José Emílio Moreira, refere que o município manteve, no último ano, um ritmo de crescimento bastante satisfatório, inaugurando empreendimentos importantes para o futuro concelhio, lançando estruturais fundamentais e executando novos projectos para candidatar ao QREN.
Neste particular, o autarca monçanense destacou a inauguração do Arquivo Municipal de Monção, a beneficiação da Estrada da Lavandeira, a requalificação do centro histórico e Alameda General Humberto Delgado, e os abastecimentos de água a Parada, Lordelo, Sago, Abedim, Riba de Mouro e Portela, e o saneamento em Mazedo, Cortes, Barbeita e Ceivães.
Além da recuperação de um grande número de obras de viação rural e zonas de lazer, referência ainda para a remodelação e modernização administrativa dos Paços do Concelho no âmbito do Vale do Minho Digital e a modernização da frota de transportes escolares.
Também para o avanço de alguns investimentos estruturantes como a requalificação da zona termal (inaugurada no passado dia 12 de Março); a 2ª fase da Ecopista do Rio Minho, o cemitério municipal, e o Centro de Interpretação do Castro de S. Caetano.
A Câmara Municipal de Monção vai ter um Gabinete de Inserção Profissional que terá como objectivo geral prestar apoio aos munícipes na área laboral. O contrato de objectivos, celebrado entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional e o município monçanense, tem a duração de dois anos.
Esta estrutura, que funcionará nas instalações da junta de freguesia de vila, é entendida pelo autarca local, José Emílio Moreira, como “um espaço vocacionado para a criação de oportunidades laborais” com repercussões “na vida dos munícipes desempregados quer ao nível da divulgação e aconselhamento profissional quer através da colocação no mercado de trabalho”.
“Apesar de o desemprego em Monção não ter a mesma expressão que se verifica em outras regiões do pais, não cruzamos os braços e fazemos o que está ao nosso alcance para proteger as pessoas que procuram trabalho” adiantou José Emílio Moreira
Durante o período de vigência do protocolo, o Gabinete de Inserção Profissional compromete-se a apoiar a procura activa de emprego, a captar ofertas de emprego junto de entidades promotoras, e a divulgar as ofertas laborais existentes e actividades de colocação.
O referido gabinete responsabiliza-se igualmente pela divulgação e encaminhamento para medidas de apoio à empregabilidade, qualificação e empreendedorismo, bem como controlo de apresentação periódica dos beneficiários das prestações de desemprego.
Por sua vez, o Instituto de Emprego e Formação Profissional compromete-se a apoiar técnica e financeiramente o Gabinete de Inserção Profissional nas suas acções de promoção do emprego. Desta ou aquela maneira, todos remam na mesma direcção: proteger os munícipes desempregados, criando-lhes soluções profissionais.
TAPETES FLORIDOS NAS RUAS DE MONÇÃO

Monção celebra a festividade em honra de Nossa Senhora da Rosa, a decorrer este fim de semana, dias 9 e 10 de Maio, com a realização de diversas manifestações de cariz religioso e cultural que, todos os anos, encaminham para a localidade um número significativo de visitantes do norte de Portugal e da Galiza.
O programa, promovido por uma comissão de jovens monçanenses em colaboração com a paróquia e autarquia local, arranca na noite de sábado, pelas 21.30 horas, com a missa solene na Igreja da Misericórdia, seguida da procissão de velas com a imagem de Nossa Senhora a ser transportada por jovens.
A partir das 24.00 horas, inicia-se o embelezamento floral das ruas do centro histórico por parte dos moradores que decorrerá, durante várias horas, com alguns apontamentos de franca animação entre quem trabalha e os populares que por ali passam e aproveitam para deixar cair as primeiras impressões e deitar uma mãozinha.
No domingo, após o visionamento dos tapetes floridos que cobrem grande parte das ruas do casco urbano, realiza-se, pelas 16.30 horas, a eucaristia solene, na Igreja Matriz, seguindo-se a benção, distribuição de rosas e a procissão em honra de Nossa Senhora da Rosa que percorrerá as principais ruas da localidade.
Esta festividade, promovida por jovens no despontar da Primavera, é uma das tradições mais acarinhadas pelo povo monçanense que, de forma genuína e voluntária, participa activamente no desenrolar das várias iniciativas religiosas previstas e evidencia esforços na ornamentação florida das ruas.
