Jornal Digital Regional
Nº 334: 7/13 Abr 07 (Semanal - Sábados)
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Gastronomia de Páscoa no Alto Minho

O compasso já anda na rua! Vizinhos e amigos apressam-se a desejar as "Boas Festas" ao dono e ao pessoal das casas: Boas Festas alegres / Corporais e espirituais / Ressuscitou Nosso Senhor / Aleluia … Aleluia …

Atapetam-se as ruas e os caminhos de palmas, espadanas e flores. E aquela amálgama de gente corre, de casa em casa, não esquecendo um vizinho, pobre ou rico, um amigo. É um reboliço! Há risadas e gritos, "trocas" de conversados. Beijos e abraços. Alguns mesmo, já não cabem na "sala grande" e espalham-se por outros compartimentos.

A dona da casa aflita, já não sabe a quem atender, se ao rapazio que mexe em tudo, se aos amigos e familiares que, por tradição, ali vão beijar a Cruz.

Quando chega o compasso é o Pároco que saúda todos os presentes dizendo: "Paz a esta casa e a todos os seus habitantes, Aleluia", enquanto asperge com água benta a "sala grande" onde, por hábito, está colocada a "mesa".

Depois, o mordomo dá a cruz a beijar ao dono que, depois de beijar a cruz, a dá a beijar aos presentes.

O dono da casa ou a pessoa mais velha convida, então, o senhor Abade a sentar-se um bocadinho (que a caminhada é grande), oferecendo-lhe da "mesa" onde nada falta, desde o arroz doce até ao "sortido", passando pelo vinho da última colheita que graças a Deus, era de estalar … até ao vinho "fino", gerupiga ou algum licor conventual.

Entretanto, o mordomo deixou a cruz a descansar em cima da cama do casal.

As pessoas abeiram-se, ordeiramente, da mesa e tudo come sem cerimónia, distinguindo, no entanto, o dono da casa, o pessoal do "compasso" a quem, depois, entrega o "folar" do senhor Abade (actualmente dinheiro num sobrescrito fechado) e outras esmolas para as Almas e o Senhor, não esquecendo, também, o folar do rapazio da campainha e da caldeira.

Localidades há ainda na Ribeira Lima, onde o folar do Pároco consta de géneros que são oferecidos conforme as posses de cada um; uma ou mais dúzias de ovos, feijão ou milho, carne de porco, arroz, açúcar, etc., "folar" este colocado previamente na "mesa" do compasso sobre alva toalha de linho e que as lavradeiras recolhem para os cestos (os ovos, o feijão e o milho eram depois vendidos na feira mais próxima; o açúcar, o Abade guardava-o pois não se estragava; o arroz, entregue na mercearia e trocado directamente, pelo ano fora, por outros géneros).

Por vezes, também, são oferecidos "raminhos" que estão espetados em laranjas ou maçãs e que os mordomos levam para a Igreja Paroquial.

Em Serdedelo (Ponte de Lima), nas casas com raparigas solteiras, estas esperam o senhor Abade à entrada da porta, oferecendo-lhe um "raminho" que deverá transportar até outra casa onde lhe entreguem novo "raminho".

Em casas mais pobres os folares do senhor Abade e do Mordomo (açúcar, arroz e ovos e para o rapaz da campainha a laranja cortada com uma moeda branca), são colocados numa cómoda, junto ao crucifixo.

Se no lar tiver falecido alguém durante o ano é costume o pároco rezar um responso por alma do defunto.

O Jantar da Cruz

Ao meio dia, compete ao Mordomo da Cruz, noutras terras, ao Juíz, oferecer o "jantar" da Mordomia, por norma, um jantar de "substância", que varia, também, de aldeia para aldeia e que vai desde, os entreténs de boca - com orelheira, toucinho, chouriças da matança, bolinhos de bacalhau, bacalhau frito, broa e azeitonas, a que se seguem os filetes de pescada de Viana, a vitela assada, o sarapatel de cabrito, o pica no chão, para terminar na sopa de cozido e no cozido à minhota..

À sobremesa não pode faltar o bate (pão de ló), o leite de creme queimado, o arroz doce, a aletria com desenhos de canela, os "papudos", os doces de sequilhar, os bolos brancos (de gema), os rosquilhos, os beijinhos de Páscoa, as amêndoas, os rebuçados da Paixão.

