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Acelerar o Norte visita empresas de Viana do Castelo e Paredes de Coura
17/10/26 12h
Casulo Cocoon e Terra D'Alma Coura recebem a equipa do projeto
O Acelerar o Norte vai estar, no próximo dia 19 de outubro, em Viana do Castelo e em Paredes de Coura para visitar duas empresas da região que beneficiaram do projeto de apoio à transição digital.
As visitas integram um ciclo de proximidade que está a levar o Acelerar o Norte às diferentes sub-regiões do Norte, com o objetivo de conhecer no terreno as empresas que estão a beneficiar do projeto, ouvir os empresários e acompanhar a sua experiência no processo de transformação digital.
Desde o arranque do projeto, em março de 2024, o Acelerar o Norte acompanhou milhares de empresas dos setores do comércio, serviços pessoais e restauração e similares, procurando facilitar a adoção de ferramentas, estratégias e soluções digitais.
O projeto já percorreu as oito sub-regiões do Norte, desde o Alto Minho às Terras de Trás-os-Montes, através de iniciativas de sensibilização e capacitação. Entre estas estiveram o Roadshow para a Digitalização do Norte, que apresentou o projeto à comunidade empresarial local, e o Roadshow de Capacitação do Norte, que promoveu workshops sobre ferramentas, boas práticas e estratégias de marketing digital.
PROGRAMA DAS VISITAS
VIANA DO CASTELO | 10H00
Casulo Cocoon, Rute Esteves
Rua da Argaçosa, 4900-394 Viana do Castelo
Participantes:
Manuel Lima da Cunha Júnior, presidente da AEDVC - Associação Empresarial do Distrito de Viana do Castelo
Pedro Rocha e Bruno Santos, equipa da Aceleradora de Comércio Digital de Viana do Castelo
Nuno Camilo, diretor do projeto Acelerar o Norte
Francisco Salgueirinho Moreira, gestor territorial do Acelerar o Norte
PAREDES DE COURA | 11H30
Terra D'Alma Coura, Ana Fino
Largo Frei Redento da Cruz Loja 8, 4940-523 Paredes de Coura
Participantes:
Sara Sofia de Castro Lopes, Gestora do Bairro Comercial Digital de Paredes de Coura (Bairro do Amor - CouraMe 5.0)
Pedro Rocha e Bruno Santos, equipa da Aceleradora de Comércio Digital de Viana do Castelo
Nuno Camilo, diretor do projeto Acelerar o Norte
Francisco Salgueirinho Moreira, gestor territorial do Acelerar o Norte
O Casulo Cocoon é um espaço pensado para acolher diferentes momentos do dia, com tempo, conforto e tranquilidade onde pode desfrutar de uma refeição, trabalhar, conversar ou simplesmente fazer uma pausa, num ambiente luminoso, sereno e ligado à natureza.
A Terra D'Alma Coura foi fundada em 2020. Instalada em Paredes de Coura, comercializa produtos regionais e gourmet, selecionados pela sua qualidade e autenticidade, incluindo alguns de produção própria
Acelerar o Norte:
A CCP, a AEP, a AHRESP e a ACEPI criaram um consórcio para capacitar as empresas do Norte de Portugal, dos setores do comércio, serviços pessoais e da restauração e similares, para a economia digital.
O Acelerar o Norte criou 16 Aceleradoras de Comércio Digital, em parceria com associações locais das oito sub-regiões do Norte, para apoiar os negócios de proximidade na adoção de estratégias e soluções digitais.
O projeto disponibilizou, de forma gratuita, ferramentas para avaliar a maturidade digital dos negócios, apoio na elaboração de planos de transição digital, vouchers até 2.000 euros para acesso a serviços de transição digital e sessões de informação e capacitação.
Estas iniciativas pretenderam ajudar as empresas a atrair novos clientes, alcançar mais vendas e simplificar processos, reforçando a sua capacidade de resposta num mercado cada vez mais digital.
