Nas nossas paróquias do Alto Minho, a sua festa, em tempos de guerra colonial, era motivo para rezar pelos rapazes em "idade de ir para a tropa". A "devoção", naturalmente, tem a ver com o facto de Sebastião ter sido um militar, um jovem que, mais ou menos às escondidas, nos tempos do Império Romano e do Cristianismo nascente, foi convertendo um a um muitos dos seus colegas de armas, chegando mesmo a converter alguns dos seus chefes e comandantes militares.
Mas isso acabou por não passar de todo desapercebido; chegado o caso ao conhecimento do Imperador Diocleciano ordem foi dada para que o jovem Sebastião fosse prontamente expulso do exército em que servia.
Mas isso não bastou a Diocleciano, amigo e protetor de Sebastião, exigindo-lhe que abjurasse a fé que tinha abraçado. Mas o jovem permaneceu fiel a Cristo, pelo que foi prontamente condenado à morte.
Na Paróquia de Arga de Cima, a imagem de S. Sebastião é transportada ao colo por um devoto na procissão da festa de S. Silvestre, a 31 de dezembro.
Nas celebrações em sua honra, na igreja de Arga de Cima, a imagem não sai do altar, sendo celebrada a Eucaristia e no final das cerimónias, já no adro, distribuídas as típicas fogaças.
SÁBADO, 21 DE JANEIRO
11:00 - EUCARISTIA FESTIVA