www.caminha2000.com - Jornal Digital Regional - - Semanário - Director: Luís Almeida

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Rejuvenescimento agrícola
e retorno à terra

Não há outro sector de actividade que, com quanta rapidez, com reduzidos meios e com quase exclusiva incorporação de factores nacionais, mais facilmente poderia atenuar os desequilíbrios nacionais.

É hoje claro que teria sido possível com uma politica diferente, que apoiasse o amanho da terra, o maneio animal, a valorização da floresta nacional e utilização das terras baldias, Portugal, não só passar a atingir a auto-suficiência alimentar, por via de uma melhor ocupação das terras, por um aumento das produções unitárias, por melhor tecnologia, e racionalização económica do aumento da produção física, quer pelo aumento da valorização, como poderia tornar-se excedentário e exportador. Portugal tem hoje condições ímpares para provocar um substancial aumento de produtividade unitária e global e ombrear com o que mais e melhor se faz noutros países.

Numa época em que a crise com que se debate a sociedade portuguesa e as dificuldades e privações que a população nacional sofre, torna-se necessário descomplicar a vida de um sector que poderia ser determinante no esbater dessas muitas dificuldades, atendendo à rapidez de reposição do investimento e do trabalho, à quase exclusividade da componente nacional incorporada, designadamente seus factores de produção, e à existência de mão d`obra disponível e altamente qualificada capaz de potenciar os factores climáticos e aptidões agrícolas e florestais específicas.

Numa época em que se reafirma ser absolutamente necessário diminuir as importações e aumentar as exportações, importa apostar na suficiência de dotação orçamental do ministério da agricultura para apoiar o rejuvenescimento do tecido empresarial agrícola e a valorização da actividade agrícola, um sector que rapidamente e de forma eficiente poderia contribuir para tal desiderato.

Por isso a revitalização do tecido produtivo no sector agrícola é uma das prioridades do desenvolvimento económico em Portugal e daí, mesmo em fim de quadro e início de novo quadro comunitário de financiamento com alterações significativas na PAC-politica agrícola comum, importa potenciar a capacidade portuguesa e, neste caso, do Alto Minho para os desafios que se colocam.

Instalação de Jovens Agricultores - através da "Medida de Instalação de Jovem Agricultor" o programa de desenvolvimento rural -PRODER, disponibiliza apoios financeiros ao investimento na actividade agrícola a jovens ou empresass maioritariamente geridas por jovens que tenham idade compreendida entre os 18 e os 40 anos , que não tenham tido anteriormente apoios ao investimento numa actividade agrícola e que não tenham recebido quaisquer ajudas à produção/actividade agrícola excepto nos dois anos anteriores à candidatura podem obter apoios a fundo perdido no âmbito do co-financiamento ao investimentos na actividade agrícola e incluem o Prémio de Instalação correspondente 40% do investimento e limitado a 30.000 ou 40.000 consoante a exploração seja feita em nome individual ou através de uma empresa, e apoio ao investimento num montante entre 40 e 60% consoante a localização da propriedade agrícola e a tipologia de investimento.

O PRODER apoia projectos nos quais o candidato mostra capacidade técnica para a actividade ou que revelem vontade de a adquirir através da apresentação de um plano de formação adequado e que apresentem viabilidade económica.

Actualmente, por insuficiência de dotação orçamental, as candidaturas a serem apresentadas terão de aguardar a respectiva dotação financeira estando interrompidos os timings de aprovação, mas cujas candidaturas ficam na linha de aprovação neste ou no próximo quadro em regime de transição. Após a apresentação de candidatura devem e podem os candidatos adquirir capacidade técnica através da frequência, para o efeito, de formação especializada.

A candidatura para a Instalação de Jovens Agricultores passa pela elaboração de plano de negócio e estudo de viabilidade, cujos serviços técnicos da ARAAM apoiam, consubstanciado no levantamento das características da propriedade e do plano de produção a definir pelo candidato, comparação entre os dados de produção estimados e os dados de produção utilizados como referência, se necessário apresentação de proposta de reajustamento do plano de produção, apoio na organização de documentos de candidatura e apoio na resposta a questões colocadas durante a fase de avaliação da candidatura e até à fase de assinatura do respectivo contrato de financiamento.