O vinho é de pipa, fazendo gala o Mordomo que seja o melhor da adega. No final, uma girândola de foguetes diz que o "jantar" já terminou e que o ritual vai continuar da parte de tarde, visitando os restantes lugares e casas da freguesia.

Em Fontão, e em Meixedo, durante o "jantar", às vezes mais de 400 pessoas, é eleito o Mordomo da Cruz numa cerimónia que consiste, no seguinte: o actual Mordomo entrega a uma criança um ramo de laranjeira que, calculadamente, o deixa ficar no lugar onde se encontra a "vítima" ou o "brioso" que deverá "carregar a cruz do próximo ano" o que significa, também, fazer e pagar o "jantar da Cruz".

O "compasso" em Vitorino das Donas tem uma singularidade especial. Deu-lhe origem, conforme reza a tradição, a proibição do uso do chapéu por parte dos homens quando presentes a actos religiosos.

E, vai daí, o pessoal do "compasso" arranjou maneira de se livrar do rigor do sol. Mordomos da Cruz e do Senhor, rapazes da caldeira e campainha, toca a usar os célebres "cachenés" dos fatos à vianesa, atados segundo o jeito das mulheres.

Também, o Mordomo que arrecada o "folar" para o Senhor Abade tem que ser distinguido e, por isso, obrigado ao uso de uma toalha branca, de puro linho, a tiracolo. A visita pascal faz-se, usualmente, no Domingo e na segunda-feira de Páscoa.

Terras há, no entanto, em que , por tradição, sai o "compasso" também no Domingo de Pascoela ( Vila Praia de Âncora onde é a tradicional visita às Colectividades).

Os Folares

Tradição antiga, que se vai perdendo! Os padrinhos costumavam dar aos afilhados pela Páscoa dois "petins" (pão de trigo), conforme a idade deles. Folar, também, se chama à oferta ao "Prior" em tempo de Páscoa de um bolo, uma rosca ou um pão-de-ló, uma galinha, sobretudo, ovos, muitos ovos. Os tradicionais ovos de Páscoa! Tintos com anilina, hoje, de chocolate, enfeitados de mil cores. Mas, folar ainda o que as raparigas dão aos namorados em agradecimento ao que lhes deram no Natal e em "paga" das fitas do Carnaval - as serpentinas (castelinhos de palma). Mas o folar mais tradicional é, sem dúvida, o bate (pão-de-ló), de fabrico caseiro.

Receitas

Sarapatel da Casa de Valinhas (Receita cedida por Dª Ester Magalhães de Araújo – Ponte de Lima)

Ingredientes (para 4 pessoas)
2 dls de azeite, 1 kg de miúdos de cabrito, a kg de cebolas (grandes), vinagre q.b, chouriço de carne q.b., sal, pimenta q.b e 1 folha de louro.

Num tacho deita-se o azeite, a cebola picada e quando estiver cozida, transparente, a começar a alourar, deitam-se os miúdos de cabrito que devem ser cortados aos bocadinhos. Estando cozido deitam-se os temperos. Numa tigelinha desfaz-se a colher de farinha de trigo à qual se junta umas gotinhas de vinagre e uma de calda de sopa, o suficiente para desfazer a farinha. Deita-se este preparado no refogado e vai ferver mais um pouco. Finalmente, deita-se a salsa picaidnha, ferve-se mais um bocadinho e serve-se enfeitado com azeitonas. Acompanha-se com arroz branco. O sarapatel deve ficar bem picante.

Chora, também, Chorinha – Receita cedida por Francisco Sampaio

Sopa usada nos mares da Groenlândia pelos nossos pescadores das Terras do Bacalhau. "Chora" de saudade, de nostalgia da terra, da mulher e dos filhos, da sopa partilhada com a Família. O bacalhau fresco era o Rei. A "folha" seguia para terra e consequente secagem em Viana e Darque. As cabeças eram, então, aproveitadas para a "chora", cabeças, aliás, que constituíam a parte mais saborosa do peixe. Em terra o pescador bacalhoeiro na falta da cabeça do bacalhau e quando lhe apetecia uma "chora" procurava uma boa cabeça de peixe "grosso". Escolhemos, para esta sopa, o "robalo".

