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AJHLAM
Silêncio inquietou a Casa dos Jornalistas
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Na passada sexta-feira, dia 19 de Fevereiro, pelas 21h30, a sede da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Alto Minho (AJHLAM) - Casa de João Velho - sita ao Largo Instituto Histórico do Minho, em Viana do Castelo, recebeu o poeta esposendense José Torres Gomes, que aí apresentou a sua mais recente obra, "A Inquietude do Silêncio".
O autor, portador de doença degenerativa, estreou-se em Viana com este "A Inquietude do Silêncio", seis anos após a publicação de "Os Ossos Também Falam" (2010), a que se seguiu o livro "Nunca Mais de Vi" (2011) e, posteriormente, o volume "Gente sem Governo" (2013).
Apoiado nesta senda pela ACAPO - Associação de Apoio a Cegos e Amblíopes -, que lhe "trouxe novas esperanças na realização do seu sonho", José Torres Gomes concretizou uma formação para a aprendizagem do software de leitura de textos digitais, passando então a escrever regularmente ao computador, uma vez a sua doença já não lhe permitir escrever pelo seu próprio punho.
Neste espaço secular da urbe de Viana do Castelo, a sessão foi aberta por Alexandre Carlos Marta, presidente da AJHLAM, que deu as boas vindas a uma sala muito bem composta que bem engalanou a singela obra do poeta que, além das suas próprias edições, faz já a sua presença contar em diversas antologias.
Álvaro Maio, também esse um artista, foi o apresentador de serviço dado o seu longo e profundo conhecimento de José Torres Gomes, o poeta em cena que manteve sempre uma presença peculiar e interessante na mesa, nunca permitindo que algo que tivesse dito ficasse sem o respectivo nó. Álvaro Maio, que chegou a ser vocalista de um dos mais renomados grupos rock português, nos idos dos anos 70, não deixou ainda de acrescentar àquela noite com belas canções, excelentemente interpretadas, algumas da sua própria autoria.
Antes do fim da sessão foram muitos os que quiseram dizer os poemas da obra agora posta em edição, o que também passou por alguns elementos do público que só mesmo naquela noite tomaram contacto com a poesia de José Torres Gomes, um nome a firmar.
8ª EDIÇÃO DA GERAÇÃO DEPOSITRÃO: 14 ESCOLAS DE VIANA DO CASTELO JÁ RECOLHERAM CERCA DE 20 500 QUILOS DE RESÍDUOS
EB1 de Loução - Venade lidera o ranking
A primeira fase da 8ª Edição da Geração Depositrão da ERP Portugal, que acaba de terminar, permitiu a recolha de cerca de 20 500 quilos de REEE (Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos) e RP&A (Resíduos de Pilhas e Acumuladores), nas Eco-Escolas do distrito de Viana do Castelo que integram o projeto neste ano letivo.
Até ao momento, e com base no peso total de resíduos recolhidos (REEE e RP&A), a escola que lidera o ranking nacional é a EB23 Damião de Odemira, responsável pela recolha de 13 240 quilos.
No distrito de Viana do Castelo, as escolas que ocupam as primeiras posições são EB1 de Loução - Venade (Caminha) com mais de 6600 quilos (2ª posição na tabela nacional), fazendo-se seguir pela Escola Básica de Lagoas (Ponte de Lima), que reuniu cerca de 3500 quilos e a EB1/JI Caminha com o total aproximado de 3000 quilos de resíduos encaminhados para reciclagem.
No que respeita à recolha de pilhas em fim de vida, em particular, será premiada EB1 de Loução - Venade (Caminha), com mais de 100 quilos.
A atestar o sucesso desta iniciativa, que é já uma referência na comunidade escolar, está o número de pontos de recolha que vieram juntar-se ao desafio nesta segunda fase (mais 72 escolas e 24 entidades geminadas). No total, estão em funcionamento mais de 800 pontos de recolha em todo o país.
