Empresas Associadas da ACIAB
Casos de Sucesso na Exportação
A aposta na exportação por parte das empresas é, hoje em dia, cada vez mais visível. Devido, principalmente, à conjuntura económico-financeira do país, as empresas viram na exportação uma forma de se sustentar e aumentar os lucros. As empresas associadas da ACIAB não são exceção e algumas enveredaram por esta via sendo já casos de sucesso. Empresas de várias áreas de negócio, desde a indústria até aos serviços apostaram nesta vertente e promovem, agora, o nome de Portugal pelo mundo fora.
A ACIAB, através de vários seminários temáticos particularmente, Inovação, Marketing, Gestão Estratégica e Gestão de Recursos Humanos tem tentado incentivar os empresários a mobilizarem-se para mercados internacionais com maior enfase na Europa.
As particularidades da nossa região nomeadamente o facto de ser uma região voltada para a emigração, com um número significativo de emigrantes, pode auxiliar as empresas a criar contactos e estabelecer parcerias. Grande parte das empresas associadas da ACIAB iniciou precisamente a sua exportação através deste caminho, ou seja, através de contactos-chave em países espalhados pela Europa.
A ACIAB considera que as empresas devem estar atentas aos mercados emergentes, tentando tirar dai o maior partido com base em cada modelo de negócio específico e os apoios no âmbito do QREN podem constituir também uma ferramenta importante a considerar por aquelas que queiram exportar.
As empresas podem beneficiar com a exportação em vários sentidos, nomeadamente, no que diz respeito à obtenção de margens comerciais acrescidas, aperfeiçoamento de várias técnicas para se adequar às exigências do mercado importador e melhoria de diversos processos. A ACIAB mostra-se totalmente disponível para auxiliar as suas empresas neste domínio e incentiva-as cada vez mais a enveredar pela via da exportação.
A ACIAB espera que, desta forma, as empresas da região tenham bons resultados e possam continuar a mostrar o elevado potencial que detêm ao nível da qualidade dos produtos e serviços prestados. Ao mostrar o seu valor estão a mostrar o valor de Portugal e a consolidar a marca do país no exterior.
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Norte de Portugal posiciona-se na linha da frente da náutica Atlântica

A experiência e o conhecimento adquiridos no projecto NEA2 serão uma das matrizes base da Estratégia Marítima Atlântica, posicionando, assim, a fileira náutica e os Estados dos 23 parceiros do projecto, entre os quais Portugal, na primeira linha do desenvolvimento do sector. Este contributo para a elaboração do Plano de Acção da Estratégia Marítima Atlântica foi reafirmado na reunião plenária dos parceiros do NEA2, que teve lugar no Porto nos passados dias 26 e 27 de Março, na qual também foi realizado um balanço muito positivo da execução deste projecto europeu.
Desta reunião plenária do projecto NEA2 "Náutica no Espaço Atlântico 2", que contou com a presença de 18 dos seus 23 parceiros, em representação de cinco Estados-Membros, resultou um documento de trabalho, que será apresentado às entidades europeias envolvidas na definição da Estratégia Marítima Atlântica. Este documento apresenta um conjunto de propostas, a implementar pelos parceiros europeus entre 2014 e 2020, potenciando o crescimento económico da fileira náutica atlântica e do emprego, bem como o estabelecimento de laços fortes entre a população do Espaço Atlântico e o mar através da náutica. As acções propostas estão alicerçadas na inovação, no networking e no desenvolvimento do sector da náutica nas suas diversas vertentes.
Para Portugal o projecto NEA2 é considerado de extrema importância, pois possibilita a sua pertença a uma rede europeia com uma participação de primeira linha na Estratégia Marítima Atlântica e, em simultâneo, enquadra-se nas grandes opções estratégicas do Governo Português e nas agendas temáticas da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), nomeadamente na Agenda Regional para o Mar e do Turismo.
Este programa de trabalho contemplou uma conferência de imprensa, na CCDR-N, sobre o projecto NEA2, na qual os presentes realizaram uma avaliação muito positiva do projecto e ressalvaram o seu importante contributo para a cooperação transnacional no Espaço Atlântico e para a definição da Estratégia Marítima Atlântica. Também destacaram o forte empenho da INTERCÉLTICA como parceiro português e, em resultado disso, a afirmação de Portugal, nomeadamente da Região Norte, nas questões da náutica e a potenciação de plataformas de trabalho.
Esta conferência de imprensa contou com a presença de Carlos Neves, Vice-Presidente da CCDR-Norte, João Fonseca Ribeiro, Director-Geral de Política do Mar, Vítor Lemos, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Teresa Lameiras, da Autoridade de Gestão do Programa de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico, Guilherme Guimarães, da INTERCÉLTICA, Francisco Lobato, campeão português de Vela Oceânica, Anne-Marie Hodemon, do Conselho Regional da Bretanha, e François Arbellot, Coordenador Técnico do NEA2.
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É INACEITÁVEL E INJUSTO
PIORAR A PROTECÇÃO SOCIAL
NO DESEMPREGO
A Direcção do Site-Norte (Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Norte) expressou o seu protesto e preocupação pela entrada em vigor, no dia 1 de Abril, de alterações que o governo impôs, e que pioram o regime do subsídio de desemprego (D.L. 64/2012 de 15 de Março), em documento enviado ao Presidente da República, Primeiro Ministro, Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Ministro da Economia e do Emprego, Presidente da Assembleia da República e Grupos Parlamentares.
Quando muitas centenas de milhar de portugueses já são afectados pelo gravíssimo problema do desemprego, e as perspectivas económicas apontam para que outros muitos milhares sejam atirados contra a sua vontade para este flagelo social, o Governo inaceitavelmente impõe a diminuição da protecção social aos desempregados, lamentavelmente com a concordância do Presidente da República que promulgou o decreto-lei.
A redução do período de duração do subsídio de desemprego a trabalhadores desempregados; e a diminuição do montante do seu valor, são traços fundamentais das alterações impostas pelo Governo no decreto-lei 64/2012.
O período de concessão do subsídio de desemprego é reduzido em todos os escalões etários (artº. 27º.), sendo exemplo flagrante o facto de desempregados com idade igual ou superior a 45 anos, esse período passar para 18 meses pela imposição do decreto governamental, quando tinham 30 meses.
O montante do subsídio de desemprego, que é igual a 65% da remuneração de referência, após seis meses, será incompreensivelmente reduzido de 10% (artº. 28º.).
A lógica absurda governamental e presidencial, continua a ser que as pessoas é que são culpadas pelo desemprego que as afecta, e como tal há que penalizá-las por esse facto.
Mesmo a badalada majoração de 10%, no casal de desempregados ou o parente único no agregado monoparental, deixar de existir, ao fim de seis meses, face ao corte de igual valor.
Acrescente-se, ainda, que a majoração específica no subsídio de desemprego, só vigora até 31 de Dezembro de 2012. Enquanto o corte geral de 10% do subsídio de desemprego, após seis meses, pretendem o Governo e Presidente da República que vigore para sempre.
No documento enviado aos órgãos do poder político, a Direcção do Site-Norte reclama que sejam retiradas as medidas que pioram a protecção social no desemprego, bem com sejam repostas medidas revogadas em 2010 de apoio excepcional aos desempregados, no actual contexto da situação económica.
SINDICATO DOS TRABALHADORES DAS INDÚSTRIAS TRANSFORMADORAS,
ENERGIA E ACTIVIDADES DO AMBIENTE DO NORTE
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