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"AQUI VIMOS NÓS, TODOS REUNIDOS, CANTAR OS REIS, AOS NOSSOS AMIGOS…."
Meia centena de crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção percorreram as ruas do centro histórico de Monção, cantando os reis nos estabelecimentos comerciais ao som das concertinas e pandeiretas de alguns elementos da Rusga dos Amigos de Merufe. Nos Paços do Concelho, foram recebidos pelo Presidente da autarquia, Augusto Domingues.
A habitual Cantata dos Reis das crianças da Santa Casa da Misericórdia de Monção realizou-se esta quinta-feira, dia de mercado, com passagem pelas principais artérias do centro histórico da localidade e paragens em alguns estabelecimentos comerciais e instituições públicas.
No edifício dos Paços do Concelho, Largo de Camões, foram recebidos pelo Presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto Domingues, deslocando-se, de seguida, aos Serviços Técnicos e Administrativos, Casa do Loreto, e ao Lar de Idosos Dona Maria Teresa Salgueiro, Largo dos Néris, para alguns momentos de confraternização com os utentes da instituição.
Neste dia festivo, os pequenos "Reis Magos", acompanhados pelas educadoras e auxiliares da instituição e alguns elementos da Rusga dos Amigos de Merufe, com pandeiretas e concertinas, entoaram cânticos próprios da época ao som daqueles instrumentos tradicionais, animando as ruas e comércios de Monção.
Fieis à tradição, as crianças apresentaram-se vestidas a rigor com capa e coroa, envolvendo-se no espírito desta quadra festiva, onde a troco de umas quadras rimadas e divertidas recebiam algumas guloseimas. Um dia diferente com sabor agradável.
Municipio de Monção
CÂMARA E JUNTAS PARTICIPAM EM AÇÃO DE PROTESTO CONTRA CONSTRUÇÃO DE LINHA DE ALTA TENSÃO
Manifestação, promovida pela associação de afetados da linha de alta tensão do país vizinho, realiza-se amanhã, 9 de janeiro, em Santiago da Compostela, com a presença da vereadora do pelouro das obras e urbanismo, Conceição Soares, e vários presidentes de junta do concelho.
A vereadora do pelouro das obras e urbanismo, Conceição Soares, e vários presidentes de junta do concelho participam amanhã, 9 de janeiro, numa manifestação de protesto em Santiago de Compostela contra a construção de uma linha de alta tensão em território galego, a 400 KV, entre Fontefria e a fronteira portuguesa.
Os participantes neste protesto, promovido pela associação de afetados da linha de alta tensão do país vizinho, deslocam-se até à capital galega em diversos autocarros que saem do pavilhão multiusos de Arbo. Chegados ao destino, 11h00 (hora espanhola), vão percorrer várias ruas do centro histórico, concentrando-se na Praza do Obradoiro, junto à catedral.
Os promotores da manifestação consideram a linha de alta tensão, que terá continuidade em território português, prejudicial e nociva para a saúde pública, defendendo a alteração do trajeto que, adiantam, deve desenvolver-se em zonas desabitadas e longe das populações.
Este projeto, da responsabilidade da Red Electrica Espanhola, como o projeto pensado para o território nacional, da responsabilidade da Rede Elétrica Nacional (REN), encontra-se, até 13 de fevereiro, em fase de consulta pública do estudo de impacto ambiental, podendo ser consultado nos municípios abrangidos e no sítio da internet www.apambiente.pt.
Em Portugal, o projeto de alta tensão atravessa os concelhos de Póvoa do Varzim, Vila do Conde, Barcelos, Vila Nova de Famalicão, Viana do Castelo, Ponte de Lima, Vila Nova de Cerveira, Paredes de Coura, Arcos de Valdevez, Valença, Monção e Melgaço.
No concelho de Monção, o projeto abrange as freguesias de Riba de Mouro, Tangil, Merufe, Portela, Abedim, União das Freguesias de Messegães, Valadares e Sá, União das Freguesias de Ceivães e Badim e União das Freguesias de Anhões e Luzio.
Neste período, particulares e instituições públicas e privadas podem apresentar sugestões ao projeto inicial, devendo todas as exposições ser apresentadas por escrito e enviadas para a Agência Portuguesa do Ambiente até à data de termo da consulta pública, 13 de fevereiro.
Municipio de Monção
AUGUSTO DOMINGUES DEFENDE EXCLUSIVIDADE DO ALVARINHO À SUB-REGIÃO DE MONÇÃO E MELGAÇO
Em reunião de trabalho realizada em Melgaço, o autarca monçanense apelou à participação e envolvimento de todos na criação de uma estratégia que garanta a continuidade da denominação de origem nos dois concelhos.