Receita
Numa panela de água com sal, uma cebola e tomate maduro põe-se a cozer duas ou três boas cabeças de robalo. Ferve bem e, depois de cozido, com uma escumadeira, retira-se o peixe com cuidado para uma travessa. Tiram-se as espinhas e todas as cartilagens. Numa panela ao lado, faz-se um estrugido com azeite, um pouco de banha, dente de alho picado, tomate descascado, cebolinha e deixa-se apurar. Acrescenta-se água onde cozeram as cabeças. Quando estiver a ferver junta-se-lhe o arroz e o peixe. Tempera-se com pimenta branca, um pouco de colorau doce. (Recolha Restaurante Ibraim – Tio Laró – Vila Praia de Âncora)

Arrozada de Galarós do Poleiro das Pitas – Receita cedida por Francisco Sampaio

Primeiro: ser mesmo caseiro de ovos de boa galinha poedeira galados por galos e deitados a chocar em lua nova, sem outro epíteto que não seja do quinteiro alimentado a couves e milho amarelo.

Segundo: não abusar dos temperos (esses guardem-nos para os ditos de aviário e muitos são pouco). Depois de cortado a gosto dá-se-lhe um banho simples com vinagre, vinho verde branco e sal. Nada de vinha de alhos.

Terceiro: um bom estrugido bem puxado de azeite e banha (nada de óleos), com colorau, pimenta branca e muita salsa picadinha. O galarós vai a estufar sem se deixar apurar demasiado.

Quarta nota: o arroz gomadinho. O excesso de gordura em que foi refogado o Galarós tira-se da panela. O "fundo" é que fica para a calda. Leva chouriço e bocadinhos de presunto da casa. Antes de abrir o greiro deita-se o sangue. Junta-se o franganote (sem gorduras), a tempo da fervedura final.

Último conselho: medir bem as quantidades de sangue e de calda (para não ficar aguado) rectificar temperos, dar tempo suficiente antes da fervura para que as carnes se impregnem dos elementos componentes. Serve-se a fugir. «

Aletria» (Receita cedida por D. Maria Luisa Araújo – Terras de Bouro)

Deita-se 1 kg de aletria de cozer em água a ferver com uma colher de sopa de azeite.

Quando estiver meia cozida, retira-se, escorre-se numa peneira e vai a acabar de cozer em leite com açúcar. Logo que cozida retira-se e põe-se de novo a escorrer. Em panela à parte, põe-se a ferver ½ litro de leite com casca de 1 limão, 12 flores de laranjeira fresca ou de conserva, 12 ovos (12 gemas e 3 claras batidas), 100 gr de amêndoas torradas e picadas grossas. Quando pronto, envolve-se neste molho aletria cozida, e vai de novo ao lume a ferver mais um pouco, em lume brando.

Deixa-se arrefecer e serve-se polvilhada de canela e enfeitada com amêndoas inteiras.

Bucho Doce (receita de D. Maria Augusta Solheiro - Melgaço)

Ingredientes: 1 bucho de porco.

Preparação: Depois de limpo o bucho de porco, enche-se de ar e põe-se a secar ao fumeiro. Depois de seco, põe-se de véspera de molho, e lava-se por dentro e por fora. De véspera, faz-se a seguinte massa para o encher: uma peça de (miolo) de pão de trigo; 12 ovos; ¼ Kg de açúcar; 2 colheres de toucinho derretido; um pouco de canela em pó. Esfarela-se o miolo, junta-se-lhe as gemas batidas e o açúcar. Batem-se as claras em castelo, juntam-se à massa, assim como a canela e a banha (toucinho derretido). Depois de bem mexida esta massa, enche-se três partes do bucho, para que ao cozer, a massa cresça e não rebente. Coze-se a abertura do bucho, deixando uns fios para enfiar um pau para suspender na boca do pote, embora fique todo metido em água a ferver, é preciso de vez em quando, picá-lo com um alfinete, para sair o ar e ver se está consistente pois é sinal de que está cozido. Finalmente descoze-se o bucho e desenforma-se. Está pronto a servir.

Pão de Ló da D. Albina - (Receita cedida pela D. Albina Reis – Mazarefes, Viana do Castelo)

500 gr de açúcar / 250 gr de farinha / 9 ovos / 1 colher de sopa de fermento / raspa de limão

Batem-se as gemas com o açúcar e a raspa de limão. Depois de bem batida a massa acrescentam-se as claras em castelo, as quais devem ser apenas misturadas e por fim lança-se a farinha e o fermento que deve ser peneirado. Mistura-se tudo em cruz. Leva-se ao forno em forma de pão de ló que antes deve ser untada de manteiga e polvilhada de farinha. (Dá um bolo grande).