Formação especializada para instalação de Jovens agricultores - os jovens agricultores que não possuam a formação e a competência profissional adequada, deverão apresentar um Plano que contemple as necessidades de formação. Este Plano pode ainda incluir formação complementar de interesse relevante para o exercício da actividade na exploração agrícola, que não sendo obrigatória, é todavia aconselhável.

A formação necessária é constituída pelos módulos seguintes, devendo os candidatos que não a possuam, adquiri-la até o prazo máximo de 36 meses após aprovação da candidatura, sendo que a sua frequência enquanto decorre a apreciação e aprovação da candidatura prepara melhor o início de actividade e impede a sua realização em simultâneo com actividade agrícola em fase de instalação, desenvolvimento e consolidação, quando o candidato mais tempo precisa para a sua actividade produtiva.

O módulo de Formação básica de agricultura tem como objectivo enquadrar o jovem no sector agrícola em diferentes domínios: legislação, mercados, associativismo, etc.

O módulo de formação específica para a orientação produtiva da instalação tem por objectivo transmitir orientação produtiva na área onde virá a desenvolver a sua actividade. Por exemplo, ao instalar um pomar, o jovem obterá as competências específicas em fruticultura necessárias ao desenvolvimento da sua actividade. O módulo de Formação de Gestão da empresa agrícola tem como objectivo dotar o jovem de capacidade técnica em gestão da empresa agrícola e o módulo de Formação prática em contexto empresarial, componente prática, tem como objectivo possibilitar ao jovem uma experiência em contexto real, ou seja, numa exploração agrícola da área produtiva onde se vai instalar, com acompanhamento de um "formador-tutor" com experiência relevante na especialidade produtiva.

Existe um conjunto de entidades que desenvolvem a actividade formativa especializada destinada a capacitar os jovens agricultores. O 3º concurso do PRODER aprovou, para o efeito, um conjunto de entidades, nas quais a ARAAM-Associação Regional dos Agricultores do Alto Minho se enquadra e aparece com a única entidade do distrito a ser incluída nas entidades aprovadas para o desenvolvimento e certificação de formação especializada para instalação de jovens agricultores.

De facto, de forma a potenciar e satisfazer a necessidade dos Jovens Agricultores, com pedidos de apoio submetidos, à data do início da formação, à Acção 1.1.3 - primeira instalação, irá a ARAAM, entidade promotora e formadora acreditada pela DGERT, iniciar, segundo o seu plano de formação, as seguintes acções/módulos de

Formação Especializada no âmbito da Acção 4.2.1 do PRODER: - Formação básica agricultura - 48 horas; - Formação específica para orientação produtiva da instalação - 60 horas; - Formação de gestão da empresa agrícola - 45 horas; - Componente prática em contexto empresarial - 60 horas.

Esta formação é de carácter obrigatório para todos os jovens agricultores que tenham os projectos de investimento submetidos e aprovados e pode ser frequentada, por antecipação, por jovens que tenham submetido candidaturas e ainda não aprovados, no âmbito da medida 1.1.3 - Instalação de Jovens Agricultores, do PRODER.

As acções iniciar-se-ão logo que se constitua um grupo mínimo de 15 formandos por módulo, sendo que a sua calendarização e localização se encontram previstas, para a formação a realizar no presente ano, no plano de formação 2013, podendo, todavia, serem novamente calendarizadas e relocalizadas de acordo com a proveniência predominante dos candidatos.

A formação poderá ser desenvolvida em regime laboral, misto ou pós-laboral incluindo sábados.A formação especializada para Jovens Agricultores é financiada e reconhecida pelo PRODER, sendo asseguradas aos formandos a gratuitidade na sua frequência e a atribuição do subsídio de alimentação e subsídio de transporte nos termos das disposições aplicáveis.

Os interessados devem contactar os Serviços da ARAAM, de forma presencial, por telefone, e-mail araam@sapo.pt ou preencher o formulário existente no website www.araam.pt

Finalizamos como iniciamos - não há outro sector de actividade que, com quanta rapidez, com reduzidos meios e com quase exclusiva incorporação de factores nacionais, mais facilmente poderia atenuar os desequilíbrios nacionais.