O projeto Acelerar o Norte é desenvolvido pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), e copromovido pela AEP - Associação Empresarial de Portugal, pela AHRESP - Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal e pela ACEPI - Associação da Economia Digital e financiado pela União Europeia, no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência e do NextGenerationEu, na Componente 16 - Empresas 4.0, e aprovado na sequência da publicação do Aviso N.º 04/C16-102/2022 - Aceleradoras de Comércio Digital.
Acelerar o Norte
AdAM vai à escola: a viagem da água começa em Vila de Punhe
17/10/26 12h
A Águas do Alto Minho (AdAM) deu início ao projeto AdAM vai à escola, com uma primeira ação na EB1 de Vila de Punhe, em Viana do Castelo, levando aos alunos atividades de educação ambiental dedicadas à descoberta do ciclo urbano da água e à importância de proteger este recurso essencial.
A iniciativa pretende aproximar os mais novos do trabalho desenvolvido pela AdAM, promovendo o conhecimento sobre o percurso da água, desde a sua captação e tratamento até chegar às torneiras, sem esquecer o encaminhamento e tratamento das águas residuais.
Nesta primeira sessão, os alunos tiveram oportunidade de conhecer melhor as diferentes etapas do ciclo urbano da água, através de um vídeo educativo e de momentos de aprendizagem adaptados à sua idade.
A descoberta continuou com atividades práticas e lúdicas, que colocaram a curiosidade e a experimentação no centro da aprendizagem. Entre as iniciativas realizadas, destacou-se uma experiência de produção de slime com água da torneira, que permitiu explorar a água de uma forma diferente e divertida. A montagem de um puzzle dedicado ao tema ajudou também a consolidar os conhecimentos adquiridos sobre o percurso da água.
Com o projeto AdAM vai à escola, a empresa reforça o seu compromisso com a educação e sensibilização ambiental, incentivando comportamentos responsáveis desde a infância e demonstrando que a proteção dos recursos hídricos começa com o conhecimento e com as escolhas que fazemos todos os dias.
A iniciativa prevê a realização de ações junto da comunidade escolar dos sete municípios parceiros da AdAM - Arcos de Valdevez, Caminha, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo e Vila Nova de Cerveira - através de atividades adaptadas aos diferentes níveis de ensino.
Conhecer, valorizar e proteger a água é uma aprendizagem que começa cedo.
Com este projeto, a AdAM leva a educação ambiental às escolas, transformando a descoberta num primeiro passo para um futuro mais sustentável.
AdAM
Empresas do Alto Minho reconhecem importância da sustentabilidade, mas enfrentam desafio de a transformar em competitividade
17/10/26 12h
Diagnóstico do projeto Novo Rumo a Norte identifica sinais positivos na monitorização ambiental e nas dimensões social e de governança. A ação gratuita "Rumo à Prática" arrancou a 15 de outubro e prolonga-se até dia 29, com sessões em Arcos de Valdevez, Vila Nova de Cerveira e Viana do Castelo.
Alto Minho, 16 de outubro de 2026 - As empresas do Alto Minho revelam sinais positivos na integração de práticas de sustentabilidade, mas enfrentam ainda o desafio de transformar iniciativas existentes em estratégias estruturadas, com objetivos, indicadores e resultados mensuráveis. Esta é uma das conclusões do diagnóstico realizado no âmbito do projeto "Novo Rumo a Norte - Rumo à Sustentabilidade", promovido pela Associação Empresarial de Portugal (AEP).
Numa região com forte presença industrial e exportadora, onde se destacam atividades ligadas ao setor automóvel e à produção de componentes, a sustentabilidade assume uma importância crescente para a competitividade das empresas, a gestão de riscos e a capacidade de responder às exigências de clientes e cadeias de fornecimento.
O diagnóstico aponta para um tecido empresarial em que a consciencialização sobre a importância do ESG - Ambiente, Social e Governança - nem sempre se traduz numa gestão formalizada. A nível global, 91% das empresas inquiridas consideram a sustentabilidade uma preocupação empresarial, mas apenas 15% afirmam ter objetivos de sustentabilidade definidos para o curto, médio e longo prazo.
No Alto Minho, os resultados evidenciam sinais favoráveis em algumas práticas de monitorização no domínio ambiental, social e de governança. Ainda assim, persistem oportunidades de melhoria na definição de metas, na medição de resultados e na integração sistemática da sustentabilidade na estratégia empresarial.
