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IV ENCONTRO LUSO GALAICO DE MÚSICA POPULAR
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Organizado pelo Grupo Popular "Os Teimosos" com o apoio da Câmara Municipal de Monção, realiza-se no dia 7 de novembro, sábado, pelas 21h30, no Cine Teatro João Verde. Participação de cinco agrupamentos populares da região transfronteiriça.
Com organização do Grupo Popular "Os Teimosos", o IV Encontro Luso Galaico de Música Popular realiza-se no dia 7 de novembro, sábado, pelas 21h30, no Cine Teatro João Verde. A entrada custa 3,50 €, podendo ser adquirida na Loja Interativa de Turismo.
Além do grupo anfitrião, a presente edição reserva atuações de mais quatro agrupamentos: A Seneira (Baiona/Espanha), Aqua Musica (Ourense/Espanha), Pédëpôtè (Mondariz /Espanha), e Banda Musical da Casa do Povo de Tangil (Monção/Portugal).
Este intercâmbio musical, levado a efeito pelo quarto ano consecutivo, promete uma noite animada pelos sons caraterísticos desta região transfronteiriça e marcada pelo convívio e confraternização entre os grupos presentes e o público das duas margens do rio Minho.
A ligação de Monção à Galiza é forte e, mesmo em tempo de limitação à circulação de pessoas e ideias, os dois povos sempre encontraram "maneiras" de fazer vida em comum. A música é uma dessas "maneiras" que, em liberdade, encontrou um amplo espaço de criatividade e intercâmbio cultural. Assim, cada encontro é uma festa.
Municipio de Monção
2ª MARATONA BTT BERÇO DO ALVARINHO
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Prova, marcada para o dia 15 de novembro, domingo, será disputada em trilhos e carreiros do concelho de Monção, percorrendo diversas freguesias ao longo da maratona (60 quilómetros) e meia maratona (42 quilómetros).
A 2ª Maratona BTT Berço do Alvarinho, 5ª Prova do Campeonato do Minho de BTT/XCM, Arrecadações da Quintã, decorre no dia 15 de novembro, domingo, com início e chegada na Praça Deu-la-Deu Martins. Trata-se da última e decisiva prova da presente temporada com o primeiro lugar da competição ainda em aberto.
Com organização do Clube de Cicloturismo de Monção em parceria com a Associação de Ciclismo do Minho, a prova será disputada em trilhos e carreiros do concelho de Monção, percorrendo diversas freguesias ao longo da maratona (60 quilómetros) e meia maratona (42 quilómetros).
Aberta à participação de todos os interessados, independentemente de serem ou não atletas federados, a 2ª Maratona BTT Berço do Alvarinho prevê a inscrição nas habituais categorias de competição, lazer e paraciclismo. A participação, incluindo seguro, tem um custo de 8 euros para atletas federados e 10 euros para não federados.
As inscrições podem ser formalizadas através do portal da Associação de Ciclismo do Minho, devendo os pagamentos por multibanco ser processados até ao dia 13, 19 horas, ou no secretariado da prova. A 2ª maratona BTT Berço do Alvarinho tem o apoio do Município de Monção, Federação Portuguesa de Ciclismo, Cision, Arrecadações da Quintã, Herdmar e Bike Magazine (revista oficial).
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CLÃ NO CINE TEATRO JOÃO VERDE
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Presença em Monção, no âmbito da iniciativa "Conta-me Histórias", marcada para o dia 14 de novembro, sábado, pelas 21h30. A entrada custa 10,00 €. Grupo regressa a Monção depois de terem atuado nas Festividades em Honra à Virgem das Dores, em 1998.
No âmbito do ciclo de conversas-concerto "Conta-me Histórias", o grupo Clã desloca-se a Monção no dia 14 de novembro, sábado, pelas 21h30, para atuação no Cine Teatro João Verde. A entrada custa 10,00 €, podendo ser adquirida na bilheteira on line ou na Loja Interativa de Turismo (T. 251 649 013). As reservas podem ser feitas até 5 dias anteriores ao espetáculo.
O grupo Clã formou-se em novembro de 1992 com Hélder Gonçalves (principal compositor, arranjador e diretor musical) a convidar Miguel Ferreira, Pedro Biscaia, Pedro Rito, Fernando Gonçalves e Manuela Azevedo para se juntarem a ele neste projeto.
Depois de um ano de ensaios (1993) e outro de apresentações ao vivo (1994), os Clã celebram, no ano seguinte, um contrato discográfico com a multinacional EMI - Valentim de Carvalho, iniciando as gravações do seu primeiro álbum de originais.
O registo "LusoQualquerCoisa", produzido por Mário Barreiros e Carlos Tê (também responsável por duas letras e coautorias de outras letras com Hélder Gonçalves), foi editado a 14 de fevereiro de 1996. Aclamado pela crítica e com forte presença nas rádios nacionais, este primeiro trabalho impõe os Clã como uma das mais fortes revelações da música portuguesa emergente.
