CONCELHO DE CAMINHA



UM MOSAICO DE PAISAGENS

Jornal Digital Regional
Nº 182: 24/30 Abr 04 (Semanal - Sábados)

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ABERTURA DA EXPOSIÇÃO SOBRE O 25 DE ABRIL

O projecto levado a efeito pela Escola EB 2,3/S de Caminha relativo às comemorações dos 30 Anos do 25 de Abril, iniciou-se com a inauguração de uma exposição alusiva ao 1º ano da revolução vivida em Caminha, entre 25 de Abril de 1974 e 25 de Novembro de 1975.

Diversos recortes de jornais e comunicados emitidos naquela época apaixonada, acompanhados de um historial desse primeiro ano revolucionário, emolduraram as paredes da Galeria Caminhense, em Caminha, constituindo uma mostra patente até princípios do próximo mês.

O prof. Paulo Bento, coordenador deste projecto, resumiu o trabalho desenvolvido, a presidente do Conselho Executivo da Escola, profª Maria Esteves relevou a importância deste projecto para a escola, Júlia Paula, presidente do município caminhense, dirigiu as suas palavras aos jovens presentes e aos que contribuíram para erigir este programa, enquanto que o presidente da Assembleia Municipal, Carlos Alves reforçou a importância de manter vivo o 25 de Abril.

Seguidamente e já no Terreiro, alunos da disciplina de teatro, apoiados pelo professor Fernando Borlido declamaram poemas da revolução e leram textos com testemunhos de presos políticos.

No final deste acto inaugurativo da iniciativa, alunos da escola distribuiram cravos vermelhos aos presentes.

Um dos momentos altos da programação, centrou-se num debate sobre a criação e desenvolvimento do Movimento de Unidade Popular (MUP) em Caminha, em que alguns dos intervenientes neste processo revolucionário e aberto à participação espontânea do povo -assim o definiu Fernando Canedo, um dos impulsionadores do movimento- debateram a sua origem, as actividades levadas a cabo, os comícios realizados e a abrangência conseguida da população, que convidava os seus líderes a organizarem sessões de esclarecimento, não só em Caminha, como noutros pontos do concelho.

"Nota-se que já passaram 30 anos", sublinhou Paulo Bento, a propósito de alguns pontos de vista e factos cronológicos não totalmente assumidos por igual pelos presentes que viveram esses momentos irrepetíveis.

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