Ventos ciclónicos coincidiram com a preia-mar desta tarde, tendo sido derrubadas várias árvores em todo o concelho, nomeadamente no litoral.
Pescadores com embarcações ancoradas nas margens dos rios Minho e Coura tratavam de as pôr a salvo ou retirar a água que se depositara no interior.
Um gamela fundeada a cerca de 100 metros do Cais da Rua dos Pescadores afundou-se.
O parque de estacionamento do ferry-boat encontrava-se inundado de água e o barco quase ao mesmo nível do piso.
O rio Coura batido pelo vento de sudoeste passava sobre a EN13 em forma de pequenas ondas.
A linha férea férrea esteve interrompida a partir das duas da tarde, devido à queda de uma àrvore à saída da ponte cobre o Coura, obrigando um combóio a esperar na estação de Caminha que a via fosse desobstruída.
O Camarido também registou várias quedas de árvores e uma delas tombou sobre um muro do Ínsua Clube, provocando uma rachadela.
No litoral ancorense também se registararam quedas de árvores, obrigando à intervenção dos bombeiros, tal como aconteceu em Caminha.
Em Lanhelas, um tronco tombou sobre um cabo de alta tensão, levendo à intervenção dos bombeiros e do piquete da EDP.
Aguarda-se com alguma preocupação a preia-mar desta noite - uma das marés mais altas do ano (3.8).
Ainda como resultado do temporal de ontem (Sábado), a situação de algumas casas junto à Boalheira de Seixas causou preocupação, verificando-se que uma viatura ficou no meio da água.
Em Lanhelas, a estrada da beirada do rio ficou intransitável com a maré alta, situação que ainda de apreciava hoje.
Em Moledo, o mar escavou a areia na parte norte do paredão e põe em risco esta estrutura a manterem-se situações como as deste fim-de-semana.
No decorrer da missa das seis da tarde de ontem (Sábado), gerou-se alguma pânico quando fortes rajadas de vento levantaram parte da cobertura, destelhando-a em alguns pontos e provocando um forte estrondo que assustou os fiéis e acólitos que acompanhavam a celebração religiosa.