Nesse ano, foram ainda nomeados para os prémios BLITZ como melhor banda revelação. Em abril de 1997, apresentam no auditório da Antena 3 um espetáculo especial constituído por versões alternativas das suas canções, onde contam com a participação da cantora Maria João na interpretação de uma versão do tema "Pois É".
Em agosto do ano seguinte, atuam na Praça Deu-la-Deu Martins juntamente com os grupos Blind Zero e Zen. Perante um público constituído maioritariamente por jovens e emigrantes, a "sala de visitas" de Monção encheu-se no arranque das Festividades em Honra à Virgem das Dores.
A iniciativa "Conta-me Histórias" é um ciclo de conversas-concerto com conhecidos músicos portugueses, onde estes revelam alguns pormenores menos conhecidos das suas carreiras. Estas histórias são acompanhadas por algumas das suas músicas mais conhecidas em registo acústico.
Municipio de Monção
COMEMORAÇÃO DO S. MARTINHO
Magusto, dedicado à população sénior e aberto a todos os munícipes e visitantes, realiza-se no dia 8 de novembro, domingo, a partir das 14h30, no Mercado Municipal. Animação com as "Rusgas de Merufe" e o grupo de concertinas "Os Magníficos".
O habitual magusto anual da Câmara Municipal de Monção, denominado "Comemoração do S. Martinho", realiza-se no dia 8 de novembro, domingo, a partir das 14h30, no Mercado Municipal, prometendo uma tarde animada com muitas castanhas e vinho tinto da nossa região.
Nesta iniciativa, que junta muita gente vinda de diferentes freguesias do concelho e localidades vizinhas, a autarquia disponibiliza castanhas e vinho tinto. A animação estará a cargo das "Rusgas de Merufe" e do grupo de concertinas "Os Magníficos". No âmbito do projeto "Dar Vida ao Mercado", realiza-se ainda um Mercado do Artesanato com a colaboração da Associação de Artesãos Post`Art.
Além da passagem de uma jornada agradável, esta iniciativa permite o fortalecimento de relações nesta faixa etária, garantindo uma quebra na rotina de solidão e isolamento de muitas destas pessoas e contribuindo para um envelhecimento ativo.
À semelhança de anos anteriores, as pessoas vão encontrar neste espaço de convívio a possibilidade de trocarem dois dedos de conversa com familiares e amigos ao ritmo de música tradicional e de um punhado de castanhas aconchegadas por um copo de vinho.
Em conjunto com o passeio sénior, esta iniciativa é um dos momentos aguardados com grande expectativa pela gente mais idosa do concelho que aproveita este encontro anual para confraternizar e rever amigos. Como dizia alguém: "é como vir à feira só que agora temos castanhas e vinho de borla".
Municipio de Monção
PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO E AS FARMÁCIAS DO CONCELHO
Documento, assinado esta manhã, no Arquivo Municipal de Monção, insere-se no programa de comparticipação municipal de medicamentos a idosos com dificuldades económicas. Iniciativa visa atenuar as dificuldades sentidas pelos idosos com rendimentos e pensões muito baixas.
A Câmara Municipal de Monção e as seis farmácias existentes no concelho assinaram esta manhã, no Arquivo Municipal de Monção, um protocolo de colaboração no âmbito da comparticipação municipal de medicamentos a idosos com dificuldades económicas.
Após a efetivação de diversas formalidades como aprovação de regulamento, período de audiência pública, publicação no Diário da República, apreciação nos órgãos executivo e deliberado e seleção dos candidatos, o projeto está pronto para avançar no terreno.
A concretização desta medida, que vem dar cumprimento a um compromisso eleitoral do atual executivo, tem como finalidade, segundo o autarca local, Augusto de Oliveira Domingues, atenuar as dificuldades sentidas pelos idosos com rendimentos e pensões muito baixas, tratando-se de um apoio destinado a minorar situações de fragilidade social.
"Os reduzidos recursos financeiros aliados ao envelhecimento progressivo da nossa população levam-nos a equacionar medidas concretas para combater situações de adversidade social" referiu o autarca monçanense, assinalando: "Não queremos que ninguém deixe de tomar os remédios por não os poderem comprar. A nossa função é ajudar quem mais precisa".
Augusto de Oliveira Domingues revelou ainda que, caso esta primeira experiência se revele insuficiente, a autarquia está disponível para "abrir os cordões à bolsa" no sentido de levar esta "política de carinho e proximidade" a mais pessoas do concelho.
Pedro Ribeiro, diretor técnico da Farmácia "Codeço, Sucr", falando em nome de todos, lembrou "a herança histórica e o papel social desempenhado pelas farmácias", sublinhando que "esta ajuda não resolve o problema mas contribui para a sua minimização".
