No Dia Mundial do Ambiente a Associação de Protecção e Conservação do Ambiente - APCA, alerta para alguns problemas que considera preocupantes no país e em particular, na região minhota, que atentam contra os princípios de um Estado de Direito. Continua latente a degradação sistemática da paisagem e do solo com construções e outros tipos de ocupações e usos dissonantes com o meio ambiente envolvente, perturbando o equilíbrio das unidades territoriais ou criando manchas nauseabundas nos habitats naturais, devido a práticas de planeamento, ordenamento e gestão do território irresponsáveis e pautadas por interesses conflituantes com a paisagem e o solo, enquanto interesses colectivos a proteger. São diversos os casos, onde a paisagem, o solo e os serviços de ecossistema são relegados para um plano secundário ou mesmo ignorados semeando aqui e além, casos inadmissíveis num Estado de Direito Democrático. A título de exemplo recordam-se os famigerados Engenho do Maneta, em Afife, e a vivenda da Sr.ª da Bonança, em Fão, demonstrativos do que desvarios no ordenamento do território e ocupação do solo, podem causar no Ambiente, enquanto património colectivo, que não pode ser apropriado por alguns em detrimento do interesse de todos. Entende-se crucial no uso e ocupação do solo a inclusão de práticas de decisão que valorem os serviços de ecossistema de forma a evitar-se não só a degradação da paisagem, mas a salvaguardar-se também a protecção dos recursos naturais.
Numa região eminentemente florestal e apesar dos esforços de alguns, a situação florestal da região continua a ser calamitosa, enquanto recurso produtivo, suporte importante da actividade económica regional e como sorvedouro de dióxido de carbono, entre outros serviços. Basta reflectirmos, a título de exemplo, no caso da área florestal vianense, em que 70%, em 2005, foi consumida pelo fogo e os 30% sobrantes, em 2006, também foram substancialmente reduzidos a cinzas, abrindo a porta nos anos seguintes à proliferação de infestantes e doenças nos povoamentos que restaram. A situação é extremamente grave, diremos mesmo explosiva, requerendo uma actuação racional, mas fundamentalmente integrada, até porque este ano face ao estado em que a floresta se encontra, isto é, com demasiada matéria combustível acumulada e às condições climáticas que se avizinham a probabilidade de risco aumenta. Os processos de desertificação do solo associados aos últimos incêndios florestais progridem a uma taxa assustadora e quando tal não acontece assistimos à progressão da mancha de infestantes, essencialmente, acácias na área florestal vianense, veja-se o que está a acontecer na serra de Santa Luzia. A perda de solo nas zonas mais declivosas, das serras minhotas, com as chuvas de Outono e Inverno tem aumentado acentuadamente, basta observar o estado em que se encontra por exemplo o flanco ocidental de Santa Luzia, concretamente a arriba fóssil sobranceira à chamada rua dos Sobreiros, na Areosa, ou as escavações impensáveis na vertente sul, lá para os lados da Abelheira, onde são manifestos os erros de ordenamento e ocupação do solo. As alterações em curso relativas ao planeamento e ordenamento florestal não deixam de nos preocupar tendo em atenção a revogação da legislação vigente de controlo das plantações de espécies de rápido crescimento e o afastamento das autarquias dos processos de licenciamento desse tipo de plantações.
É inconcebível a manutenção de verdadeiras marés no rio Lima devido aos aproveitamentos hidroeléctricos do Alto Lindoso e Touvedo, assim como a inexistência de caudais ecológicos a jusante do paredão do Lindoso para além da assumpção de responsabilidades face à retenção de sedimentos e inerentes consequências na erosão costeira. A actividade extractiva de inertes (areias) nos rios da região efectuada de qualquer forma, anos a fio, sempre sobre o protesto de algumas pessoas que alertavam para as consequências, tendo algumas delas pago bem caro o incómodo que causavam a essa teia complexa de interesses. As consequências estão à vista de quem se der ao trabalho de percorrer a orla costeira minhota onde os processos erosivos, ano após ano, aumentam o número de troços em risco elevado, como por exemplo a sul do rio Lima salientando-se a situação muito preocupante, entre outras, de Castelo de Neiva, Antas, Belinho, S. Bartolomeu do Mar, Rio de Moinhos, Cepães, Sr.ª da Bonança / Ofir, etc. Seria importante a investigação, por pessoas isentas e imparciais, de quem foram os políticos (autarcas e ex-autarcas, etc.) que agiram por omissão ou negligência para que tal actividade extractiva se processasse e não se fique apenas pelos extractores ou pessoas a quem estava confiada a gestão dessas extracções. Não devemos esquecer que se as empresas extraíam areia era porque certamente alguém "assobiava para o lado pelos corredores do poder", quando era sua obrigação defender os rios dessas barbaridades.
