Jornal Digital Regional
Nº 437: 25 Abr/1 Mai 09 (Semanal - Sábados)
Email Assinaturas Ficha Técnica Publicidade 1ª Pág.

ÓLEOS NO AFTER-EIGHT

Os pintores autodidactas António Porto e João Marrocos, naturais de Caminha e Lanhelas, respectivamente, têm em exposição na Galeria do Bar After-Eight, na R. Direita, em Caminha, uma série de trabalhos a óleo até final deste mês.

Museu da Imprensa
Evoca “25 de Abril”

Duas exposições do Museu Nacional da Imprensa vão assinalar a “revolução dos cravos” no Porto e em Cabeceiras de Basto, a partir de sábado próximo.

No Porto será a Biblioteca da Junta de Freguesia de Ramalde a acolher a mostra “Abril vinil”, com dezenas de capas de discos alusivos ao 25 de Abril de 1974.

Nesta exposição podem ver-se cerca de cem discos em vinil de 33 e 45 rotações, editados no período revolucionário do “pós 25 de Abril” de 1974 e cujas capas evidenciam diferentes qualidades gráficas ao nível do arranjo e da diversidade de meios de impressão.

A exposição, comissariada pelo director do Museu Nacional da Imprensa, Luís Humberto Marcos, inclui alguns dos mais importantes cantores nacionais como Fausto, Fernando Tordo, Paulo de Carvalho e Sérgio Godinho, entre outros.

“Somos Livres” de Ermelinda Duarte; “Cravo vermelho ao peito” de José Barata Moura; “A Revolução em Marcha” de Tonicha, são alguns dos discos que podem ser apreciados nesta mostra, a par dos vinis dos poetas Manuel Alegre, Mário Viegas e Ary dos Santos.

A senhora do Fado, Amália Rodrigues, em 1974 editou vários temas de intervenção como “Meu Amor é Marinheiro” com poema de Manuel Alegre. Esse disco, juntamente o “Grândola, Vila Morena” de José Afonso e o “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades” de José Mário Branco, merecem especial destaque.

Patentes estão também três exemplares raros do GAC - grupo de acção cultural VOZES NA LUTA, liderado por José Mário Branco.

A inauguração está marcada para sábado, dia 25 de Abril.

Jornais da Liberdade

Na Casa da Cultura da Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto são apresentados “Os Jornais de Abril”. Trata-se de uma exposição que apresenta os principais títulos das publicações que nasceram com a liberdade resultante do “25 de Abril”.

A mostra, da autoria do Museu Nacional da Imprensa, é composta por três dezenas de jornais publicados, do dia 25 de Abril até ao 1º de Maio de 1974.

Publicações periódicas já extintas como “O Século”, o “Diário de Lisboa”, a “República”, “O Comércio do Porto” e “A Capital”, podem ser vistos, lado a lado, com O Primeiro de Janeiro, o Jornal de Notícias, o Diário de Notícias, o Diário de Coimbra e a Voz Portucalense, entre outros. A publicação humorística “Sempre Fixe” também integra a mostra, apresentando desenhos famosos de Siné e João Abel Manta.

Os visitantes podem ver através dos jornais patentes que, na manhã do dia 25, ainda funcionaram os Serviços de Censura. O próprio movimento dos “capitães de Abril” foi cortado. À tarde, dá-se uma explosão de edições extras nos principais jornais como o “República” que escreve na sua primeira página, a frase: “Este jornal não foi visado por qualquer comissão de censura”, ao mesmo tempo que dava conta da acção do Movimento das Forças Armadas. Nesse dia o “Século” publicou cinco edições, tendo a última saído às 22.30h.

Os títulos grandes e as fotografias patentes neste conjunto de “jornais de Abril” expressam bem o processo calmo da “revolução dos cravos”. São páginas históricas que mostram o começo da liberdade que se vive actualmente no nosso país.

A inauguração realizou-se no dia 24 de Abril.

Ambas as exposições inserem-se na linha da descentralização cultural praticada pelo Museu Nacional da Imprensa, desde a sua criação em 1997.

