Jornal Digital Regional
Nº 479: 27 Fev a 5 Mar 10
(Semanal - Sábados)






Email Assinaturas Ficha Técnica Publicidade 1ª Pág.
Cultura Desporto Óbitos Política Pescas Roteiro

TRIBUNA
Espaço reservado à opinião do leitor


REGIONALIZAÇÃO

Razões da minha convicção

Dezanove anos depois da Assembleia da República ter aprovado, por unanimidade, a denominada Lei-quadro das Regiões Administrativas (lei 56/91), este diploma nunca chegou a ser aplicado no concreto, pelo facto de não ter sido regulamentado e sobretudo porque foi propositadamente " travado" pelo processo referendário (1998) instituído pela revisão constitucional de 1997.

Para os defensores das virtualidades deste centralismo decisório, o "congelamento" da regionalização do país foi uma vitória que é evocada como o garante na eficácia da governação do território, anunciada como o grande cimento da dita unidade nacional e defendida como eficaz forma de controlo de supérfluas despesas do funcionamento da administração.

Está hoje mais que provada a falência destes argumentos e, por isso, muitos cidadãos como eu, acreditam convictamente que a descentralização do poder e um maior escrutínio de proximidade do seu exercício e do desempenho dos seus protagonistas são condições indispensáveis para aumentar a eficiência da Administração pública.

Para estes, apelidados de regionalistas, estes dezanove anos da nossa história política recente não são mais do que uma infrutífera perda de tempo, persistindo num modelo caduco de organização do território, numa atrofiante concentração do poder político e numa doutrina ultrapassada de gestão centralista e distante de muitas realidades.

Volvidos todos estes anos depois da aprovação da lei-quadro, infelizmente poucos são os exemplos bem sucedidos de desenvolvimento social e económico dos territórios mais periféricos do país que sejam suficientes para nos demover o sentimento de que, o facto de não termos iniciado, naquela data, um efectivo processo de regionalização do país, constituiu uma oportunidade perdida para acelerar a modernização de Portugal.

Digo isto porque é para mim perceptível que durante estes anos não melhoramos a coesão do território, não reduzimos as assimetrias de desenvolvimento económico entre a maioria das regiões, não travamos os fluxos migratórios do interior para o litoral, não promovemos o planeamento e a governação supra municipal de âmbito regional ,etc… etc….etc….

Antes sim, verificamos que os verdadeiros centros de poder e de decisão política estão cada vez mais centralizados, burocratizados e controlados pelos mesmos do costume, a eficiência do funcionamento da administração pública não melhorou, os órgãos da administração desconcentrada não tem legitimidade democrática, a equidade na distribuição pelas diversas regiões dos recursos financeiros públicos não se verifica (vejam-se os PIDDACs regionais), são discutíveis algumas transferências de competências para as Autarquias, é desajustada a crescente presidencialização do poder autárquico, progressivo o aumento dos custos da máquina do Estado, etc…etc….etc.

Estas são criticáveis evidências de retrocessos político, democrático e económico, que só reforçam a minha conclusão que o atraso desta necessária reforma significa que não estamos a trilhar o caminho do desenvolvimento sustentável e da modernização do país, nem a servir da melhor forma os nossos superiores interesses colectivos.

Não disponho de quantificados argumentos que me permitam afirmar que todos os indicadores de desenvolvimento que referi estariam melhor cotados se tivéssemos dado progressiva execução à regionalização, tenho contudo convictas certezas de que, se tal tivesse acontecido, Portugal, de Melgaço a Vila Real de Santo António, estaria mais solidário, equilibrado , coeso e desenvolvido.

Não tenho a ilusão de pensar e muito menos a veleidade de dizer que a regionalização é "panaceia" infalível para todas as nossas debilidades estruturais e problemas da actual conjuntura, mas também não sinto hesitações na solidez da minha convicção de que com a implementação das regiões administrativas reforçaremos a nossa democracia, refrescaremos o funcionamento do poder local, motivaremos mais participação cívica dos cidadãos, melhoraremos a fiscalização dos actores políticos e será mais e melhor discutida, equilibrada e avaliada a distribuição dos recursos públicos por todo o território.

