|
ESCOLA DE PINTURA DE JOÃO MARROCOS EXPÕE TRABALHOS NA CASA DA ANTA

Vai de vento em popa a escola de pintura que o artista lanhelense João Marrocos (Johnny) criou há um ano, com atelier instalado na sua própria habitação e onde ministra as aulas.
No passado dia 28 de Junho inauguraram uma exposição dos seus trabalhos na galeria da Casa da Anta e aí ficarão patentes até final do Verão.
Germano Ramalhosa, anfitrião da mostra, agradeceu aos miúdos e mais crescidos a sua presença, bem como a dos seus familiares, reiterando disponibilidade para prosseguir o apoio a esta escola e "ainda vamos ter muito que mostrar este Verão", assegurou.
Gabriela, oito anos, abraçou desde logo a ideia concretizada por Johnny, dizendo-nos que gosta muito de pintura, tendo patentes na exposição um carocho e o Cruzeiro da Independência, sendo-lhe indiferentes os estilos e materiais a utilizar: "-Do que eu gosto é de pintar".
Tiago Barbosa, nove anos, também entrou para esta escola pelos mesmos motivos expressos pela sua colega, e as suas preferências recaem igualmente nos barcos.
Quanto a cores, Tiago prefere o azul e o preto mas não pretende continuar a aprender nesta escola para o próximo ano, embora não enjeite a possibilidade de vir a ser um pintor no futuro.
Esta escola de pintura funcionou todo o ano, de segunda a quinta, entre as 18 e as 29 horas, aos sábados de manhã e à tarde das 17 às 19 horas, tendo registado uma frequência de 30 alunos, desde os 6 anos aos 99, referiu João Marrocos.
Cada aluno paga uma pequena mensalidade de 20€.
"Estou totalmente realizado", admitiu o responsável pela escola que já reconhece muita habilidade em alguns dos trabalhos expostos, em que o acrílico assume predominância, devido a ser mais fácil trabalhar com este material, "proporcionando mais facilidade de criação" e sem necessidade de esperar tanto tempo pelo efeito, como sucederia se utilizassem o óleo, por exemplo.
A par da pintura, o desenvolvimento do desenho à base de carvão e grafites é outra das preocupações de Johhny nesta escola que está aí para durar, segundo crê o sem mentor.
Óleos de Silvana e Luís Gonçalves, aguarelas de Mário Garrido e fotografia de Paulo Duarte, completam o naipe de trabalhos patentes na Galeria do Bar After-Eight até final do mês de Agosto.
Na R. Direita. Em Caminha.
|
Ricardina Silva, 26 anos, natural de Caminha, desde pequena que tinha o gosto pela pintura, primeiro a lápis, mais tarde, veio a deixar de pintar apenas para a família - o que fez até ao ano 2000 -, ousando apresentar perante os outros os seus trabalhos.
Exposições em Caminha, na Batalha, Nazaré, Alentejo, Leiria (onde reside presentemente), em que predomina a técnica mista, mas não desdenha outras técnicas como o óleo ou acrílico.
Regressou neste mês de Julho à sua terra natal - cujo mar e rio são a sua referência nos trabalhos que idealiza - para expor na Galeria Caminhense, no Terreiro de Caminha, até ao próximo dia 28
|
Programação da Orquestra do Norte
JULHO
3 de Julho
Fafe - Pavilhão Multiusos, 21h30
Ferdinando Carrulli - Concerto para flauta, guitarra e orquestra em Sol Maior Wolfgang A. Mozart - Concerto para piano e orquestra em Dó menor, K491 …
Solistas da Academia de Música José Atalaya
Vítor Matos, direcção
4 de Julho
Lamego - Teatro Ribeiro Conceição, 21h30
Georges Bizet - L'Arlésienne, Suite N.º1 e N.º2
Camille Saint-Saëns - Concerto nº.1 em Lá menor para violoncelo e Orquestra, Op.33
…
Adriene Taylor, violoncelo
José Ferreira Lobo, direcção
5 de Julho
Chaves - Praça do Município, 22h00
Georges Bizet - L'Arlésienne, Suite N.º1 e N.º2
Antonin Dvorák - 2 Danças Eslavas
…
José Ferreira Lobo, direcção
10 de Julho
Guimarães - Claustros do Paço dos Duques de Bragança, 22h00
Música no cinema
…
Mário Augusto, comentador
Franz Albaneze, direcção
12 de Julho
Amarante - Claustros da Câmara Municipal, 22h00
Aram Khachaturian - Concerto para flauta e orquestra em Ré Maior Op.46B
Composições da Fábrica dos Sonhos
…
Deborah Kruzansky, flautista
Franz Albaneze, direcção
13 de Julho
Paredes - Igreja Paroquial de Vilela, 21h30
Programa a designar
…
José Ferreira Lobo, direcção
18 de Julho
Amarante - Claustros do Museu Amadeo Souza-Cardoso, 22h00
Julieta e Romeu - Musical
…
Antonella Rondinone, soprano e encenação
Vítor Peixeiro, tenor
Amálgama, Companhia de Dança
Manuel Teixeira, direcção musical
19 de Julho
Amarante - Claustros do Museu Amadeo de Souza-Cardoso, 22h00
Maurice Ohana - Llanto por Ignácio Sanchez Mejías
…
José Oliveira Lopes, barítono
Amalgama, Companhia de Dança
Sandra Bataglia, coreógrafa
José Ferreira Lobo, direcção
24 de Julho
Baião - Fundação Eça de Queiroz, 21h30
Offenbach e Eça
…
Delphine Doriola, soprano
Yoel Cantori, violoncelo
José Ferreira Lobo, direcção
25 de Julho
Penafiel - Largo da Igreja Paroquial de Cabeça Santa, 21h30
Félix Mendelsshon-Bartholdy - Suite Sonho de Uma Noite de Verão
…
José Ferreira Lobo, direcção
26 de Julho
Macedo de Cavaleiros - Praça das Eiras, 21h30
Alexander Borodin - Nas Estepes da Ásia Central
Antonin Dvorák - 2 Danças Eslavas
Johann Brahms - 2 Danças Húngaras
Georges Bizet - Carmen, Suite N. º 1 (Dança Boémia)
…
José Ferreira Lobo, direcção
Programação sujeita a alterações.