Para além dos prémios a atribuir ao longo do ano letivo, terá lugar o balanço final, em que serão premiadas 10 escolas, distribuídas por 2 categorias: peso absoluto e peso por aluno de resíduos recolhidos.
As escolas serão reconhecidas, também, pela elaboração de trabalhos criativos dedicados ao tema da correta gestão de equipamentos e pilhas em fim de vida, segmentados por níveis de escolaridade.
Esta campanha da ERP Portugal é implementada em parceria com o Programa Eco-Escolas e conta com o apoio das marcas LG, Orima, Pingo Doce, Porto Editora e Worten.
"O Inventário Permanente e a Normalização Contabilística, Enquadramento Legal e Comunicação Eletrónica e o Novo Código do IRS"
Dia 3 de março | 15h00 | Auditório do Turismo Arcos de Valdevez
A ACIAB vai realizar, em parceria com a AT - Autoridade Tributária, um seminário que tem como temática "O Inventário Permanente e a Normalização Contabilística, Enquadramento Legal e Comunicação Eletrónica e o Novo Código do IRS".
A iniciativa terá lugar no dia 3 de março (quinta-feira), pelas 15h00, no Auditório Municipal de Informação e Turismo, no Campo do Trasladário, em Arcos de Valdevez.
A sessão de esclarecimento necessita de inscrição que deve ser enviada por email (aciab@aciab.pt), ou entregue nas instalações da ACIAB, até ao dia 2 de março (quarta-feira). Para qualquer esclarecimento contactar a ACIAB através dos telefones 258 52 14 73 ou 258 45 45 24.
Programa
15h00 | Sessão de Abertura
Presidente da Direção da ACIAB - António Marques Campos
15h10 | Introdução
Vice-presidente da Direção da ACIAB - Francisco Peixoto Araújo
15h20 | O Inventário Permanente e a normalização contabilística, enquadramento legal e comunicação eletrónica
Carla Isabel Dias - Inspetora Tributária Direção de Finanças Viana do Castelo
16h15 | Novo Código do IRS
José Manuel Cadilha Guerreiro - Técnico de Administração Tributária/Chefe do Serviço de Finanças de Paredes de Coura
17h15 | Debate
18h00 | Encerramento
NUNO CASTRO NA PROVA DE ABERTURA DO CAMPEONATO DO MINHO DE BTT XCO, BRILHA COM UM 3º LUGAR MASTER 30
No passado domingo, 21 de fevereiro, realizou se em Fragoso (Barcelos) a primeira prova do Campeonato do Minho de BTT XCO - MAPFRE | Seguros.
Mais uma vez o nosso atleta Nuno Castro em Master 30 mostrou estár a passar por um grande momento de forma, alcançando um brilhante 3º Lugar Master 30....
(...) Feliz é a palvra mais certa para descrever o que sinto neste momento!!!!
Ontem ganho a 2ªProva do Campeonato XCO open no Porto, hoje volto a competir perto de casa com um público fanstastico e alcanço um 3°Lugar Master 30 ..
Sobre a prova de hoje, era a abertura da época XCO do Minho, com a 1ªProva do Campeonato.
Foi uma grande prova com uma luta fantástica pelo 2°Lugar ate o risco da meta com o Helder Braga da equipa do Roriz....
No final termino num 3°Lugar que me deixa sat isfeito e motivado!!
Obrigado a todos que gritaram pelo meu nome, este pódio é para vocês!!!!
Obrigado!!!!!!
Centro Recreativo e Cultural das Neves
Pedro Passos Coelho estará em Viana do Castelo, domingo
Pedro Passos Coelho estará este domingo, dia 28 de fevereiro, em Viana do Castelo:
Pelas 11h00, participará na reunião com a Vianapesca, na zona portuária (Doca Pesca, Viana do Castelo);
Pelas 12h00, participará numa viagem de Barco Pesqueiro (Doca Pesca, Viana do Castelo);
Pelas 13h00, visitará os novos Armazéns de Aprestos, na zona portuária;
Pelas 15h30, fará a Apresentação da Candidatura à Liderança do PSD, no Instituto Politécnico de Viana do Castelo (Praça General Barbosa, Viana do Castelo).
