Jornal Digital Regional
Nº 344: 16/22 Jun 07 (Semanal - Sábados)
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Valimar promove 2.ª Feira de adopção de cães

A Valimar ComUrb vai organizar, no próximo dia 17 de Junho, entre as 10h00 e as 17h00, a segunda feira de adopção de cães que terá lugar no Canil Intermunicipal, localizado no lugar da Deveseira - Fornelos, em Ponte de Lima.

A Bolsa de adopção que poderá ser também consultada no site www.caesegatos.valimar.org, conta já com cerca 30 cães de várias raças.

De referir que a adopção de canídeos através do Canil Intermunicipal da Valimar ComUrb, é inteiramente gratuita.

Valimar ComUrb

Bailes Populares do Bairro Jardim
Primeiro Arraial é já este sábado

O Sport Clube Vianense e uma "Comissão de Moradores" vão promover nos próximos dias, 16, 23 e 30 de Junho, três bailes para comemorar os Santos Populares, dando assim continuidade a uma antiga tradição da cidade de Viana do Castelo.

O primeiro dia de festejos está marcado já para este sábado dia 16 de Junho no Largo do Bairro do Jardim e a animação ficará a cargo da Tradicional Marcha da Ribeira / Monserrate e do conjunto musical, "Ritmo Latino" (e não Costa Rica como tinha-mos anunciado na semana passada, por esse motivo aproveitamos para pedir as nossas desculpas aos lesados).

No dia 23 de Junho (Sábado) é a vez do conjunto musical "3ª Republica" actuar e no dia 30 do mesmo mês (Sábado) as festas populares do Bairro do jardim encerram com o conjunto "Arco-íris"

No segundo fim-de-semana, mais concretamente no dia 24 de Junho ás 16h30, a organização da festa vai promover no mesmo local uma Sardinhada com a actuação de Cantares ao Desafio dos Grupos Folclóricos de Viana e de Chafé e do Grupo de Bombos de Darque.

Esta iniciativa tem o apoio da Junta de freguesia de Santa Maria Maior, da Câmara Municipal de Viana do Castelo, dos moradores do Bairro do Jardim e de muitos amigos do clube.

Gabinete de Comunicação do Sport Clube Vianense

Candidatos a dirigentes do CNE
finalizam Curso de Iniciação Pedagógica

Trinta e quatro formandos concluíram no passado fim-de-semana de 8, 9 e 10 de Junho, a quarta sessão do Curso de Iniciação Pedagógica – 2007, destinado à formação inicial de candidatos a dirigentes do Corpo Nacional de Escutas da região (distrito) de Viana do Castelo.

Esta sessão formativa decorreu em regime de acampamento, no pinhal das instalações da APPACDM, situadas no Cabedelo, em Viana do Castelo.

Entre a noite de sexta-feira e a tarde de domingo, os participantes viveram um a prática simulada em torno de um conjunto de actividades que são transversais à formação dos escuteiros: técnicas de campismo; construções com madeira e nós; técnicas de orientação e topografia; cozinha em campo – com destaque para a cozinha selvagem; fogo de conselho – espaço dedicado à reflexão, à dramatização e às técnicas de animação de grupos; celebração da eucaristia e jogos lúdico-formativos.

Este curso teve como imaginário “Back to Brownsea”, numa clara evocação às origens do escutismo, concretamente, do primeiro acampamento realizado em 1907, na ilha de Brownsea, no sul de Inglaterra.

Este constitui um marco histórico que serve de referência ao escutismo, enquanto movimento de educação não formal de jovens, realizada num contexto de vida ao ar livre.

O método escutista é um sistema de auto-educação progressiva que tem por base a promessa e a Lei do escuta; a educação pela acção e a vida em pequenos grupos (Bando, Patrulha, Equipa – consoante os níveis etários) envolvendo, com o auxílio e o conselho dos seus dirigentes, a descoberta e a aceitação progressiva de responsabilidade pelos jovens e uma preparação para a autonomia com vista ao desenvolvimento do carácter, à aquisição de competências; à confiança em si, ao serviço dos outros e à capacidade quer de cooperar, quer de dirigir.

Para o desenvolvimento deste método, os futuros dirigentes são sujeitos a um percurso formativo que associa a componente teórica e prática com um período de estágio, a realizar nos agrupamentos do distrito, onde terão oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos e ajudar à realização de programas de actividades variados, progressivos, baseados nos interesses das crianças e jovens, incluindo jogos, técnicas úteis e a realização de serviços à comunidade.

Este Curso de Iniciação Pedagógica foi promovido pela Divisão de Qualificação da Junta Regional do CNE de Viana do Castelo e teve o apoio do IPJ – Programa PAJ e da APPACDM.

MAAV

Novo Musical da Leopoldina em Viana do Castelo

O Continente regressa este ano com o novo Musical da Leopoldina: a Leopoldina e a Tartaruga Bebé, num espectáculo cheio de música, dança, aventura e muita diversão. A tournée passa em Viana do Castelo, na Associação Industrial do Minho, cidade onde o pano sobe de 15 a 16 de Junho.