Info: www.orquestradonorte.com
|
Reclicar com Arte no
Museu da Imprensa
O Museu Nacional da Imprensa vai promover, durante todo o mês de Junho, os ateliers “ReciclArte” e “Jardins de papel” destinados às escolas e público em geral.
Os grupos serão convidados a ajudar o ambiente através da reciclagem de materiais, transformando-os em diferentes formas de arte.
O Museu da cidade do Porto pretende, com esta actividade, activar o Prazer da Cultura (seu lema) no público escolar e levar os jovens a usar a imaginação na protecção do Meio Ambiente.
A aventura começa com uma visita guiada à exposição permanente “Memórias Vivas da Imprensa” na qual as crianças poderão saber quem foi Gutenberg e quais os procedimentos que se utilizavam nos séculos passados para fazer os livros e os jornais. Depois de imprimirem manualmente nos prelos existentes no local, dirigem-se para a Galeria de Exposições Temporárias onde podem ver “A Fuga Real por um Triz”, uma exposição documental que retrata a saída da Corte de D. João VI para o Brasil em Novembro de 1807; e o “PortoCartoon, Riso do Mundo” com dezenas de cartoons oriundos de diversos países sobre vários temas actuais. A seguir, usando a imaginação, podem fazer, a partir de um pacote de leite, práticos porta-moedas, por exemplo.
A participação na actividade está sujeita a marcação prévia, que poderá ser feita através de contacto directo com os Serviços Educativos do Museu (tel: 225304966). A actividade tem o preço de 1 Euro.
O Museu Nacional da Imprensa está instalado na cidade do Porto, a montante da Ponte do Freixo e a cinco minutos da Estação CP/Metro de Campanhã.
Museu Nacional da Imprensa
|
Programação da Casa da Música para o segundo trimestre de 2008
Junho
O Porto tem no São João o seu santo padroeiro. A Casa da Música volta a celebrar a noite mais emblemática do ano com concertos ao ar livre. A Orquestra Nacional do Porto e os Irmãos Catita prometem uma noite festiva feita de contrastes e onde o Pop marca lugar com uma conhecida banda.
De 26 a 29 de Junho, o Festival Mestiço percorre geografias e géneros bem diferentes, dando a ouvir alguns dos grandes fenómenos da world music da actualidade, incluindo as sempre inovadoras mestiçagens entre as tradições musicais e as tendências mais recentes de géneros como o hip hop, a electrónica ou o rock.
A Orquestra Nacional do Porto tem amplo destaque, apresentando a estreia em Portugal do Concerto para violoncelo de Magnus Lindberg, compositor em residência na Casa da Música, acompanhando o pianista Sequeira Costa numa verdadeira maratona ao longo de quatro grandes concertos para piano do repertório sinfónico, e recordando a memória de Guilhermina Suggia com a vinda de um dos maiores violoncelistas da actualidade, Steven Isserlis, para interpretar o célebre Concerto de Elgar.
A Primavera despede-se ao som do jazz com um quinteto liderado por Carlos Bica e a Praça será o local de eleição dos concertos de Verão. E o mês não termina sem mais um surpreendente programa do Remix Ensemble onde se destaca o Concerto para piano de Ligeti.
