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Jornada de reflexão sobre práticas empreendedoras
O IEFP de Viana do Castelo está a organizar um evento dedicado ao empreendedorismo, a realizar no dia 20 de julho de 2015, no auditório do Instituto de Emprego e Formação Profissional de Viana do Castelo, em Santa Marta de Portuzelo.
Pretende apresentar testemunhos diferenciados sobre empreendedorismo, com contributos de elevado valor qualitativo, uma vez que a aprendizagem e a troca de experiências se assumem como mais valias diferenciadoras para os formandos do curso "Competências Empreendedoras" e cursos direcionados à criação do próprio emprego.
Na sessão de abertura, pelas 10 horas, estarão presentes o Director do Serviço de Emprego e Formação Profissional de Viana do Castelo, Manuel Trigueiro, e o Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa. A sessão de encerramento, pelas 16h40, estará a cargo dos elementos organizadores.
Alexandre Mendes, da Factory | Business Center & CoWork, Joana Carvalho e , da DINAMO10, Lucília Oliveira, técnica do Serviço de Emprego de Viana do Castelo, Carlos Fernandes, professor coordenador da ESTG – IPVC, e Eduardo Teixeira, Deputado à Assembleia da República, serão alguns dos nomes a marcar presença nesta iniciativa. No total, esta iniciativa vai contar com a presença de onze oradores de referência no panorama do empreendedorismo, com destaque ainda para a presença de Susana Cunha e Sara Machado, ambas profissionais de destaque como gestoras de projectos. A estes convidados juntam-se ainda um membro da ANJE e IAPMEI.
Este evento tem ainda por objectivo valorizar e promover os cursos da especialidade ministrados no Centro de Emprego e Formação Profissional de Viana do Castelo e pretende demonstrar a crescente importância que o empreendedorismo possui no contexto empresarial e económico atual.
Pactos para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT) 2015-2020: CIM Alto Minho discorda da metodologia e propõe a continuação do processo de negociação no sentido de se procurar encontrar uma solução equilibrada para todos os territórios
Na sequência da reunião do Conselho Intermunicipal da passada segunda-feira, dia 6 de julho, a CIM Alto Minho manifestou a sua discordância em relação à metodologia proposta pela CCDRN/ Autoridade de Gestão do PO "Norte 2020" (e aos respetivos resultados), encontrando-se, no entanto, disponível para prosseguir com o processo de negociação com as Autoridades de Gestão financiadoras e/ou com o Governo no sentido de se procurar chegar a uma solução que contribua para um nível mínimo de concretização das principais metas e objetivos das suas propostas de Estratégia Integrada de Desenvolvimento Territorial (EIDT) e de Pacto para o Desenvolvimento e Coesão Territorial (PDCT) Alto Minho 2020, dentro de princípios de razoabilidade e equilíbrio indispensáveis ao desenvolvimento e coesão territorial da Região do Norte e de Portugal.
Uma das principais razões da discordância da CIM Alto Minho relativamente à metodologia proposta prende-se com a consideração do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR), cuja utilização, para este efeito, em vez de ter um contributo positivo para as Políticas de Coesão Regional da Comissão Europeia, constitui, na verdade, um fator indutor da "descoesão" e de divergência do Alto Minho em relação à Região do Norte e a Portugal. Com efeito, o Alto Minho constitui a terceira NUTS III mais pobre da Região do Norte de acordo com o Indicador utilizado pela Comissão Europeia para definir as regiões mais desfavorecidas objeto das Políticas de Coesão; pelo contrário, de acordo com o ISDR, o Alto Minho constitui a região mais desenvolvida da Região do Norte (!), à frente inclusivamente da Área Metropolitana do Porto. Deste modo, pode assim concluir-se, no mínimo, que o ISDR não se encontra em condições de substituir adequadamente o PIB/Capita neste exercício de programação financeira de PDCT que são apoiados por Políticas de Coesão da Comissão Europeia.
Outra das razões relaciona-se com a não consideração na referida metodologia do critério relativo ao "Mérito das propostas de EIDT/PDCT", quando esse critério tem sido sempre enfatizado pelos responsáveis políticos do Governo enquanto dimensão chave a considerar neste exercício. Neste contexto, questiona-se se a exclusão do "Mérito" destes critérios de afetação financeira aos PDCT não é suscetível de contrariar alguns dos pressupostos do Acordo de Parceria, do enquadramento legal do modelo de governação e do próprio Aviso de concurso, que preveem que "os Pactos são aprovados na sequência de um processo de seleção concorrencial, não havendo alocações financeiras pré-definidas para cada ITI - Investimento Territorial Integrado".
