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Os pintores autodidactas António Porto e João Marrocos, naturais de Caminha e Lanhelas, respectivamente, têm em exposição na Galeria do Bar After-Eight, na R. Direita, em Caminha, uma série de trabalhos a óleo até final deste mês.
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Museu da Imprensa
Evoca “25 de Abril”
Duas exposições do Museu Nacional da Imprensa vão assinalar a “revolução dos cravos” no Porto e em Cabeceiras de Basto, a partir de sábado próximo.
No Porto será a Biblioteca da Junta de Freguesia de Ramalde a acolher a mostra “Abril vinil”, com dezenas de capas de discos alusivos ao 25 de Abril de 1974.
Nesta exposição podem ver-se cerca de cem discos em vinil de 33 e 45 rotações, editados no período revolucionário do “pós 25 de Abril” de 1974 e cujas capas evidenciam diferentes qualidades gráficas ao nível do arranjo e da diversidade de meios de impressão.
A exposição, comissariada pelo director do Museu Nacional da Imprensa, Luís Humberto Marcos, inclui alguns dos mais importantes cantores nacionais como Fausto, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Sérgio Godinho, entre outros.
“Somos Livres” de Ermelinda Duarte; “Cravo vermelho ao peito” de José Barata Moura; “A Revolução em Marcha” de Tonicha, são alguns dos discos que podem ser apreciados nesta mostra, a par dos vinis dos poetas Manuel Alegre, Mário Viegas e Ary dos Santos.
A senhora do Fado, Amália Rodrigues, em 1974 editou vários temas de intervenção como “Meu Amor é Marinheiro” com poema de Manuel Alegre. Esse disco, juntamente o “Grândola, Vila Morena” de José Afonso e o “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades” de José Mário Branco, merecem especial destaque.
Patentes estão também três exemplares raros do GAC - grupo de acção cultural VOZES NA LUTA, liderado por José Mário Branco.
A inauguração está marcada para sábado, dia 25 de Abril.
Jornais da Liberdade
Na Casa da Cultura da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto são apresentados “Os Jornais de Abril”. Trata-se de uma exposição que apresenta os principais títulos das publicações que nasceram com a liberdade resultante do “25 de Abril”.
A mostra, da autoria do Museu Nacional da Imprensa, é composta por três dezenas de jornais publicados, do dia 25 de Abril até ao 1º de Maio de 1974.
Publicações periódicas já extintas como “O Século”, o “Diário de Lisboa”, a “República”, “O Comércio do Porto” e “A Capital”, podem ser vistos, lado a lado, com O Primeiro de Janeiro, o Jornal de Notícias, o Diário de Notícias, o Diário de Coimbra e a Voz Portucalense, entre outros. A publicação humorística “Sempre Fixe” também integra a mostra, apresentando desenhos famosos de Siné e João Abel Manta.
Os visitantes podem ver através dos jornais patentes que, na manhã do dia 25, ainda funcionaram os Serviços de Censura. O próprio movimento dos “capitães de Abril” foi cortado. À tarde, dá-se uma explosão de edições extras nos principais jornais como o “República” que escreve na sua primeira página, a frase: “Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura”, ao mesmo tempo que dava conta da acção do Movimento das Forças Armadas. Nesse dia o “Século” publicou cinco edições, tendo a última saído às 22.30h.
Os títulos grandes e as fotografias patentes neste conjunto de “jornais de Abril” expressam bem o processo calmo da “revolução dos cravos”. São páginas históricas que mostram o começo da liberdade que se vive actualmente no nosso país.
A inauguração realizou-se no dia 24 de Abril.
Ambas as exposições inserem-se na linha da descentralização cultural praticada pelo Museu Nacional da Imprensa, desde a sua criação em 1997.