Carlos Morais Vieira: Chegou a hora de ter sucesso a nível autárquico
A nova Comissão Política Distrital do PSD de Viana do Castelo tomou posse no domingo passado. O re-eleito presidente, Carlos Morais Vieira, salientou que é "chegada a hora de conseguir o sucesso ao nível local, nas próximas eleições autárquicas".
"O ultimo mandato a que presidi deixou uma fasquia bem alta, por o PSD ter vencido todas as eleições que disputou durante esse período. Cabe agora a esta equipa dar novamente resposta à confiança que nos foi depositada pelos militantes e criar condições para que, também, nas próximas eleições autárquicas, de 2017, consigamos o sucesso", disse Carlos Morais Vieira
Relembrando que "as eleições internas têm um tempo e que esse tempo acabou", importa agora saber conciliar as diferenças: "A diversidade de opiniões nunca me assustou. A pluralidade irá permitir que o PSD Alto Minho seja efetivamente liderante".
"O nosso partido tem de uma vez por todas deixar de pensar pequeno no distrito, em que maioritariamente está presente o ADN social-democrata no eleitorado. Precisamos de inverter o xadrez político autárquico no Alto-Minho. Temos de voltar a ser o partido do poder local".
Nesse sentido, considera Carlos Morais Vieira, "temos de ter políticos com visão, temos de consolidar uma estratégia para o desenvolvimento sustentável do Alto Minho que possa chamar a nós o melhor que existe na sociedade e de fazer escolhas credíveis e reconhecidas junto de todos os eleitores".
Referindo-se ao futuro, salientou que a sua equipa tem "ideias muito concretas para o trabalho político que pretende desenvolver nos próximos dois anos: um trabalho de proximidade; um trabalho genuinamente virado para as pessoas; um trabalho articulado, pensado estrategicamente, sem ser casuístico e reativo; um trabalho com a meta clara de aumentarmos a nossa representatividade autárquica no distrito",
Carlos Morais Vieira salientou que este é "um trabalho com causas, participado por todos, sem egocentrismos, sem vontades pessoais, sem fanatismos exacerbados; sem reações e coações precipitadas para nos colocarmos como protagonistas e eventuais candidatos aos lugares."
A realização de um grande fórum autárquico do PSD, a dinamização do Gabinete de Estudos, a criação de um gabinete de imprensa que apoie a ação política de todas as estruturas do partido e a manutenção da dinâmica do Instituto de Formação Carlos Mota Pinto, são algumas das propostas apresentadas para este mandato.
A cerimónia de tomada de posse contou com a presença do líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, que referindo-se a Carlos Morais Vieira salientou: "ele simboliza a alma social-democrata de disponibilidade e entrega. Ele presidiu, no último mandato, a esta Comissão Política Distrital e, de facto, venceu todas as eleições que tivemos." "Com autarcas deste gabarito, com deputados deste gabarito, temos de reforçar a presença política do PSD no Alto Minho".
É "frustrante que nós só tenhamos duas Câmaras em dez no distrito. Duas é pouco. Temos que ter mais ambição", alertou
"Estamos a dois anos das eleições autárquicas e esta não é a altura de seguirmos o caminho da desunião. O estigma da desunião é o caminho para o fracasso. Cabe a todos a responsabilidade de contruir as convergências para servir melhor as pessoas, os eleitores, as comunidades, as empresas e com esse serviço dar um acréscimo na qualidade de vida", salientou, relembrando "que para ganhar, é preciso unir e queria que todos sentissem essa responsabilidade".
Luís Montenegro considerou, ainda, que a atual CPD-PSD vai ter outro desafio eleitoral para além das eleições autárquicas, em 2017. As eleições legislativas. "Só não sei é quando. Só posso dizer que no limite será de aqui a quatro anos, o que cada vez é menos provável. Nunca houve em Portugal um Governo que se tivesse atirado para a campanha eleitoral desde o primeiro segundo do seu mandato. E exemplo disso é o OE que este Governo apresenta. Este Governo ainda mal começou e já cheira à fim, em que os partidos de esquerda já falam um para os outros através dos jornais, cada um já em pré-campanha".
