Na última Assembleia Municipal, a presidente da Junta de Freguesia de Lanhelas pediu a rectificação da localização das figuras rupestres, depois de o presidente da Câmara ter anunciado na reunião camarária descentralizada realizada em finais de Janeiro em Vilar de Mouros que a Direcção Regional da Cultura do Norte se encontrava em vias de classificar as inscrições rupestres entre Lanhelas e Vilar de Mouros.
Após a intervenção de Josefina Covinha na AM, a Junta de Freguesia de Vilar de Mouros pediu à DRCNorte que clarificasse a situação, tendo obtido como resposta que em Vilar de Mouros existem gravuras rupestres, e que a confusão foi gerada pela informação incorrecta dos serviços de arqueologia da Câmara de Caminha,na qual se fiou, atendendo a que o Estado não possui meios informáticos e outros para proceder à localização exacta deste património.
Segundo nos referiu Carlos Alves, a sua autarquia ficou contente pela confirmação da presença de "muitas figuras rupestres em Vilar de Mouros (nomeadamente em Cachadinha 1, 2 e Castelhao descobertas em 2004)", as quais já se encontram no lote de gravuras em proceso de classificação, além de outras passíveis de serem classificadas futuramente,nomeadamente as que existem também na zona de Castelhao.
"É bom para todos", admitiu Carlos Alves, a classificação do património existente em território lanhelense e vilarmourense, esperando que os serviços do Estado procedam de igual modo em relação ao demais património encontrado em Vilar de Mouros em 2009.