Museu Nacional da Imprensa
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O Estado Novo e outros sonetos políticos satíricos do poeta caminhense Júlio Baptista
Organização e estudo biográfico do autor por Paulo Torres Bento Edição: C@2000 |
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"ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA"
Autor: Joaquim Vasconcelos Edição: C@2000 |
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MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA
Autor: Domingos Cerejeira Edição: C@2000 |
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(DES)ENCANTOS DE UMA VIDA
Autor: Liliana Silva |
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Ferreiros e serralheiros de Vilar de Mouros
Autor: GEPPAV (Grupo de Estudo e Preservação do Património Vilarmourense) Edição: Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense |
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SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DA FREGUESIA DE VENADE
Autor: João José Lourenço de Azevedo Edição: João José Rio Tinto de Azevedo |
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FLAUSINO TORRES Documentos e Fragmentos Biográficos de UM INTELECTUAL ANTIFASCISTA
Autor: Paulo Torres Bento Edições Afrontamento |
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MOINHOS DE VENTO DE CARREÇO
Autor: Joaquim Vasconcelos Edição: Centro de Estudos Regionais |
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"ROTA DOS ENGENHOS DE SERRAR DO RIO ÂNCORA"
Autor: Joaquim Vasconcelos Edição: Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora |
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"A vida em verso"
Autor: José Jorge Medeiros da Silva Edição: José Luis Carvalho e Cami Medeiros |
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No Limiar da Honra e da Pobreza
Autor: Teodoro Afonso da Fonte Edição: Ancorensis |
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Dentada em Orelha de Cão
Autor: Miguel Carvalho Edição: Campo das Letras |
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TRÁS-OS-MONTE, TRÁ-LOS CÁ...
Autor: Francisco Gouveia Edição: Editafma |
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O PORTINHO D'ÂNCORA E SUAS GENTES
Autor: Domingos Vasconcelos Edição: Nuceartes |
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José Porto Desvendando o Arquitecto de Vilar de Mouros Autor: Paulo Bento Edição: Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense |
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Uma Visita ao Concelho de Caminha com o Bilhete Postal Ilustrado
Autor: João Azevedo Edição: Câmara Municipal de Caminha |
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Vilar de Mouros 35 anos de festivaisAutor:Fernando Zamith Edições Afrontamento |
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A Aldeia dos Animais Autores e Ilustradores: Gisela Magalhães; Carla Ribeiro; Ivone Santos; Lisete Gonçalves; Pedro Rocha; Rui Dias Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino |
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Tanto Chocolate Tanto Bolo Autores e Ilustradores: Adriana Fernandes; Dolores Sousa; Manuel João Borges;Ana Cristina Braga; Carlos Júlio Pedrosa Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino |
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Mealibra Revista de Cultura - Semestral Centro Cultural do Alto Minho |
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Viagens Poesia Francisco Carneiro Fernandes ANCORENSIS - COOPERATIVA DE ENSINO, C.R.L. Vila Praia de Âncora 2000 |
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Quem foi José Maria Veríssimo de Morais? Centro de Estudos Regionais de Viana do Castelo Pedro Teixeira de Morais 2001 |
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Do Sublime ao Grotesco PoesiasJoão Manuel Vilas 2000 |
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Casa da Anta 25 Anos ao Serviço do Turismo e da CulturaCastro Guerreiro 2002 |
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Cancioneiro da Foz do Minho AntologiaManuel J. Torres Dantas |
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CAMINHENSE...Paixão de um Povo 75 ANOSTextos e Coordenação: Augusto Sá; Branca Pereira; Catarina Dias; João Pinto; Victor Barrocas
Edição: Câmara Municipal de Caminha - Pelouro do Desporto do Sporting Club Caminhense |
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CAMINHA, ESPÍRITO DO LUGAR Maria João Avillez; Mário Cesariny; Vasco Graça Moura; Eduardo Paz Barroso Fotografia: Ines Gonçalves; Manuel Valente Alves CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
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O MINHO DE RUBEN A. José Manuel Villas-Boas; João Aurora; Liberto Cruz; Guilherme d'Oliveira Martins
CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
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AS LETRAS, A MINHA RESPIRAÇAO Miguel Veiga
CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
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Almirante JORGE RAMOS PEREIRA Uma vida - um exemploCâmara Municipal de Caminha |
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100 ANOS DE VIDA SOLIDÁRIA 1900 - 2000 Casa de Repouso da Confraria do Bom Jesus dos Mareantes - Caminha |
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TOPONÍMIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA Domingos Vasconcelos |
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CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA DO MONTE CALVÁRIODomingos Vasconcelos |
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REVISTA "CEM IDEIAS" Revista dos alunos de Filosofia e Psicologia da EB 2,3/S de Caminha |
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TEXTEMUNHOS Escola EB 2,3/S de Caminha |
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AS PESQUEIRAS DO RIO MINHO Economia, Sociedade e Património COREMA |
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ROTEIRO DO VALE DO ÂNCORA Joaquim Manuel de Paula e Vasconcelos |
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ESPONTANEIDADES Colectânea de Poesia Ancorensis Cooperativa de Ensino, C.R.L. |
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50 ANOS AO SERVIÇO DA SOLIDARIEDADE Centro de Bem Estar Social de Seixas |
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AS AVES DE RAPINA João Fontes |
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HELENE COOPER EM PORTUGAL
Helene Cooper, a jornalista de origem liberiana autora de A Casa da Praia do Açúcar – Em Busca de Uma Infância Perdida em África (colecção Mulheres de Coragem) — que esteve na tabela de Bestsellers do New York Times e foi considerado um Notable Book de 2008 pelo New York Times e pelo Washington Post —, estará em Portugal para o lançamento da edição portuguesa da obra (QuidNovi), a convite do Festival LeV – Literatura em Viagem, que decorrerá entre 18 e 22 de Abril em Matosinhos.