Sábado 7 Junho; 18:00 SALA SUGGIA; 15€
[FOCUS NØRDICO] PORTRAIT MAGNUS LINDBERG [ONP ao Sábado]
ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO
Hannu Lintu direcção musical
Anssi Karttunen violoncelo
Liliana Sofia Coelho soprano
Job Tomé barítono
Joseph Haydn Sinfonia n.º 86
Magnus Lindberg Concerto para Violoncelo e Orquestra
Carl Nielsen Sinfonia n.º 3
"…uma obra apaixonada cuja estreia londrina beneficiou do violoncelista Anssi Karttunen, um intérprete capaz de persuadir qualquer pessoa de qualquer coisa." The Sunday Times
"O concerto é uma peça tipicamente enérgica, com uma excitante parte a solo tocada com autoridade e agilidade pelo dedicatário da obra, Anssi Karttunen." The Daily Telegraph
Sobre Concerto de Lindberg e Anssi Karttunen
Conhecida como a "Pastoral Nórdica", a Terceira Sinfonia de Carl Nielsen tem o cognome de Espansiva (Expansiva) e nela intervêm dois cantores que dão corpo a uma belíssima melodia sem palavras.
O Concerto para violoncelo de Magnus Lindberg foi estreado na Cité de là Musique em Paris, em 1999, por Anssi Karttunen, intérprete de eleição que já se apresentou em duo com o compositor na Casa da Música.
O programa abre sob o signo do classicismo com uma das Sinfonias Parisienses de Haydn.
Domingo 8 Junho; 12:00 SALA SUGGIA
[AO MEIO DIA]
BANDA DE ALCOCHETE
O ciclo dedicado às bandas filarmónicas tem trazido à Casa da Música várias das melhores bandas civis e militares do país. Embora seja na região norte que se concentra o maior número de agrupamentos do género, desta vez apresenta-se uma representante do distrito de Setúbal. A Banda da Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete é fortemente marcada pela tradição das festas de touros da região, tendo já arrecadado vários prémios nessa qualidade. Com quatro discos gravados e actuações em todo o país, regiões autónomas, Espanha e Itália, a Banda de Alcochete é constituída maioritariamente por músicos formados na sua escola e é dirigida pelo maestro António Francisco Rei Menino.
Domingo 8 Junho; 22:00 SALA 2 | 10€
[JAZZ]
MICHAËL ATTIAS QUINTET: TWINES OF COLESION
Michaël Attias saxofones alto e barítono
Tony Malaby saxofones tenor e soprano
Russ Lossing piano
John Hebert baixo
Satoshi Takeishi bateria
A versatilidade do saxofonista Michaël Attias, a que não é alheio um percurso geográfico especialmente enriquecedor - de Marrocos e Israel a Paris e Nova Iorque -, está bem patente na diversidade dos seus projectos musicais. Depois de trazer a público registos onde se adivinha tanto a influência klezmer num jazz bem-humorado, como o domínio da complexidade da composição moderna ou da abertura do free jazz, Twines of Colesion é um quinteto especialmente voltado para a improvisação.
Michaël Attias
"Uma importante voz nova no saxofone alto" All About Jazz
Sexta 13 Junho; 21:00; SALA SUGGIA; 15€
[ONP à SEXTA]
ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO
Christopher Seaman direcção musical
Sequeira Costa piano
L. van Beethoven Abertura Egmont
L. van Beethoven Concerto para piano e orquestra n.º 3
L. van Beethoven Concerto para piano e orquestra n.º 5
O primeiro professor de Sequeira Costa, Viana da Mota, foi o último discípulo de Franz Liszt. Sequeira Costa prosseguiu estudos com Mark Hamburg, Edwin Fischer, Marguerite Long e Jacques Fevrier e, em 1951, venceu o Grand Prix de Paris no Concurso Internacional Marguerite Long. Desde então tem uma carreira ao mais alto nível tendo já gravado a integral das Sonatas de Beethoven, entre muitas obras de relevo.
Um dos seus discos mais aclamados, com a interpretação do Segundo Concerto de Rachmaninov, foi precisamente gravado sob a direcção do maestro Christopher Seaman que se estreia à frente da ONP. Em dois concertos únicos e consecutivos, Sequeira Costa brinda o público da Casa da Música com quatro obras fundamentais do repertório concertante: dois concertos de Beethoven e os dois concertos de Chopin.
Breve introdução ao programa às 20:15 no Cybermusica
Domingo 15 Junho; 18:00; SALA SUGGIA | 15€
ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO
Christopher Seaman direcção musical
Sequeira Costa piano
Antonin Dvorák Abertura Carnaval
Frédéric Chopin Concerto para Piano e Orquestra n.º 1
Frédéric Chopin Concerto para Piano e Orquestra n.º 2
O primeiro professor de Sequeira Costa, Viana da Mota, foi o último discípulo de Franz Liszt. Sequeira Costa prosseguiu estudos com Mark Hamburg, Edwin Fischer, Marguerite Long e Jacques Fevrier e, em 1951, venceu o Grand Prix de Paris no Concurso Internacional Marguerite Long. Desde então tem uma carreira ao mais alto nível tendo já gravado a integral das Sonatas de Beethoven, entre muitas obras de relevo.