Arroz Doce à Moda de Afife (Receita cedida por Maria Moreira Alves – Casa das Maceiras – Afife)

Limpa-se a caldeira de cobre até ficar bem polida e isenta de qualquer oxido. Posta ao lume deita-se um Kg de arroz com água para o arroz estalar e um pouco de sal, juntam-se três litros de leite e um pequenos limão lanhado verticalmente sem que os lanhos cheguem ao sumo, mexe-se até ferver com um pau de figueira esfolado. Depois de ferver, retira-se o limão e junta-se um Kg de açúcar branco continuando a mexer de forma a que não fique seco nem com muita goma.

Deita-se o arroz em pratos e enfeita-se com desenhos feitos a gosto com canela em pó. Serve-se a temperatura ambiente.

Sonhos - (Receita cedida por D. Corina Souto Coelho – Viana do Castelo)

Ingredientes: ½ kg de farinha de trigo / ½ litro de leite / 8 ovos inteiros (grandes) / 100 grs de manteiga / 3 colheres de sobremesa de açúcar / Casca de meio limão / ½ kg. de açúcar para a calda/ 1 colher de sobremesa de canela em pó

Preparação: Põe-se ao lume um tacho com leite, o açúcar, a manteiga e o limão. Estando a ferver, junta-se a farinha e mexe-se bem ( tendo tirado antes a casca do limão). Depois da farinha estar cozida retira-se do lume e deixa-se esfriar um pouco. Junta-se os ovos, umde cada vez, mexendo-os bem deixando os últimos para quando a massa estiver quase fria e bate-se com a mão mais ou menos um quarto de hora.

Por último, junta-se o fermento e acaba-se de bater. Deixa-se repousar uma hora e depois fritam-se com bastante óleo e pouco lume. Faz-se uma calda de açúcar em ponto leve e junta-se a canela. Deixa-se esfriar e passam-se os sonhos por esta calda.

Doce de Romaria (popular)

Costume que infelizmente vai desaparecendo, das Romarias do Alto Minho, com a adulteração que cada vez mais se afirma com a presença de "ambulantes" que trazem tudo para as festas, substituindo-se às antigas doceiras, que de uma maneira artesanal confeccionavam o doce de romaria. Rosquilhos, papudos e "bate" eram os três doces que mais se vendiam na romaria, todos eles muito próximo daquilo que primitivamente era designado como "pão doce". A receita dos rosquilhos e papudos é a seguinte: preparada a massa com farinha triga e água à qual se juntam manteiga, açafrão, fermento, sal e açúcar, fica a levedar durante duas horas. Depois, as mãos das doceiras moldam os rosquilhos e os papudos que são colocados em tabuleiros polvilhados de farinha triga para não "apegar". Vai ao forno de lenha, com a porta sempre aberta, até alourar. Levam cobertura de açúcar refinado. O "bate" tem a mesma preparação da massa. Depois, vai ao forno em alguidar de barro.

Informação RTAM




TURIHAB aprova Relatório, Balanço e Contas em Assembleia Geral

Ano de Excelência para os Solares de Portugal

Na mesa, da esquerda para a direita, João Azeredo, António Carlos Pinto Ribeiro (presidente da AG) e Isabel Santiago Sottomayor. Em pé Francisco de Calheiros (presidente TURIHAB).

Os associados da TURIHAB aprovaram o Relatório, Balanço e Contas do ano de 2006 dos Solares de Portugal, em reunião de Assembleia-Geral realizada em Ponte de Lima.

Com uma grande adesão dos associados que se deslocaram de todo o país, 2006 foi considerado o ano de excelência para a Associação do Turismo de Habitação, que marcou fortemente a vida da instituição e das casas associadas. Os associados foram unânimes num voto de louvor à Direcção da TURIHAB e a todos os colaboradores da associação.

2006 destacou-se pela conclusão do projecto de Qualificação dos Solares de Portugal com a ERS3001TER, pela APCER, e da Certificação da rede Solares de Portugal com a Marca Portugal, pelo ICEP.