O presidente da Câmara Municipal de Monção, Augusto Domingues, defendeu ontem, em Melgaço, a exclusividade da denominação de origem do vinho Alvarinho à Sub-Região de Monção e Melgaço e apelou à participação de todos numa estratégia defensora desta casta única e singular.
Esta posição, manifestada numa reunião de trabalho sobre o futuro do vinho Alvarinho, realizada na Escola Superior de Desporto e Lazer de Melgaço, vem de encontro a algumas indicações que apontam para a intenção de alargamento da denominação de origem do Alvarinho a toda a região dos vinhos verdes.
Ainda esta semana vai decorrer mais uma reunião promovida pela Associação de Produtores de Alvarinho, estando prevista, a breve prazo, a criação de um grupo de trabalho envolvendo todos os agentes do Alvarinho. O objetivo é delinear ações concretas para combater a possibilidade de expansão.
Em fevereiro, Monção vai receber um seminário com diversas personalidades ligadas ao setor do Alvarinho e com competências na área vinícola. Daqui poderá sair um "compromisso abrangente e ativo" face a "uma ameaça que poderá colocar em causa a imagem do Alvarinho".
Naquela reunião de trabalho, promovida pelo autarca de Monção, Augusto Domingues, e Melgaço, Manoel Batista, decorreu o painel "A importância de uma estratégia para a sub-região". Moderado pelo anterior autarca monçanense, José Emílio Moreira, contou com intervenções de Jorge Pinto, enólogo, e Ana Paula Vale, do Instituto Politécnico de Viana do Castelo.
O deputado socialista na Assembleia da República eleito pelo círculo de Viana do Castelo, Jorge Fão, também marcou presença no encontro, prometendo interceder politicamente num assunto que classificou de ameaça séria sobre a especificidade e exclusividade da Sub-Região de Monção e Melgaço.
Municipio de Monção
PROGRAMAÇÃO JANEIRO - CINE TEATRO JOÃO VERDE
CINE TEATRO JOÃO VERDE | PROGRAMAÇÃO JANEIRO
Dias 4 e 5
M/12 | 95 M | 3 € | 21h30
CINEMA: 7 PECADOS RURAIS
Realização: Nicolau Breyner
Quim e Zé vão buscar duas primas afastadas de Lisboa que pretendem reviver o verão louco de há dois anos em Curral de Moinas mas espalham-se fatalmente num rebanho de ovelhas. Quando chegam ao céu, Deus oferece-lhes uma segunda oportunidade de voltar a Curral de Moinas. No entanto, terão de provar-lhe que abdicarão de uma vida amoral e libertina, renunciando aos sete pecados capitais: luxúria, ira, gula, inveja, avareza, soberba e preguiça. Será que Quim e Zé resistem á avalanche de tentações que lhe são oferecidas.
Dias 10 e 11
M/16 | 117 M | 3 € | 21h30
CINEMA: O CONSELHEIRO
Realização: Ridley Scott
Um thriller intenso sobre um advogado criminalista que, sendo atraído para o emocionante e perigoso mundo do tráfico de droga, percebe que a sua decisão momentânea o conduz a uma espiral descendente de acontecimentos imparáveis e de consequências fatais
Dia 12
M/6 | 91 M | VP | 2,50 € | 15h00 e 18h00
CINEMA: KHUMBA
Realização: Anthony Silverston
A vida não é toda preta e branca para Khumba, um jovem zebra nascido com apenas metade das riscas que é rejeitado pelo seu grupo supersticioso e culpado por uma seca repentina que afeta a terra. Juntando-se a um gnu corajoso e uma avestruz exibicionista, Khumba parte para uma ousada missão através do deserto de Karoo com o objetivo de encontrar o lendário olho de água, onde as primeiras zebras tem as suas riscas.
Dia 15
Entrada gratuita | 15 + 15 M | 14h30
CHARLOT MAQUINISTA
Realização: Charlie Chaplin
Charlot trabalha como ajudante aderecista num estúdio de cinema. Tem de fazer os trabalhos pesados enquanto o chefe se limita a vociferar ordens. Cria enorme confusão entre os colegas que entram em greve e acaba por ajudar uma moça que quer ser atriz e, para isso, disfarça-se de homem.
CHARLOT E O GUARDA CHUVA
Realização: Charlie Chaplin
A rua está cheia de água e Sterling, que roubara um guarda-chuva a um polícia, oferece-o a Emma enquanto vai à procura de uma tábua para fazer de ponte para ela passar. Mas surge Charlot e…
Realização: Charlie Chaplin
Dia 16
M/16 | 141 M | 1,50 € | 21h30
CINEMA: RIO BRAVO
Realização: Howard Hawks
O xerife John T. Chance é obrigado a prender Joe Burdette depois deste matar um homem a sangue frio numa briga de "saloon" enquanto espera por um U.S. Marshall que o leve para uma prisão federal. O problema é que Joe é irmão de Nathan Burdette, um poderoso rancheiro que se julga acima da lei.