Continuamos muito preocupados com o controlo e inerente impacte ambiental no mar e rios, particularmente, na saúde pública dos efluentes das ETAR's em funcionamento na região, assim como os despejos regulares de algumas estações elevatórias de que os expoentes máximos são as localizadas em Afife, junto ao rio de Cabanas e nas proximidades da praia da Ínsua, conforme, infelizmente tem vindo a ser notícia constante nos últimos anos. Estamos reticentes quanto à forma como têm sido tratadas as águas residuais de uma forma genérica, no Minho, dado os organismos da administração pública (central, regional e local) incumbidos da gestão e protecção deste recurso natural, serem os principais poluidores ou fazerem "vista grossa" no que concerne à degradação da mesma por outras entidades, cuja fiscalização lhes compete. A manutenção destas impunidades é insustentável e intolerável.
As zonas húmidas, genericamente, estão votadas ao abandono encontrando-se à mercê do despejo de efluentes, resíduos sólidos e outras crueldades. Quando se esperava que os milhões de euros canalizados pela União Europeia para esta região no âmbito da requalificação e reabilitação ambiental fossem aplicados na recuperação e valorização destas áreas, verificamos que as mesmas ficaram de fora e esse dinheiro serviu para meras operações imobiliárias, pautadas pela criação de cercas de "betão" em torno destes espaços ou ocupando-os mesmo, chegando ao desplante de urbanizar as faixas amortecedoras e de expansão de cheias dos rios minhotos.
Tal como sempre defendemos o Polis do Litoral deve ser repensado dado enfermar dos mesmos vícios e orientações do "Viana Polis", isto é, não seja um novo processo imobiliário de fazer aquilo que ao cidadão comum a lei veda e não se torne também num instrumento de legalização de actos feridos de ilicitude há décadas ou instrumento de viabilização de pretensões "chumbadas" ao longo dos anos, por serem atentados ambientais. A destruição da Reserva Ecológica Nacional e da Reserva Agrícola Nacional através de usos e ocupações incorrectas e mesmo de duvidosa licitude assumem proporções muito preocupantes, todos recordamos o que aconteceu na margem esquerda do rio de Afife ou o edifício que à alguns anos atrás pretendiam construir na duna primária da praia da Arda. È deveras assustador o que vai acontecendo no litoral minhoto, como por exemplo na área afecta ao Emparcelamento das Veigas de Afife, Carreço e Areosa, onde uns proprietários podem plantar pinheiros e implantar estufas e os restantes não. É realmente algo enigmático e inexplicável do ponto de vista legal, que salvo melhor opinião deve ser investigado pelo Sr. Procurador - Geral da República!
Continua a preocupar-nos, tal como há um ano atrás a contestação a determinadas práticas urbanísticas, subscrita por dezenas de projectistas, que são a confirmação daquilo para que a APCA vem a alertar há mais de uma década. Conforme vimos dizendo desde a fundação da APCA os atentados ambientais tem, normalmente, subjacentes actos de corrupção e ou pelo menos práticas pouco transparentes, pelo que a inversão desta lamentável constatação passa por uma acção concreta das instituições que têm competências e atribuições nestas matérias e territórios. Num Estado de Direito Democrático estas situações não podem ficar impunes.
Na sequência do exposto, renova-se o apelo de anos anteriores ao Sr. Procurador - Geral da Republica, no sentido de que seja intensificado o combate à corrupção dado uma parte significativa dos atentados contra o AMBIENTE terem, genericamente, subjacentes actuações de pessoas que agem com o maior despudor e impunidade, atentando contra os princípios fundamentais de um Estado de Direito Democrático, com uma Constituição onde a protecção e defesa do ambiente é um direito e um dever consagrado de todos os cidadãos.
APCA
|
Iniciativa "Mês das Flores" promovida pela ACIAB deu Vida ao Comércio durante o Mês de Maio

Promover o comércio, atraindo população, e ao mesmo tempo apelar à compra tornando este ato muito mais agradável foi o objetivo da iniciativa promovida pela ACIAB. Maio - Mês das Flores decorreu durante todo o mês tendo sido distribuídas flores pelos estabelecimentos comerciais associados e seus clientes. A flor fazia-se acompanhar de um cupão que dá descontos em vários estabelecimentos comerciais aderentes, que podem ser consultados no site da ACIAB. Os empresários mostraram-se muito recetivos à ação, à semelhança do que tem acontecido nos últimos anos, defendendo que este tipo de iniciativas dinamizam o comércio e os clientes apreciam o facto de receber uma flor e um cartão de desconto pois "é um mimo diferente que não se recebe todos os dias".