Museu Nacional da Imprensa

PUBLICAÇÕES EDITADAS
NO CONCELHO DE CAMINHA



O Estado Novo
e outros sonetos políticos satíricos
do poeta caminhense

Júlio Baptista

Organização e estudo biográfico do autor
por Paulo Torres Bento

Edição: C@2000

"ROTA DOS LAGARES DE AZEITE
DO RIO ÂNCORA"

Autor: Joaquim Vasconcelos

Edição: C@2000

MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA

Autor: Domingos Cerejeira

Edição: C@2000

(DES)ENCANTOS DE UMA VIDA

Autor: Liliana Silva

Ferreiros e serralheiros
de Vilar de Mouros

Autor: GEPPAV (Grupo de Estudo e Preservação do Património Vilarmourense)

Edição: Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense

SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DA FREGUESIA DE VENADE

Autor: João José Lourenço de Azevedo

Edição: João José Rio Tinto de Azevedo

FLAUSINO TORRES
Documentos e Fragmentos Biográficos de
UM INTELECTUAL ANTIFASCISTA

Autor: Paulo Torres Bento

Edições Afrontamento

MOINHOS DE VENTO
DE CARREÇO

Autor: Joaquim Vasconcelos

Edição: Centro de Estudos Regionais

"ROTA DOS ENGENHOS DE SERRAR
DO RIO ÂNCORA"

Autor: Joaquim Vasconcelos

Edição: Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora

"A vida em verso"

Autor: José Jorge Medeiros da Silva

Edição: José Luis Carvalho e Cami Medeiros

No Limiar da Honra e da Pobreza

Autor: Teodoro Afonso da Fonte

Edição: Ancorensis

Dentada em Orelha de Cão

Autor: Miguel Carvalho

Edição: Campo das Letras

TRÁS-OS-MONTE, TRÁ-LOS CÁ...

Autor: Francisco Gouveia

Edição: Editafma

O PORTINHO D'ÂNCORA
E
SUAS GENTES

Autor: Domingos Vasconcelos

Edição: Nuceartes

José Porto
Desvendando o Arquitecto de Vilar de Mouros

Autor: Paulo Bento

Edição: Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense

Uma Visita ao Concelho de Caminha com o Bilhete Postal Ilustrado

Autor: João Azevedo

Edição: Câmara Municipal de Caminha

Vilar de Mouros
35 anos de festivais

Autor:Fernando Zamith

Edições Afrontamento

A Aldeia dos Animais

Autores e Ilustradores: Gisela Magalhães; Carla Ribeiro; Ivone Santos; Lisete Gonçalves; Pedro Rocha; Rui Dias

Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino

Tanto Chocolate Tanto Bolo

Autores e Ilustradores: Adriana Fernandes; Dolores Sousa; Manuel João Borges;Ana Cristina Braga; Carlos Júlio Pedrosa

Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino

Mealibra

Revista de Cultura - Semestral

Centro Cultural do Alto Minho

Viagens

Poesia

Francisco Carneiro Fernandes

ANCORENSIS - COOPERATIVA DE ENSINO, C.R.L.
Vila Praia de Âncora
2000

Quem foi José Maria Veríssimo de Morais?

Centro de Estudos Regionais de Viana do Castelo

Pedro Teixeira de Morais
2001

Do Sublime ao Grotesco

PoesiasJoão Manuel Vilas
2000

Casa da Anta
25 Anos ao Serviço do Turismo e da Cultura

Castro Guerreiro 2002

Cancioneiro da Foz do Minho
Antologia

Manuel J. Torres Dantas

CAMINHENSE...Paixão de um Povo
75 ANOS

Textos e Coordenação: Augusto Sá; Branca Pereira; Catarina Dias; João Pinto; Victor Barrocas

Edição: Câmara Municipal de Caminha - Pelouro do Desporto do Sporting Club Caminhense
CAMINHA, ESPÍRITO DO LUGAR
Maria João Avillez; Mário Cesariny; Vasco Graça Moura; Eduardo Paz Barroso
Fotografia: Ines Gonçalves; Manuel Valente Alves CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha
O MINHO DE RUBEN A.
José Manuel Villas-Boas; João Aurora;
Liberto Cruz; Guilherme d'Oliveira Martins



CADERNOS DA BIBLIOTECA

Câmara Municipal de Caminha
AS LETRAS, A MINHA RESPIRAÇAO
Miguel Veiga



CADERNOS DA BIBLIOTECA

Câmara Municipal de Caminha
Almirante
JORGE RAMOS PEREIRA
Uma vida - um exemplo

Câmara Municipal de Caminha

100 ANOS DE VIDA SOLIDÁRIA
1900 - 2000
Casa de Repouso da Confraria do Bom Jesus dos Mareantes - Caminha
TOPONÍMIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

Domingos Vasconcelos

CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA
DO MONTE CALVÁRIO

Domingos Vasconcelos

REVISTA "CEM IDEIAS"
Revista dos alunos de Filosofia e Psicologia da EB 2,3/S de Caminha
TEXTEMUNHOS
Escola EB 2,3/S de Caminha
AS PESQUEIRAS DO RIO MINHO
Economia, Sociedade e Património

COREMA

ROTEIRO DO VALE DO ÂNCORA

Joaquim Manuel de Paula e Vasconcelos

ESPONTANEIDADES
Colectânea de Poesia

Ancorensis Cooperativa de Ensino, C.R.L.

