Jornal Digital Regional
Nº 600: 8/14 Set 12
(Semanal - Sábados)






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Reunião camarária

PS interpelou presidente da Câmara sobre presença de delegação brasileira na Feira Medieval

Júlia Paula não contava com as perguntas dos vereadores socialistas e responderá mais tarde

IMI aumenta com avaliações

Os vereadores socialistas, por intermédio de Jorge Miranda, colocaram três questões à presidente do executivo Júlia Paula, sobre a presença de cidadãos brasileiros no decorrer da Feira Medieval de Julho passado.

A oposição pretende saber quem esteve em Caminha e em representação de quem; qual o programa dos convidados camarários e balanço da visita da comitiva.

Jorge Miranda recordou o que fora aprovado em Julho e pretende agora esclarecer as suspeições e especulações geradas ao redor desse grupo de brasileiros, nomeadamente após a intervenção da autarca num programa televisivo.

Júlia Paula, comentando o requerimento socialista, disse que também não lhe agradavam as "especulações", mas, argumentou, como não contava com a interpelação da oposição, optou por responder "mais tarde".

Aprovados IMI e derrama para 2013

Embora o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) urbanos no concelho de Caminha se mantenha nos 0.40 para o próximo ano, na prática traduzir-se-á num aumento significativo para os contribuintes, devido às avaliações em curso e que se repercutirão no pagamento deste imposto.

A vereação caminhense fixou esta taxa, bem como o lançamento da derrama sobre o IRC para 2013 no decorrer desta reunião camarária, a qual se manterá igual à do anterior (0.60). Júlia Paula frisou que apenas pagaria este imposto quem apresentasse lucros.

PS abstém-se

Os socialistas leram uma proposta em que apelavam à moderação dos impostos face à crise acentuada à qual não escapam os caminhenses, mas acabaram por se abster.

"Estranho o branqueamento"

Júlia Paula aproveitou a deixa e disse estranhar o branqueamento que a oposição estava a fazer da governação socialista ao longo de 16 anos e que "deixou o país à beira da bancarrota", assegurando, contudo, que a câmara era a "única que possuía fundos disponíveis", tendo ainda citado algumas obras em curso, para as quais necessita de verbas, justificou.