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JOSÉ ANTÓNIO SARAIVA NA BIBLIOTECA MUNICIPAL
"ROMANCE FOI UM RISCO"
"AINDA VEREMOS SUICÍDIOS EM DIRECTO NA TV"
O último dos colóquios realizados pela Biblioteca Municipal de Caminha, dentro do Ciclo "A Dualidade dos Prazeres", foi dedicado à temática escrita/romance, trazendo até nós José António Saraiva -arquitecto, jornalista e escritor-, fazendo a sua terceira apresentação a nível nacional, do romance "O Último Verão na Ria Formosa", uma obra em que o autor pretendeu que o "leitor se esquecesse que estava a ler".
Essa sensação foi confirmada por um dos participantes no colóquio -José Manuel Villas-Boas- que já tinha lido este romance de ficção, "um livro com história, mas mais do que isso, a descrição de uma paixão entre um homem e uma mulher", assim o definiu José António Saraiva, reportando-se a um período (marcelismo) de "transições e incertezas", balançando entre a "vida e a morte", com recurso a uma linguagem "enxuta, limpa mas simbólica", acrescentou. |
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A NECESSIDADE DE DIZER COISAS
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Considerou ter sido um risco esta aposta, "criando uma realidade a partir do nada, muitas vezes, sentindo-me perdido no alto-mar", sujeito a todas as "críticas, sem defesa nenhuma" ao invés do que sucede num jornal, em que existe uma "instituição e uma redacção" por trás. Referiu, contudo, que tal "angústia" foi compensada com a necessidade de "dizer coisas que não podem ser ditas de outra maneira, que não sejam através do romance ficcionista", embora com recurso a personagens "verosímeis". |
Aliás, ao comentar com Mário Soares o projecto de lançar um romance, as suas palavras não poderiam ter sido mais encorajadoras: -" Acho muito bem que o faça. Se tem isso lá dentro, deite-o cá para fora!". Até porque o ex-presidente da República também chegou a pensar em escrever um romance, só não o fazendo por receio à apreciação eventualmente desfavorável da classe política, revelou JAS.
O director do jornal Expresso explicou aos presentes o quão importante foi a sua simbiose técnica (arquitectura)/jornalística na concepção do livro, permitindo-lhe uma "entrega total" e em que ele pensou ter "esgotado tudo", mas...outra obra poderá estar na forja.
"AINDA VEREMOS SUICÍDIOS EM DIRECTO NA TV"
Seria impensável escutar José António Saraiva abordando unicamente uma vertente romanesca neste colóquio, sem tocar no "bichinho" do jornalismo. Ele próprio não abdicou deste propósito no início da palestra, destacando três pontos a seguir: Jornalismo; ficção e sua linguagem e o próprio livro. |
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Na qualidade de homem da imprensa, realçou a perniciosidade do poder do jornalismo na influência que exerce actualmente nos políticos, condicionando as suas decisões, o mesmo sucedendo com um eleitorado geograficamente situado no litoral do país, na casa do milhão de pessoas, habitualmente leitor de jornais -a despeito do decréscimo verificado com muitos títulos, que não o Expresso, esclareceu- e que se torna no "fiel da balança" em qualquer acto eleitoral.
"A própria consciência do jornalista do poder que detém, por si só, é um factor negativo que o pode levar a ser "actor" e não "testemunha da realidade", fazendo-o "intervir no jogo político, perdendo o seu valor".
Muitas vezes, o jornalista também é tentado a escrever de acordo com os desígnios das suas "fontes de informação", outra das perversidades que assolam a classe nos dias de hoje, embora reconheça a importância deste "privilégio" que assiste aos jornalista e que o próprio semanário cultiva com prioridade e rigor, assinalou.
PROMISCUIDADE
Neste campo de influências, JAS acrescentou que nunca elabora uma primeira página do seu jornal no intuito de manipular o leitor, ciriticando ainda quem escreve a contento dos seus colegas de profissão (ou de políticos), esquecendo que o destinatário final do seu trabalho é o público.
