Vila Praia de Âncora não escapou à intempérie do dia 18, sendo de destacar o aluvião de areia e pedras proveniente da pedreira do monte do Cobertorinho, sítio do Regueiro, e que se estendeu até à N13, sendo necessária a intervenção dos bombeiros de V. P. de Âncora na desobstrução de uma das faixas de rodagem.
Situação calamitosa viveu-se a sul da R. 31 de Janeiro, com o aqueduto sob a linha férrea inundado, bem como a zona envolvente do centro coordenador de transportes e da Pateira.
Durante mais de 24 horas, os bombeiros ancorenses não tiveram mãos a medir, intervindo em cerca de três dezenas de casos, auxiliando a população em dificuldades.
Desprendimentos de terra (R. Das Fontaínhas), levantamento de calçadas (Retorta, R. Comendador Canas e Mesquita da Silva, Av. Ramos Pereira e P. António Vieira), casas inundadas (junto à igreja paroquial), de tudo um pouco, a tornar mais sombria esta quadra que se deseja festiva.
Algumas situações foram alertadas atempadamente pela junta de freguesia, como o caso do rego de Vales, outrora correndo a céu aberto e, agora, manilhado de uma forma demasiado estreita, originando o extravasamento das águas.
Os prejuízos ainda por quantificar, quer por autarquias, quer por particulares, mas prevêem-se elevados.