TEATRO DE MÁSCARA “UM GRÃO CAÍDO NA TERRA” ESTREIA EM MONÇÃO

A companhia de teatro “Comédias do Minho” estreia, na próxima quarta-feira, dia 13, pelas 21h30, na Escola Profissional – EPRAMI, pólo de Monção, a peça “Um grão caído na terra”, projecto com encenação e interpretação de Gonçalo Fonseca e texto e dramaturgia de Pedro Eiras.
Em regime de itinerância, a peça é apresentada, no dia seguinte, no salão da Junta de Freguesia de Riba de Mouro, no dia 15, na EB 1 da Bela, no dia 16, no Centro Cultural Raianos, em Messegães e no dia 17, na Casa do Curro, em Monção. Com excepção do último dia, cujo pano sobe às 16h00, os restantes espectáculos têm início às 21h30.
Para maiores de 6 anos e com entrada livre sujeita a lotação da sala, o actor dá vida a cinco máscaras num jogo entre o tempo presente e passado, onde o interior de uma cela, imposta por uma convicção, transforma-se num espaço de memórias e solidão.
“Um grão caído na terra” nasce do testemunho real de Omer Goldman, jovem israelita que, em 2008, se recusou a prestar serviço militar. A personagem, sem nome, faz dezanove anos, é chamada a servir o estádio e recusa. Dialoga com o soldado, o juiz, o pai, a carcereira, a companheira de cela. Atravessa a solidão e o desespero. Entre as paredes da prisão, sonha com um vento que a leva pelo céu.
Para Gonçalo Fonseca, a escolha da técnica da máscara neste projecto prende-se com “um desejo pessoal de estudar e explorar esta forma de teatro” que “condiciona o actor à forma característica de cada máscara e abre um novo mundo de possibilidades a nível criativo e sensorial”.
“O que me fascina neste trabalho é o facto de a máscara não ser usada como um mero adereço no espectáculo mas viver através do corpo do actor e servir-se deste para existir e comunicar” adiantou. Depois de Monção, “Um grão caído na terra” será apresentado em Melgaço (20 a 24 de Maio), Paredes de Coura (27 a 31 de Maio), Vila Nova de Cerveira (10 a 13 e 21 de Junho), e Valença (25 a 28 de Junho).
Informação Município de Monção
|
AGENDA CULTURAL DE MONÇÃO
Maio 2009
Dias 13 a 17 - Freguesias do Concelho
“UM GRÃO CAÍDO NA TERRA”
COMPANHIA DE TEATRO "COMÉDIAS DO MINHO"
A personagem, sem nome, faz dezanove anos. É chamada a servir o Estado, recusa. Dialoga com o soldado, o juiz, o pai, a carcereira, a companheira de cela. Atravessa a solidão e o desespero. Entre as paredes da prisão, sonha com um vento que a leva pelo céu. Dia 13, 21h30, Escola Profissional. Dia 14, 21h00, Junta de Riba de Mouro. Dia 15, 21h30, Escola EB 1 da Bela. Dia 16, 21h00, Casa da Cultura de Messegães. Dia 17, 16h00, Casa do Curro.
Dia 15 22h00 - Paço do Alvarinho
NOITES NO PAÇO
TERTÚLIA “O ALVARINHO E A GASTRONOMIA”
Conversa informal entre convidados e público presente tendo como pano de fundo o vinho Alvarinho enquanto “companheiro” da gastronomia da região. Participação, entre outros, de representantes da cozinha monçanense, Comissão de Viticultura da Região de Vinhos Verdes, Real Confraria do Vinho Alvarinho e Confraria dos Gastrónomos do Minho.
Dia 29 09h30 - Auditório da Escola Profissional
V ENCONTRO NACIONAL DO CENSO
“POLITICAS DE GESTÃO E QUALIDADE NO TERCEIRO SECTOR”
O programa engloba cinco comunicações que abordarão o enquadramento das IPSS no terceiro sector; as dificuldades e desafios das organizações naquele sector, o contributo das instituições para a implementação e operacionalização de respostas sociais e o sistema de gestão da qualidade dessas mesmas respostas.
Dia 31 15h30 - Mosteiro de Longos Vales
IV FESTIVAL DE FOLCLORE “ESTRELA DOS VALES”
Desfile e actuação do Grupo Folclórico “Estrela dos Vales”; Rancho Folclórico de Geraz do Lima; Rancho Folclórico da Trofa; Rancho Folclórico da Região de Amarante; Rancho Folclórico S. Simão de Mamarrosa; e um Grupo de Gaitas Galego (a definir).
|
|
| ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA |
|
Autor Joaquim Vasconcelos |
MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA |
 |
Autor Domingos Cerejeira |
| |