Importa recordar que a CIM Alto Minho foi a primeira entidade intermunicipal ao nível nacional a desenvolver a sua proposta de Estratégia Integrada de Desenvolvimento Territorial, a qual mereceu a notação máxima na apreciação efetuada pela Comissão Nacional de Avaliação constituída para o efeito. Como também se sabe, a proposta de PDCT Alto Minho 2020 mereceu também a notação máxima prevista nos termos do respetivo Aviso de Concurso. Deste modo, a CIM Alto Minho sempre deu toda a prioridade ao presente exercício de contratualização com as entidades intermunicipais, enquanto elemento que considera fundamental para a concretização de uma estratégia nacional de descentralização territorial de políticas públicas.
Existem ainda outras situações mais específicas que a CIM Alto Minho entende ser necessário clarificar e /ou concertar com as Autoridades de Gestão Financiadoras (PO Regional, PO ISE, PO SEUR e PDR 2020) e com outros organismos públicos, sendo assim proposto às Autoridades de Gestão dos PO Financiadores, à Comissão Nacional de Avaliação e ao Governo um prazo adicional de pelo menos até final de julho (nos termos igualmente solicitados pela ANMP) no sentido de se procurar esclarecer, ajustar e/ou consensualizar as questões em aberto.
Por fim, a CIM Alto Minho continua a considerar que, a manterem-se os valores globais nacionais atualmente previstos no Portugal 2020 para a contratualização com as entidades intermunicipais, tal representará um retrocesso histórico em relação ao processo de descentralização / contratualização de políticas públicas ao nível intermunicipal NUTS III. Deste modo, a CIM Alto Minho reitera, uma vez mais, ser necessário promover um reforço significativo da contratualização financeira com as entidades intermunicipais no âmbito dos PDCT 2015-2020, envolvendo quer montantes no mínimo idênticos aos do QREN 2007-2013, quer o alargamento a novas tipologias dos POs Regionais, dos POs Temáticos, do PDR 2020 e do PO Mar 2020.
Alto Minho promoveu encontro de empresários com embaixador da Alemanha
Realizou-se ontem, dia 6 de julho, mais um encontro inserido no ciclo de "Encontros Alto Minho INVEST", entre empresários do Alto Minho e o embaixador da Alemanha em Portugal, Ulrich Brandenburg. Este encontro, promovido pela Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), em parceria com a Confederação Empresarial do Alto Minho (CEVAL), permitiu dar a conhecer as potencialidades turísticas e empresariais do Alto Minho e proporcionar a partilha de experiências, conhecimentos e a aproximação dos empresários ao mercado alemão.
Na sessão de abertura deste encontro empresarial, José Maria Costa, presidente da CIM Alto Minho, fez um breve enquadramento do território, abordando os sectores económico, social e turístico. Para José Maria Costa, o Alto Minho é um território "amigo do investimento e do investidor", salientando os fatores decisivos para a competitividade e atratividade empresarial e turística do Alto Minho, nomeadamente, o regime de incentivos de natureza fiscal; a disponibilidade de recursos humanos qualificados; um ambiente acolhedor e de paz social; a proximidade com dois aeroportos internacionais e com os portos de mar de Viana do Castelo, Leixões e Vigo; uma rede de espaços de acolhimento empresarial e uma boa rede de infraestruturas rodoviárias.
Durante a sua intervenção o diplomata alemão fez uma apresentação da situação económica da Alemanha e das relações comerciais com Portugal. De acordo com o embaixador, a Alemanha, com cerca de 82 milhões de habitantes (16% dos habitantes da União Europeia), é um dos mercados mais atrativos da Europa, registando um crescimento económico nos últimos anos e com uma previsão de crescimento para este ano de 1,7% e de 1,8% para 2016, influenciada pelo aumento do consumo interno e pela desvalorização do euro.
Ulrich Brandenburg destacou que a Alemanha é o "segundo parceiro comercial de Portugal, ao mesmo nível que a França" e "o segundo maior cliente das exportações de Portugal". Os principais sectores para investimento na Alemanha são, segundo o embaixador, o turismo, a indústria automóvel e componentes para veículos automóveis, a alta tecnologia, as energias renováveis e o sector agroalimentar (principalmente frutas e vinhos), salientando que, no ano passado, houve um aumento de 40% das exportações do vinho verde para o seu país.
