Júlia Paula, presidente da Câmara Municipal de Caminha, dirigiu-se à Repartição de Finanças de Caminha, protestando pelo facto de lhe terem surgido várias pessoas lamentando a sua sorte, pelo facto de se terem visto obrigadas a pagar imposto municipal sobre imóveis (antiga contribuição autárquica), quando nunca o tinham feito até este ano, ou viram esse valor aumentando.
Desde princípios de Abril que dezenas de munícipes se vêm aglomerando nesta repartição, tentando obter esclarecimentos sobre a situação, ou apresentando reclamação.
A autarca estaria agastada por estar a ser passada a informação de que esse imposto resultava da aplicação da taxa máxima (0,8%) aprovada pela Câmara e ratificada pela maioria social-democrata na Assembleia Municipal.
O que é facto é que essa percentagem foi da autoria do município caminhense, embora tivesse podido aplicar valores inferiores.