Dia 18
Entrada gratuita | 21h30
TEATRO: O PASSEIO DOS MORTOS
Grupo de Teatro da Associação Filarmónica Milagrense
Um drama que tem como pano de fundo a guerra civil espanhola e as terríveis consequências que traz a uma família do meio rural galego. Um acontecimento trágico que desencadeará um conjunto de reações imprevisíveis, onde as virtudes de cada um se alteram, de forma a se tornarem, por vezes, no mais odioso dos defeitos. Uma visão realista e muito próxima das várias formas da decadência humana e dos vários processos de auto-defesa e sobrevivência que, involuntariamente, o ser humano desenvolve em situações limite.
Texto Ilídio Castro Encenação Luís Filipe Silva Desenho de Luz Paulo Lobato Costa Músico Fábio Fernandes Cenário Alberto Pontes Interpretação Célia Oterelo, Cláudia Afonso, Diogo Antunes, Eduarda Pereira, Fernando Álvaro, Ilídio Félix de Castro, Isabel Nóvoas, Jesus Lourenço, João Antunes da Silva, Maria José Lourenço, Paulo Lobato Costa, Renato Pereira, Rosário Antunes Susana Lourenço
Dias 17 e 19
M/12 | 161 M | 3 € | 21h30
CINEMA: THE HOBBIT: A DESOLAÇÃO DE SMAUG IMAX
Realização: Peter Jackson
Nesta sequela, continua-se a acompanhar a aventura de Bilbo Baggins enquanto este viaja com o feiticeiro Gandalf e treze anões, liderados por Thorin escudo-de-carvalho numa épica demanda para retomar a Montanha Solitária e o reino perdido dos anões de Erebor
Dia 25
3 € | 21H30
"NÃO É UM SÃO DOIS"
STAND UP COMEDY + MÚSICA: HUGO SOUSA E SAMUEL ÚRIA
Hugo Sousa é stand-up comedian, autor de textos de humor e apresentador de programas de televisão. A sua carreira foi lançada em 2003 com a ajuda do "Levanta-te e Ri" da SIC (2003-2006) onde participou mais de 30 vezes. Desde essa altura que foi convidado de vários programas de TV e rádio como o "Sempre em Pé" da RTP2 (2007-2008), "Curto Circuito", da SIC Radical, "Só Visto", "Praça da Alegria" e "Portugal no Coração", da RTP1, "Não Há Bela Sem João", da TVI, "Prova Oral", da Antena 3, entre muitos outros.
Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock'n'roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008, altura em que, entre edições caseiras e concertos acompanhado apenas pela guitarra acústica, se deu a conhecer ao grande público. Singular na língua materna, singular nas melodias e singular na relação com o público, aos poucos foi gerando um culto que viria a consagrar Samuel Úria como o mais interessante cantautor português do século XXI
Dia 26
M/6 | 91 M | VP | 3D | 2,50 € | 15h00 e 18h00
CINEMA: A REVOLTA DOS PERUS
Realização: Jimmy Hayward
Numa antiquada quinta familiar um bando gigante de perus vive uma vida calma, complacente e repleta de milho. Só se preocupam com a hora de serem alimentados e em descansarem ao sol com o agricultor que prometeu levá-los para o "Paraíso dos Perus"
Dias 31/01 e 01/02
M/12 | 75 M | 6 € | 21h30
TEATRO: TRÊS DEDOS ABAIXO DO JOELHO
Texto/Encenação: Tiago Rodrigues
E se a censura fosse poesia? E se os censores se transformassem em dramaturgos? No Arquivo da Torre do Tombo, Tiago Rodrigues encontrou um arquivo enorme da censura exercida sobre o teatro durante o regime fascista. Entre milhares de textos de teatro submetidos ao exame dos censores do Secretariado Nacional de Informação, Tiago Rodrigues ficou particularmente interessado nos relatórios escritos pelos próprios censores onde explicam os cortes ou proibições de textos e encenações.
A ironia por trás de "Três Dedos Abaixo do Joelho" é que transforma os censores em dramaturgos, usando os seus relatórios como o texto de um espetáculo que é uma máquina de censurar poética e absurda. De alguma forma, aqueles que oprimiram a liberdade artística e política do teatro deixaram-nos uma herança que nos pode ajudar a redescobrir o perigo e a importância do teatro na sociedade.
De 18 /01 a 02/03
EXPOSIÇÃO
PEDRO MESQUITA
Pedro Mesquita é licenciado em pintura pela Escola de Tecnologias Artísticas de Coimbra e mestrando em pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto. Tem apresentado os seus trabalhos em várias galerias, sozinho ou em exposições coletivas. Participou na Bienal de Vila Nova de Cerveira em 2001 e recebeu uma menção honrosa na 3ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Penafiel
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