50 ANOS AO SERVIÇO DA SOLIDARIEDADE
Centro de Bem Estar Social de Seixas
AS AVES DE RAPINA
João Fontes


.

HELENE COOPER EM PORTUGAL

Helene Cooper, a jornalista de origem liberiana autora de A Casa da Praia do Açúcar – Em Busca de Uma Infância Perdida em África (colecção Mulheres de Coragem) — que esteve na tabela de Bestsellers do New York Times e foi considerado um Notable Book de 2008 pelo New York Times e pelo Washington Post —, estará em Portugal para o lançamento da edição portuguesa da obra (QuidNovi), a convite do Festival LeV – Literatura em Viagem, que decorrerá entre 18 e 22 de Abril em Matosinhos.

Para além da sua participação nos trabalhos do Festival, e do lançamento do livro que aí decorrerá, a Autora virá a Lisboa nos dias 22 e 23 de Abril, estando disponível para entrevistas.

Helene Cooper é uma jovem descendente de duas dinastias, que remontam ao primeiro grupo de escravos libertados que partiram de Nova Iorque em 1820 para fundarem a Libéria. Helene cresceu na Praia do Açúcar, junto ao mar, onde se situava a mansão familiar, de vinte e duas divisões.

Foi uma infância cheia de criados, carros vistosos, uma villa em Espanha e uma fazenda no interior. Quando Helene tinha oito anos, os Cooper adoptaram uma menina — um hábito vulgar entre a elite liberiana. Eunice, uma rapariga da etnia Bassa, tornou-se, de repente, conhecida como «filha da senhora Cooper».

Durante anos, as filhas dos Cooper beneficiaram do aparato da riqueza e da vantagem da sua posição social. Mas a Libéria era como uma panela de água a ferver. E, em 1980, um grupo de soldados fez um golpe de Estado, assassinou o presidente e executou os seus ministros. Os Cooper e os amigos foram aprisionados, abatidos a tiro, torturados e as suas mulheres e filhas violadas. Depois de um brutal ataque, Helene, Marlene e a mãe fugiram da Praia do Açúcar e, depois, para a América. Mas deixaram Eunice para trás…

Do outro lado do Mundo, Helene cresceu e tornou-se uma conhecida repórter, trabalhando para o Wall Street Journal e o New York Times e viajando por todo o mundo, mas evitando sempre África. No entanto, em 2003, uma experiência que quase a vitimou, no Iraque, convenceu-a de que a

Libéria, tal como Eunice, não podia esperar.

Sendo, simultaneamente, uma narrativa muito pessoal e uma análise de um país violento, A Casa da Praia do Açúcar é um relato de tragédia e perdão, contado com uma sinceridade inabalável e o humor de alguém que foi capaz de sobreviver.

HELENE COOPER é correspondente diplomática do New York Times. Antes desse posto, foi editora-adjunta da página de opinião do New York Times, depois de doze anos passados como repórter e correspondente no estrangeiro do Wall Street Journal. Helene Cooper nasceu em Monróvia, na Libéria, e reside na área de Washingon.

Ana Maria Pereirinha
Editora-Adjunta
apereirinha@quidnovi.pt


Museu Municipal de Caminha

No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), está aberto ao público de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados e Domingos das 09.30 ás 12.30 e das 15.00 ás 17.00. No que respeita ao horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), de Segunda a Sexta - Feira funciona das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00 e aos Sábados e Domingos das 10.00 ás 12.00 e das 15.30 ás 18.30.

Biblioteca Municipal de Caminha

No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), à Segunda - Feira funciona das 9.00 ás 13.00, de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados das 09.30 ás 12.30. No horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), o período de funcionamento é de Segunda a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00.

Biblioteca Municipal de Vila Praia de Âncora

Horário - Segunda a Sexta: 9h30 / 18h00 (contínuo)
Sábado: 10h00/13h00
Encerra ao Sábado de tarde e Domingo
Telefone: 91 22 26 479

ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA
Autor
Joaquim Vasconcelos
Ambiente
Animação
Cultura
Desporto
Distrito
Educação
Empresas
Freguesias
Galiza
Justiça
Óbitos
Pescas
Política
Roteiro
Tribuna
Turismo
Saúde
Sucessos
MEMÓRIAS
DA
SERRA D'ARGA
Autor
Domingos
Cerejeira