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Entrando no campo da televisão ("actualmente, mero entretenimento"), e em que a assistência também colaborou, José António Saraiva reconheceu que ela se tem dirigido a um estrato social cada vez mais baixo, considerando "inaceitável" o que se assiste hoje em dia, mas temendo que o nível ainda baixe mais, não estranhando que ainda vejamos "suicídios em directo", a |
troco de pagamentos a famílias carenciadas, cuja morte de um dos seus membros poderá significar a resolução de problemas financeiros graves no seu seio.
INDEPENDÊNCIA
Colocado perante a evidência de o seu jornal e uma estação de televisão pertencerem ao mesmo grupo empresarial, podendo constituir motivo de retracção quando chamado a analisar o comportamento da SIC, JAS reforçou a ideia de autonomia perante ela, tendo várias vezes manifestado reservas face à sua actuação o que equivaleu à não existência de um bom relacionamento entre ambos.
Reafirmou a sua "intransigência" perante o comportamento da SIC, o que leva essa estação de TV a pensar existir "animosidade" para com ela.
Neste cenário, o conferencista patenteou um posicionamento favorável à manutenção do canal público, como forma de existência de uma alternativa dirigida a uma audiência de 10/15% de telespectadores que não se revê neste pântano lodoso da TV privada.
Aproveitando financiamentos comunitários, o Ministério da Cultura vai disponibilizar 7 mil contos à Banda Musical Lanhelense e mil à de Caminha a fim de renovarem o seu instrumental.
Atendendo a que esse programa apenas subsidia em 75%, foi estabelecido um protocolo com a Câmara Municipal para que esta autarquia pague por fases, os 10% que lhe foi sugerido comparticipar, cabendo ao próprio ministério e às bandas completar o restante.
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HORA |
LOCAL |
GRUPO |
23 JUL |
22h00 |
Praça Calouste Gulbenkian Caminha |
AÍDA - Orquestra do Norte |
| 26 OUT |
21h30 |
Igreja Matriz Caminha |
Orquestra do Norte |
15 DEZ |
21h30 |
Igreja Matriz V.P.Âncora |
Orquestra do Norte |
| 7 e 9 Jun |
SCOTTISH OPERA |
"Inês de Castro" de James Macmillan |
Coliseu |
| 8 e 9 Jun |
ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO |
Direcção de Manuel Ivo Cruz |
Claustros do Mosteiro de S.Bento da Vitória |
| 8 Jun |
SCOTTISH OPERA ORCHESTRA |
Noite Wagner |
Europarque |
| 3, 10, 17 e 24 Jun |
Jogos Populares |
Iniciativas ligadas às festas populares |
Jardins do Palácio de Cristal |
| 3 a 17 Jun |
IV ENCONTRO DE BANDAS FILARMÓNICAS |
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Foz do Douro |
| 2 Jun a 31 Ago |
BIENAL JÚLIO RESENDE |
Mostra de trabalhos de um concurso nacional cujo juri é presidido por Júlio Resende |
Auditório Municipal de Gondomar |
| 2 Jun |
Jazz 2001 |
Sclavis, Frith/Drouet (França); Nuno Ferreira (Portugal) |
Auditório de Serralves |
| 1 e 2 Jun |
CICLO III CLARMEET OPORTO |
Orquestra Nacional do Porto |
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| 31 Mai a 3 Jun |
Teatro "LULU, A CAIXA DE PANDORA" |
Espectáculo abertura do FITEI |
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| 23 Mai a 10 Jun |
FEIRA DO LIVRO |
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Pavilhão Rosa Mota |
| 12 Mai a 1 Jul |
EXPOSIÇÂO DE PINTURA |
Juan Uslé |
Jardins e Tenda no Palácio de Cristal |
| 25 a 27 Maio e 1 a 3 Jun |
CICLO TEATROS DO OUTRO |
"Atutoria" |
Colégio de Stº António |
| 4 Mai a 26 Jun |
POST-ROTTERDAM, ARQUITECTURA E CIDADE APÓS A TÁBUA RASA |
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Galeria do Palácio |
| Abr a Dez |
TRADIÇÕES, EVENTOS DA MEMÓRIA |
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Associações e espaços públicos do Porto |
| 10 Abr a 17 Jun |
FERNANDO LANHAS |
Exposição de pintura, arquitectura, etc |