Para além da sua participação nos trabalhos do Festival, e do lançamento do livro que aí decorrerá, a Autora virá a Lisboa nos dias 22 e 23 de Abril, estando disponível para entrevistas.
Helene Cooper é uma jovem descendente de duas dinastias, que remontam ao primeiro grupo de escravos libertados que partiram de Nova Iorque em 1820 para fundarem a Libéria. Helene cresceu na Praia do Açúcar, junto ao mar, onde se situava a mansão familiar, de vinte e duas divisões.
Foi uma infância cheia de criados, carros vistosos, uma villa em Espanha e uma fazenda no interior. Quando Helene tinha oito anos, os Cooper adoptaram uma menina — um hábito vulgar entre a elite liberiana. Eunice, uma rapariga da etnia Bassa, tornou-se, de repente, conhecida como «filha da senhora Cooper».
Durante anos, as filhas dos Cooper beneficiaram do aparato da riqueza e da vantagem da sua posição social. Mas a Libéria era como uma panela de água a ferver. E, em 1980, um grupo de soldados fez um golpe de Estado, assassinou o presidente e executou os seus ministros. Os Cooper e os amigos foram aprisionados, abatidos a tiro, torturados e as suas mulheres e filhas violadas. Depois de um brutal ataque, Helene, Marlene e a mãe fugiram da Praia do Açúcar e, depois, para a América. Mas deixaram Eunice para trás…
Do outro lado do Mundo, Helene cresceu e tornou-se uma conhecida repórter, trabalhando para o Wall Street Journal e o New York Times e viajando por todo o mundo, mas evitando sempre África. No entanto, em 2003, uma experiência que quase a vitimou, no Iraque, convenceu-a de que a
Libéria, tal como Eunice, não podia esperar.
Sendo, simultaneamente, uma narrativa muito pessoal e uma análise de um país violento, A Casa da Praia do Açúcar é um relato de tragédia e perdão, contado com uma sinceridade inabalável e o humor de alguém que foi capaz de sobreviver.
HELENE COOPER é correspondente diplomática do New York Times. Antes desse posto, foi editora-adjunta da página de opinião do New York Times, depois de doze anos passados como repórter e correspondente no estrangeiro do Wall Street Journal. Helene Cooper nasceu em Monróvia, na Libéria, e reside na área de Washingon.
Ana Maria Pereirinha
Editora-Adjunta
apereirinha@quidnovi.pt
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Museu Municipal de Caminha
No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), está aberto ao público de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados e Domingos das 09.30 ás 12.30 e das 15.00 ás 17.00. No que respeita ao horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), de Segunda a Sexta - Feira funciona das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00 e aos Sábados e Domingos das 10.00 ás 12.00 e das 15.30 ás 18.30.
Biblioteca Municipal de Caminha
No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), à Segunda - Feira funciona das 9.00 ás 13.00, de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados das 09.30 ás 12.30. No horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), o período de funcionamento é de Segunda a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00.
Biblioteca Municipal de Vila Praia de Âncora
Horário - Segunda a Sexta: 9h30 / 18h00 (contínuo) Sábado: 10h00/13h00 Encerra ao Sábado de tarde e Domingo Telefone: 91 22 26 479
| ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA |
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Autor Joaquim Vasconcelos |
MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA |
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Autor Domingos Cerejeira |
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