Manuel Cerqueira Rodrigues
Presidente da ARAAM
Associação Regional dos Agricultores do Alto Minho


Aroma das Castas, Regueiro Secreto, Casa de Vilacetinho, Quinta da Lixa, Casa da Senra e Quinta de Valetruto são os Melhores Verdes

Os seis melhores vinhos entre os Melhores Verdes 2013 são Aroma das Castas (branco), Regueiro Secreto (Alvarinho), Quinta de Valetruto (Arinto), Quinta da Lixa (Loureiro), Casa da Senra (Loureiro) e Casa de Vilacetinho (Loureiro), todos da colheita de 2012. O anúncio foi hoje, dia 31 de maio, feito pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), num jantar-gala no Palácio da Bolsa, no Porto, que juntou 350 convidados e contou com a presença do secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque. Ao todo, foram premiados 91 vinhos, 12 dos quais com ouro, 13 com prata e 58 com o troféu Verde Honra.

Os Best Of, o mais alto galardão dos Melhores Verdes atribuído por um júri internacional composto por especialistas provenientes dos principais mercados de exportação - EUA, Alemanha, Brasil, Canadá, Suécia, Reino Unido e Suíça -, a que se junta um representante do mercado nacional, são, em 2013, dominados pela casta Loureiro, que coloca três vinhos no top 6 de um dos mais antigos concursos de vinhos do país.

A Quinta da Lixa, localizada na sub-região do Sousa, com 10 hectares de vinha, está representada com dois vinhos nos Best Of: o Aroma das Castas branco, um blend Alvarinho/Trajadura já premiado internacionalmente no Concurso Mundial de Bruxelas, e o Quinta da Lixa Loureiro, obtido a partir exclusivamente da casta que lhe dá nome.

Outro Loureiro premiado pelo júri internacional é o Casa de Vilacetinho, produzido em Alpendorada, na sub-região de Amarante, numa propriedade de 30 hectares de vinha que também alberga uma elegante e histórica casa dos séculos XVII e XVIII: a Casa de Vilacetinho. Dos Arcos de Valdevez, na sub-região do Lima, veio um vinho monovarietal da casta Loureiro também galardoado com o troféu Best Of: o Casa da Senra, produzido pela Abrigueiros.

O estatuto do Alvarinho, casta carismática da região dos Vinhos Verdes, é defendido pelo Regueiro Secreto, produzido, na sub-região de Monção e Melgaço, na Quinta do Regueiro, em Alvaredo, com uma área de seis hectares, unicamente destinada à produção de Alvarinho. Produzido por José Manuel Bernardes, em Castelo de Paiva, na sub-região de Paiva, o Quinta de Valetruto é a único Arinto a ser escolhido pelo júri internacional para pertencer ao lote dos melhores entre os melhores do concurso da CVRVV.

Vinho Verde é a estrela dos vinhos portugueses

Para o presidente da CVRVV, "a região fez uma profunda mas tranquila revolução nos últimos anos", razão pela qual "o Vinho Verde é, hoje, a grande estrela dos vinhos portugueses por esse mundo fora, nomeadamente nos Estados Unidos", primeiro mercado de exportação, com nove milhões de euros em vendas em 2012.

Dirigindo-se aos produtores, convidados e ao secretário de Estado da Agricultura presentes na gala dos Vinhos Verdes, Manuel Pinheiro reconheceu que "a CVRVV acertou quando decidiu apostar no Alvarinho, no Loureiro, no Vinhão ou no Espadeiro" e mostrou-se "orgulhoso" pelos resultados obtidos em 2012 no que toca a vendas. "Fechámos 2012 como o maior ano de sempre de exportações, compensando bem as limitações do mercado nacional. Nunca se exportou tanto Vinho Verde e, acima de tudo, nunca tantos exportaram Vinho Verde", garantiu.

O presidente da CVRVV também sublinhou que "os Vinhos Verdes se afirmam, cada vez mais, pela diferenciação face a outros vinhos" e deu o exemplo do sucesso ocorrido na última edição da maior feira de vinhos do mundo, a PROWEIN, cujo stand da região "foi intensamente procurado" por especialistas internacionais do setor, e da "crescente conquista de prémios de prestígio mundial que os vinhos da região têm vindo a obter, lado a lado com vinhos de todas as partes do globo".