Francisco Peixoto Araújo, vice-presidente executivo da ACIAB, salientou o facto de que "embora as condições económicas do país não permitam, infelizmente, que se façam tantos eventos para promover o tecido empresarial como a ACIAB gostaria, vamos tentar trabalhar com as nossas empresas de forma a fornecer-lhes o máximo de ferramentas que lhes permitam estar no mercado de forma sustentável e com visão de longo prazo". Esta iniciativa "já existe na mente dos nossos empresários e clientes, já faz parte da agenda anual de Arcos de Valdevez e Ponte da Barca e a cada ano que passa vai-se afirmando, sendo já esperada pela população e pelas empresas", concluiu.
Durante todo o mês, o evento foi documentado na página de Facebook da ACIAB, através de várias fotografias, sendo possível aceder às imagens da iniciativa e deixar opiniões e sugestões para eventos futuros a realizar pela ACIAB.
A ACIAB convida-o a fazer compras numa loja do Comércio Local perto de si e a usufruir de todas as vantagens que isso lhe pode trazer. Venha ao nosso Comércio e deixe-se envolver pelo seu ambiente acolhedor.
|
"A União Europeia sem o Minho não seria a mesma"

Eurodeputado José Manuel Fernandes salienta potencialidades do Minho, na entrega dos troféus do concurso Prémio Escola na Europa
O Eurodeputado José Manuel Fernandes salientou hoje "a excelência do ensino, como ponto de partida para os jovens e o país vencerem no seio da União Europeia", mostrando-se confiante no sucesso do trabalho de qualidade que está a ser desenvolvido nas escolas.
Na entrega dos troféus aos vencedores do concurso Prémio Escola na Europa, que decorreu hoje na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, o Eurodeputado do PSD defendeu que o nível de conhecimentos sobre a realidade portuguesa no contexto da União Europeia e do mundo, que os alunos do Minho demonstram logo desde o primeiro ciclo, será de grande importância para o futuro da região e da Europa".
"A União Europeia sem o Minho não seria a mesma", sublinhou José Manuel Fernandes, para realçar que não foi só a UE a proporcionar novos paradigmas de desenvolvimento na região. Nesse sentido apontou o Minho como "a região com maior diversidade concentrada, desde o mar ao Gerês, passando pelas tradições rurais e pelas universidades e inovação tecnológica".
Promotor do Prémio Escola na Europa - concurso destinado a todas escolas dos distritos de Braga e Viana do Castelo -, o Eurodeputado enalteceu a excelência dos trabalhos apresentados e que envolveram mais de mil alunos de meia centena de escolas, assim como o nível de qualidade dos espectáculos que animaram a cerimónia de entrega de prémios.
As escolas EB 1 de Távora (Arcos de Valdevez) e EB 1 do Carandá (Braga) venceram o escalão A, relativo ao 1º ciclo, repartindo o prémio de 500 euros. A EBI de Castelo de Neiva (Viana do Castelo) ganhou no escalão B, relativo aos 2º e 3º ciclos, tendo direito a 500 euros. Com uma viagem ao Parlamento Europeu em Bruxelas, foram contemplados os alunos do curso de Técnico de Multimedia, do pólo de Paredes de Coura da Escola Profissional do Alto Minho Interior (EPRAMI).
Perante quase centena e meia de alunos e professores que lotaram o Auditório Couto Viana da Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, os vencedores do Prémio Escola na Europa receberam o troféu Pela Nossa Terra, uma peça da autoria do escultor minhoto Maciel Cardeira.
Como anfitriã do evento, a vereadora vianense Ana Margarida Ferreira da Silva elogiou a importância da iniciativa, sendo secundada também pelo director do Correio do Minho, Paulo Monteiro, que interveio em representação do júri, que incluiu ainda elementos dos jornais Diário do Minho, Alto Minho e Jornal de Notícias, e das rádios Geice de Viana do Castelo, Santiago de Guimarães e Rádio Universitária do Minho.
Na sessão marcaram também presença autarcas de diferentes concelhos, como Leonel Rocha, de Vila Nova de Famalicão, Júlia Rodrigues Fernandes, de Vila Verde, Hélder Barros, dos Arcos de Valdevez, e Alexanda Marinheiro, de Paredes de Coura.
