CINEMA
Auditório da Casa das Artes (258 520 280)
2
Domingo às 22h00
O TESOURO: LIVRO DOS SEGREDOS
Realizador: Jon Turteltaub
Acção / Aventura - M/12
8 e 9
Sábado e Domingo às 22h00
O COMBOIO DAS 3 E 10
Realizador: James Mangold
Western - M/12
16
Domingo às 22h00
CALL GIRL
Realizador: António-Pedro Vasconcelos
Thriller - M/16
22 e 23
Sábado e Domingo às 22h00
ASTÉRIX NOS JOGOS OLÍMPICOS
Realizadores: Frederic Forestier e Thomas Langmann
Aventura / Comédia / Família - M/12
30
Domingo às 22h00
ESTE PAÍS NÃO É PARA VELHOS
Realizadores: Ethan Coen e Joel Coen
Crime/Drama/Thriller - M /18
MÚSICA
Auditório da Casa das Artes (258 520 280)
1 de Março (sábado), a partir das 23h00; €5,00 (só concerto de auditório)
“ARTES ELECTRONICAS: U-CLIC ao vivo”
Performances de música electrónica, que traduzem as novas tendências de dança, apoiadas numa original vertente multimédia e cenográfica, contando com grupos e projectos atentos aos desafios e possibilidades desta vertente produtiva.
Esta edição conta com o concerto, em auditório, dos U-CLIC. De regresso à Casa das Artes arcuense, o trio português originário de Tomar, formado em 2003 por Luís Salgado (guitar, synthesizers, vocoder, programmings) e Filipe Confraria (vocals, programmings), procura novos percursos para a música electrónica, coordenando sons “orgânicos”, analógicos e digitais, numa mescla de “pop noise”, entre os Kraftwerk e os Sonic Youth, pintado com as cores de um “electro/rock/arty/punk” muito particular. O programa desta noite passa em revista temas anteriores, mas perspectiva, essencialmente, o alinhamento integrado na tour “Reset Future”, braço de divulgação do seu último trabalho “Console Pupils”.
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Auditório da Casa das Artes (258 520 280)
15 de Março (sábado), 23h00; €10,00 (preço único)
ramp
Integrado na 6ª edição da Mostra de Música Moderna de Arcos de Valdevez “Sons de Vez!”
Os Ramp são uma das mais consagradas e influentes bandas do Metal nacional. Contam já com três participações no festival português Super Bock, Super Rock, bem como diversas actuações ao lado de alguns dos maiores nomes da cena internacional, com destaque para os Metallica, Iron Maiden, Sepultura, Motorhead, Paradise Lost, Rollin´s Band, Monster Magnet, Sadist, entre muitos outros.
Iniciaram a sua carreira em 1989, e desde aí têm realizado um brilhante percurso. A sua sonoridade afirma um Metal pesado, mas muito mais próximo da “corrente” americana do que da europeia; neste sentido, há quem os intitule de “Metallica portugueses”, numa comparação que deixa, contudo, um largo e vasto campo de criação e originalidade exclusivos da banda portuguesa. Sempre mantiveram um alinhamento sonoro muito próprio, renovando-se progressivamente de um álbum para outro. O pico da sua carreira foi, inegavelmente, em 1998/99 com o álbum “EDR e respectiva tournée. Em 2003 lançaram o seu primeiro disco autoproduzido, denominado “Nude”, com uma concepção sonora e gráfica brilhantes. No final de 2007 terminaram a gravação do novo trabalho, misturado na Suécia pelo consagrado Daniel Bergstrand, afirmando a banda, em definitivo, no cenário “metálico” deste novo milénio.
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Auditório da Casa das Artes (258 520 280)
21 de Março (sexta), 22h00; €5,00 (preço único)
CONCERTO DA PRIMAVERA pela Banda da Sociedade Musical Arcuense
No âmbito do programa de apresentações de concertos em auditório, a Banda da Sociedade Musical Arcuense desenvolve o seu tradicional espectáculo de celebração da Primavera, este ano coincidente com o período pascal; espaço, por tal, para o desfilar de um repertório atento às características singulares destes dois momentos, interpretados com a habitual sensibilidade e mestria musical.