Ao todo, são 50 espectáculos de norte a sul do país (Covilhã, Leiria, Guimarães, Viseu, Lisboa, Porto, Viana do Castelo, Portimão e Vila Real) que irão encantar todas as crianças.

Após o sucesso obtido em 2006, que contou com a presença de mais de 50 mil espectadores de todo o país, o Musical da Leopoldina vai ter uma temporada maior, estando cada vez mais junto das crianças e reforçando o seu objectivo de estar sempre próximo das comunidades e cidades.

Os bilhetes para o Musical da Leopoldina estão à venda desde 17 de Março no Continente em Guimarães.

Madalena Lourenço

A Arte e a História do Hospital de Santo António em monografia editada por antiga aluna do IPVC

Lídia Guedes, da Licenciatura de Design do Produto, elaborou o estudo a partir de um trabalho da disciplina de História da Arte e Cultura, do 3º ano do curso

John Carr, arquitecto inglês da cidade de York, é o autor do traçado do projecto do hospital recebido no Porto em 1769 que dá o mote a esta monografia de Lídia Guedes, antiga aluna do curso de Design do Produto da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo [ESTG-IPVC].

Lídia concluiu o seu curso em 2006 e acaba de editar esta monografia com cerca de 120 páginas, que contém ilustrações não só do Arquivo do Hospital, mas também da sua autoria, enquanto autora e Designer desta obra. Numa breve incursão por esta sua obra, intitulada "Hospital de Santo António: a Arte e a História", é possível conhecer pinturas do séc. XVIII oferecidas àquela instituição, louças dos séc. XIX e XX, pormenores arquitectónicos do edifício, plantas da evolução de construção do Hospital, galerias subterrâneas, entre muitas outras descrições de interesse sobre a arquitectura do edifício, de importante valor patrimonial.

A partir de um trabalho que tinha desenvolvido no âmbito da disciplina de História da Arte e da Cultura III, 3º ano da Licenciatura de Design do Produto, Lídia Guedes explica como tudo surgiu para resultar nesta obra final: "Quando dei início ao estágio curricular no Hospital Geral de Santo António, no âmbito da minha Licenciatura, dei a conhecer à minha orientadora de estágio, Enfermeira Paula Neutel, o trabalho sobre o Hospital de Santo António que tinha efectuado na disciplina de História da Arte e da Cultura t"

Consequentemente, aquele trabalho da Lídia despertou a curiosidade e o interesse do Presidente do Conselho de Administração do Hospital, Sollari Allegro, que, desde logo, a motivou a seguir as "linhas traçadas" naquele trabalho - "O Dr. Sollari Allegro ao tomar conhecimento do meu trabalho, sugeriu-me de imediato que inserisse nos planos do meu estágio o enriquecimento do mesmo, com o fim de registar para a posteridade a história do edifício e algumas obras de arte" explicou ainda Lídia Guedes.

O estudo foi, durante aquele período de estágio, supervisionado por Teresa Vasconcelos, Coordenadora, na altura, do Curso de Design do Produto da ESTG-IPVC que comenta este trabalho e o produto final: "Foi muito gratificante acompanhar a Lídia quer ao longo deste trabalho, quer ao longo dos seus cinco anos curriculares, pelo seu perfil académico enquanto aluna, pela sua enorme dedicação e empenho. O estudo realizado vem com certeza dar mais um contributo para a riqueza artística do património nacional e constitui uma mais-valia para a instituição."

O livro encontra-se disponível para consulta na Biblioteca Barbosa Romero, sita na ESTG-IPVC, presenteado por Lídia à sua instituição de Ensino Superior. Rosa Venâncio, Vice-Presidente daquela Escola Superior e Coordenadora da Biblioteca comentou: "Estamos deveras orgulhosos por mais uma obra da autoria de uma das nossas antigas alunas, que vem, indubitavelmente, não só enriquecer o espólio da nossa Biblioteca, mas também mostrar, uma vez mais, o valor destes nossos alunos que passam pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo. É gratificante e compensador trabalhar desta forma. Continuaremos, por isso, a apoiar todos os nossos alunos em tudo quanto for necessário, com uma oferta formativa de qualidade e as competências necessárias para que possam dar à sociedade, à cultura e à arte, obras como esta, também noutros formatos, como tem sido habitual na nossa Instituição de Ensino Superior".

Editada pelo Hospital de Santo António, esta obra encontrar-se-á ainda em exposição na mostra de publicações do IPVC que marcará presença, mais uma vez, na Feira do Livro de Viana do Castelo de 2007.


IPVC responsável pela formação de técnicos
do projecto “Vale do Minho Digital”

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo [IPVC] é responsável pela formação em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) que está a ser ministrada a técnicos do projecto “Vale do Minho Digital” e decisores locais.

A iniciativa decorre, nas instalações da Comunidade Intermunicipal do Vale do Minho, até ao final do mês de Julho, sendo que se pretende que os formandos tenham acesso a conhecimentos em cartografia digital, informação geográfica, geomática e gestão de informação espacial.

