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Calendarização dos Domigos Gastronómicos
Inter-relação entre as duas Regiões Transfronteiriças Conferência de Imprensa do Jornal Profissional Hostelaria Galega & Turismo (HG&T) – Castelo de Santiago da Barra Realizou-se no dia 14 de Fevereiro, no Castelo de Santiago da Barra (Sala D. Maria) uma Conferência de Imprensa do Jornal Profissional Hostelaria Galega & Turismo (HG&T) com a edição anual Além Minho que habitualmente se inclui neste número de Fevereiro. O Jornal foi dedicado, essencialmente, aos Domingos Gastronómicos que já tiveram o seu início no passado dia 9 e 10 de Fevereiro em Viana do Castelo. No jornal referido, foi também, feita uma reportagem sobre os Municípios que participaram nesta edição Especial (Além Minho) e que é a seguinte: Ponte da Barca; Monção; Caminha; Valença; Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira. Seis Vinhos Verdes brancos (de onze) entre os melhores em comparação com Rias Baixas (cinco) e mais três vinhos verdes tintos e um das Rias Baixas. Também, a Revista Hostelaria Galega & Turismo (HG&T) publicou nesta edição especial o resultado da decisão do Júri naquela que foi pela primeira vez a Prova dos Melhores "TOP’S" transfronteiriços da Região Demarcada dos Vinhos Verdes e da D. O. Rias Baixas, na qual consumidores experts qualificaram os vinhos melhores pontuados por uma crítica especializada no sentido de escolher "los mejores entre los mejores". Desta selecção feita dentro da Zona Transfronteiriça e em que figuravam periodistas especializados de Espanha (José Ramón Martinez Peiró) e de Portugal (André de Quiroga e Marco Moreira), provadores (Paulo Pereira, Sérgio Pereira e Ruben Pereira de Portugal, e Carlos Portela, Glória Marino e António Portela, de Espanha), com Professores (David Viana da Escola de Hotelaria de Viana do Castelo) e outros prescritores como João Paulo Castro, de Caminha; o Engº Agrónomo (Alemão) Olivier Weiss, presididos pelo Presidente da RTAM – Dr. Francisco Sampaio e sob a direcção do responsável máximo de HG&T, Guillermo Campos, assistidos pelos Técnicos da Comissão de Viticultura dos Vinhos Verdes, Bruno Almeida e do Conselho Regulador da Denominação de Origem das Rias Baixas, Fernando Vilariño, colocaram na lista dos onze melhores brancos, seis Vinhos Verdes: Solar de Serrade, Deu La Deu, Quinta do Regueiro, Muros Antigos, Portal do Fidalgo e Reguengo, junto com cinco Rias Baixas, Martin Codax Pe Redondo, Pazo de Barrantes, Terras Gauda , Lusco do Miño y Valmiñor. Na categoria de tintos, seleccionados, neste caso, em função da sua popularidade nos respectivos mercados de origem, os melhores pontuados foram três vinhos verdes: Aguião, Afectus e Adega Cooperativa de Ponte da Barca e um Rias Baixas: Torroxal. No final desta apresentação houve uma degustação de alguns destes Vinhos "Top’s Transfronteiriços" e resultado desta "proba" especialmente convocada pela Revista Hostelaria Galega & Turismo (HG&T) no Castelo de Santiago da Barra com motivo da citada edição especial. Rojões, Papas de Sarrabulho e Doces de Romaria Domingo Gastronómico de Barcelos - 16 e 17 de Fevereiro de 2008 Tudo o que está ligado à matança do porco, gastronomia rica, esta de Barcelos com os tradicionais rojões, acompanhados pelas Papas de Sarrabulho à moda da nossa terra. Iguarias que resultam da tradição da matança que, mais que uma necessidade é um acto cultural e de convívio social, de comunitarismo e solidariedade destas gentes, que sempre souberam tirar da terra o pão de cada dia. Não o diz Roby Amorim (Da Mão à Boca, p.98): "O suíno foi sempre a comida básica dos Portugueses e a matança do porco é um fenómeno social a que escapa qualquer outro animal. Na verdade, pode matar-se um cabrito, uma ovelha, uma vaca e o acontecimento fica entre as paredes da casa, mas a morte de um porco exige a presença dos vizinhos pelo menos para a série de comezainas que lhe sucede". Mas, o esmero destas gentes não se resume à arte do "presigo" ou "conduto", e estende-se à doçaria que, formosamente, era confeccionada para acompanhar o repasto, em dia de Festa caseira, Dia do Padroeiro, comunhões, baptizados, Páscoa e outras celebrações que merecessem a dedicação gastronómica das "avozinhas da casa". Para tal, usavam os ovos caseiros para o doce ficar mais "amarelinho" e gostoso e todos os outros produtos (frutos, farinhas, etc.) que a casa podia fornecer. Dentro destes destacamos, para além dos bolos caseiros e dos pudins, os doces de romaria. É toda esta memória cultural que "está à mesa" nos dias 16 e 17 de Fevereiro, nos restaurantes de Barcelos, onde este presigo e esta doçaria têm a sua devida homenagem. As Nossas Receitas Rojões - (1,5 Kg de perna de porco, mas com gordura; 1 Kg de chouriço de verde, 1 Kg de belouras, 1 Kg de tripa enfarinhada, 250 grs de fígado de porco, 250 grs de sangue de porco, 1 litro de vinho verde branco, cominhos, alho, sal e pimenta q.b.). Cortam-se os rojões em cubos de mais ou menos 10 cm de lado. Marinam duas horas em vinho verde branco, alho, sal, pimenta e louro. Puxam-se