Eurodeputado José Manuel Fernandes
|
CIM Alto Minho premiou escolas participantes no Concurso Escolar "Alto Minho 2020"
Decorreu ontem (dia 5 de junho), no Castelo de Santiago da Barra, em Viana do Castelo, em ambiente de grande entusiasmo, a cerimónia de entrega dos prémios do Concurso Escolar Desafio Alto Minho 2020, que contou com a participação de mais de três centenas de alunos do 1º, 2º e 3º ciclos e do ensino secundário e profissional do Alto Minho, acompanhados pelos seus professores e diretores dos estabelecimentos de ensino.
O desafio lançado às escolas no âmbito da elaboração de Plano de Desenvolvimento "Alto Minho: Desafio 2020" - desenvolvido pela Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima (CIM Alto Minho), teve como objetivo fomentar nos alunos a reflexão crítica e a projeção de um futuro desejável para a região onde vivem, através da realização de uma ilustração (pintura ou desenho), de uma primeira página de jornal ou de um vídeo sobre o Alto Minho em 2020.
Participaram no concurso um total de 29 escolas públicas e privadas, com 100 trabalhos distribuídos pelas categorias "Desafio Ilustração Alto Minho 2020", destinada ao 1º ciclo, "Desafio Jornal Alto Minho 2020", para o 2º e 3º ciclos e ensino profissional, e "Desafio Vídeo Alto Minho 2020", dirigida ao ensino secundário e profissional. De referir que a excelente qualidade dos trabalhos apresentados dificultou o trabalho do júri, que integrou elementos e especialistas de reconhecido mérito ou experiência empírica nas categorias do concurso.
O Centro Educativo de Arcozelo (turma A4A, 3º e 4º anos), de Ponte de Lima, foi o vencedor do primeiro prémio da categoria "Desafio Ilustração Alto Minho 2020", com uma ilustração sobre a temática Região Competitiva, que foca desde o potencial do mar e da pesca, floresta e indústria florestal, à energia, biomassa e eficiência energética, num território alargado, passando ainda pelas preocupações socias. Na mesma categoria, a Escola de Ensino Básico do Cruzeiro (3º B), Moledo, arrecadou o segundo prémio, com uma ilustração sobre a temática Região Atrativa, e ao Agrupamento de Escolas de Melgaço, Escola Básica da Vila, Turma 2º e 3º B, também com ilustrações sobre a mesma temática, foi atribuído o terceiro prémio. Os prémios foram entregues por Avelino Meira do Poço, presidente do Conselho Geral e de Supervisão da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Noroeste, que assegurou o suporte institucional desta categoria.
O primeiro prémio da categoria "Desafio Jornal Alto Minho 2020" coube ao Agrupamento de Escolas do Freixo (6º D), de Ponte de Lima, cujo trabalho apresentava uma noção clara de comunicação jornalística, tendo-se também valorizado a sua componente gráfica e a criatividade da visão futurista. O agrupamento de Escolas de Arga e Lima (turma A 6º ano), de Lanheses, Viana do Castelo, e a Escola Básica Integrada de Távora (turma B, 9º ano), de Arcos de Valdevez, ganharam o segundo e terceiro prémios. José Carvalho, em representação da EDP - Distribuição de Energia, entregou os prémios desta categoria.
Na categoria "Desafio Vídeo Alto Minho 2020", a Escola Secundária de Monserrate (turma 12º N) venceu o primeiro prémio, com um vídeo com um cariz regional e uma narrativa criativa. A segunda classificada foi a ETAP (Escola Tecnológica, Artística e Profissional) de Vila Nova de Cerveira (11º ano do Curso Técnico de Fotografia), sendo a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima (11º F-R9), galardoada com o terceiro prémio. Mário Amaral, diretor-geral da EUROPAC Kraft Viana, empresa que apoiou esta categoria, entregou os prémios aos três classificados.
Os premiados receberam ainda troféus que foram concebidos pela Escola Superior Gallaecia e a todos os participantes foram entregues diplomas de participação.
A Associação Cultural Comédias do Minho conduziu a cerimónia de entrega dos prémios, de forma original e criativa, com várias encenações musicais e teatrais que cativaram a atenção dos presentes. A sessão foi igualmente animada pelo projeto Pinoteca da Maus Hábitos - Espaço de Intervenção Cultural, do Porto, com a produção incessante de pins/crachás personalizados, a partir das imagens e desenhos que estiveram a concurso e escolhidos pelos alunos.