Acrescentou: "Conhecemos a realidade atual e as dificuldades de muitas pessoas para comprarem os seus medicamentos. Ajudar é um imperativo moral e as farmácias estão disponíveis para colaborar em todas as iniciativas tendentes a minorar as fragilidades da população idosa mais necessitada".
O apoio, destinado a 48 pessoas do concelho com comprovada carência económica, traduz-se na comparticipação de 50 por cento do encargo do utente na compra de medicamentos com receita médica do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Estes podem ser adquiridos numa das seis farmácias existentes no concelho. Todas aderiram à iniciativa.
Cada utente terá um plafond anual de 160 euros. A conta corrente é feita através de um cartão disponibilizado aos beneficiários, sendo atualizado sempre que houver uma compra. Para esta iniciativa solidária, a autarquia inscreveu uma verba de 8 mil euros no orçamento municipal do presente ano.
Municipio de Monção
ABERTURA DO PÓLO DE MONÇÃO DO COLÉGIO DO MINHO
Na cerimónia, Paulo Esteves elogiou a escola pública e desejou boas vindas à direção do Colégio do Minho, referindo que a nova estrutura letiva vai proporcionar aos encarregados de educação a possibilidade de uma oferta letiva mais diversificada e plural. "O ensino privado vem para complementar e não para substituir" assinalou.
O pólo de Monção do Colégio do Minho, a funcionar no antigo seminário de Monção, foi inaugurado no passado sábado com a presença do Bispo da Diocese de Viana do Castelo, D. Anacleto Oliveira, o qual presidiu à eucaristia na capela do edifício. O Município de Monção esteve representado pelo Vereador das Atividades Socioculturais, Paulo Esteves.
A receção aos encarregados de educação e convidados fez-se ao som de músicas entoadas por professores e crianças. O corte da fita azul cumpriu-se a várias mãos. Adultas, de D. Anacleto Oliveira, e infantis, dos primeiros alunos da nova estrutura letiva. Depois das intervenções, decorreu a eucaristia e visita às instalações remodeladas e adaptadas à nova realidade.
O diretor do Colégio do Minho, Ricardo Sousa, traçou os objetivos do pólo monçanense, colocando a fasquia na educação responsável dos alunos, na qualidade de um ensino diversificado e no desenvolvimento de um projeto competente e exigente.
Ricardo Sousa referiu que o Colégio do Minho é uma instituição capaz de responder aos desafios atuais da aprendizagem e às inquietações das famílias face ao futuro dos seus filhos. Acrescentou que a direção olha para este novo desafio como algo extremamente motivador que será concretizado com empenhamento e dedicação de todos.
Na sua intervenção, o vereador das atividades socioculturais, Paulo Esteves, deu as boas vindas ao Colégio do Minho, afirmando que a chegada do ensino privado a Monção, com a abertura deste pólo, vem proporcionar aos encarregados de educação a possibilidade de uma oferta letiva mais diversificada e plural.
Paulo Esteves adiantou que "o ensino privado vem para complementar e não para substituir" e lembrou que "a escola pública, apesar das muitas vicissitudes e adversidades nos últimos anos, tem cumprido o desafio da competência e da excelência".
"Muitos monçanenses, com provas dadas em diferentes áreas, sentaram-se nas antigas escrevaninhas das escolas primárias e prosseguiram os estudos na secundária local antes da frequência do ensino universitários e inserção no mundo laboral. A competência de cada um nasceu e cresceu na escola pública" assinalou.
A terminar, Paulo Esteves congratulou-se com o facto do Colégio do Minho devolver ao edifício a sua primeira função e desejou à direção que todos os seus objetivos sejam cumpridos. As últimas palavras, dirigiram-se ao Bispo da Diocese de Viana do Castelo, D. Anacleto Oliveira: "É uma honra e um orgulho muito grande para todos os monçanenses a sua presença na nossa terra".
A nova estrutura letiva, que inicia atividade com uma turma do 1º ciclo, constituída por 10 crianças (8 de Monção, uma de Valença e outra de Salvaterra de Miño), compreende o horário normal escolar entre as 9h00 e as 16h00, seguindo-se, até ao final da tarde, atividades complementares como ginástica, música, inglês, educação cívica e moral e apoio ao estudo.
Cada encarregado de educação tem um custo de 2700 euros pelo ano letivo, acrescido dos encargos com a cantina na ordem de 760 euros. Mediante o rendimento do agregado familiar, estes valores podem ser subsidiados pelo estado. Refira-se que é prática comum dos professores do Colégio do Minho não enviarem trabalhos para casa aos alunos.
Municipio de Monção
Exposição do artista Belga Dacos
O Artista Belga Dacos, da Fundação Bienal de Cerveira, tem uma exposição intitulada nas instalações da Casa Museu de Monção da Universidade do Minho, localizada na vila de Monção.
A Exposição estará patente ao público até 30 de novembro.
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