Na cooperação internacional, a TURIHAB concluiu o Projecto EUROTRAD – Europa das Tradições - Uma Ponte entre Euroregiões, que originou a criação de novas associações em Espanha, Itália, Áustria, Hungria, inspiradas no modelo da Europa das Tradições.

Na cooperação transnacional com o Mercosul, a TURIHAB foi eleita, em 2006, para a Presidência da Assembleia-geral do Consórcio Fazendas do Brasil. Assinou um Protocolo com a RATUR, para desenvolver o Turismo no Espaço Rural na Argentina.

Em pé, Bruno Cortes durante a apresentação

Certificação dos Solares com Marca Portugal

2006 fica marcado pela certificação da marca Solares de Portugal com a “Marca Portugal”, atribuída pelo ICEP. “Trata-se de uma certificação oficial e como tal é um reconhecimento da importância da marca, dotando o produto de mais valor, credibilidade e prestígio. É um sinal eficaz de notoriedade, qualidade e uma aposta de sucesso, tanto para consumidores finais, como para o público profissional” – www.portuguesebrands.com. Esta certificação é o culminar do projecto de Qualificação dos Solares de Portugal. Este projecto permitiu consolidar o papel dinamizador da TURIHAB contribuindo para o reforço da relação com os seus associados; permitiu constituir um modelo referência para o TER; dinamizar um processo de melhoria contínua e assegurar uma evolução gradual da qualidade.

Permitiu também promover este processo de qualificação ao âmbito europeu, através das parcerias da rede Europa das Tradições, que constituiu uma referência de qualidade e melhoria contínua para os parceiros e contribuiu para a competitividade internacional dos Solares de Portugal.

A certificação da rede Solares de Portugal, com carácter demonstrativo, permitiu consolidar parcerias estratégicas, fundamentais para o desenvolvimento do turismo português de forma sustentável e para a implementação do modelo criado no âmbito da Qualificação.

Clientes com grau de satisfação elevado nos Solares de Portugal

Durante o ano de 2006 foram implementados questionários aos hóspedes, de forma a avaliar a Qualidade de Serviço das Casas da rede Solares de Portugal. Obtiveram-se resultados muito encorajadores, uma vez que, da análise feita às opiniões expressas nesses questionários que analisaram nove itens (acolhimento, atendimento, alojamento, quarto, serviço, pequeno-almoço, informação, conforto e segurança, localização da casa e sua envolvente), numa escala de 1 a 5, a média verificada foi de 4,71, o que revela um grau de satisfação muito elevado.

Taxa de Ocupação média aumenta em 2006

Os Solares de Portugal fecharam o ano de 2006 com uma maior ocupação relativamente ao ano anterior, o que revela uma tendência de evolução positiva. Em 2006 registou-se uma taxa de ocupação anual média de 17%, verificando-se uma recuperação, face aos valores do ano anterior (taxa de ocupação anual média de 15%).

Solares ligados online

Durante a Assembleia-Geral decorreu uma apresentação do novo sistema de reservas da Center, a Central Nacional de Turismo no Espaço Rural. A partir de agora, os Solares de Portugal estão ligados a um sistema de reservas online, que vai permitir mais rapidez e facilidade no processo de reservas e comunicação entre as Casas, a Central de reservas e os Operadores Turísticos. Ainda durante este ano, também os clientes vão poder aceder a este sistema, tendo acesso à disponibilidade das casas através da Internet.

Foi apresentado também o novo sistema de vouchers on-line, que a TURIHAB e a CENTER desenvolveram conjuntamente para aquisição de vouchers. Estes vouchers poderão ser acumulados e trocados por noites em qualquer casa dos Solares de Portugal. A promoção enfatiza que a oferta de uma estadia poderá ser o presente ideal para surpreender alguém querido numa data muito especial.

Os vouchers são impessoais, podendo ser usufruídos por outras pessoas que não os seus compradores. De valor variado, é possível acumular vouchers até completar o valor das estadias pretendidas. A validade dos vouchers é de um ano, o que permite planear calmamente as férias ou escapadas em suaves prestações.

A aquisição de vouchers online faz-se através de um método fácil e seguro. A negociação é efectuada sobre um protocolo de segurança com uma chave de encriptação de 256 bits.

A aquisição destes vouchers pode ser efectuada através dos website www.center.pt e www.solaresdeportugal.pt.

Informação TURIHAB
ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA
Autor
Joaquim Vasconcelos
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