Um dos seus discos mais aclamados, com a interpretação do Segundo Concerto de Rachmaninov, foi precisamente gravado sob a direcção do maestro Christopher Seaman que se estreia à frente da ONP. Em dois concertos únicos e consecutivos, Sequeira Costa brinda o público da Casa da Música com quatro obras fundamentais do repertório concertante: dois concertos de Beethoven e os dois concertos de Chopin.
Sexta 20 Junho; 22:00 SALA 2 | 10€
[JAZZ]
CARLOS BICA: MATÉRIA PRIMA
Carlos Bica contrabaixo
João Paulo piano
Mário Delgado guitarra
Bateria a anunciar
Matthias Schriefl trompete
Carlos Bica tem uma carreira internacional que o tem juntado a músicos de diferentes nacionalidades, das mais diversas escolas e estilos musicais, procurando em cada um a "habilidade" de contar histórias com uma única matéria-prima: o som.
Desta vez o contrabaixista apresenta-se com um colectivo essencialmente composto por músicos portugueses, procurando expor aquilo que chama de "portuguesismo" na música improvisada. João Paulo Esteves da Silva e Mário Delgado são dois artistas de topo do panorama nacional que desde há muito têm colaborado com Carlos Bica. O convidado especial é o multipremiado trompetista alemão Matthias Schriefl.
Domingo | 22 Junho | 12:00 | SALA SUGGIA | 5€
[AO MEIO DIA]
ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO
Joseph Swensen direcção musical
Steven Isserlis violoncelo
Edward Elgar Concerto para Violoncelo o Orquestra
Guilhermina Suggia foi uma das intérpretes predilectas do Concerto para violoncelo de Elgar. A 22 de Junho de 2008 celebram-se 75 anos da primeira vez que o tocou em público e 60 anos sobre o último concerto da violoncelista na cidade do Porto.
Após a sua morte, Suggia doou em testamento os seus violoncelos para constituir um fundo que premiasse jovens instrumentistas de grande talento. Em 1970, Steven Isserlis foi galardoado com o Prémio Suggia em Londres. Hoje em dia, Isserlis conta com uma vasta discografia e uma preenchida carreira concertista, sendo considerado uma referência no Concerto de Elgar que gravou para a Virgin Classics.
Steven Isserlis homenageia a intérprete que deu nome ao grande auditório da Casa da Música.
Concerto comentado
Segunda | 23 Junho| 22:00 | PRAÇA | entrada livre
Concerto de S. João | FORA DE SÉRIE
ORQUESTRA NACIONAL DO PORTO
Joseph Swensen direcção musical
Joly Braga Santos Stacato Brilhante
Carl Nielsen Abertura "Maskarade"
Edvard Grieg Suite n.º 1 Peer Gynt
Richard Strauss Don Juan
Leonard Bernstein Abertura Candide
O disfarce marca o programa da Orquestra Nacional do Porto para assinalar a noite em que a cidade se transforma para festejar o seu santo padroeiro, São João. Um baile de máscaras que esconde dois jovens apaixonados em Maskarade, uma dança para seduzir um falso profeta em Peer Gynt, ou as peripécias dos personagens D. Juan e Candide, celebrizados por Mozart e Bernstein respectivamente, são apenas algumas dos disfarces implícitos num programa repleto de grandes sucessos da música clássica.
Segunda | 23 Junho| 00:00 | PRAÇA
Concerto de S. João
POP-ROCK
Banda a anunciar
Como já se tornou habitual, a noite de S. João na Casa da Música prolonga-se pela noite fora com a actuação de uma banda pop-rock nacional (o cartaz deste concerto será anunciado oportunamente).
26 A 29 DE JUNHO SALA SUGGIA, SALA 2 e PRAÇA
FESTIVAL MESTIÇO
O Festival Mestiço de 2008 traz a oportunidade para ouvir alguns dos grandes fenómenos da world music da actualidade, incluindo as sempre inovadoras mestiçagens entre as tradições musicais e as tendências mais recentes de géneros como o hip hop, a electrónica ou o rock. De 26 a 29 de Junho, o Festival percorre geografias e géneros bem diferentes, começando com uma noite dedicada à música dos Balcãs e aos ritmos latinos.
Quinta | 26 Junho | Sala 2 (21.30 - 03.00)
FESTIVAL MESTIÇO
Señor Coconut (Alemanha/ Chile)
Boban Markovic (Croácia)
Boban Markovic é considerado o maior trompetista da música cigana sérvia. Com a sua Orkestar tornou-se especialmente conhecido no mundo ocidental pela participação em bandas sonoras de filmes de Emir Kusturica, como Underground. Mestre nos ritmos inebriantes e dançáveis das brass bands ciganas, conquistou inúmeros prémios e tem-se revelado um inovador, misturando sem complexos a tradição com novos elementos do jazz, da música latina e do pop.
