Jornal Digital Regional
Nº 338: 5/11 Mai 07 (Semanal - Sábados)
Email Assinaturas Ficha Técnica Publicidade 1ª Pág.

Exposição do Espólio do Âncora Praia FC

O Âncora Praia FC tem em curso uma Exposição do seu espólio onde se salientam os troféus e fotografias que retratam a historia dos 44 anos de existência do Clube.

Pode ser visitada na Pastelaria Veneza, na Rua 5 Outubro, em Vila Praia de Âncora.

A “Censura” no
Museu de Caminha

Mais de meia centena de documentos ilustrativos da Censura que vigorou em Portugal durante 48 anos, pode ser vista, a partir do dia 2 de Abril, pelas 18 horas, no Museu Municipal de Caminha, na exposição “Lápis Azul: a Censura do Estado Novo”.

Produzida pelo Museu Nacional da Imprensa e promovida pela Câmara Municipal de Caminha, a exposição integra-se nas comemorações do “25 de Abril”.

A mostra está estruturada em núcleos, de forma a contemplar os diversos sectores da actividade informativa e cultural em que funcionaram os mecanismos censórios, desde a Imprensa à Música, passando pela Rádio, TV, Cinema e Teatro.

Ao nível da Imprensa, estão patentes dezenas de provas de censura que mostram a diversidade e a tipologia dos cortes, desde a política ao desporto, incluindo as questões sindicais e cineclubísticas, entre outras. No domínio do Cinema, podem ser apreciadas ordens dos censores, anúncios retocados e mapas semanais dos Serviços de Exame e Classificação da Inspecção dos Espectáculos. Ao nível da Literatura, são apresentados vários autos de busca e apreensão de livros nas tipografias, editoras, livrarias e fronteiras. No campo do Teatro, guiões, ofícios, notificações e cartazes atestam a acção do “lápis azul”. No âmbito da Música, apresentam-se processos movidos contra cantores e letras de canções proibidas.

O público em geral pode, através desta exposição, testemunhar a falta de liberdade que vigorou em Portugal até à “revolução” de 1974.

A exposição vai estar patente ao público no Museu Municipal de Caminha, até 28 de Maio, no seguinte horário: 2ª a 6ª, 9:30h-18:30h; Sáb. e Dom.: 9:30h-12:30h e 15h-17h. A entrada é livre.

Museu Nacional da Imprensa

ÓLEOS E VITRAIS

Até ao próximo dia 7, está patente na Galeria Caminhense, em Caminha, uma série de trabalhos a óleo sobre tela e alguns vitrais, da autoria de Tina Gonçalves, uma pintora natural de Vila Viçosa e residente em Lisboa há mais de 20 anos, onde tirou o curso na Sociedade Nacional de Belas Artes.

Estreou-se aos 16 anos com a primeira mostra, definindo a sua pintura como "muito isotérica", retratando os seus sentimentos, ideias, em resumo - "o que sinto", privilegiando ainda o retrato.

É especialista no restauro de vitrais (tiffany e cola de chumbo).

"PERSONAGENS" NO AFTER EIGHT

Uma série de "Personagens" emolduram o interior da galeria do Bar After-Eight, em Caminha, ate final do mês.

São desenhos da autoria de Elisabete Estrela, natural de Santa Cruz do Bispo, Matosinhos, licenciada em Artes Plásticas-Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

Cartunista Polaco
Vence IX PortoCartoon

O cartunista Grzegorz Szumovski, da Polónia foi o vencedor do Grande Prémio do IX PortoCartoon-World Festival, organizado pelo Museu Nacional da Imprensa.

O segundo prémio ex-aequo foi atribuído ao brasileiro Osvaldo da Silva Costa e ao italiano Alessandro Gatto. O terceiro prémio foi para Ruan Tang Li, da China.

O trabalho vencedor é relativo ao tema “globalização” e mostra um índio de arco e flecha a disparar um telemóvel.

A elevada qualidade dos trabalhos, levou o júri internacional a atribuir ainda 15 Menções Honrosas a artistas de 10 Países: Bélgica, Brasil, Espanha, Holanda, Irão, Turquia, Itália, Polónia, Israel e Portugal. A Menção Honrosa de Portugal foi para uma caricatura da Pintora Paula Rego, feita pelo cartunista António Santos, de Amarante.