Perante este cenário, Luís Montenegro adverte: "Temos que ter todos estar preparados. Todos sabemos que o país não está em boas mãos e nós temos o dever patriótico, moral e politico de continuarmos firmes na afirmação das nossas ideias, as quais tinham trazido mais esperança a todos, ao contrário do que hoje".
I Congresso Distrital da Juventude Popular de Viana do Castelo
No passado dia 20 de Fevereiro realizou-se no Auditório Municipal de Ponte de Lima o primeiro Congresso da Juventude Popular de Viana de Castelo.
Coube ao deputado do CDS na Assembleia da República Abel Baptista e ao Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima Victor Mendes a abertura do Congresso. Ambos enalteceram os jovens presentes pela coragem de participarem ativamente na vida política do distrito e na defesa dos valores da JP e do CDS.
O deputado centrista identificou os valores inerentes ao CDS, tais como a liberdade de escolha, a democracia-cristã e o liberalismo, valores que segundo o próprio são essenciais para o desenvolvimento do Alto Minho.
Foi aprovado por unanimidade uma moção de estratégia sectorial apresentada por José Sendão sobre a dinamização dos centros históricos das vilas do distrito de Viana do Castelo, através de incentivos à fixação do comércio local e à recuperação de imóveis para habitação nos centros históricos. Durante o debate foi ainda referida a necessidade de as autarquias dotarem as vilas de lugares de estacionamento de modo a que quem visite o Alto Minho possa fácil e comodamente aceder aos centros urbanos. Na opinião de vários congressistas, muitos Alto Minhotos preferem realizar as suas compras em Braga em detrimento de Viana do Castelo devido ao facto de o estacionamento automóvel em Viana do Castelo ser pago. Tendo sido usado o exemplo de Ponte de Lima, uma vez que esta dispõe de inúmeros lugares de estacionamento grátis no areal junto ao rio, ou seja, no centro da vila.
Foi igualmente aprovada por unanimidade a moção de estratégia global apresentado por António Reis Faria. Incidiu sobre os problemas mais prementes do distrito. Considerou que um dos motivos “para o distrito de Viana do Castelo ser uma das regiões mais pobres da União Europeia deve-se ao facto de ser de forma constante preterida politicamente em relação a outras regiões de Portugal”. Continua Reis Faria, afirmando que “fruto dessas opções políticas ou falta delas, o distrito atravessa um grave problema demográfico, quer pelo envelhecimento da população como também pela alta taxa de emigração”, o designado “êxodo Alto Minhoto”.
Os Jovens Populares defendem que os interesses dos Alto Minhotos devem ser reclamados por todos, a uma só voz.
Destacamos da moção global a ideia bem patente em desconcentrar, sendo para a JP fundamental uma descentralização administrativa, os diversos órgãos da administração direta e indireta do Estado, não podendo ser apenas intermediários entre os cidadãos e poder executivo da capital. Para tal é necessário reformular e racionalizar as múltiplas estruturas existentes de modo a aproximar o Estado daqueles
para quem o Estado existe, ao mesmo tempo dotando-as de uma maior autonomia ao nível decisório. O conceito é Reorganizar.
Esta desconcentração administrativa traduz-se num processo de descongestionamento de competências para quem melhor conhece as populações, as suas necessidades e o seu território, mantendo, no entanto, a unidade de ação da Administração e dos poderes de direção, superintendência e tutela dos órgãos superiores de modo a proporcionar condições de investimento, facilitando iniciativas de âmbito local e regional, constituindo uma base sólida de construção de condições para uma retoma demográfica.