É precisamente a música latina que molda a música de Señor Coconut. O alemão Uwe Schmidt é um criador de música electrónica que se rendeu aos ritmos do Caribe, transformando o repertório mais improvável em temas contagiantes ao ritmo da salsa, merengue ou outros géneros latino-americanos. A sua discografia inclui títulos dedicados à música dos alemães Kraftwerk, a temas pop de Sade ou Michael Jackson ou à Yellow Magic Orchestra de Ryuichi Sakamoto. (…)
Sexta 27 Praça (22.00 - 03.00)
FESTIVAL MESTIÇO
Praça
Marcelo D2 (Brasil)
MC K (Angola)
Sábado 28 Junho, PRAÇA (22.00 - 03.00)
FESTIVAL MESTIÇO
sugestões:
Toots & Maytals - (Jamaica)
Dynamics - (Jamaica/França)
O Festival Mestiço prossegue com uma noite dedicada ao reggae e outra ao hip hop do Brasil e dos países africanos de expressão portuguesa. Aqui destaca-se o carioca Marcelo D2, rapper que se celebrizou com a sua banda Planet Hemp, nos anos 90. O álbum Eu Tiro é Onda marcou o início da sua carreira a solo, há dez anos, e desde logo contou com a participação de nomes de peso do rap de São Paulo e do Rio de Janeiro, como Black Alien & Speed e BNegão. A mistura de elementos do samba com hip hop é a sua imagem de marca, apurada no terceiro álbum, Meu Samba é Assim, com a participação especial de grandes nomes do samba - como Zeca Pagodinho e Alcione - e do rap - como Marechal e Aori.
Domingo | 29 Junho | Sala Suggia (21.30 - 03.00)
FESTIVAL MESTIÇO
Amadou & Mariam (Mali)
Timbila Muzimba (Moçambique)
Extra Golden (Quenia / USA)
A última noite do Festival Mestiço é reservada à música africana. Amadou & Mariam tornaram-se estrelas à escala mundial com o seu álbum Dimanche à Bamako de 2004, em que contaram com a produção de Manu Chao. Oriundos do Mali, Mariam Doumbia (voz) e Amadou Bagayoko (guitarra e voz) juntaram-se em 1980 e foram durante muito tempo uma banda de culto da world music. O seu afro-blues, temperado com elementos do rock, jazz e reggae, conquistou um reconhecimento que lhes deu o estatuto de banda pop, com excelentes prestações nas tabelas de vendas e o aplauso da imprensa - Dimanche à Bamako foi considerado o álbum de world music do ano pela Time Out e um dos álbuns pop pelo Sunday Times.
Sábado | 28 Junho | 21:00 | SALA SUGGIA | 10€
REMIX ENSEMBLE
Reinbert de Leeuw direcção musical
Nicolas Hodges piano
Michel van der Aa Mask
(estreia em Portugal; encomenda conjunta da Casa da Música, musikFabric e Asko Ensemble)
György Ligeti Concerto para Piano
Vasco Mendonça how now, brown clown?
Mauricio Kagel Divertimento?
Na passada temporada o pianista londrino Nicolas Hodges fez a estreia ibérica do Concerto para piano de Carter com o Remix Ensemble em concertos que obtiveram grande sucesso junto do público. Este ano está de regresso para interpretar uma das obras-primas do repertório concertante do século XX, o Concerto para piano de György Ligeti, onde o compositor explorou os limites da polirritmia criando uma das peças de maior dificuldade de execução.
O programa inclui ainda a estreia nacional de Mask, obra virtuosa do compositor holandês Michel van der Aa que tem corrido os principais centros de divulgação cultural da Europa desde a sua estreia em 2007.
Mas um dos momentos altos deste diversificado programa será uma das mais recentes obras de Mauricio Kagel, Divertimento?, onde é suposto o ensemble não tocar o que o maestro dirige!
"Interpretação notável […] do Remix Ensemble."
Le Monde de la Musique
|
 |
"ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA"
Autor: Joaquim Vasconcelos Edição: C@2000 |
 |
MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA
Autor: Domingos Cerejeira Edição: C@2000 |
 |
Ferreiros e serralheiros de Vilar de Mouros
Autor: GEPPAV (Grupo de Estudo e Preservação do Património Vilarmourense) Edição: Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense |
 |
SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DA FREGUESIA DE VENADE
Autor: João José Lourenço de Azevedo Edição: João José Rio Tinto de Azevedo |
 |
FLAUSINO TORRES Documentos e Fragmentos Biográficos de UM INTELECTUAL ANTIFASCISTA
Autor: Paulo Torres Bento Edições Afrontamento |
 |
MOINHOS DE VENTO DE CARREÇO
Autor: Joaquim Vasconcelos Edição: Centro de Estudos Regionais |
 |
"ROTA DOS ENGENHOS DE SERRAR DO RIO ÂNCORA"
Autor: Joaquim Vasconcelos Edição: Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora |
 |
"A vida em verso"
Autor: José Jorge Medeiros da Silva Edição: José Luis Carvalho e Cami Medeiros |
 |
No Limiar da Honra e da Pobreza
Autor: Teodoro Afonso da Fonte Edição: Ancorensis |
 |
Dentada em Orelha de Cão
Autor: Miguel Carvalho Edição: Campo das Letras |
 |
TRÁS-OS-MONTE, TRÁ-LOS CÁ...