Museu de Serralves |
| Mar a Set |
ESCULTURAS |
Grandes esculturas interpretando os temas "O Estranho, Terrível Outro" |
Vários locais da cidade |
| Mar a Set |
TRUPE DOS SÁBIOS |
Apresentação de teatros de rua |
Vários locais da cidade |
| Mar a Set |
CICLO "OS OUTROS EM EU"_ Objecto DNA |
Uma mega-apresentação do DNA, plasticamente atraente e inovador |
Diversos locais na cidade |
| Mar a Dez |
O ETERNO FEMININO |
Colecção de arte organizada a partir do espólio de Vitorino Ribeiro |
Partida:Biblioteca Almeida Garrett |
| Mar a Dez |
EMBANDEIRARTE |
Artistas plásticos concebem uma bandeira original |
Vários locais da cidade |
| 17 Mar a 22 de Set |
LETRAS EM TRÂNSITO |
Percursos com o escritor Mário Cláudio |
Partida:Biblioteca Almeida Garrett |
| 16 Mar a 1 Jul |
GUILHERME BONFIM BARREIROS |
Exposição |
Csa do Infante |
| 16 de Mar a 14 Set |
OS OUTROS EM EU |
Série de Conferências |
Biblioteca Municipal Almeida Garrett |
| Fev a Dez |
O FUTURO DO FUTURO:DA MATÉRIA AO PENSAMENTO |
Ciclo de Conferências |
Biblioteca Municipal Almeida Garrett e outros locais |
| Janeiro/Junho |
Cinema e Audio Visuais |
Conjunto de work- shops sobre imagem, som e montagem, destinado a crianças e adolescentes |
Vários |
| Janeiro a Junho |
Retrospectiva Estúdios Aardman |
Mostra de filmes da produtora britânica de Peter Lord e Nick Park |
A definir |
| Janeiro a Dezembro |
Artes Plásticas e Arquitetura |
Projectos de artistas para os Jardins de Serralves |
Museu de Serralves |
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Quem quiser reservar bilhetes da programação de PORTO 2001 poderá fazê-lo através da Internet (www.porto2001.pt), realizando o pagamento pelo multibanco até às 21H do dia seguinte.
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A Temas e Debates propõe um conjunto de obras que irão certamente fazer sucesso, quer nas livrarias, quer nas Feiras do Livro. Temos livros excelentes para todos os gostos e quase todas as idades: desde o romance até ao ensaio, dos divertidos livros juvenis aos eternos clássicos.
O segundo volume de Álvaro Cunhal - Uma biografia Política, de José Pacheco Pereira, abre a nossa lista de livros deste mês. Nesta biografia, que já se tornou um clássico, Pacheco Pereira fez uma investigação rigorosa tendo encontrado numerosos documentos inéditos, que permitiram uma reinterpretação dos acontecimentos entre 1941 e 1949. Prepare-se, porque não conseguirá pousar este livro, pois devora-se como um romance.

Para uma das colecções preferidas do nosso público, "Ficção-Verdade", foi editado O Convidado do Futuro - uma obra que relata o encontro tão célebre quanto breve entre Anna Akhmatova e Isaiah Berlim.
De um dos mais promissores escritores da contemporaneidade, Alain de Botton, chega-nos um livro apaixonante sobre as problemáticas relações amorosas - O Movimento Romântico. A divertida história de Eric e Alice, uma publicitária que ainda acredita no amor, vai indubitavelmente proporcionar-lhe umas excelentes tardes de leitura.
Para os mais novos temos os volumes da já conhecida colecção "Os Ratos de Biblioteca": A Guerra de Éliane, Pânico no Ribeiro e A Vingança do Domador de Ratos. E, especialmente para as raparigas, chamamos a atenção para os títulos da nossa série juvenil de auto-ajuda: As Raparigas são o Máximo e Tudo sobre a Amizade.
Dos sempre actuais clássicos de Eça de Queirós publicamos o Primo Basílio e a Relíquia.
Título: Álvaro Cunhal - Uma Biografia Política
"Duarte", o Dirigente Clandestino
Autor: José Pacheco Pereira
Editor: Temas e Debates
Colecção: Factos e Figuras
Nº de páginas: 908
Cunhal era o homem da caneta, o homem da palavra e o homem das reuniões, o burocrata-mor do grupo, não menos corajoso ou dedicado por isso, mas nem o agitador, nem o organizador, nem o controleiro.