“Os Sistemas de Informação Geográfica abrem um conjunto interessante de oportunidades nas fases de diagnóstico, gestão e promoção de espaços e actividades, no planeamento, na condução e avaliação de processos e projectos”, referiu o docente da Escola Superior Agrária do IPVC, Joaquim Alonso, salientando ainda que “a componente espacial e temporal da informação associa-se à gestão de bases de dados com vantagens relativamente à necessidade de organização, acumulação e exploração da informação como elemento central nos processos de decisão, em particular das instituições de suporte técnico-científico, político e económico-financeiro e por parte das instituições governamentais”.

Nestes últimos anos ganham relevo, pelo interesse, número e resultados potenciais e reais, os projectos de governância digital suportados em TIC e no desenvolvimento de Infra-estruturas de Dados Espaciais (IDE).

A nível nacional e regional verifica-se uma atenção e uso crescente destas metodologias como resultado do aumento de produção de informação georreferenciada, do acréscimo do número de utilizadores e dos projectos que apresentam esta base de trabalho. Em paralelo, à produção de cartografia e de dados digitais pelas entidades oficiais, as instituições com responsabilidades de definição e aplicação de políticas e monitorização de dinâmicas, a nível regional, investem de uma forma significativa em sistemas de gestão de informação geográfica.

“Neste sentido verifica-se uma expansão em torno do mercado da informação geográfica e, consequentemente, de profissionais habilitados para responder à diversidade de necessidades neste sector”, salientou Joaquim Alonso a propósito da necessidade deste curso.

IPVC

XVII Festival do Alto Minho

Realizaram-se nos passados dias 9 e 10 de Junho 2007, em Arcos de Valdevez as comemorações do sexagésimo aniversário do Rancho Folclórico de S. Paio e o XVII Festival do Alto Minho e 60º Aniversário do Rancho Folclórico de S. Paio, com a participação de 10 ranchos folclóricos representando os 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo.

A primeira edição deste festival folclórico do Alto-Minho teve lugar em Vila Praia de Âncora, e a segunda em Paredes de Coura que voltará a receber em 2008 mais uma edição deste certame. O XVIII festival será em terras courenses devido ás comemorações das bodas de prata do Etnográfico de Paredes de Coura.

Participaram no XVII festival, realizado na ínsua do Vez, o grupo aniversariante, Rancho Folclórico de S. Paio – Arcos de Valdevez; Rancho Folclórico de Ganfei – Valença; Rancho Folclórico de Paço Vedro de Magalhães – Ponte Barca; Grupo de Danças e Cantares do Neiva – Sandiães – Ponte Lima; Rancho Folclórico de Pinheiros – Monção; Etnográfico de Vila Praia de Âncora – Caminha; Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda – V.N. Cerveira; Grupo Folclórico de S. Paulo de Barroselas – Viana Castelo; Rancho Folclórico de Paderne – Melgaço e Grupo Etnográfico da A.C.R de Paredes de Coura. No final do espectáculo, houve um momento de troca de documentação e bandeiras entre o grupo de S. Paio e o Etnográfico de Paredes de Coura. O convívio entre grupos teve lugar no excelente Centro de Exposições de Arcos de Valdevez, onde também de cantou os parabéns ao Grupo de S. Paio de Arcos de Valdevez pelo seu 60º aniversário.

E.C.

Rali Vila Nova de Cerveira
Pedro Peres voltou às vitórias

Com a disputa do Rali Vila Nova de Cerveira o Campeonato Open voltou às provas de asfalto e com isso Pedro Peres voltou também aos triunfos na prova mais participada do ano até agora.

As belas classificativas do Alto Minho foram palco de animadas disputas pelas várias competições presentes, mas no final o piloto do Ford Escort levou a melhor, o que sucedeu pela quarta vez esta temporada.

Com uma entrada forte no rali, Pedro Peres apenas vacilou no segundo troço, para logo de seguida voltar ao ataque, levando de vencida as restantes classificativas e, na sequência, a prova, dando mais um passo importante rumo ao título: "Começámos bem, mas no segundo troço fui com cautelas a mais. Com isto, decidimos depois atacar e o resultado foi vencer os restantes troços e alcançar mais uma vitória", referiu o piloto que antes deste rali fez alguns testes: "Sobretudo para testar o ALS que nos tinha dado alguns problemas antes".

Rui Azevedo voltou a ocupar uma posição que conhece bem, neste caso, a segunda posição em termos gerais e também a vitória entre os concorrentes do Campeonato Nacional de Clássicos. Antes de Rui Azevedo estar no segundo posto, já Octávio Nogueira tinha passado pelo lugar, ficando pelo caminho na quarta classificativa quando os parafusos da manga de eixo cederam, perdendo assim a roda da frente do lado direito.