Foi defendida a implementação do voto eletrónico de modo a permitir que os cidadãos que residam em local diferente daquele onde estejam recenseados possam votar, na sua área residencial, evitando que os eleitores residentes no estrangeiro ou longe da sua freguesia, não tenham de gastar tempo e dinheiro para exercer o seu direito de voto.
Entendem que as intervenções nas políticas de educação deverão ser acompanhadas com políticas de intervenção cívica e social. Se por um lado consideram evidente que cada pessoa é dotada de um livre-arbítrio, por outro não restam dúvidas que o meio no qual se forma o indivíduo é determinante para o seu desenvolvimento humano. Uma das grandes conquistas do Estado social foi a oferta educativa às populações, porém, para que esta seja mais equitativa é preciso criar as condições mínimas de integração social, de modo a permitir que todos sejam dotados das valências indispensáveis ao bom desempenho escolar.
De entre muitos outros temas constantes na moção de estratégia global destacamos o último, já que foi debatido com particular intensidade, falamos da Eutanásia. Os Jovens Populares consideram que o princípio da dignidade da pessoa humana prevalece sobre todos os demais direitos, consideram também “o direito à vida como o mais fundamental de todos os direitos, pois a sua existência é pré-requisito catalisador para o exercício de todos os demais direitos”. A questão do não prolongamento da vida de forma artificial ou da eutanásia evita que o direito à vida colida com o princípio dignidade da pessoa humana.
Já que “em casos crónicos de sofrimento extremo, em que o indivíduo dotado de razão e em consciência decida livremente acabar com o seu sofrimento, tendo como única solução para o mesmo a morte, é aceitável que o Estado o impeça de fazê-lo, alegando a inviolabilidade da vida humana?” No entendimento da JP distrital de Viana do Castelo, “o que de mais valioso acarreta a vida humana é o livre-arbítrio, a possibilidade de realizar um juízo livre, de podermos fazer escolhas através da vontade, sendo resultado destas escolhas a criação do princípio da dignidade da pessoa humana. O ser humano não decide nascer, mas após fazê-lo, decidiu criar um valor jurídico que o proteja da própria existência, ou seja, o princípio da dignidade da pessoa humana.”
Após a votação da moção realizou-se a eleição para os órgãos distritais, sendo eleito António Reis Faria como Presidente da Comissão Política Distrital, Sara Covas como Vice-Presidente da Comissão Política, Verónica Fonte, Secretária-Geral, e Pedro Lemos como Presidente da Mesa do Congresso.
Encerrou o Congresso Distrital o Presidente Nacional da Juventude Popular, Francisco Rodrigues dos Santos, dizendo que “O conjunto sólido de sinergias criadas com os jovens centristas dos diversos concelhos permitiu concluir uma vontade unanime de defender os valores da direita portuguesa, de procurar somar gente nova à causa e de querer reforçar a voz na defesa dos interesses da juventude minhota.”
Aluiu à importância da aposta na rutura dos dogmas do passado, de reformular o discurso com a juventude e de aumentar a base da militância. No mesmo seguimento, acrescentou que quem tem os melhores dirigentes tem a obrigação de somar a quantidade à qualidade. Tem o dever de atuar na prossecução do bem comum.
O Presidente da Juventude Popular, aproveitou ainda para fazer referência ao atual momento político que o CDS atravessa, adiantado que este nunca teve a oportunidade de governar autonomamente e em tempos de normalidade.
Na opinião de Francisco Rodrigues dos Santos, o Partido merece essa chance, cabendo-lhe afirmar-se ao eleitorado como alternativa autónoma de governo, com um programa próprio que revele sensibilidade social, moderação nas reformas e respostas justas para os anseios dos portugueses. É possível, com uma nova liderança, abraçar um novo eleitorado, para além daquele que é o tradicional do CDS e, dessa forma, aumentar o resultado eleitoral de maneira elegermos um Primeiro-Ministro.
Rematou a sua intervenção afirmando que no dia das eleições legislativas, “os portugueses não estarão a escolher siglas, mas as caras em quem confiam e as respostas em que acreditam.”
Juventude Popular de Viana do Castel
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