A obra:
"Durante oito anos, Álvaro Cunhal vai viver clandestino, sem conhecer um dia de legalidade, até ser preso em 1949 […] Ao entrar na clandestinidade e assumir o posto no Secretariado do PCP, Cunhal abandona, durante os anos da sua maturidade, qualquer esperança de uma vida normal. Não pode andar como toda a gente, não pode ir ao cinema […], não pode ir ver museus e exposições, não pode sequer aparecer, como fazia antes, de noite e de surpresa, à porta dos seus amigos […] para falar de quadros e pinturas e livros e política. Na clandestinidade não há vida familiar, vida afectiva, vida sexual, vida. Há demasiada pressa, muita simulação, demasiados olhares em volta, muita estranheza para permitir, seja sequer com os vizinhos, qualquer relação fora da comunidade clandestina. É um quotidiano que só a política e a dedicação à causa milenar do comunismo e da História tornam suportável […]
Cunhal criou da sua clandestinidade o mito do "homem da bicicleta", mas no PCP os "homens da bicicleta" foram essencialmente outros, Pires Jorge, Guedes, dezenas de funcionários pouco conhecidos que realizavam o trabalho de controleiros.
O Autor:
José Pacheco Pereira é professor no ISCTE e na UAL e deputado ao Parlamento Europeu pelo PSD. É ainda autor de vários livros sobre a história dos movimentos sociais e políticos contemporâneos.
Título: O Convidado do Futuro
Autor: Gyorgy Dalos
Editor: Temas e Debates
Colecção: Ficção Verdade
Nº de páginas: 184
Sabia que, em 1945, Isaiah Berlin conheceu a poetisa Anna Akhmatova?
A obra:
Em 1945, Isaiah Berlin, funcionário do Ministério dos Negócios Estrangeiros britânico, conheceu Anna Akhmatova quase por acaso em Leninegrado. Esse encontro, que durou catorze horas, foi uma experiência que mudou as suas vidas e representou um momento crucial na história literária. Para a poetisa, Berlin era um "convidado do futuro", futuro esse em que a sua obra sobreviveria ao pesadelo do estalinismo. Para o pensador britânico, o encontro foi um regresso à "sua" pátria (Berlin visitara Sampetersburgo em criança) e um incentivo à troca de ideias sobre liberdade e história.
Contudo, o encontro teve consequências trágicas. Para as autoridades soviéticas, Berlin era considerado um espião britânico, pelo que Akhmatova se tornou o inimigo público número um do regime, passando a ser constantemente vigiada pelo KGB. Ela própria ficou convencida de que a Guerra Fria datava do seu encontro com Berlin, mas não hesitou em escrever-lhe alguns dos mais belos poemas de amor do século XX.
Durante a elaboração do presente livro, escrito com a fluidez de um romance, György Dalos entrevistou Isaiah Berlin e outros contemporâneos de Akhmatova e teve acesso aos ficheiros do KGB. A sua obra é, pois, também uma homenagem ao conflito amargo entre os escritores dissidentes e o Estado soviético.
O Autor:
György Dalos nasceu em Budapeste em 1943 e foi leitor de História da Alemanha na Universidade de Moscovo. Banido do Partido Comunista húngaro em 1968, tornou-se um membro activo da oposição democrática. Vive actualmente em Berlim, onde dirige o Instituto de Cultura Húngara. Romancista traduzido em dez línguas; foi galardoado com o prémio Adelbert von Chamisso em 1995.
Sobre o livro:
György Dalos acrescenta detalhes imprescindíveis e um contexto mais abrangente ao ensaio de Isaiah Berlin sobre o seu encontro com Anna Akhmatova. Uma das maiores qualidades deste livro está na perspectiva com que aborda a cultura soviética, tão monstruosa e absurda que hoje nos parece inacreditável.
Boston Globe
O autor tem coisas muito interessantes a dizer sobre a forma como Estaline se interessou pessoalmente pelos poetas e escritores que depois perseguiu.
New York Review of Books
Este livro intrigante prova como o encontro de dois intelectuais diz mais sobre o período que se seguiu à Segunda Guerra Mundial na Rússia do que qualquer Congresso do Partido Comunista soviético.