É por isso que, apesar dos problemas e preocupações que as consequências da crise económica nos provoca e da necessidade de concentrarmos as nossas energias para reagir às adversidades, sou daqueles que defende que, simultaneamente, devemos "ressuscitar" a lei-quadro como ponto de partida para uma discussão actual, serena e racional desta reforma e empenhar-nos, de maneira determinada, para que este processo constituía um objectivo político de curto prazo para a Assembleia da República e para o Governo.

Portugal tem que retomar este debate, os cidadãos, de todos os quadrantes partidários e de todos os pontos do território, tem que ser mobilizados para esta reflexão e nós, os socialistas, por questões de princípios, de valores e de compromisso temos o dever político de entusiasmar e envolver os Portugueses nesta reforma e a obrigação de sermos os verdadeiros motores desta mudança necessária para fazer…… Avançar Portugal.

Jorge Fão
Deputado PS

Ao artista da amizade

A refulgência da ideia é profunda,
A cogitação é medida e compassada,
Pinceladas no panorama que circunda,
O Johny é artista de alma deleitada.

O horizonte apresenta-se encantador,
Os reflexos solares mostram-se extasiantes,
Policromia penetrante da natureza ao redor,
Do artista absorvido nas côres disseminantes.

Como dar relevo à natural beleza,
Invadindo o ambiente tão acalmado,
Pensa o artista-pintor da nossa terra,
Profundamente activo e concentrado.

Sempre presto e reactivo na escuta,
De quem procura um belo momento,
Na sua mão o pincel é como batuta,
De mestre refinado dando seu talento.

Antonio R. Vasconcelos

A escolaridade e formação profissional são duas vertentes fundamentais na construção de uma sociedade civilizada e competente, na medida em que, cada vez mais a competitividade entre empresas e povos é uma característica dos tempos modernos. Cada indivíduo, enquanto cidadão, deve revelar-se à altura dos valores do seu tempo, da sua comunidade e dos seus próprios interesses; enquanto profissional tem, igualmente, deveres de competência, seja em qualidade, seja em quantidade. Ele deve colaborar no processo que conduza ao bem-comum, sendo dele o primeiro beneficiário.

Na origem deste processo estão algumas instituições e actividades da sociedade: a família e as boas-práticas sociais; a escola e as boas-práticas académicas/habilitacionais e também as boas práticas profissionais. O desenvolvimento de um tal processo não se compadece com improvisos, com dirigentes insensibilizados para o ensino educação e formação. Um processo que será sempre responsável por uma melhoria contínua, tem de estar supervisionado por pessoas que tenham uma visão de futuro, sem confrontos com os verdadeiros agentes que, no terreno, dia-a-dia, dão o seu melhor para um país mais justo, mais tolerante e solidário.

O sistema de ensino, educação e formação deve ser desenvolvido pelos sectores público e privado, sem privilégios para nenhum deles, aos quais se deve exigir qualidade, o que implica rigor, exigência e pessoal habilitado, recursos técnicos e motivação dos agentes intervenientes. É impensável que alguém desvirtue toda a lógica e objectivos de um sistema educativo/formativo para obter quaisquer tipos de protagonismo e, muito mais grave, que prejudique os mais directos responsáveis no processo: professores/formadores, alunos/formandos.

A educação escolar, constitucionalmente prevista como um processo de desenvolvimento de um país, é um grande avanço das sociedades democráticas, em que o acesso deve ser livre para todos os cidadãos, sem restrições de nenhuma espécie. O investimento, com regras, na educação deve ser permanente e avultado, obviamente que a coberto de uma rigorosa aplicação dos fundos, a partir da competente e isenta fiscalização por parte dos organismos responsáveis, porque só assim será possível ela chegar a todos os cidadãos. Iguais princípios e preocupações para a formação profissional.