Antes disso, já Rui Azevedo e Paulo Azevedo dedicavam-se a uma luta sem tréguas, luta esta que terminou no sexto troço quando o mais novo dos irmãos não evitou uma saída de estrada. Rui Azevedo, que estava em segundo, confirmou assim a segunda posição, queixando-se no entanto: "Da caixa de velocidades que nos deu algumas dores de cabeça, pois fizemos grande parte da prova sem primeira velocidade que nos fez falta muitas vezes. Tenho pena pelo que aconteceu ao meu irmão, pois estávamos a travar uma luta muito acesa".

Quem trouxe também razões de queixa foi Luis Mota, que conseguiu a terceira posição. O piloto do Mitsubishi começou com uma má escolha de pneus que lhe provocaram uma saída de estrada que modificou a carroçaria do seu carro na traseira do lado direito. Depois foram os travões que provocaram alguns sustos.

Quem estava feliz com o quarto lugar era Joaquim Santos que conquistou assim a sua melhor posição desde que decidiu voltar ao activo. O ex-campeão nacional contou, desta vez com um carro em perfeitas condições.

Quinta posição para Aníbal Pereira, naquela que foi também a sua melhor posição este ano. O campeão nacional de promoção asfalto de 2006, conseguiu descobrir um problema que o afectou nas últimas provas e já mostrou um andamento mais forte.

OpenRalis

PROJECTO DDDC PROMOVE ACÇÕES DE SENSIBILIZAÇÃO

No seguimento dos objectivos delineados pelo Projecto Descobrir, Dinamizar e Desenvolver Cerveira no seu plano de actividades, realizaram-se recentemente diversas sessões de sensibilização relacionadas com a sexualidade e a toxicodependência.

Tendo como parceiro o Centro de Saúde de Vila Nova de Cerveira, os encontros decorreram na ETAP, Colégio de Campos, e EB 2.3/Sec (alunos do 9º, 10º, 11º e 12º anos dos cursos CEF Manicura e CEF Electrónica), abrangendo um total de 370 alunos.

As referidas sessões englobaram temáticas diversas como o corpo sexuado e os órgãos internos e externos, regras de higiene corporal, diversidade dos comportamentos sexuais ao longo da vida, mecanismos de reprodução, planeamento familiar e métodos contraceptivos.

Naquelas sessões, foram ainda afloradas as infecções de transmissão sexual e as respectivas metodologias de prevenção e tratamento, bem como a forma como as sociedades encararam, ao longo dos tempos, a sexualidade, o amor, a reprodução e a relação entre os sexos.

Tendo como finalidade contribuir para uma mudança efectiva de comportamentos, as sessões sobre toxicodependência procuraram transmitir aos alunos os riscos inerentes ao consumo de substâncias psicoactivas, dotando-os de competências para recusar situações que envolvam perigosidade.


MUNICIPIO ALERTA POPULAÇÃO
PARA CUIDADOS A TER NA ÉPOCA DE FOGOS

No âmbito do plano de ordenamento e preservação florestal e de acordo com as disposições do Decreto-Lei 124/2006, a Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira chama a atenção, através de edital, aos proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que detenham a administração de terrenos confinantes a edificações (habitações, estaleiros, armazéns, oficinas,) que são obrigados a proceder à limpeza de uma faixa mínima de 50 metros à volta daquelas edificações.

Compete-lhes ainda a realização de acções de gestão de combustível numa faixa exterior de protecção não inferior a 100 metros aos aglomerados populacionais inseridos ou confinantes com espaços florestais. O objectivo é a criação de descontinuidade horizontal e vertical de forma a reduzir a carga de combustível existente, minimizando o risco de incêndio.

A autarquia cerveirense aconselha a população a fixar uma faixa pavimentada de 1 a 2 metros ao redor da habitação; a manter as árvores desramadas e distantes uma das outras pelo menos 4 metros; e a certificar-se que as árvores e arbustos se encontram a mais de 5 metros da habitação.

Outras medidas relacionam-se com a necessidade em manter o terreno limpo num raio de 50 metros da habitação, mantendo os sobrantes de exploração agrícola ou florestal fora da referida faixa. As botijas de gás devem situar-se em compartimentos isolados ou a mais de 50 metros e as pilhas de lenha guardadas a distância semelhante.

Adicionalmente , a autarquia local recomenda que se mantenha uma faixa de 10 metros limpa de matos de cada lado do caminho de acesso à habitação; a cobertura e as caleiras completamente desobstruídas de carumas, folhas ou ramos, e a colocação de uma rede de retenção de faúlhas nas chaminés da habitação.

O não cumprimento das disposições do Decreto-Lei 124/2006 constitui contra-ordenação punível com coimas de 140 a 5 mil euros no caso de pessoas singulares ou de 800 a 60 mil euros no caso de pessoas colectivas.


AUTARQUIA TRANSFORMA FERRY-BOAT EM CAFÉ-BAR

Os trabalhos de reconversão do ferry boat S. Cristovão – transbordador que fazia a travessia entre Vila Nova de Cerveira e Goyan, Galiza – num café-bar arrancaram recentemente, devendo estar concluídos durante o mês de Setembro.

A intervenção, avaliada em 150 mil euros, compreende, além de uma cozinha, balcão e instalações sanitárias, uma dezena de mesas no interior e uma esplanada ampla no exterior. Quando estiver concluída, a autarquia deverá entregar a exploração à iniciativa privada.