Os vencedores do festival vão receber um prémio monetário e garrafas de Vinho do Porto (reserva especial) para além do troféu e diploma.

O PortoCartoon-World Festival é considerado pela FECO (Federation of Cartoonists’ Organisations), um dos três principais festivais de desenho humorístico do mundo, o que coloca Portugal no pódio dos concursos internacionais de caricatura. A FECO é a mais importante organização internacional de cartunistas representando mais de 2000 artistas de 30 países.

O júri internacional do IX PortoCartoon, presidido mais uma vez pelo cartunista francês Georges Wolinski, integrou ainda Marlene Pohle, Presidente da FECO; Xaquin Marin, director do Museo de Humor de Fene da Galiza (Espanha); Júlio Dolbeth, da Faculdade de Belas Artes do Porto e Luís Humberto Marcos, director do PortoCartoon e do Museu Nacional da Imprensa.

A participação do IX PortoCartoon bateu o recorde dos últimos anos ao receber a concurso mais de 1700 cartoons, de quase 500 cartunistas, de 60 países. Em termos quantitativos, o destaque vai para o Brasil, como país mais participativo com mais de 250 cartoons enviados. Em segundo ficou o Irão, com 134 trabalhos e Portugal surge este ano em terceiro lugar com cerca de 120 desenhos, enviados por 29 artistas.

Contando com a edição deste ano, já são mais de 11600 os cartoons enviados pelos 3550 cartunistas, dos quatros cantos do mundo ao longo dos nove anos de existência do PortoCartoon-World Festival.

A “Globalização” foi o tema escolhido para a nona edição e segundo a organização do concurso “Nunca o processo de globalização foi tão acentuado e com tantas repercussões, como acontece hoje… As suas consequências espalham-se positiva e negativamente em termos económicos, políticos, industriais, comerciais, desportivos, científicos, culturais, etc”…

Com a escolha deste tema, o Museu Nacional da Imprensa pretendeu que os cartunistas de todo o planeta reflectissem com humor sobre o impacto que a Globalização vem tendo nos mais diversos sectores da sociedade, à escala mundial.

Os vencedores do IX PortoCartoon receberão os troféus e os prémios durante a cerimónia de abertura da exposição que decorrerá nas instalações do Museu Nacional da Imprensa, em Junho, aquando das Festas do S. João do Porto.

Organizado anualmente, o PortoCartoon foi lançado em 1999, presidido pelo anterior Presidente da República, Jorge Sampaio, e todos os anos sempre com temas de impacto mundial, recebe milhares de visitantes nas instalações do Museu Nacional da Imprensa, nas diferentes cidades por onde passa, bem como fora de Portugal. No ano passado o melhor do PortoCartoon pode ser visto no Brasil, em Espanha e França.

Grande Prémio
Grzegorz Szumovski, Polónia
Tema: "Globalização"
S/titulo

2º Prémio ex aequo
Osvaldo da Silva Costa, Brasil
Tema: "Globalização"
Título: "Motorperpetuo"

2º Prémio ex aequo
Alessandro Gatto, Itália
Tema: "Globalização"
Título: "Shopping"

3º Prémio
Ruan Tang Li, China
Sem Título
Tema Livre

Menções Honrosas

Shahorokh Heidari
Irão Tema “Globalização”
S/ Titulo

Omar Figueiroa Turcios
Espanha
Tema “Globalização”
S/ Titulo

Willem Rasing
Holanda
Tema “Globalização”
S/ Titulo

Ludo Goderis
Bégica
Tema “Globalização”
“Tourists”

Osmani Simanca
Brasil
Tema “Globalização”
S/ Titulo

Eray Ozbek
Turquia
Tema “Globalização”
“Mixer”

Alessandro Gatto
Itália
Tema “Globalização”
“The Pinter”

Jacek Frackiewicz
Polónia
Tema “Globalização”
S/ Titulo

Sergei Sichenko
Israel
Tema Livre
S/ Titulo

Osmani Simanca
Brasil
Tema Livre
S/ Titulo

Dieter Bevers – Quatsch
Bégica
Tema Livre
“Nun”