Já a pensar no futuro, Manuel Pinheiro defendeu que "a região precisa de garantir a rentabilidade do setor agrícola", o que passa, entre outros aspetos, por "assegurar a continuidade do seguro de colheitas" - o único do género existente em Portugal, abrangendo cerca de 22 mil produtores, num investimento de cerca de meio milhão de euros -, por "manter a atividade de promoção" da CVRVV nos mercados externos e ainda por "não deixar fugir os apoios do próximo quadro comunitário".

Em jeito de conclusão, o presidente da CVRVV também não esqueceu "o papel importante do Estado" na criação de uma "base agrícola sólida a produzir uvas de qualidade", numa clara alusão ao combate à Flavescência Dourada, apoiando os produtores na execução de um plano nacional de erradicação do inseto portador de uma doença disseminada pelas regiões norte e centro do país.

O júri internacional foi constituído por Rebecca Murphy (EUA), Romana Echensperger (Alemanha), Carlos Cabral Mello (Brasil), Julian Hitner (Canadá), Jan Rosborn (Suécia), Susana Forbes (Reino Unido) e Thomas Vaterlaus (Suíça), a que se juntou um representante do mercado nacional, Luís Lopes.

Jorge Queirós


CIM entrega prémios do segundo concurso escolar "Alto Minho 2020"

Realiza-se na próxima quarta-feira (dia 5 de junho), a partir das 14h00, no auditório do Castelo de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, a cerimónia de divulgação dos resultados e entrega dos prémios da segunda edição do concurso escolar "Alto Minho 2020", que a Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima (CIM Alto Minho) promoveu no ano letivo 2012/2013. São esperadas neste evento mais de duas centenas de alunos e professores de estabelecimentos de ensino do Alto Minho.

Este concurso promovido no âmbito da elaboração do Plano de Desenvolvimento Estratégico do Alto Minho - "Alto Minho: Desafio 2020", teve como objetivo fomentar nos alunos, em conjunto com os seus professores, a reflexão crítica e a projeção de um futuro desejável para a região recorrendo à sua criatividade e imaginação através de várias formas de expressão artística: ilustração (pintura ou desenho), escrita, audiovisual e multimédia/novas tecnologias.

No total foram rececionados 145 trabalhos de 21 escolas, que incidiram sobre temáticas que estão a ser trabalhadas na estratégia "Alto Minho: Desafio 2020", designadamente o Alto Minho enquanto região competitiva, que cria empregos e gera riqueza; enquanto região conectada, ligada à Europa e ao Mundo; enquanto região atrativa, onde as pessoas querem viver, que os turistas querem visitar e onde as empresas querem investir; e enquanto região resiliente, capaz de se adaptar à mudança e de defender o seu património natural.

Destinado à participação coletiva de todos os alunos dos estabelecimentos educativos públicos ou privados do 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico, do ensino secundário regular e profissional, e do ensino superior do Alto Minho, este concurso vai premiar os três primeiros classificados em cada uma das seguintes quatro categorias:

1. Desafio "Ilustração Alto Minho 2020", para turmas do 1º ciclo;
2. Desafio "Jornal Alto Minho 2020", para as turmas do 2º e 3º ciclos e ensino profissional;
3. Desafio "Vídeo Alto Minho 2020", para grupos de alunos do ensino secundário e profissional;
4. Desafio "Blogue Alto Minho 2020", para grupos de alunos do ensino superior.

Os prémios serão atribuídos sob a forma de cheque-brinde para a aquisição de material (informático, didático/bibliográfico, etc.) no valor de 500 euros para o primeiro lugar, de 250 euros para o segundo lugar e de 125 euros para o terceiro lugar.

De referir ainda que a seleção dos trabalhos vencedores, em cada uma das categorias do concurso escolar, foi realizada por um júri independente que integrou os seguintes elementos: Luísa Neves, diretora da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo; Teresa Magalhães, responsável pelo Programa das Indústrias Criativas, em representação da Bienal de Cerveira; Márcio Fonseca da Silva, jornalista do jornal Alto Minho; Ricardo Rodrigues, designer da Design About; Nuno Ribeiro, da Pêra Doce Audiovisuais; e Ana Peixoto, jornalista e blogger.

