Em vias de cessar funções, a actual Mesa Administrativa da Misericórdia de Caminha continua a ser objecto de comentários por parte de irmãos, desconcertados perante a dualidade de critérios utilizados na admissão e rejeição de propostas de novos membros.
Em Maio deste ano, tinha sido negada a possibilidade de admissão de 11 irmãos. Por outro lado, em Setembro, a Mesa foi unânime em sancionar 19 propostas, para voltar a rejeitar outras 9, dois meses depois.
Dado que nas actas não constam as razões destas decisões e bastando que um dos elementos da Mesa se oponha a qualquer admissão, para que ela seja invalidada, este procedimento deixou sem explicação muitos irmãos, perplexos perante a sinuosidade de um processo que não encontrou razões plausíveis para aceitar uns e denegar outros.