Para o presidente do município, a presente alteração garante uma nova e promissora funcionalidade a uma estrutura vocacionada para uma actividade que, com a abertura ao público da "Ponte da Amizade", deixou de ter a importância económica e social de outros tempos.

Além disso, adianta José Manuel Carpinteira, o futuro café-bar, enquadrado num espaço de consensual beleza paisagística e fluvial, serve como apoio a toda a área ribeirinha da localidade, contribuindo, ao mesmo tempo, para alargar a vertente turística do município numa zona "ocupada" pelo Aquamuseu do Rio Minho e pelo Parque Biológico e de Lazer, em fase final de execução.

A embarcação, que deixou de fazer a travessia entre Vila Nova de Cerveira e Goyan em meados de 2004, vai estar disponível aos interessados no mesmo lugar de sempre, isto é, o cais de embarque/atracagem, o qual reúne todas as condições para uma estabilização correcta.

O projecto de reconversão idealizado pelo município garante a necessária salvaguarda ambiental, prevendo o abastecimento de água através da rede pública e a reutilização do reservatório existente para apoio aos sanitários numa eventual deslocação. As águas residuais serão enviadas para uma fossa estanque, impedindo-se, assim, o lançamento para o meio ambiente.

O processo técnico de adaptação da embarcação à nova realidade, perfeitamente compatível com a legislação em vigor, não oferece grande complexidade nem irá alterar a estrutura existente, devendo o principal acesso ao interior do futuro café-bar fazer-se pelo centro.

Com a desactivação do ferry-boat S. Cristóvão enquanto meio de transporte fluvial, apenas uma embarcação do género passa a circular nas águas do Minho ligando as localidades de Caminha e A Guarda. Refira-se que, com a abertura da ponte internacional entre Monção e Salvaterra, a meados da década de 90, foi desactivado o transbordador que fazia aquela ligação.

Informação Município de Vila Nova de Cerveira

CONSTITUIÇÃO DO GRUPO CONCELHIO
DA CONFRARIA DO VINHO VERDE

A Câmara Municipal de Monção e a Confraria do Vinho Verde assinaram um protocolo de colaboração que visou a criação do grupo concelhio da Confraria de Vinho Verde de Monção. A cerimónia teve lugar este fim-de-semana, no Paço do Alvarinho,, sensivelmente 15 anos depois da autarquia local ter sido admitida como confrade.

Para servir como elo de ligação entre a Confraria de Vinho Verde e a estrutura local foram eleitos os respectivos delegados, tendo a escolha recaído em Cidália Ferreira e Eusébio Baptista. Concluída a cerimónia, todos rumaram ao largo da antiga estação da CP, espaço onde decorreu a Feira do Alvarinho.

Partindo do pressuposto que a Confraria de Vinho Verde tem como objectivo a defesa, tipicidade e prestigio dos "seus" produtos, cabe ao grupo concelhio o estabelecimento das necessárias ligações tendentes ao desenvolvimento de acções e projectos concretos que valorizem os produtos locais, especialmente, o vinho Alvarinho.

A entidade local, em articulação com a confraria, apoiará a promoção dos produtos vínicos do concelho através de estratégias promocionais dentro e fora da região, procurando garantir a genuinidade e reforçar a visibilidade dos vinhos verdes do concelho, um dos primeiros a serem exportados para Inglaterra.


"DAR VIDA ÀS LETRAS": ACÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO EM MERUFE

O projecto "Dar Vida às Letras", promovido pela Rede de Bibliotecas da Comunidade Intermunicipal do Vale do Minho, promove, durante este mês, acções de sensibilização dirigidas aos pais das crianças envolvidas naquele projecto. Esta sexta-feira, com inicio às 20h30, decorrerá uma sessão na Escola do Mosteiro, em Merufe.

A presente iniciativa, reconhecida internacionalmente com uma distinção de âmbito pedagógico e educativo, procura despertar e capacitar as famílias para o desenvolvimento de um papel incentivador enquanto promotores da leitura junto dos seus filhos.

No âmbito desta acção, coordenada por Fernanda Leopoldina Viana, docente no Instituto de Estudos da Criança/Universidade do Minho, serão fornecidas algumas informações sobre o Plano Nacional de Leitura, o qual tem como finalidade aumentar as competências de leitura dos portugueses e estimular o hábito de "pegar num livro" junto dos mais novos.

A presente acção de sensibilização iniciou-se em Paredes de Coura, no dia 8, seguindo-se agora Vila Nova de Cerveira, no dia 22, Valença, no dia 28, e Melgaço, no dia 29.

Informação Município de Monção

"Muralhas" brilha em Maastricht

A Adega de Monção conseguiu uma medalha de ouro e outra de prata no Concurso Mundial de Bruxelas, certame que decorreu recentemente na cidade holandesa de Maastricht com a participação de 5733 vinhos de todo o mundo, entre os quais, 282 portugueses de diversas regiões vinícolas.

