Numa economia dita saudavel,
Integrou-se a corrupção cronica,
Nesta economia tudo é questionavel,
Porque a fraude lhe é sincronica.
Espremer e até a ultima gota sugar,
Extrair do fruto todo o suco existente,
Levar o pais a seca e pô-lo a fanicar,
Foi subversão deliberada de alta gente.
Quantos detinham uma réstea de poder,
Comportaram-se em obscenos libertinos,
Deram asas ao acumulo sem nada reter,
Assentiram a nova pirataria com arrimos.
Vem agora desculpar-se da nada poderem fazer,
Contra esse virus assedilhado do enriquecimento,
São protectores da devassidão e acolhem no poder,
Protagonistas, dissimuladores, de enormes rendimentos.