Um grupo de amigos do precocemente desaparecido engº Luís Agostinho de Castro, decidiu assinalar a passagem de dois anos de ausência sentida, com uma romagem ao jazigo onde repousam os seus restos mortais, a celebração de uma missa e a realização de um acto público no hotel de Caminha.
Algumas dezenas de pessoas incorporaram-se na iniciativa, tendo depositado uma coroa de flores no jazigo e procedido a um momento de recolhimento.
Coube a António Correia Anhas enaltecer a figura do engenheiro, uma pessoa que "ao longo da sua vida, suscitou amores e ódios, atributos de quem teve capacidade de decisão", salientando ainda a sua sempre pronta "disponibilidade para colaborar".
Este industrial lanhelense, de 88 anos, vincou a amizade -"essa palavra mais cara do mundo"- que o unia ao engº Agostinho, recordando aqueles momentos amargos vividos aquando da sua doença, em que diariamente o contactava ou aos seus familiares, inteirando-se do seu estado de saúde, cada vez mais problemático.