CIM Alto Minho


Curso de Empreendedorismo Feminino promovido pela ACIAB já arrancou

Quinze futuras empresárias reuniram-se na delegação da ACIAB, em Ponte da Barca, no dia 23 de maio, para iniciar o Curso de Empreendedorismo Feminino. Este curso é promovido pela ACIAB, dirigido a mulheres que pretendem criar o próprio emprego com a finalidade de promover estratégias de apoio ao empreendedorismo das mulheres e incentivar o associativismo e a criação de redes, favorecendo o auto emprego, a capacidade empresarial e a qualidade da sua participação na vida ativa.

A ação foi aberta por Francisco Peixoto Araújo, vice-presidente executivo da ACIAB, que começou por felicitar as formandas selecionadas e fez uma apresentação sucinta da forma como o curso vai decorrer e das expectativas esperadas afirmando que "com esta formação ficarão mais preparadas para lidar com o mundo empresarial concretamente no que diz respeito à criação de um negócio e à sua gestão". André Gigante, diretor da empresa Open Space, entidade formadora do curso, explicou concretamente as duas vertentes nas quais se divide, nomeadamente a formação e a consultoria.

No que se refere à formação serão executadas 194 horas e incidirá em temáticas como gestão, igualdade de género, TIC (tecnologias de informação e comunicação), relacionamento interpessoal e liderança. Serão trabalhadas um conjunto de ferramentas que se entendem como necessárias para a criação do vosso negócio. Relativamente à parte da consultoria, esta será de 80 horas por cada empresa criada, sendo que aproximadamente dois terços da consultoria se destina à criação do plano de negócios e ao apoio à empresa nos primeiros meses de vida.

Cada empresa criada receberá um apoio de 5.030 euros para fazer face a despesas que as diferentes tipologias de negócios exigem e as formandas têm também como regalias subsídio de alimentação e de transporte e certificado de participação.

Este é o segundo curso que a ACIAB promove no âmbito do empreendedorismo feminino pois considera fundamental promover ações desta natureza, contribuindo assim para o fomento da cultura empreendedora, do emprego e, simultaneamente, do crescimento económico. Assim, no decorrer deste ano, serão criadas um conjunto de novas empresas, em vários setores de atividade. Este tipo de oportunidades apresenta-se como uma forma de promover a iniciativa empresarial e investir nas competências técnicas deste público específico impulsionando o espirito empreendedor.

ACIAB


Jovens da Direção Regional do Norte do IPDJ Brilham na Assembleia da República

Os alunos dos Estabelecimentos de Ensino Secundário e Profissional da Direção Regional do Norte do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) (Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real e Bragança) apurados para participarem na Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens - Secundário e no Concurso Euroscola, iniciativas que decorreram nos passados dias 27 e 28 de maio na Assembleia da República (AR), estiveram em alta, tendo alcançado uma grande representatividade no primeiro programa (não havia classificação) e no concurso o segundo e quarto lugar classificativo.

Num total de 128 "deputados", de 63 escolas, provenientes de todos os distritos do país, Regiões Autónomas e do Círculo "Fora da Europa", os distritos que compõem a Direção Regional do Norte conseguiram, no Programa Parlamento dos Jovens, eleger, por via da forte mobilização, 34 "deputados" de 17 Estabelecimentos de Ensino, vencedores das Sessões Distritais, bem como dois representantes na Mesa que presidiu aos trabalhos (Vice Presidente e 2º Secretário).

Recorde-se que o Programa Parlamento dos Jovens é uma iniciativa institucional da Assembleia da República que procura incentivar o interesse dos jovens pela participação cívica e política. É coordenado por uma equipa de projecto da AR, sob orientação da Comissão de Educação, Ciência e Cultura, sendo desenvolvido com a participação de diversas entidades: Ministério da Educação, Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, através do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas e Gabinete do Parlamento Europeu.

O tema em debate nesta sessão foi o "Os Jovens e o Emprego: que futuro?", o qual foi amplamente trabalhado durante todo o ano lectivo, em debates nas escolas, nas Sessões Escolares e nas Sessões Distritais, que contaram com a presença de Deputados da Assembleia da República, entre outras entidades.