A sociedade do século XXI não pode perder mais tempo agarrada a conceitos ultrapassados, alguns dos quais, a educação/formação para toda a vida. Hoje, a preocupação também deve ser permanente, virada para o futuro e nesse sentido, convoque-se BONBOIR, (1977:Contra-capa), segundo o qual: "Na óptica de uma educação permanente, a Pedagogia vê-se a cada momento acuada pela eficácia: realização de objectivos a curto ou a longo prazo em função de fatores múltiplos que se influenciam uns aos outros. Numerosas são as variáveis que o educador deve levar em conta ao planejar seus programas de ação: aptidões dos educandos; competência dos professores; natureza do meio ambiente físico e humano; sistema educativo adotado ou concepção que se tenha da educação; intervenção planificada e revista ao longo dos processos de aprendizagem, etc. etc."

O trabalho da educação e formação é um projecto sempre inacabado, porém, susceptível de ser melhorado e adaptado a cada período da história e às necessidades das sociedades nacionais, como ainda, relativamente às comunidades locais, através de anexos às diversas matérias/disciplinas. É importante introduzir uma referência à educação nacional a desenvolver no seio das comunidades de emigrantes espalhadas pelo mundo, vulgarmente designadas pela diáspora. Considera-se essencial que, independentemente dos projectos que cada pessoa possa ter num país de acolhimento, pelo menos adquira conhecimentos do local de origem, mantendo-se informada sobre o seu passado histórico, cultural e familiar, isto é, que não se lhe cortem definitivamente e de forma impositiva as suas raízes.

Toda a educação e formação não deveriam descurar dimensões específicas do ser humano, como por exemplo o civismo, a religião, o trabalho competente e consciente, entre muitas outras. Na verdade, educar e formar apenas para o saber fazer revela uma visão pouco abrangente sobre as reais capacidades da pessoa humana e esquece a sua dignidade individual. Educar e formar para o civismo revela uma visão de futuro e distingue o ser humano com valores que só ele possui. Com efeito e corroborando SCHMIDT, (1967:266): "O civismo, no seu sentido mais amplo, abrange toda e qualquer promoção humana. Fortificar a saúde, contrair hábitos de higiene, desenvolver sua cultura não são por acaso valiosas disposições para um serviço efectivo da comunidade que de é, afinal de contas, a própria Nação?"

Exige-se, hoje, portanto, uma educação e formação para a Mudança, todavia, também, para a responsabilidade, desejavelmente, com e em liberdade. Uma educação e formação para crianças, jovens e adultos, porque se trata de um projecto global, sem exclusão de escalões etários e classes sociais, independentemente de estatutos e situação económica. A educação ou a falta dela é transversal a toda a sociedade, porque as incorrecções detectam-se, precisamente, em todos os estratos das diversas comunidades e até nas famílias, ainda que, aparentemente, fora de portas, tudo pareça "perfeito".

Atribui-se, frequentemente, culpas às famílias pela pouca educação dos seus membros mais novos, todavia, tais famílias já integraram, no passado, outras famílias e assim retrospectivamente. Identificar, hoje, eventuais responsáveis não resolve o problema actual. Por isso, o importante é proporcionar as oportunidades, para que as famílias actuais comecem a ter condições para participar no processo educativo dos seus membros mais novos. Que estes, por sua vez, sejam bem incentivados a colaborar em tal processo e, no fim de cada ciclo, vejam, objectivamente, o produto do seu trabalho.

As oportunidades, actualmente, em Portugal são muitas, quer para os nacionais, quer para os estrangeiros legais no país e que pelo menos dominem, razoavelmente, o idioma português. Os dois processos extraordinários mais utilizados passam por cursos de educação e formação de adultos que conferem dupla certificação - escolar e profissional -, para todos os ciclos de ensino; também pelos Centros de Novas Oportunidades que apenas conferem habilitações escolares, a partir do Reconhecimento e Validação de Competências-Chave (RVCC) com base em experiências adquiridas ao longo da vida e as valida, igualmente, ao nível de um determinado grau escolar - básico e secundário (no Brasil, fundamental e médio).