The Times
Título: O Movimento Romântico
Autor: Alan de Bottom
Editor: Rocco
Como conhecer o nosso parceiro? Porque é o ciúme por vezes salutar? E, talvez a mais importante pergunta de todas, qual é a relação entre o amor, o sexo e ir às compras?
A obra:
>O primeiro romance de Alain de Botton, Ensaio sobre o Amor, foi considerado "uma viagem deslumbrante e original, erudita e espirituosa através de todas as fantasias do amor". Em O Movimento Romântico, o autor retoma este tema, esboçando um retrato penetrante de uma relação condenada pela rotina.
Alice, uma publicitária desiludida com os homens, deixa-se seduzir por Eric, executivo de um banco, e vive um romance emocionante mas cheio de inquietações. Platão, Descartes, Rousseau e Aretha Franklin inspiram ao autor reflexões sobre os encontros e desencontros de Alice e Eric. Desenhos e diagramas pontuam um texto onde a solidão é comparada a uma lata de sopa e a personalidade a um projecto arquitectónico. Deliciosamente divertido, mas também comovente, O Movimento Romântico é quase um tratado sobre a psicologia do casal apaixonado.
Sobre o autor:
Alain de Botton nasceu na Suíça em 1969 e formou-se em filosofia pela Universidade de Cambridge. Publicou vários livros como Essays in Love, How Proust Can Change your life, Kiss and Tell, The consolations of Philosophy e The Romantic Movement.
Antes de completar 30 anos, Alain de Botton foi saudado pela crítica americana como sendo o Stendhal do cenário amoroso dos anos 90. Com a publicação de Essays in Love, uma versão pop de Fragmentos de um discurso amoroso de Roland Barthes, ficou na vanguarda da ficção britânica.
Sobre o livro:
De Botton escreve em inglês, mas com sabedoria francesa e imparcialidade.
The New Yorker
Este livro "é uma irresistível madeleine para ser devorada de uma só vez".
Time
Título: Pânico no Ribeiro
Autor: Sigrid Baffert
Editor: Temas e Debates
Colecção: Rato Aventureiro
Nº de páginas: 142
Através das aventuras emocionantes de Julie descobrimos o que são a poluição, os resíduos tóxicos e, mais importante ainda, a importância da ecologia para a sobrevivência do homem.
O livro:
Julie vai passar férias ao campo, onde reencontra o seu grande amigo Erwan, que vive e trabalha com o pai na agricultura. Um dia em que ambos andam a passear com marine, a irmã mais nova de Erwan, esta cai ao ribeiro e engole imensa água. Salva pelos adolescentes do afogamento, Marine não deixa, porém, de entrar em coma, vítima de uma grave intoxicação. Mas quem poluiu as águas?
O próprio pai da criança, que usa pesticidas altamente tóxicos nos seus campos, ou o criador de porcos que atira toda a espécie de detritos para o ribeiro? Enquanto cada um acusa o seu vizinho, Julie vai descobrir a verdade.
Título: A Guerra de Éliane
Autor: Philippe Barbeau
Editor: Temas e Debates
Colecção: Rato de Biblioteca
Nº de páginas: 132
Este livro, que é uma lição para os jovens de todos os países, foi distinguido em França com uma menção especial do Prémio de Romance Juvenil do Ministério do Desporto e da Juventude.
O livro:
Extremamente ligada ao pai, que a enche de mimos e adora passear com ela, Éliane vê a sua infância subitamente interrompida pelo rebentar da Primeira Guerra Mundial. Quando o pai parte num comboio para se juntar às tropas francesas, pede-lhe que se porte como uma pessoa crescida e ajude a mãe e os irmãos mais novos. A criança terá, pois, também ela, de enfrentar numerosas batalhas, entre elas a da saudade.
Título: A Vingança do Domador de Ratos
Autor: Marie-Charlotte Delmas
Editor: Temas e Debates
Colecção: Rato Assombrado
Nº de páginas: 114
"Com os olhos fixos no vidro da porta, com o coração a transbordar de grossas nuvens negras, Cécile via afastar-se dela tudo quanto, a partir de então, seria o seu passado."