Autor: Francisco Gouveia Edição: Editafma |
 |
O PORTINHO D'ÂNCORA E SUAS GENTES
Autor: Domingos Vasconcelos Edição: Nuceartes |
 |
José Porto Desvendando o Arquitecto de Vilar de Mouros Autor: Paulo Bento Edição: Centro de Instrução e Recreio Vilarmourense |
 |
Uma Visita ao Concelho de Caminha com o Bilhete Postal Ilustrado
Autor: João Azevedo Edição: Câmara Municipal de Caminha |
 |
Vilar de Mouros 35 anos de festivaisAutor:Fernando Zamith Edições Afrontamento |
 |
A Aldeia dos Animais Autores e Ilustradores: Gisela Magalhães; Carla Ribeiro; Ivone Santos; Lisete Gonçalves; Pedro Rocha; Rui Dias Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino |
 |
Tanto Chocolate Tanto Bolo Autores e Ilustradores: Adriana Fernandes; Dolores Sousa; Manuel João Borges;Ana Cristina Braga; Carlos Júlio Pedrosa Colaboração: Ancorensis Cooperativa de Ensino |
 |
Mealibra Revista de Cultura - Semestral Centro Cultural do Alto Minho |
 |
Viagens Poesia Francisco Carneiro Fernandes ANCORENSIS - COOPERATIVA DE ENSINO, C.R.L. Vila Praia de Âncora 2000 |
 |
Quem foi José Maria Veríssimo de Morais? Centro de Estudos Regionais de Viana do Castelo Pedro Teixeira de Morais 2001 |
 |
Do Sublime ao Grotesco PoesiasANCORENSIS - COOPERATIVA DE ENSINO, C.R.L. Vila Praia de Âncora 2000 |
 |
Casa da Anta 25 Anos ao Serviço do Turismo e da CulturaCastro Guerreiro 2002 |
 |
Cancioneiro da Foz do Minho AntologiaManuel J. Torres Dantas |
 |
CAMINHENSE...Paixão de um Povo 75 ANOSTextos e Coordenação: Augusto Sá; Branca Pereira; Catarina Dias; João Pinto; Victor Barrocas
Edição: Câmara Municipal de Caminha - Pelouro do Desporto do Sporting Club Caminhense |
 |
CAMINHA, ESPÍRITO DO LUGAR Maria João Avillez; Mário Cesariny; Vasco Graça Moura; Eduardo Paz Barroso Fotografia: Ines Gonçalves; Manuel Valente Alves CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
 |
O MINHO DE RUBEN A. José Manuel Villas-Boas; João Aurora; Liberto Cruz; Guilherme d'Oliveira Martins
CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
 |
AS LETRAS, A MINHA RESPIRAÇAO Miguel Veiga
CADERNOS DA BIBLIOTECA
Câmara Municipal de Caminha |
 |
Almirante JORGE RAMOS PEREIRA Uma vida - um exemploCâmara Municipal de Caminha |
 |
100 ANOS DE VIDA SOLIDÁRIA 1900 - 2000 Casa de Repouso da Confraria do Bom Jesus dos Mareantes - Caminha |
 |
TOPONÍMIA DE VILA PRAIA DE ÂNCORA Domingos Vasconcelos |
 |
CONTRIBUTO PARA A HISTÓRIA DO MONTE CALVÁRIODomingos Vasconcelos |
 |
REVISTA "CEM IDEIAS" Revista dos alunos de Filosofia e Psicologia da EB 2,3/S de Caminha |
 |
TEXTEMUNHOS Escola EB 2,3/S de Caminha |
 |
AS PESQUEIRAS DO RIO MINHO Economia, Sociedade e Património COREMA |
 |
ROTEIRO DO VALE DO ÂNCORA Joaquim Manuel de Paula e Vasconcelos |
 |
ESPONTANEIDADES Colectânea de Poesia Ancorensis Cooperativa de Ensino, C.R.L. |
 |
50 ANOS AO SERVIÇO DA SOLIDARIEDADE Centro de Bem Estar Social de Seixas |
 |
AS AVES DE RAPINA João Fontes |
.
RETRATOS E PAISAGENS - Miguel Torga
Carlos Azevedo | Paulo Vaz de Carvalho | Jesús Legido | Rudesindo Soutelo | Fernando Lapa | Eurico Carrapatoso
Já está à venda o CD da Homenagem musical a Miguel Torga encomendada pela Cultura Norte do Ministério da Cultura de Portugal aos compositores Carlos Azevedo (Poema), Paulo Vaz de Carvalho (A um negrilho), Jesús Legido (Lembranças), Rudesindo Soutelo (O corvo da liberdade), Fernando Lapa (Folhas soltas) e Eurico Carrapatoso (Dois Poemas de Miguel Torga).
