Jornal Digital Regional
Nº 284: 8/14 Abr 06 (Semanal - Sábados)
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MISERICÓRDIA "FINANCEIRAMENTE SÓLIDA"

RECUSADA PROPOSTA DE AUMENTO DE JÓIA DE ADMISSÃO

A Santa Casa da Misericórdia de Caminha apresentou um resultado positivo de 79.600 contos no final de 2005, "números para reflectir, resultado de uma equipa que, felizmente, vai apresentando dados positivos ano a ano", declarou António Afonso, Provedor da Mesa Administrativa da Irmandade, no decorrer de uma assembleia geral que aprovou as contas do exercício desse ano.

"Estamos estruturados e financeiramente sólidos", garantiu o provedor, o que o avaliza para "um conjunto de desafios para o futuro próximo", quer na quantidade de candidaturas apresentadas e que aguardam luz verde da Segurança Social, quer na necessidade de dar resposta ao crescente "envelhecimento" da população e "marginalização dos velhos".

Coube a Pedro Giestal dissecar as contas apresentadas, destacando a candidatura já aprovada para a remodelação do consistório e salas anexas da capela da Misericórdia, incluindo o espaço ao dispor da comissão de festas e criação de sanitários.

Deu ainda conta que outros projectos em curso e em fase de aprovação pela entidades competentes, se referem ao Apoio Domiciliar Integrado durante 24 horas e aos desempregados.

Destacou que as valências da Santa Casa se encontram normalizadas, com excepção do ATL, cuja diminuição de utentes é preocupante, face ao prolongamento dos horários no ensino básico, o que leva a que muitos pais não necessitem de colocar os seus filhos nesses tempos livres.

GESTÃO ELOGIADA

Os números revelados na reunião, foram avalizados pelo Definitório (Conselho Fiscal), como se pôde apreciar pelo documento subscrito pelos seus membros e lido pelo presidente Rui Costa, em que é realçado o facto de os resultados operacionais ainda não serem positivos, apesar de melhorarem todos os anos.

PROPOSTA RETIRADA

Uma proposta apresentada pela Mesa Administrativa, ia no sentido de aumentar a jóia de admissão de irmãos de 25€ para 75€, sob o argumento de que só a opa exigida para cada um importa em 55€ e tem de ser suportada pela Irmandade.

Outra actualização prendia-se com a introdução de quotas que seriam de 6€ anuais a partir de 2007 e seriam excluídos os que não as pagassem durante dois anos seguidos.

Acabou por ser consensual que a primeira proposta era demasiado cara e a segunda não estava prevista nos estatutos, optando então a Mesa por retirá-la.

DÍVIDA

Um assunto que transitou da reunião anterior, foi o de uma alegada dívida a uma empresa de construção civil, cujos documentos que um irmão disse ter em sua posse, não coincidiriam com as contas que a Mesa apresentara.

Atendendo a que o irmão insistia em dizer que possuía extractos bancários anteriores ao da tomada de posse da actual Direcção, que não se encaixavam com a contabilidade posteriormente divulgada, foi-lhe pedido que apresentasse cópias dos mesmos, bem como das facturas em causa, acabando por aceder.

Este irmão, Alberto Fão, apresentou ainda algumas queixas dirigidas à Mesa Administrativa, alegando sentir-se "marginalizado" e "ofendido" depois de ter colaborado "desinteressadamente" com a Misericórdia.

PROCISSÕES

Refira-se que na Quinta e Sexta-feira próximas, a Misericórdia de Caminha organiza as tradicionais procissões da Semana Santa.

JUNTA DE FREGUESIA DE CAMINHA

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