A medalha de ouro foi atribuída ao Muralhas (Alvarinho/Trajadura) e a de prata ao Deu-la-Deu (Alvarinho), distinções que atestam as potencialidades endógenas dos vinhos da sub-região de Monção no competitivo mercado internacional.

Apenas cinco vinhos portugueses obtiveram melhor classificação que o Muralhas da Adega Cooperativa de Monção (todos eles de zonas "exteriores" à Região de Vinhos Verdes), tendo outros produtos nacionais alcançado pontuações semelhantes.

O júri foi constituído por 220 especialistas, ente produtores, enólogos, distribuidores e jornalistas, oriundos de 45 países. Cada painel era formado por quatro provadores e um presidente, todos de nacionalidades diferentes, que provaram os vinhos a concurso nas chamadas provas cegas sem qualquer possibilidade de identificação.

A classificação final fez-se com base numa pontuação variável entre 0 e 100 pontos: 82,5 a 87 pontos correspondeu à medalha de prata; 87,1 a 96 pontos correspondeu à medalha de ouro, e 96,1 a 100 pontos correspondeu à grande medalha de ouro. Feitas as contas, cerca de 30 por cento dos vinhos a concurso acabaram premiados.

O Concurso Mundial de Bruxelas foi criado em 1994, ocupando, na actualidade, uma dimensão e importância impares no panorama vinícola internacional. Depois de Lisboa, no ano passado, é a segunda vez que o concurso decorre fora da sua cidade de origem, situação que se irá repetir em 2008, uma vez que terá lugar na cidade francesa de Bordéus.


Grupo "Tesal" compra Hotel Termas de Monção

Depois de ter assegurado a exploração do Balneário Termal de Monção por um período de 25 anos - o contrato de concessão foi assinado no passado dia 24 de Abril no auditório da Casa do Curro - o grupo galego "Tesal", um dos maiores no pais vizinho na área do termalismo, acaba de adquirir o Hotel Termas de Monção à empresa "Fortes da Gama".

O interesse do grupo liderado por Tomás Ares Guimil na unidade hoteleira situada a apenas 50 metros do balneário termal intensificou-se depois de concessionada a exploração daquele equipamento, culminando agora com a presente aquisição, cujos valores ainda não foram divulgados.

O Hotel Termas de Monção passará a apoiar directamente a actividade regular da unidade terapêutica e de lazer e responde aos objectivos estratégicos do grupo espanhol: proporcionar aos seus clientes um pacote completo, isto é, termalismo/estética, alojamento e alimentação.

A construção do Hotel Termas de Monção, a primeira unidade hoteleira e de alojamento com quatro estrelas no concelho de Monção, iniciou-se em 1988, tendo os trabalhos parado, no ano seguinte, por alegada incapacidade financeira da empresa responsável.

Em 2002, após um esforço significativo do executivo monçanense para "arranjar" alguém capaz de finalizar a empreitada, os trabalhos foram retomados pela empresa "Fortes da Gama" que, a título experimental, abriu as portas do hotel no dia 30 de Dezembro de 2004.

A estrutura, situada na zona ribeirinha da vila (Parque das Caldas), além do restaurante "Galiza mail`o Minho" e do Bar "João Verde", dispõe de 58 quartos, 2 suites, e uma piscina. A inauguração oficial do empreendimento teve lugar no dia 12 de Março de 2005, feriado municipal comemorativo da outorga do primeiro foral datado de 1261.

www.moncaovirtual.com

Faro acolheu heróis da travessia de Portugal à moda antiga
Travessia de sucesso

Os sorrisos na chegada à Praça da Pontinha, bem no centro de Faro, eram esclarecedores! Quem apostou em conhecer Portugal à moda dos nossos avós, sem recurso a auto-estradas, Itinerários Principais ou Complementares, deu por bem empregues os três dias do 9.º Portugal de Lés-a-Lés, a maratona mototurística organizada pela Comissão de Mototurismo da Federação Nacional de Motociclismo que levou enorme caravana de Arcos de Valdevez a Faro.

A dureza prometida, mais do que assustar, serviu de estímulo aos 790 participantes, apostados em conhecer os mais recônditos lugares de um País muitas vezes esquecido, apreciando vertiginoso caleidoscópio de paisagens, monumentos e sensações ao longo de 972 quilómetros vividos com grande intensidade. Estradas boas, assim-assim e muito más, retratando afinal a realidade da rede viária nacional, foram palco de um passeio tamanho XL, onde a sucessão de paisagens emprestou especial colorido, levando animação extraordinária a vilas, aldeias e lugares, capaz de devolver sorrisos de genuína alegria a gente habituada ao mais profundo isolamento.

Três dias desde o verdejante Minho ao solarengo Algarve, com passagem pelo inconfundível Douro vinhateiro, pelas nobres terras beirãs ou pela tranquilidade do ondulante Alentejo, passando pelo tecto de Portugal Continental, com sofrida subida à Torre. O granizo, o nevoeiro e o frio endureceram a subida aos 1991 metros do topo da Serra da Estrela, trazendo à memória o heroísmo dos ciclistas que tantas vezes desafiaram aquele Adamastor. Antes o calor e depois… mais calor. Ainda assim menos que o esperado com o beneplácito de umas quantas nuvens que, de ora em quando, protegiam os motociclistas da inclemência do Sol, refreando os ímpetos dos raios.