Aludindo ao sector do turismo, o embaixador alemão referiu que Portugal representa apenas 1% dos destinos mundiais dos turistas alemães e que existe uma grande margem para o país subir no ranking de destinos mais procurados pelos turistas alemães, sobretudo, no que se refere ao "turismo de cidade", aconselhando o investimento em catálogos e a sua promoção junto de agências de viagem e operadores turísticos.
O diplomata recomendou também o contato com a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã e o AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, para as empresas que queiram estar presentes no mercado alemão.
No que se refere às condições oferecidas pelo território português para investimento alemão, destacou como vantagens competitivas a qualidade ao nível das infraestruturas das zonas empresariais, a acalmia sócio laboral, a baixa mobilidade geográfica e laboral, e a disponibilidade de mão-de-obra qualificada, particularmente, de nível superior. Como aspetos a melhorar salientou o facto de haver um déficit de pessoal técnico qualificado, sugerindo a aposta na formação técnica em resposta às necessidades das empresas.
No final deste encontro José Maria Costa assegurou que é intenção da CIM Alto Minho continuar a promover este tipo de iniciativas no âmbito do próximo quadro comunitário, assim como a presença de empresas e dos principais clusters regionais em feiras e missões empresariais.
A visita do embaixador da Alemanha integrou ainda uma visita à multinacional alemã Enercon, uma das maiores empresas mundiais de fabricação de geradores de energia eólica.
Feirão mostra folclore e sabores portugueses em Andorra

O Grupo de Folclore "Casa de Portugal" apresentou no passado sábado, dia 4 de Julho, a segunda edição do Mercado Tradicional "O Feirão", uma iniciativa que decorreu na Praça Guillemó da capital do Principado de Andorra e que visa promover produtos portugueses assim como a cultura tradicional lusitana.
Num ambiente de confraternização foram criados cinco espaços temáticos dedicados à gastronomia, ao artesanato e à agricultura onde não faltou a musica tradicional e o folclore apresentado pelo Grupo. Assim, foi recreada uma "tasca" onde os visitantes podiam saborear muitas das iguarias portuguesas, desde os bolinhos e pataniscas de bacalhau, rissois, feijoada, bifanas e bom vinho verde, antes de iniciarem a visita a um improvisado horto onde não faltavam os coelhos, galos, coives, alfaces e todo o tipo de verduras. Os sabores de Portugal marcaram principal presença num espaço onde se encontrava o azeite transmontano, o mel, a broa de milho e diversos enchidos. Os doces também estiveram em destaque com os pasteis de Belém, queijadinhas, bolos caseiros, licores e doce sortido oferecido pela Pastelaria do Castelo em Portugal. A mostra concluia num espaço dedicado ao artesanato onde se encontrava ceramica, bordados e algumas peças regionais elaboradas para a ocasião pelos elementos do Grupo.
As 16 horas e sob um calor tórrido, concluia uma nova edição do Feirão com a actuação do Grupo de Folclore Casa de Portugal, iniciativa que foi seguida em todo o momento pela internet através da Rádio Ondas de Portugal e que mereceu elogios do publico que visitou a mostra.
A larga e intensa temporada do Grupo irá concluir no proximo dia 1 e 2 de Agosto com a viagem a Santander (Espanha) para participação no Festival Internacional de Folclore da Agrupación Virgen de Tanos de Torrelavega.
Grupo de Folclore Casa de Portugal
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Do Coura se fez luz. Hidroeletricidade, iluminação pública e política no Alto Minho (1906-1960)"
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Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000/Afrontamento Apoiado pela Fundação EDP
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Da Monarquia à República no Concelho de Caminha Crónica Política (1906 - 1913)
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Autor: Paulo Torres Bento
Edição: C@2000
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O Estado Novo
e outros sonetos políticos satíricos
do poeta caminhense
Júlio Baptista (1882 - 1961)
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Organização e estudo biográfico do autor
por Paulo Torres Bento
Edição: C@2000
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Rota dos Lagares de Azeite do Rio Âncora
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Autor: Joaquim Vasconcelos
Edição: C@2000
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Memórias da Serra d'Arga
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Autor: Domingos Cerejeira
Edição: C@2000
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Outras Edições Regionais
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