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Auditório da Casa das Artes (258 520 280)
29 de Março (sábado), 23h00; €8,00 (preço único)
TERRAKOTA
Integrado na 6ª edição da Mostra de Música Moderna de Arcos de Valdevez “Sons de Vez!”
A aventura dos Terrakota começou em 1999, depois do Junior, o Alex e o Humberto partirem com guitarras às costas, numa viagem pela África Ocidental, em busca da energia da Terra Mãe; entraram no caldeirão o Reggae, o Gnáwa, Cuba e o Brasil. Músicas que contam, em sentido inverso, o percurso de milhões de escravos negro-africanos. Em 2001 gravam a primeira maquete; em 2002 dão os seus primeiros concertos fora de Portugal (Itália, França e Espanha) e começam a receber propostas de editoras, acabando por gravar o seu primeiro disco numa editora independente. No outono, entram em fase de pré-produção do seu segundo disco, que viria a ser gravado em Dakar, nos estúdios do conhecido artista Youssou N'dour; “Humus Sapiens” sai em 2004 e revela-se “mais maduro, equilibrado e com um som próprio” – disseram os especialistas.
Sem paragens, e sentindo que as estruturas de ediçao discográfica portuguesas não se adaptam à nova realidade, no fim do verão de 2006 iniciam a produção do disco completamente “independente”, com o apoio da Radio Fazuma, com particpações de Ikonoklasta e Conductor do Conjunto Ngonguenha (Angola) e uma surpresa, o lendário U-Roy (Jamaica). Garantem uma distribuição a nivel mundial através da italiana Felmay e a edição nacional pela Gumalaka. O álbum foi gravado em Lisboa nos estúdios da Toolateman e masterizado nos Estados Unidos. Chama-se “Oba Train”.
TEATRO
Casa das Artes (258 520 280)
28 de Março (sexta), 22h00
“LABIRINTO TEATRAL”
Colectivo “A Traça”
Performance de Teatro e Poesia; integrada nas Comemorações do Dia Mundial do Teatro
Esta iniciativa do Município de Arcos de Valdevez, inscrita no âmbito do projecto “AGEN 2008” (Direcção-Geral das Artes/Ministério da Cultura), visa integrar o concelho no âmbito nacional das comemorações oficiais do Dia Mundial do Teatro.
A performance, produzida pela Casa das Artes e pelo colectivo arcuense “A Traça”, integra momentos diversos num jogo de máscaras, de memórias, mimos, gestos, palavras, luz e cor; coordenada pelo actor Nuno Pinto e com leituras poéticas de Cunha Dias, visa celebrar o “Teatro Global” recorrendo para o efeito a textos, palavras dispersas e cenografias várias, e apelando, entre muitos, a ícones como Herberto Hélder (o “poeta mítico da modernidade portuguesa contemporânea”) ou Tomaz de Figueiredo (esse “prodigioso evocador do passado, em verso e prosa” e “ grande poeta da memória”).
EXPOSIÇÕES
Foyer do Auditório da Casa das Artes (258 520 280)
até 6 de Abril; dias úteis: 10-18h00, sábados: 14-18h00 e 21h30-23h00, domingos: 21h30-23h00.
Exposição de fotografia “A Cor do Som Português”, de Sérgio Neto
Integra a 6ª edição do evento “Sons de Vez!”
A Casa das Artes recebe a exposição do fotógrafo Sérgio Neto, denominada “A Cor do Som Português”, que tem como base as reportagens fotográficas realizadas ao longo do ano de 2006 e 2007 em vários palcos do país. Tenta retratar emoções vividas no momento; ambientes, atitudes e as sensibilidades dos próprios músicos, numa outra forma de sentir a música; isto porque o som também tem cor!
Sérgio Neto, 24 anos, nasceu no Norte de Portugal; é fotógrafo, radialista e animador cultural. Apaixonado pela fotografia, realizou um curso específico a um nível mais profissional na cidade do Porto, ocasião em que iniciou colaborações com músicos portugueses, e “actuou” na imprensa nacional.