O livro:
Quando a mãe de Cécile lhe revela que vai abandonar a cidade e substituir um médico de província que pretende reformar-se, a rapariga amua imediatamente e teme o pior dessa mudança. Porém, nada faria prever que Cécile acabasse por mergulhar na mais emocionante aventura da sua vida, que envolve uma bruxa, um domador de ratos e um agricultor completamente louco. Ela aprenderá que os meios pequenos também têm, afinal, os seus atractivos e que, neles, é bem mais fácil arranjar amigos verdadeiros do que nas grandes cidades.
Título: As Raparigas são o Máximo
Autor: Anne Driscoll
Editor: Temas e Debates
Nº de páginas: 156
Alguma vez pensaste que seria melhor para ti se tivesses nascido rapaz? Achas que certos desportos te estão vetados só por seres rapariga? E que os teus pais te dariam mais liberdade se fosses do sexo oposto? Pois estás enganada!
O livro:
Verás neste livro que as raparigas são fantásticas! São divertidas, activas, interessantes e fortes. Têm tanto de agitadas como de calmas.
Umas vezes só querem sair e outras só querem ficar no quarto. São tudo isto - e muito mais!
Esta obra vai trazer-te os testemunhos de muitas raparigas de carne e osso sobre a relação que estabelecem com as amigas, a família, os professores, os colegas, os rapazes e, claro, consigo próprias.
Ao conheceres as experiências de outras raparigas, sentirás, pois, que não estás sozinha com os teus problemas e as tuas dúvidas e que ser rapariga pode ser mesmo o máximo.
Título: Tudo Sobre a Amizade
Autor: Poppy Bloom
Editor: Temas e Debates
Nº de páginas: 132
p>ue é a amizade? Consegues distinguir as pessoas que te aceitam como és das que se aproximam de ti apenas por interesse? Tens alguma ideia de como deves escolher os teus amigos?
O livro:
Este é um livro especial sobre a amizade verdadeira e, por isso, encontrarás nele as respostas a estas e muitas outras perguntas que certamente já te fizeste muitas vezes.
Nele aprenderás que um amigo é aquele que partilha contigo os melhores momentos da vida, mas também os piores, quando estás zangada, triste ou doente e mais ninguém parece ter paciência para ti.
Mas atenção! Não penses que um amigo tem de concordar com tudo o que fazes: o que vais ler neste livro mostrar-te-á que a franqueza anda sempre a par da amizade…
E, por favor, aprende a retribuir as atenções dos teus amigos, porque quem recebe tem de dar exactamente na mesma medida!
Título: A Relíquia
Autor: Eça de Queirós
Editor: Temas e Debates
Nº de páginas: 284
"A Relíquia e os Maias impressionaram-me como livros extraordinários". Harold Bloom
Romances de um mestre que dispensa apresentações, cuja escrita é sempre um prazer revisitar, e de que a Temas e Debates irá publicar em breve os principais romances, num total de nove títulos.
Título: O Primo Basílio
Autor: Eça de Queirós
Editor: Temas e Debates
Nº de páginas: 456
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Mas deve aproveitar também os preços de Feira para comprar aquelas obras fabulosas de que toda a gente fala e você perdeu sem saber muito bem como, nem porquê. Por exemplo: O Cânone Ocidental, de Harold Bloom; A Ideia Perigosa de Darwin, de Daniel Dennet; Nenhum Olhar, de José Luís Peixoto; Inglaterra, uma Fábula, de Leopoldo Brizuela; ou mesmo o Livro de Pantagruel.
Despeço-me, como habitualmente, ao vosso dispor para qualquer esclarecimento,
Ana Maria Pereirinha
Temas e Debates (Bertelsmann Group)
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1500-499 Lisboa
Tel: +351 21 762 61.39
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Museu Municipal de Caminha
Horário - Terça a Sexta 10h / 12h30m e 14h / 18h Sábados e Domingos 10h / 12h30m e 14h / 17h30m
Folga às Segundas
Biblioteca Municipal de Caminha
Horário - Segunda a Sexta: 10h / 18h Sábado: 10h / 12h30m
Biblioteca Municipal de Vila Praia de Âncora
Horário - Segunda a Sexta: 10h - 12h / 13h30 - 18h00 Sábado: 10h / 12h30m
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