Em http://www.numerica-multimedia.pt
|
VERÃO 2008
| QUIDNOVI |
O QUE HÁ DE NOVO?
O APOCALIPSE DOS TRABALHADORES
de VALTER HUGO MÃE
com PRÉ-APRESENTAÇÃO EM LISBOA E BRAGA
Está neste momento a sair para as livrarias o novo e muito aguardado romance de valter hugo mãe - o apocalipse dos trabalhadores.
No próximo dia 24 de Julho, pelas 18.30h, o autor estará presente na livraria Fnac Colombo, em Lisboa, para, em conversa informal com a jornalista Isabel Lucas, fazer uma primeira apresentação deste romance destinada, quer aos seus leitores habituais, quer a todos os curiosos acerca da escrita e da pessoa por detrás da obra a que José Saramago chamou “um tsunami na literatura portuguesa”
Outra sessão de apresentação, desta feita a Norte está agendada para dia 30 de Julho, quarta-feira, pelas 21.30h, em Braga, na livraria Centésima Página. A conversa informal será aí com o músico dos Mão Morta, António Rafael.
Em Setembro, valter hugo mãe trará mais, e verdadeiras, surpresas aos seus leitores mas, para já, esta apresentação será uma excelente oportunidade para todos os que quiserem fazer perguntas, satisfazer a curiosidade acerca deste novo romance ou levar para férias, já autografado, o apocalipse dos trabalhadores.
Depois da atribuição, em 2007, do Prémio José Saramago para melhor romance de um autor lusófono com menos de 35 anos a o remorso de baltazar serapião, o apocalipse dos trabalhadores vem demonstrar à saciedade o talento daquela que é já, indiscutivelmente, umas das mais importantes vozes literárias da sua geração. valter hugo mãe atinge, neste seu terceiro romance, uma mestria de escrita que transforma uma história comum de gente comum de uma cidade do interior num potente motor de dignidade e dignificação das pequenas tragédias e das pequenas linguagens do amor. Um grande livro, que a QuidNovi se orgulha de publicar.
|
NA FICÇÃO
O apocalipse dos trabalhadores, de valter hugo mãe - Eis uma história onde todas as personagens – duas mulheres-a-dias, um reformado e um jovem ucraniano – procuram o seu paraíso. Um retrato do nosso tempo, pois, feito da precariedade e dessa esperança difícil que, apesar de tudo, ainda nos empurra pelos caminhos sinuosos do engenho e da vontade humana, num Portugal com cada vez mais imigrantes e onde isso parece perturbar cada vez mais a sociedade. Ver dossier anexo e vídeo promocional em http://www.youtube.com/watch?v=Pe4T3bm1PwM
Dona Stella e as Suas Rivais, de Isabel d’Ávila Winter – Houve em Lisboa, no início do século XX, um maestro brilhante e genial que, embora não primasse pela beleza, tinha o condão de fazer com que as mulheres lhe caíssem nos braços. Diz-se que se casou por amor e que Dona Stella, a sua serena e sofredora esposa, tudo suportou em silêncio, talvez para expiar uma falha que não perdoava a si própria. Mas diz-se muita coisa. Um dos narradores deste romance é precisamente a voz do rumor, que põe a correr versões do que se terá passado com o maestro, as amantes, o filho e a mulher nos bastidores das salas de concerto e dos teatros, entre as paredes do Conservatório ou no mais íntimo do palacete da família, no coração da cidade antiga. Mas Dona Stella tem a sua versão, que a tudo resiste – até à morte do marido. E o Maestro tem a sua – e quer ir morrer ao leito conjugal. Outras terão também as amantes, a criada, o filho, o genealogista que procura as próprias raízes nas fundações da casa dos Afonses Pereira… Ver dossier anexo.
Coração Fantasma, de Cecilia Samartin - Cuba, 1956: Nora e Alicia, primas adolescentes e inseparáveis, estão habituadas a uma vida de privilégios: jantares faustosos, dias inteiros na praia, bailes e vestidos. Mas eis que a ascensão de Fidel Castro ao poder vira do avesso o seu idílio: a comida começa a escassear, a religião é subitamente proibida, as casas divididas por várias famílias. Nora consegue um visto para os Estados Unidos e parte, enquanto Alicia permanece em Havana. Mas as identidades de ambas são postas à prova quando procuram adaptar-se às mudanças impostas. Coração Fantasma é um romance poderoso sobre a amizade, o amor e o desejo íntimo de regresso à pátria. Nele, Cecilia Samartin faz uma análise comovente do equilíbrio entre esperança e mágoa que molda o coração daqueles que são obrigados a deixar o seu país, e expõe as dificuldades quotidianas num clima de agitação política. Ver dossier anexo.