Paralelamente estiveram expostos todos os trabalhos dos alunos concorrentes, que serão também apresentados no terceiro seminário da iniciativa "Alto Minho: Desafio 2020", previsto para julho.
|
TURIHAB aposta forte nos mercados externos
Solares de Portugal e Turismo no Campo em périplo pela Europa
A TURIHAB - Associação do Turismo de Habitação, atenta à conjuntura actual decidiu organizar, em diferentes mercados externos, um conjunto de apresentações, workshops e educacionais. Pretende-se com estas iniciativas promover e exportar o potencial turístico, nas diferentes valências (gastronómico, cultural, ambiental e activo) convidando a descobrir os Solares de Portugal www.solaresdeportugal.pt e as Casas no Campo www.casasnocampo.net.
Com o intuito de aumentar a procura externa, a TURIHAB e a CENTER apostaram fortemente nos mercados Europeus e de proximidade, tendo desenvolvido várias apresentações conjuntamente com a Associação do Turismo do Porto e Norte e a Fundação Guimarães 2012 - Cidade Europeia da Cultura, nas Embaixadas de Portugal em Paris, Madrid, Roma e na próxima semana em Dublin. O périplo Europeu começou com uma apresentação na Alemanha na ITB, feira de Turismo de Berlim, no stand do Turismo de Portugal que contou com a presença da Secretária de Estado do Turismo e do Presidente do Turismo de Portugal que se congratularam com o trabalho desenvolvido na promoção externa dos Solares de Portugal. No final das intervenções para criar um espirito bem português foram dados a provar os produtos regionais oriundos do Minho, queijos, enchidos do Minhofumeiro e Melgaço, o vinho loureiro e alvarinho.
Esta acção e os eventos de promoção realizados nas Embaixadas de Portugal contaram com a presença dos Embaixadores e dos responsáveis do Turismo das respectivas delegações, que convidaram operadores turísticos especialistas, opinion leaders e a comunicação social tendo permitido uma divulgação personalizada dos Solares de Portugal e do Turismo no campo.
Também o mercado brasileiro está em franca expansão e tem merecido por parte da TURIHAB um grande acompanhamento nos últimos anos.
Para o Presidente da TURIHAB, Francisco de Calheiros "O mercado brasileiro constitui uma oportunidade, sem limites para desenvolver o turismo genealógico e de heráldica, uma vez que cerca de 65% a 70% dos nomes no Brasil tem origem em Portugal. E quem melhor do que os Solares para personificar esta nova forma de fazer turismo!".
Para criar visibilidade num mercado desta dimensão, foi fundamental o desenvolvimento de parcerias no Brasil, com associações de casas e criando um consórcio congénere; as "Fazendas do Brasil". Este consórcio, têm como principal objetivo desenvolver parcerias de promoção das casas com valor histórico e cultural na Europa e no Mercosul. Dinamizar o posicionamento geográfico de Portugal, como porta de entrada para a Europa e como ligação privilegiada para a América do Sul.
Recentemente, numa educacional organizada pela TURIHAB em parceria com a ATPN e a TAP, Irineu Guarnier Filho, um dos membros da comitiva, exprimiu bem o sentir dos Brasileiros e a forma como posicionam Portugal no velho Continente Europeu: "Visite a Europa, descubra Portugal, no conforto da sua própria língua, a bordo dos Solares de Portugal". Falam a mesma língua, viajam às raízes da sua História, identificam-se com as tradições e a cultura, constituindo um excelente mercado para a promoção dos Solares de Portugal e do Turismo no Campo.
|
BARÓMETRO AEVC REGISTA AGRAVAMENTO DO CLIMA DE CONFIANÇA EMPRESARIAL
Primeiros quatro meses de 2012 revelaram-se negros para o tecido económico do Alto Minho
O ano de 2012 está a revelar-se complicado para tecido socioeconómico do distrito de Viana do Castelo com um crescimento de 65,63% do número de insolvências declaradas desde Janeiro e pode agravar-se ainda mais até ao final do ano se se mantiver a tendência de decréscimo consecutivo do volume de negócios registado no primeiro barómetro de confiança económica promovido pela Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC).
Desde que foi lançado no 1º trimestre de 2011, este instrumento de amostragem do desempenho da economia no concelho de Viana do Castelo registou agora o pior cenário com um total de 90 por cento de respostas que dão conta de quebras nas vendas de Janeiro a Abril.
De acordo com os dados obtidos de entre um painel de quase uma centena de empresas dos vários ramos de actividade, a média das perdas no volume de negócios é de 30 por cento relativamente a igual período do ano passado, com agravante de o período da Páscoa ter continuado a não servir de atracção para os visitantes espanhóis. Um factor que tem reflexos particularmente importantes no comércio, na hotelaria e na restauração.
|
 |
|
|