Mesmo se a maioria dos troços representavam estreias no Portugal de Lés-a-Lés, a novidade maior aconteceu no dia normalmente consagrado às verificações técnicas e documentais, com uma espécie de prólogo, pequeno e super-agradável, tocando o Parque Nacional da Peneda-Gerês. Depois de comprovar que a moto estava em condições para aguentar sem problemas a ligação até Faro e com os papéis em dia, os participantes eram convidados a cumprir, tranquilamente, sem horário, 46 quilómetros, com tempo suficiente para descobrir o abandonado Paço de Giela com suas belíssimas janelas manuelinas, fotografar os tradicionais espigueiros do Soajo, apreciar o Mosteiro de S. Bento, tentar descobrir algum exemplar das quase extintas espécies de super-predadores como a águia-real ou o lobo ibérico, ou marcar presença no primeiro dos 20 controlos secretos junto ao único pelourinho de formas antropomórficas existente no País.

Aperitivo para o jantar de boas vindas, no novo pavilhão de exposições e congressos da vila arcuense, e para a madrugadora primeira etapa que haveria de levar os aventureiros até Marvão. E que etapa!

1.ª Etapa, Arcos de Valdevez-Marvão

Ainda a lua não tinha desaparecido e já as motos começavam a chegar ao palanque de partida, instalado no Campo do Trasladário, bem composta margem ribeirinha do Vez, para muito exigentes 502,9 quilómetros, com as mais bizarras máquinas a arrancarem na frente do extenso pelotão. Um triciclo Motali, semelhante aos vulgarmente utilizados pelos deficientes físicos. Outro com motor Famel, igual a muitos que ainda circulam sobretudo no interior do País e que servem de carro familiar, tractor ou carrinha de transporte. Uma Honda Pan-European com vistoso atrelado artesanal. Muitas Vespa de todos os anos, cilindrada e estado de conservação. Várias Sachs, Macal e Famel pelas mãos do despachado grupo de aventureiros de Santo Estêvão. Umas quantas Honda Monkey, mais conhecidas como mini-Honda em função do seu liliputiano tamanho. Diversos side-car da marca russa Ural. Enfim, um completo ramalhete de máquinas que dava folclórico colorido ao grupo. Algumas haveriam de pagar a factura da idade, do estado de conservação e… da exigência do percurso, obrigando os donos a horas extraordinárias de serviço mecânico. Felizmente, a assistência técnica da Motamaro e Moto Mad House estava sempre por perto…

Afinal a primeira etapa não era para brincadeiras, exigindo ritmo constante, muita atenção e nada de desperdício de tempo. Os problemas técnicos começaram ainda na madrugadora subida à serra Amarela, entre os vales do Lima e do Homem, com a primeira passagem pelos pisos de terra. Caminhos que são, não raras vezes, um mal necessário para aceder a alguns dos mais recônditos e belos locais do território nacional.

O mosteiro cisterciense de Santa Maria de Bouro, entregue por D. Afonso Henriques à Ordem de Cister e agora transformado em magnífica Pousada; a barragem da Caniçada; ou o Museu da Moto Antiga, em Rossas; foram pontos de passagem rumo ao Parque Natural do Alvão, em subida e descida até à Campeã sempre rodeada de carvalhos, castanheiros, loureiros, vidoeiros e mais umas quantas espécies de árvores que acolhem variada fauna, desde aves de rapina a texugos, passando pelas raposas entre outras centenas de espécies.

O Douro vinhateiro - com direito a passagem pelo meio de vinhedo para melhor sentir o aroma de uma região reconhecida internacionalmente pela qualidade de um néctar único - antecedeu descida a Tarouca, onde esperava o almoço, com passagem por novo mosteiro cisterciense, o de Santa Maria de Salzedas, e pela ponte-torre de Ucanha, sobre o rio Varosa. Exemplar da arquitectura militar gótica do século XII que servia de porta do couto do Mosteiro de Salzedas e onde os monges descobriram que poderiam… cobrar portagens, a todos os que aí precisassem de passar.

Após a primeira paragem da caravana do Lés-a-Lés na simpática cidade de Tarouca, pertencente ao distrito de Viseu, com direito a passagem de olhos pela igreja de S. Pedro de Tarouca, pelo singelo Arco da Paradela, classificado de Monumento Nacional, pelo mosteiro de S. João de Tarouca ou pela ponte românica de Mondim da Beira, a caravana começou a pensar na serra da Estrela. Antes ainda - e após transposição do Dão pela ponte românica do Castelo - a subida a exigir dotes de condução ao cume do Penedo dos Mouros, em Castelo de Penalva, foi um dos momentos mais marcantes - e transpirantes - desta etapa-rainha.