Zbigniew Pietrzyk – Byjo
Polónia
Tema Livre
“Spring Depression”

Farhad Bahrami Reykani
Irão
Tema Livre
S/ Titulo

António Santos
Portugal
Tema Livre
“pintora Paula Rego”

Albero Morales Ajubel
Espanha
Tema Livre
S/ Titulo

Museu Nacional da Imprensa

PUBLICAÇÕES EDITADAS
NO CONCELHO DE CAMINHA


"ROTA DOS LAGARES DE AZEITE
DO RIO ÂNCORA"

Autor: Joaquim Vasconcelos

Edição: C@2000

MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA

Autor: Domingos Cerejeira

Edição: C@2000

"ROTA DOS ENGENHOS DE SERRAR
DO RIO ÂNCORA"

Autor: Joaquim Vasconcelos

Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora

"A vida em verso"

Autor: José Jorge Medeiros da Silva

Edição: José Luis Carvalho e Cami Medeiros

No Limiar da Honra e da Pobreza

Autor: Teodoro Afonso da Fonte

Edição: Ancorensis

Dentada em Orelha de Cão

Autor: Miguel Carvalho

Edição: Campo das Letras

TRÁS-OS-MONTE, TRÁ-LOS CÁ...

Autor: Francisco Gouveia

Edição: Editafma

O PORTINHO D'ÂNCORA
E
SUAS GENTES

Autor: Domingos Vasconcelos

Edição: Nuceartes

José Porto
Desvendando o Arquitecto de Vilar de Mouros

Autor: Paulo Bento

Edição: Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense

Uma Visita ao Concelho de Caminha com o Bilhete Postal Ilustrado

Autor: João Azevedo

Edição: Câmara Municipal de Caminha

Vilar de Mouros
35 anos de festivais

Autor:Fernando Zamith

Edições Afrontamento

A Aldeia dos Animais

Autores e Ilustradores: Gisela Magalhães; Carla Ribeiro; Ivone Santos; Lisete Gonçalves; Pedro Rocha; Rui Dias

Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino

Tanto Chocolate Tanto Bolo

Autores e Ilustradores: Adriana Fernandes; Dolores Sousa; Manuel João Borges;Ana Cristina Braga; Carlos Júlio Pedrosa

Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino

Mealibra

Revista de Cultura - Semestral

Centro Cultural do Alto Minho

Viagens

Poesia

Francisco Carneiro Fernandes

ANCORENSIS - COOPERATIVA DE ENSINO, C.R.L.
Vila Praia de Âncora
2000

Quem foi José Maria Veríssimo de Morais?

Centro de Estudos Regionais de Viana do Castelo

Pedro Teixeira de Morais
2001

Do Sublime ao Grotesco

PoesiasANCORENSIS - COOPERATIVA DE ENSINO, C.R.L.
Vila Praia de Âncora
2000

Casa da Anta
25 Anos ao Serviço do Turismo e da Cultura

Castro Guerreiro 2002

Cancioneiro da Foz do Minho
Antologia

Manuel J. Torres Dantas

CAMINHENSE...Paixão de um Povo
75 ANOS

Textos e Coordenação: Augusto Sá; Branca Pereira; Catarina Dias; João Pinto; Victor Barrocas

Edição: Câmara Municipal de Caminha - Pelouro do Desporto do Sporting Club Caminhense
CAMINHA, ESPÍRITO DO LUGAR
Maria João Avillez; Mário Cesariny; Vasco Graça Moura; Eduardo Paz Barroso
Fotografia: Ines Gonçalves; Manuel Valente Alves CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha
O MINHO DE RUBEN A.
José Manuel Villas-Boas; João Aurora;
Liberto Cruz; Guilherme d'Oliveira Martins



CADERNOS DA BIBLIOTECA

Câmara Municipal de Caminha
AS LETRAS, A MINHA RESPIRAÇAO
Miguel Veiga



CADERNOS DA BIBLIOTECA

Câmara Municipal de Caminha
Almirante
JORGE RAMOS PEREIRA
Uma vida - um exemplo

Câmara Municipal de Caminha

100 ANOS DE VIDA SOLIDÁRIA
1900 - 2000
Casa de Repouso da Confraria do Bom Jesus dos Mareantes - Caminha
TOPONÍMIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA

Domingos Vasconcelos

CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA
DO MONTE CALVÁRIO

Domingos Vasconcelos

REVISTA "CEM IDEIAS"
Revista dos alunos de Filosofia e Psicologia da EB 2,3/S de Caminha
TEXTEMUNHOS
Escola EB 2,3/S de Caminha
AS PESQUEIRAS DO RIO MINHO
Economia, Sociedade e Património

COREMA

ROTEIRO DO VALE DO ÂNCORA

Joaquim Manuel de Paula e Vasconcelos

ESPONTANEIDADES
Colectânea de Poesia

Ancorensis Cooperativa de Ensino, C.R.L.

50 ANOS AO SERVIÇO DA SOLIDARIEDADE
Centro de Bem Estar Social de Seixas
AS AVES DE RAPINA
João Fontes


.

Março 2007

QUIDNOVI

CIDADE PROIBIDA

ROMANCE DE EDUARDO PITTA EM LANÇAMENTO EM LISBOA, NA LIVRARIA FNAC DO cHIADO, com chancela da quidnovi

Cidade Proibida, de Eduardo Pitta, livro com que o poeta, crítico e ensaísta se estreia no romance, tem lançamento marcado para o próximo dia 16 de Maio, quarta-feira, na livraria Fnac do Chiado, onde será apresentado ao público pelo também escritor, professor e crítico Fernando Pinto do Amaral.

Para marcar esta estreia do autor no romance, será pela mesma ocasião reeditado, também com chancela da QuidNovi, o seu livro de contos Persona, há bastante tempo esgotado, onde Eduardo Pitta demonstrava já o gosto e o talento para a ficção que esta Cidade Proibida vem agora sobremaneira confirmar.

CIDADE PROIBIDA é o retrato de uma certa Lisboa, na actualidade. Uma cidade onde Rupert e Martim decidem viver juntos, mesmo que tenham de o fazer num meio tradicional, endinheirado e snob que poderá vir a cavar um fosso irremediável entre ambos. Mas o encontro que mudou a vida dos dois justifica esse desafio. Rupert é inglês e está em Lisboa como professor. Martim nasceu e estudou no Estoril, doutorou-se em Oxford e mantém uma assessoria régia na empresa do padrinho. Os códigos de conduta do meio a que pertence são os únicos que respeita. Rupert vê-se obrigado a mudar o seu modo de vida por força do rigoroso escrutínio das aparências. E tem de negociar a sua liberdade sem ganhar nada em troca. Alheado da realidade, Martim não dá conta dessas zonas de sombra. Conhecido do grande público como poeta e crítico, Eduardo Pitta confirma neste romance as marcas da sua ficção: narrador autoritário e sobredeterminação da pulsão erótica. Foi assim com PERSONA, uma trilogia de contos sobre questões identitárias e aspectos obscuros da guerra colonial, e volta a ser assim com CIDADE PROIBIDA, uma obra em muitos aspectos perturbadora, na licença da linguagem como no relato de vários interditos.

Eduardo Pitta nasceu em Moçambique em 1949. É poeta, ficcionista, ensaísta, crítico literário do Público e autor do blogue DA LITERATURA, por intermédio do qual estende ao espaço público electrónico a sua visão da sociedade. Publicou livros de poesia, ensaio e crítica, uma colectânea de contos e um diário. Cidade Proibida é o seu primeiro romance. Tudo sobre o autor em www.eduardopitta.com

O QUE HÁ DE NOVO?
NA FICÇÃO

A Arte Perdida de Guardar Segredos, de Eva Rice, é um romance a que poderíamos dar o título secreto de “a arte reencontrada do prazer de ler”, um livro que apela às memórias dos grandes prazeres leitores da infância, da adolescência e da idade adulta, que nos assenta na alma como aquela camisola de lã que nunca nos deixa ficar mal – no Verão, à beira-mar, no Inverno debaixo do sobretudo, nas tardes ventosas de Primavera, nas primeiras chuvas de Outono…Um clássico é, sabemo-lo bem, para todas as estações, mas como a Primavera apela particularmente à redescoberta dos prazeres, considerem este romance como a nossa prenda da estação, o nosso ovo de Páscoa…