Os dois processos parece que satisfazem necessidades escolares e profissionais, todavia, quer num caso quer no outro, os instrumentos de avaliação deixam os interessados insatisfeitos, para além do mercado de trabalho e de algumas chefias da própria administração pública, não estarem, ainda, muito sensibilizados para reconhecer a aquisição de habilitações por estes processos, precisamente porque os instrumentos de avaliação suscitam algumas dúvidas, devido ao elevado grau de subjectividade.

Provavelmente torna-se essencial motivar os estudantes e, principalmente aqueles que se encontram nas fases transitórias. Com efeito e segundo HARGREAVES, EARL & RYAN, (2001:148): "Num sentido geral, a responsabilidade e a certificação são objectivos importantes e inevitáveis da avaliação educativa. Mas, do ponto de vista desta revisão, os objectivos centrais da avaliação são os que respondem às necessidades dos jovens adolescentes dos anos de transição. Neste sentido, o diagnóstico e a motivação são, do ponto de vista particular das necessidades dos estudantes, os objectivos fundamentais da avaliação."

Os processos acima referidos, apesar de muito imperfeitos na avaliação, que é descritiva, logo, relativamente subjectiva, têm o mérito, principalmente os cursos de educação e formação de adultos (CEFA) de comportarem cargas horárias razoáveis na área do conhecimento/disciplina Cidadania, ministrada a todas as pessoas, de qualquer idade, que frequentam aqueles cursos. Pode-se considerar um primeiro grande passo na educação e formação para a cidadania /civismo, contudo, existe um longo caminho de melhoramentos a introduzir nos respectivos processos, desde logo nas habilitações adquiridas nos Centros de Novas Oportunidades, onde se verifica uma grande lacuna, justamente na área de Cidadania, ao nível da equivalência ao ensino obrigatório - 9º ano de escolaridade -, considerando a exígua carga horária daquela matéria.

Educar para a mudança será uma filosofia que ganhará cada vez mais importância, se houver a sensibilidade e oportunidades concretas e suficientes, respectivamente, Estimular todos aqueles que pararam ou pretendem parar as suas actividades intelectuais e profissionais, para que prossigam os seus estudos e se actualizem nos domínios técnico científicos, poderá ser uma outra estratégia a implementar.

A caminhada da humanidade é um facto incontornável, indesmentível e irreversível. O tempo do homem das cavernas passou há muitos milénios de anos. Poder-se-ia invocar, agora, o velho adágio popular: "Parar é Morrer", mas não é necessário recorrer a esta sabedoria milenar, porque de geração em geração tudo se tem alterado, restando para cada ciclo geracional aceitar os avanços e para os mais novos compreenderem as dificuldades dos anteriores. Educar para estas transformações é uma responsabilidade de todos.

A primeira década do século XXI tem produzido alguns avanços positivos, apesar de grande parte dos problemas que vinham do anterior século e milénio persistirem (desemprego, fome, guerra, crises de diversa ordem, etc.). Tem havido esforços para um melhor entendimento entre os povos, preocupações para uma melhor saúde, educação e formação, esforços para minimizar preconceitos diversos, alguma abertura, ainda que controlada, à livre circulação de pessoas, um conceito mais abrangente de cidadania. Progride-se do cidadão nacional para o cidadão europeu, ou latino-americano, para, um dia, se poder atingir a cidadania universal. Para que tudo isto seja possível, impõe-se uma intervenção mais acutilante da educação e formação.

A construção de um mundo de valores comuns a todas as nações, a institucionalização de uma axiologia universal, pelo menos em todos os valores onde a convergência for possível, com respeito pelos que são defendidos pelos diversos povos, serão objectivos a não perder de vista, que poderão integrar os sistemas educativos e de formação. Importa, portanto, aperfeiçoar o homem social, moderno, porque neste se concentrará todo um conjunto de saberes, desde o ser, estar, fazer e conviver com os outros.

É claro que este ser humano, socialmente correcto, implica formas de vida que são incompatíveis com certas práticas que a falta de educação e formação proporcionam, de resto e na perspectiva de ROMERO, (1998:308) o homem sociável reúne outras características interessantes: "A simpatia pelo próximo me parece ser a motivação básica do homem sociável. Talvez não possamos amar-nos uns aos outros, mas podemos olhar-nos e considerarmo-nos com simpatia. Este é o sentimento que está na base de todas as atitudes sociais positivas, isto é, de aproximação benevolente ao nosso próximo."

