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GOVERNO CIVIL E ANSR PROMOVERAM
FÓRUM DE SEGURANÇA RODOVIÁRIA
O Governo Civil de Viana do Castelo e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) promoveram o Fórum Distrital de Segurança Rodoviária.
A iniciativa, que contou com as presenças do governador civil, José Joaquim Pita Guerreiro, e do presidente da ANSR, Paulo Marques, teve como principal objectivo divulgar a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária (ENSR) e recolher vários contributos para o documento final da mesma e sua posterior implementação.
A metodologia adoptada na elaboração do documento enquadrador da estratégia foi apresentada por um representante do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), seguida de um período de debate e discussão.
O controlo de velocidade, a condução sob efeito do álcool e drogas, a formação, as condições do acesso ao título de condução e a avaliação dos condutores, a formação e educação para segurança do ambiente rodoviária, o socorro às vítimas, a auditoria das vias, a inspecção da sinalização e a fiscalização da segurança do parque automóvel, foram alguns dos temas que estiveram em foco e análise no fórum distrital.
A ENSR assenta em objectivos específicos, claros, quantificáveis e ambiciosos, para que Portugal se possa tornar num exemplo, sustentável no tempo, no combate sério à sinistralidade rodoviária.
A expectativa é que, em 2015, Portugal se situe numa posição confortável entre os 27 países que actualmente integram a União Europeia, apresentando indicadores de sinistralidade ao nível da Áustria e do Luxemburgo, países que em 1975 integravam o conjunto que ultrapassava os 300 mortos por milhão de habitantes e que hoje se situam abaixo da média europeia.
Recorde-se que o Governo tem-se empenhado fortemente nesta causa, quer apostando na criação de um ambiente rodoviário civilizado, quer promovendo uma cultura de condução defensiva e uma política de segurança preventiva, de forma a colocar Portugal entre os 10 estados membros da União Europeia com as taxas de sinistralidade mais baixas.
Governo Civil de Viana do Castelo
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Centro de incubação do IEMinho tem já
40 por cento do espaço disponível ocupado

O Centro de Incubação de Empresas do Instituto Empresarial do Minho (IEMinho) tem já ocupado mais de 40 por cento dos espaços disponíveis e prevê, para os próximos dois meses, atingir os 60 por cento. Existem ainda, no entanto, favos livres para os empreendedores que possuem uma ideia, projecto ou produto já pronto. Os potenciais empresários devem assim candidatar-se à incubadora através da apresentação de um Plano de Negócios.
Com apenas um mês de actividade, o Centro conta com a presença de oito empresas que operam sobretudo nas áreas do ambiente, energia e tecnologias de informação e comunicação e, ainda, geologia e calçado. São elas, a Multisag, a Sinergio, a Delfos, a Cleversolutions, a Eu estou aqui, a Pontonatura, a Ambieco e a Caminhar.
Situada em Soutelo, Vila Verde, esta estrutura apresenta excelentes condições às empresas incubadas. Para além de ceder espaço físico de alocação ao empreendedor, fornece serviços de suporte administrativo de apoio à gestão na fase de desenvolvimento e prospecção comercial, uma fase crítica na implantação de um novo negócio.
O Centro possui 22 favos de incubação equipados com mobiliário, internet de banda larga e infra-estruturas técnicas. Além disso, disponibiliza espaços comuns como recepção, secretaria, salas de reunião, sala polivalente e área social.
A incubadora funciona ainda como um parceiro, fazendo a articulação com entidades de pesquisa e fomento do empreendedorismo, fornecendo conhecimentos para acelerar o crescimento dos negócios, potenciando e desenvolvendo as competências dos empreendedores e, principalmente, ajudando o empreendedor a ampliar a sua visão estratégica para o mercado.
Incubadora é um dos projectos do IEMinho
O Centro de Incubação é um dos projectos do IEMinho, uma instituição sem fins lucrativos, criada em 2002, pela Câmara Municipal de Vila Verde, Associação Industrial do Minho, Universidade do Minho, Associação Comercial de Braga, IDITE-Minho e Expoente - Serviços de Economia e Gestão, S.A. .
A missão do IEMinho passa por estimular e apoiar o arranque, desenvolvimento e fixação de actividades económicas de alto valor acrescentado e elevado potencial tecnológico em termos de inovação e empreendedorismo na região Minho.
O Instituto procura também contribuir para a alteração progressiva do perfil de especialização e económico da Região, bem como induzir a modernização dos sectores tradicionais por acção, directa ou indirecta, dos projectos a criar no seu âmbito.
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IDEIAS QUE SE TRANFORMAM EM NEGÓCIO
Promover o empreendedorismo é uma das vias estratégicas fundamentais para estimular o crescimento e a consolidação do tecido empresarial do Alto Minho. A criação de novos produtos e serviços será determinante para conquistar a competitividade, que levará ao tão desejado desenvolvimento económico da região. Tendo em conta a importância deste factor estratégico, e sendo um agente privilegiado na criação de condições empresariais favoráveis, o CEVAL vai lançar mais uma iniciativa que será uma excelente oportunidade para todos os empreendedores da região: um Concurso de Ideias, enquadrado no Projecto CID - Competitividade, Inovação e Desenvolvimento do Minho-Lima, que irá tornar realidade o sonho de muitos minhotos.
Este Projecto, do qual derivou anteriormente o Estudo Sectorial da Região apresentado no passado dia 17 de Abril em Ponte de Lima, identificou três áreas fundamentais com enorme potencial de cooperação e de inovação:
§ A agro-indústria, numa visão de aproveitamento do potencial proveniente dos produtos da região e de criação das condições para a dinamização da fileira de turismo rural;
§ As novas tecnologias aplicadas à metalomecânica ligeira, numa estratégia de outsourcing da indústria modular,
§ As fontes de energia renováveis, numa lógica de clustering.
Com base na análise do tecido económico e a sua inserção numa estratégia global para o Minho-Lima - "Minho Verde", procuraram-se identificar Redes de Cooperação e Inovação (RCI), capazes de aproveitar as oportunidades colocadas nas áreas estratégicas de desenvolvimento regional, através de cooperação entre as empresas, os meios científicos e tecnológicos, as Associações Empresariais e de Desenvolvimento Regional, as Comunidades Intermunicipais, entre outros.
Para além de uma análise estratégica prospectiva para cada um dos três sectores, foi também elaborado um road map de acções para a constituição de redes, procurando cobrir o leque de opções de cooperação e inovação, bem como identificar potenciais intervenientes e parceiros.
A NOVA FASE
A nova etapa do Projecto CID lança um desafio à população. Esta nova fase visa dinamizar ideias de negócio, inseridas nas redes de cooperação e inovação propostas. Nesse sentido, o CEVAL irá promover um "Concurso de Ideias de Negócio", onde se espera que resultem três projectos-piloto imbuídos do espírito das RCI. Serão promovidos os respectivos planos de negócio, procurando transformar ideias em projectos empresariais. De salientar ainda, que existe já o interesse confirmado de uma instituição financeira de colaborar activamente, analisando e apoiando as iniciativas resultantes desta nova fase do CID.
Os resultados alcançados e as perspectivas que se vislumbram, dão corpo e alento à aposta consistente que o CEVAL tem tido na promoção do tecido empresarial do Minho-Lima através da cooperação, da inovação e promoção do empreendedorismo.
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| ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA |
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Autor Joaquim Vasconcelos |
MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA |
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Autor Domingos Cerejeira |
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