NA NÃO-FICÇÃO
Uma Burqa por Amor, de Reyes Monforte - Uma noite, María Galera entrou em contacto com o programa radiofónico de Reyes Monforte. A sua voz chegava muito nítida do Afeganistão, pedindo ajuda e contando a sua incrível história: conhecera em Londres um afegão por quem se apaixonara loucamente, com quem se casara e por quem se convertera ao islamismo, acompanhando-o até ao seu país de origem, onde tivera de acatar as estritas leis do regime talibã. Com o início da guerra, tinham ficado ambos presos naquele país remoto, sem dinheiro nem documentação e em péssimas condições de vida que, mesmo assim, não impediram María de dar à luz dois filhos. A sua terceira gravidez e a preocupação com a segurança da família levaram-na a pedir ajuda para sair do país, o que conseguiu graças a um empresário de Palma de Maiorca que se comoveu ao ouvir, no programa de rádio, as suas palavras cheias de sofrimento e desespero. Hoje, já em Palma de Maiorca e pela voz da jornalista que a ouviu nessa noite de revelações, conta-nos a sua história de amor incondicional, paixão e luta pela sobrevivência num país e numa cultura estranhos. Ver dossier anexo
Ninguém Sabe, de Amanda Taylor – A infância de Jessica era incrivelmente livre, incrivelmente aventurosa, incrivelmente aberta, mas era sobretudo incrivelmente estranha. A mãe ia tendo filhos de homens diferentes e insistia em beber, fumar droga e arranjar sempre mais um namorado, que normalmente lhe batia, negligenciava as crianças e acabava na cadeia.
As mudanças de casa e de escola eram também frequentes, pelo que as amizades de Jessie e dos irmãos nunca chegavam realmente a consolidar-se. Foi, pois, um descanso para todos quando a família conseguiu assentar durante um tempo num bairro acolhedor, onde havia imenso espaço para brincar e crianças de todas as idades. O vizinho do lado, ainda por cima, era muito simpático. O problema é que era demasiado simpático… Daí que Jessie precisasse de toda a sua coragem e imaginação para garantir que a sua infância não se tornaria um eterno pesadelo. Amanda Taylor é o pseudónimo de uma jovem americana. Este é o seu primeiro livro.
Guerras e Campanhas Militares da História de Portugal – Mais quatro títulos desta colecção de sucesso de sínteses rigorosas sobre momentos fulcrais da nossa História saem para as livrarias:
- Maria da Fonte e Patuleia (1846-1847), de Teresa Nunes
- A Defesa do Ultramar (1640-1668), de Maria Paula Marçal Lourenço
- A Guerra das Laranjas (1801), de António Ventura
- Campanha de Montevideu (1816-1823), de Silvino da Cruz Curado
NO INFANTO-JUVENIL
A Menina Sereia, de Linda Chapman – 6 deliciosas histórias para os mais pequenos, com as aventuras de Electra, a menina que vive com as sereias. Electra, o seu golfinho de estimação e todas as sereias e tritões da Ilha das Sereias vão ser um autêntico splash de frescura nas leituras de férias dos mais novos!
História de Portugal – principais acontecimentos, de Paula Cardoso Almeida, com ilustrações de Carla Nazareth – Saem para as livrarias mais 6 títulos desta série, que está a registar um merecido sucesso entre os jovens leitores e os encarregados de educação. Desde os Lusitanos, os primeiros habitantes do território português, até à entrada na União Europeia em 1986, a colecção “História de Portugal” descreve os principais acontecimentos que ocorreram no nosso país. A colecção tem revisão científica da Dr.ª Cristina Pimenta, investigadora do CEPESE, da Universidade do Porto
Ana Maria Pereirinha
Editora-Adjunta
apereirinha@quidnovi.pt
|
Museu Municipal de Caminha
No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), está aberto ao público de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados e Domingos das 09.30 ás 12.30 e das 15.00 ás 17.00. No que respeita ao horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), de Segunda a Sexta - Feira funciona das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00 e aos Sábados e Domingos das 10.00 ás 12.00 e das 15.30 ás 18.30.
Biblioteca Municipal de Caminha
No horário de Inverno (1 de Setembro a 30 de Junho), à Segunda - Feira funciona das 9.00 ás 13.00, de Terça a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.30 ás 18.30 e aos Sábados das 09.30 ás 12.30. No horário de Verão (1 de Julho a 31 de Agosto), o período de funcionamento é de Segunda a Sexta - Feira das 09.30 ás 12.30 e das 14.00 ás 18.00.
Biblioteca Municipal de Vila Praia de Âncora
Horário - Segunda a Sexta: 9h30 / 18h00 (contínuo) Sábado: 10h00/13h00 Encerra ao Sábado de tarde e Domingo Telefone: 91 22 26 479
| ROTA DOS LAGARES DE AZEITE DO RIO ÂNCORA |
|
Autor Joaquim Vasconcelos |
MEMÓRIAS DA SERRA D'ARGA |
 |
Autor Domingos Cerejeira |
| |
 |
|