A Junta de Freguesia levou a efeito no Dia da Floresta Autóctone uma plantação de 200 árvores no Largo Dr. António Barge, junto ao rio Coura, num espaço de merendas.

Foi feito um convite à população para que participasse numa festa de "convívio e alegria" que contribuísse para o embelezamento da freguesia.

Carvalhos, castanheiros, nogueiras, figueiras, alguns choupos e cerejeiras foram distribuídos por este local aprazível, tendo como base uma iniciativa da Junta de Freguesia liderada por Carlos Alves, um autarca que se mantém apostado em prosseguir uma política de florestação já encetada nos mandatos em que liderou a autarquia, até que a deixou em 2009, tendo agora regressado a essas funções após as eleições de há dois meses atrás.

Carlos Alves referiu-nos que grande parte das 200 árvores plantadas "foram conseguidas pela junta e, outras, oferecidas, pelo que não gastamos dinheiro nenhum a comprar árvores".
Manifestou-nos a sua satisfação pela resposta das pessoas que "estão aqui todas contentes e felizes por participarem nesta iniciativa" a que se seguirão seguramente outras.
O autarca vincou ainda que os (bons) precedentes destas iniciativas, contribuíram para que tivessem prosseguido com estas actividades, face à receptividade da população.

Este autarca da CDU, agora coligado com o PS nos órgãos autárquicos locais, deu outros exemplos de colaboração cidadã empenhada em Vilar de Mouros, como a de um morador que se disponibilizou a conduzir a carrinha da junta a fim de transportar (ida e volta) os idosos até Caminha, ou outros que se pontificaram a combater uma larva que está a matar os carvalhos plantados junto ao rio Coura há uns anos atrás.

Guilherme Lagido, vereador com o pelouro da floresta e ambiente, participou nesta jornada, manifestando dessa forma a sua adesão e apoio à iniciativa que reputou de "importante", tendo em vista a recuperação de espécies autóctones e beneficiação das zonas de recreio e lazer. Acerca do "problema" com as lagartas que estão a atacar os carvalhos, referiu-nos estar disposto a analisar a situação e encontrar a melhor forma de as combater.

Carlos Alves disse-nos ainda que o seu executivo vai chamar a população a colaborar voluntariamente em todas as acções que venham a desenvolver, esperando apenas que, mais tarde, "não apareça outra junta a cortar as árvores que plantámos".