Educação, civismo e mudança, poderá ser uma outra trilogia para um mundo melhor em todos os sentidos. A boa convivência entre seres que pelo menos se querem bem, constitui um factor decisivo para que nas próximas décadas as gerações futuras consigam obter as condições de vida que os seus progenitores não lhes quiseram, ou não puderam, dar. Os motivos que têm levado as gerações anteriores, e a actual, a não fazerem tudo o que estava ao seu alcance, para hoje deixarem um legado melhor, são suficientemente conhecidos e exaustivos para serem enumerados neste contexto, todavia, destaca-se, ainda assim, o pouco investimento de alguns governos, na educação e formação cívicas, a não preparação para as mudanças que, ao longo da história da humanidade sempre se fizeram. Apesar de tudo, nunca será tarde para se investir, agora mais do que nunca em sectores vitais como são a educação e a formação, rumo ao civismo, à mudança e à socialização humanistas de todos os cidadãos.

Bibliografia
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2007). "Sociedade Ética para o Século XXI", in Revista Digital da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Porto: Universidade Fernando Pessoa, Nº 4 (140 no Índice) (http://homepage.ufp.pt/biblioteca/bm3.pdf)
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "Comunidade Humana de Valores" site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 381 Semana de 15/21 Mar.2008;
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "Direitos Humanos, Filosofia, Educação e Cidadania", site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 415 Semana de 21/27 Nov. 2008.
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008). "Imigração, Cidadania e Identidade Nacional", site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 411 Semana de 25/31 Out. 2008.
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2008)."O Poder Axiológico" site www.caminha2000.com in "Jornal Digital "Caminha2000 - link Tribuna", N. 418 Semana de 13/19 Dez. 2008
BONBOIR, Anna, (Dir.). (1977). Uma Pedagogia para Amanhã. Trad. Frederico Pessoa de Barros. São Paulo: Cultrix.
CHARDIN Pierre Teilhard de, (1970). O Fenómeno Humano, Trad. Portuguesa de Leal Bourbon e José Terra, 3ª. Ed., Porto: Livraria Tavares Martins.
FONSECA, António Manuel, (2001). Educar para a Cidadania. Motivações, Princípios e Metodologias, Porto: Porto Editora.
GALACHE - GINER - ARANZADI, (1969). Uma Escola Social. 17ª Edição. São Paulo: Edições Loyola
HARGREAVES, Andy; EARL, Lorna; RYAN, Jim, (2001) Educação para a Mudança: Reinventar a escola para os jovens adolescentes, Trad. Inês Simões. Porto: Porto Editora
RESENDE, Enio, (2000). O Livro das Competências. Desenvolvimento das Competências: A melhor Auto-Ajuda para Pessoas, Organizações e Sociedade. Rio de Janeiro: Qualitymark
ROMERO, Emílio, (1998). As Dimensões da Vida Humana: Existência e Experiência, São José dos Campos: Novos Horizontes Editora.
SCHMIDT, Maria Junqueira, (1967). Educar para a Responsabilidade, 4ª edição, Rio de Janeiro RJ: Livraria Agir Editora
TRICHES, Ivo José, (2008). "Filosofia versus O Segredo da Humanidade", in Filosofia, Ciência & Vida, S. Paulo/Brasil: Escala, Ano II, N. 24, p. 51
WEISS, Brian L., M.D.(2000:17). "A Divina Sabedoria dos Mestres. A Descoberto do Poder do Amor. Tradução António Reca de Sousa. Cascais: Editora Pergaminho.

Venade - Caminha - Portugal, 2009
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
bartolo.profuniv@mail.pt
4910-354 Venade - Caminha - Portugal
Mestre em Filosofia Moderna e Contemporânea
Universidades: Minho/Portugal; Unicamp/Brasil
Professor-Formador
bartolo.profuniv@mail.pt