A crítica disse deste livro de Eva Rice que, se Jane Austen fosse viva, estaria a escrever romances exactamente assim: nós, pela nossa parte, acrescentamos-lhe ainda uma memória de Enid Blyton e da vontade que os livros dela nos davam de saltar para dentro da história e partilhar os piqueniques de Os Cinco e o seu modo de vida muito “british” – é isto mesmo que Penelope Wallace, a sua excêntrica família e os amigos que faz de forma inopinada nos causam – uma vontade de saborear refinada e prolongadamente esta história de sentimentos, passada numa Londres a recuperar dos traumas da Segunda Guerra Mundial, onde o rock’n roll e o glamour do dinheiro americano tanto horrorizam a alta sociedade conservadora e snob como dão origem a uma nova cultura que surge justamente nesta década de 50 e deste confronto: estamos no advento da era dos teenagers.

NA NÃO-FICÇÃO

Paraíso - Uma História da Ideia que Governa o Mundo, de Kevin Rushby, concentra, em cerca de 300 páginas, a história de uma busca que moveu homens e moldou sociedades desde a Antiguidade Clássica, passando pelo Cristianismo, o Judaísmo, o Islamismo, a era dos Descobrimentos e das Luzes, as purgas do século XX que desembocaram em Auschwitz e os paraísos consumistas do dealbar do século XXI. Um livro notável, de leitura imparável, considerado pelo jornal The Independent “excepcionalmente lúcido, estimulante e inteligente” e pelo The Economist como “uma viagem deleitosa e informativa por três milénios de história religiosa e intelectual”.

Estado de Guerra – A História Secreta da CIA e da Administração Bush, de James Risen, fala justamente sobre a perversão a partir de dentro das próprias instituições que foram criadas para defendê-la, de uma ideia de paraíso que é a do “american dream”, perversão que se tornou particularmente visível em termos políticos internacionais nos recentes anos da Administração Bush, com todo o escândalo em torno do 11 de Setembro, do papel da CIA na Guerra do Iraque e da actual crise iraniana. James Risen, jornalista responsável por questões de política interna do The New York Times, vencedor de um prémio Pulitzer, em 2002, com uma reportagem sobre o 11 de Setembro e o terrorismo, profundo conhecedor dos corredores da Casa Branca e das fontes de informação mais extraordinárias e exclusivas, confirma com novas e irrefutáveis provas coisas que o mundo já concluiu (por exemplo, que a CIA tinha provas claras de que o Iraque não possuía qualquer programa de armas nucleares durante a fase anterior à guerra) mas revela outras capazes de chocar o mais empedernido dos cínicos: por exemplo, que foram os Estados Unidos a oferecer efectivamente ao Irão os planos para a construção de bombas nucleares ou que o uso da tortura em prisioneiros foi sancionado pelos principais conselheiros do presidente.

Ana Maria Pereirinha
Editora-Adjunta
apereirinha@quidnovi.pt


Museu Municipal de Caminha

No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), está aberto ao público de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados e Domingos das 09.30 ás 12.30 e das 15.00 ás 17.00. No que respeita ao horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), de Segunda a Sexta - Feira funciona das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00 e aos Sábados e Domingos das 10.00 ás 12.00 e das 15.30 ás 18.30.

Biblioteca Municipal de Caminha

No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), à Segunda - Feira funciona das 9.00 ás 13.00, de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados das 09.30 ás 12.30. No horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), o período de funcionamento é de Segunda a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00.

Biblioteca Municipal de Vila Praia de Âncora

Horário - Segunda a Sexta: 9h30 / 18h00 (contínuo)
Sábado: 10h00/13h00
Encerra ao Sábado de tarde e Domingo
Telefone: 91 22 26 479

ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA
Autor
Joaquim Vasconcelos
Ambiente
Animação
Cultura
Desporto
Distrito
Educação
Empresas
Freguesias
Galiza
Justiça
Óbitos
Pescas
Política
Roteiro
Tribuna
Turismo
Saúde
Sucessos
MEMÓRIAS
DA
SERRA D'ARGA
Autor
Domingos
Cerejeira