Quanto ao Concurso Euroscola, iniciativa em articulação com o Parlamento dos Jovens, organizada pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto, através do IPDJ, e pelo Gabinete do Parlamento Europeu em Portugal, para selecionar as Escolas a participar nas Sessões Euroscola em Estrasburgo, mediante a apresentação de um trabalho sobre a dimensão europeia do mesmo tema - "Os Jovens e o Emprego: que futuro?", as Escolas Secundária de Vilela do Porto e a Secundária Henrique Medina de Esposende, conquistaram o segundo e quarto lugar da classificação, respetivamente, em virtude das qualidades argumentativas e da originalidade das ideias desenvolvidas, numa primeira fase num trabalho escrito, e, posteriormente, mediante apresentação oral.

Deste modo, estes Estabelecimentos de Ensino receberam como prémio, uma viagem a Estrasburgo.

A Direção Regional do Norte do IPDJ regozija-se com o envolvimento de toda a Comunidade Educativa dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Vila Real e Bragança neste tipo de iniciativas que, de um modo lúdico, espicaçam os jovens a reflectir sobre temas sérios e actuais da sociedade com a vantagem de levarem essa discussão ao espaço mais nobre da política nacional: a Assembleia da República.

Instituto Português do Desporto e da Juventude


Formação AIMinho já abrangeu mais de 620 participantes em 2013

O plano de formação da AIMinho para 2013 tem tido uma enorme adesão por parte de empregados e desempregados. Desde o início do ano, a AIMinho já organizou realizou 1700 horas de formação, que abrangeram 629 formandos.

As 36 ações realizadas (13 delas a decorrer) têm tido um reconhecimento significativo por parte dos formandos, que as consideram uma chave para o futuro. Já foram abrangidas áreas como a Contabilidade e Fiscalidade, Secretariado e Trabalho Administrativo, Ciências Informáticas, Segurança e Higiene no Trabalho e Enquadramento na Organização/Empresa.

Para o mês de junho estão previstos, para os formandos com habilitações inferiores ao 9.º ano de escolaridade, os cursos de Criação de sites WEB, Gestão e organização da informação e Folha de cálculo N. As pessoas com habilitações superiores ao 9º ano poderão aceder a cursos como IRS/ IVA, recursos humanos - relatório único, línguas, legislação laboral, redes locais, aplicações de gestão administrativa, gestão de bases de dados, gestão de segurança, normas ISO 14000 EMAS e controlo de riscos profissionais, entre outros. A lista completa está disponível em www.aiminho.pt. Organizadas em unidades de formação de curta duração (UFCD), de 25 ou 50 horas, as ações dão direito a subsídio de alimentação, certificado de qualificação, seguro de acidentes pessoais e kit pedagógico.

Cofinanciadas pelo Programa Operacional Potencial Humano (POPH), as formações da AIMinho têm uma forte componente de adequação ao meio empresarial, colmatando algumas das necessidades das empresas da região em relação à formação dos recursos humanos. Podem também ser utilizadas pelas empresas para as 35 horas anuais de formação obrigatórias por lei.

A formação destina-se, assim, a empregados e desempregados, com idade igual ou superior a 18 anos, sem qualificação adequada para inserção ou progressão no mercado de trabalho, ou que pretendam uma requalificação profissional.

Podem também aceder aos cursos de nível IV, os detentores de habilitações escolares de nível superior. Neste caso, poderão participar em UFCD's da componente de formação tecnológica, desde que se encontrem na situação de desempregados ou, caso sejam empregados, até ao limite de 10 por cento. Para mais informações e inscrições queira contactar a Área de Desenvolvimento e Formação de Recursos Humanos, através dos telefones 253 202 500 e 258 801 400 ou dos emails fo@aiminho.pt e lg@aiminho.pt.

AIMinho


Edições C@2000
Do Coura se fez luz. Hidroeletricidade, iluminação pública e política no Alto Minho (1906-1960)"
Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000/Afrontamento
Apoiado pela Fundação EDP

Da Monarquia à República no Concelho de Caminha
Crónica Política (1906 - 1913)

Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


O Estado Novo e outros sonetos políticos satíricos do poeta caminhense Júlio Baptista (1882 - 1961)

Organização e estudo biográfico do autor por Paulo Torres Bento
Edição: C@2000


Rota dos Lagares de Azeite do Rio Âncora

Autor: Joaquim Vasconcelos
Edição: C@2000


Memórias da Serra d'Arga
Autor: Domingos Cerejeira
Edição: C@2000

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