Já a sul do rio Mondego, a tarde continuou pelas históricas vila de Melo e Folgosinho e troço não pavimentado no PN da Serra da Estrela. A paragem em Gouveia ofereceu apetitoso lanche onde não podiam faltar pão, presunto e queijo, produtos típicos da região serrana.

Estômagos reconfortados e eis que se avizinha a maior dificuldade do dia, a subida à serra da Estrela com paisagens de grandiosidade à medida do mais alto maciço montanhoso de Portugal Continental, com a Cabeça do Velho, Sabugueiro (a aldeia mais alta do País) ou a Lagoa Comprida a apreciarem o esforço dos aventureiros face ao temporal que se abateu sobre a caravana, com muita chuva, nevoeiro quase intransponível, granizo (!) e frio. O mais absoluto contraste com o dia quente e solarengo vivido desde as seis horas da manhã…

A pouco utilizada descida pelo vale glaciar da ribeira de Unhais marcou a despedida da Estrela, depois da obrigatória passagem pela Torre, rumo ao Marvão, com estradas bem melhores e fantásticas curvas para animar os motociclistas e passageiros, com o físico a acusar natural desgaste de tantas horas em cima da moto. A passagem pelo Tejo, pelas espectaculares Portas do Ródão, e entrada no Alentejo através de Nisa, eram as notas seguintes do bem urdido e cultural road-book, anunciando as estepes cerealíferas, imagem típica da região.

Anunciando o final da primeira etapa e o desejado jantar antes do descanso, o Castelo de Marvão serviu de farol aos tenazes aventureiros que foram chegando noite adentro a uma crista rochosa que, ao longo de muitos séculos, terá servido de reduto defensivo, e que agora conta com população pouco superior às 160 almas!

2.ª Etapa, Marvão-Faro

Recompostos da dureza da véspera, os motociclistas lançaram-se, no arranque da segunda etapa, às maravilhas do Parque Natural da Serra de S. Mamede, vislumbrando as ruínas do castelo de Alegrete, a pacata vila de Arronches, passando no bem conhecido aqueduto da Amoreira, ex-libris de Elvas, a mais imponente praça-forte da história nacional, na ponte arruinada da Ajuda, sobre o rio Guadiana, rumo à primeira internacionalização do Lés-a-Lés.

Quase 80 quilómetros em território espanhol que serviram para visitar Olivença, com entrada pela bem portuguesa Porta do Calvário, ostentando as cinco quinas lusitanas, primeiros dos muitos sinais (pelourinho, porta manuelina, vários brasões na Plaza de Santa Maria) e o monumento ao General Humberto Delgado, opositor do regime salazarista assassinado por um comando da polícia política (PIDE), em 1965, sendo o corpo, juntamente com o da secretária, abandonado bem perto de Villanueva del Fresno.

Passagem espanhola de grande valor histórico, antes dos momentos mais… frescos do dia. As travessias a vau do rio Ardila e Vascão acabariam por mostrar-se bastante mais fáceis que o anunciado havendo, ainda assim, umas quantas motos a tomarem banho forçado. Talvez para retirar parte do pó acumulado….

O almoço em Moura deu para retemperar forças antes da passagem pelas antigas Minas de S. Domingos, com ruínas da gigantesca extracção de volfrâmio a proporcionar ambiente verdadeiramente extra-terrestre, antes da paragem no velho cais de embarque do minério, no Pomarão, rumo à CUF, perto de Lisboa. As típicas estradas alentejanas, com as enormes rectas e altas lombas levaram motos e motociclistas até ao Vascão seguindo-se excelente asfalto e curvas muito bem desenhadas de Martinlongo até Faro, uma verdadeira delícia para encerrar a 9.ª edição do Portugal de Lés-a-Lés, com triunfal chegada à Praça da Pontinha e entusiástica recepção do Moto Clube de Faro - a comemorar 25 anos de vida - e da Câmara Municipal.

Três dias de aventura mototurística, revelando alguns dos muitos pontos de interesse que pontilham o mapa de Portugal e que, ao longo do ano, podem e devem ser melhor conhecidos. É, afinal, essa a intenção maior do Lés-a-Lés. Revelar um País muitas vezes esquecido, oferecendo pistas para bem passados fins-de-semana de descoberta motociclística.

E para o ano há mais! O 10.º Portugal de Lés-a-Lés está já marcado para os dias 22 a 24 de Maio de 2008

Gab. Imp. 9.º Portugal de Lés-a-Lés

Sabores do Minho - Eventos - Mês de Julho

Workshop's

"Broa & Biscoitos" 14 de Julho 2007

"Geleias & Licores" 15 de Julho 2007

"Doces Regionais" 21 e 22 de Julho 2007

Estes eventos vão-se realizar no mês de Julho, em Grijó - Rio Frio - Arcos de Valdevez.

As actividades destinam-se a grupos organizados, com o mínimo de 5 e o máximo de 20 pessoas.

Joaquim Carlos Dantas

ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA
Autor
Joaquim Vasconcelos
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SERRA D'ARGA
Autor
Domingos
Cerejeira