em tacho de preferência de ferro, primeiramente só na marinada. Quando o vinho branco ficar consumido, junta-se-lhe a banha de porco necessária para acabar de alourar. Estando prontos, adiciona-se um pouco de colorau desfeito em vinho, só para dar cor ao molho. Em sertã, à parte, fritam-se as tripas enfarinhadas e chouriças de verde, cortadas em pequenos troncos de 3 a 5 cm, as belouras em rodelas de meio centímetro de espessura, o fígado e o sangue (previamente cozidos) fatiados. Papas de Sarrabulho (caldosas e não de travessa) - Galinha, presunto dessalgado, vitela limpa, carne de porco previamente temperada em vinha d’alho, sangue de porco cozido, cravinho, cominhos em pó, limão, farinha de milho peneirada, sal e pimenta. Cozem-se as carnes que depois se desfiam para serem reintroduzidas e ferverem durante 15 minutos. Acrescenta-se o sangue cozido esfarelado à mão, a farinha, o sal, a pimenta, o cravinho, os cominhos e o sumo de limão, mantendo-se a fervura. Adiciona-se mais água se for necessário e quando a farinha estiver cozida serve-se de imediato. Doce de Romaria Bate-se muito bem o açúcar (1/2 Kg) com 6 gemas de ovos e 2 ovos inteiros até que este fique esbranquiçado. Simultaneamente, vai-se juntando meio quilo de farinha aos bocados até a massa engrossar.Pronta a massa, fazem-se uns bolos redondos e achatados e levam-se ao forno para cozer em lume brando num tabuleiro untado com manteiga e polvilhado com farinha. Prontos os bolos, e depois de frios, são barrados com açúcar em ponto. Deixam-se em descanso para secar novamente, o que ao fim de algum tempo lhe confere a cor branca tão característica deste doce. Animação Sábado, 16 de Fevereiro
Informação RTAM
Solares de Portugal itinerantes pela Europa
No âmbito das comemorações dos seus 25 anos, a TURIHAB – Associação do Turismo de Habitação está a participar em eventos e feiras europeus, nos quais tem apresentado o livro prestígio dos Solares de Portugal e a exposição “Vivências nos Solares de Portugal”. De 30 de Janeiro a 3 de Fevereiro, a TURIHAB marcou presença na FITUR, a feira de Madrid, e de 7 a 11 de Fevereiro esteve em Bruxelas, onde participou no 50º Salon de Vacances. Livro e Exposição Solares de Portugal Durante a FITUR e o Salon des Vacance foi apresentado o livro de prestígio dos Solares de Portugal. A edição marca o aniversário da TURIHAB e foi oferecido aos convidados presentes nas mostras como é o caso do Rei Juan Carlos de Espanha.
Segundo Francisco de Calheiros, presidente da TURIHAB, o livro, integrado no projecto “As Vivências dos Solares de Portugal”, “é apoiado pelo programa LEADER +, do Vale do Lima e serve de inspiração para uma visita ao que o país tem de melhor, convidando o leitor à viagem e ao sonho, com a esperança que se transforme num hóspede, nem que seja enquanto folheia as páginas, passando a ser um convicto defensor das raízes e tradições portuguesas”.
Os Solares de Portugal levaram também até à Espanha e à Bélgica a exposição itinerante “As Vivências nos Solares de Portugal”. Trata-se de uma mostra de painéis fotográficos que retrata o desenvolvimento da rede Solares de Portugal desde que a marca foi criada. Para Francisco de Calheiros “são retratos marcantes de vivências únicas que espelham a cultura, a tradição e o património do nosso país”. Foram criados vários slogans que integram as imagens representativas da hospitalidade de cada ambiência. Em Português e em Inglês os títulos são o exemplo da marca Solares de Portugal. “Parta à Descoberta / Special Places to Stay”, “Cada Casa uma Vivência, Cada Visita uma Experiência / You Arrive as a Guest and You Leave as a Friend” e “A Arte de Bem Receber / A Home from Home” fazem já parte da história da TURIHAB. “Qualidade Assegurada, Tadição Renovada / The Stamp of Quality” é o mote para este 25º ano da vida da Associação. Uma forma diferente de dar a conhecer o modo de estar e de viver de uma família portuguesa nos principais mercados europeus. O livro e a exposição dos Solares de Portugal partem agora para Milão e Berlim, capitais onde a TURIHAB estará de 21 a 24 de Fevereiro (na BIT) e de 5 a 9 de Março (na ITB), numa cooperação com a ADETURN, Turismo Norte de Portugal. Campanha conjunta com TAP e ADETURN Paralelamente à apresentação do livro e da exposição dos Solares de Portugal, a TURIHAB desenvolveu no Salon de Vacances de Bruxelas uma campanha de promoção conjunta com a TAP e a ADETURN. Trata-se de um pacote especial da Expair Tours, que inclui viagem de avião, aluguer de carro e uma semana de estadia nos Solares de Portugal. De acordo com Francisco de Calheiros, “esta campanha, tem o objectivo de promover os Solares de Portugal nos mercados europeus e, por isso, estamos a desenvolver parcerias noutros mercados com a TAP e a ADETURN, assim como com operadores representativos desses mercados, nomeadamente Itália e Alemanha”. Estas campanhas, aliadas à apresentação do livro e da exposição dos Solares de Portugal, estão a marcar as comemorações do 25º aniversário da TURIHAB. Informação TURIHAB
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