A dimensão das empresas é um dos fatores que mais condiciona esta evolução. As microempresas representam mais de 94% do tecido empresarial das sub-regiões do Norte, enfrentando frequentemente maiores limitações de recursos, tempo e competências para estruturar processos de gestão e reporte ESG.
"A sustentabilidade deve ser entendida como uma oportunidade para reforçar a competitividade, antecipar exigências e criar valor. O desafio é ajudar as empresas a passar da consciencialização à ação, com ferramentas e conhecimento ajustados à sua realidade", defende Luís Miguel Ribeiro, presidente da AEP.
Capacitação gratuita para apoiar as empresas do Alto Minho
Para apoiar esta transição, o projeto promove a ação de capacitação "Rumo à Prática", que disponibiliza sessões gratuitas e presenciais para micro, pequenas e médias empresas. O programa percorre sete áreas fundamentais: introdução ao ESG; descarbonização e eficiência energética; economia circular e resíduos; pessoas, cadeia de valor e comunidade; ética, gestão de risco e transparência; financiamento sustentável; e reporte, certificação e regulamentação.
No Alto Minho, as sessões decorrem em Arcos de Valdevez, Vila Nova de Cerveira e Viana do Castelo, ao longo do mês de outubro, permitindo às empresas aprofundar conhecimentos, identificar prioridades e conhecer medidas que podem aplicar no seu dia a dia.
"A sustentabilidade coloca novos desafios às empresas do Alto Minho, que precisam de encontrar formas de responder às exigências do mercado sem perder de vista as suas características e capacidades. É importante que tenham acesso a informação e orientação que lhes permitam perceber por onde começar e como incorporar estas preocupações nas decisões do negócio. A ação "Rumo à Prática" vem dar esse apoio, aproximando o tema da realidade das empresas da região", afirma Francisco Araújo, Vice-Presidente Executivo da ACIAB.
A iniciativa pretende responder a um desafio cada vez mais relevante para as MPME: saber não apenas que práticas de sustentabilidade adotam, mas também como as integrar na gestão, acompanhar os resultados e demonstrar o seu valor perante clientes, fornecedores e financiadores.
As empresas interessadas podem consultar o programa e efetuar a inscrição gratuita
O projeto "Novo Rumo a Norte - Rumo à Sustentabilidade" é promovido pela AEP e pretende apoiar 500 micro, pequenas e médias empresas da região Norte na adaptação à transição verde e digital, reforçando as suas competências e a capacidade de responder às novas exigências do mercado. O projeto é cofinanciado pela União Europeia através do Programa Regional NORTE 2030.
As sessões realizam-se em Arcos de Valdevez, Vila Nova de Cerveira e Viana do Castelo, com o apoio local da ACIAB.
Arcos de Valdevez - Auditório de Turismo
15 de outubro
10h00 - 13h00: Introdução ao ESG
14h00 - 17h00: Descarbonização e eficiência energética
22 de outubro
10h00 - 13h00: Economia circular e gestão de resíduos
14h00 - 17h00: Pessoas, cadeia de valor e comunidade
Vila Nova de Cerveira - Centro de Inovação de Cerveira
27 de outubro
10h00 - 13h00: Ética, gestão de risco e transparência
14h00 - 17h00: Finanças sustentáveis e acesso a financiamento
Viana do Castelo - Biblioteca Municipal
29 de outubro
10h00 - 13h00: Reporte, certificação e regulamentação
AEP
Prevenção e controlo do Aedes albopictus
ULSAM
CIM Alto Minho assinala 18 anos ao serviço do território
17/10/26 10h30
A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho) assinala hoje, 15 de outubro, 18 anos de atividade, uma maioridade marcada pelo reforço da cooperação entre os dez municípios do território, pela mobilização de investimento e pela promoção de estratégias conjuntas de desenvolvimento regional.
Ao longo deste percurso, a CIM Alto Minho afirmou-se como uma plataforma de trabalho conjunto, com um papel relevante na valorização dos recursos do território, na captação de fundos europeus, na concretização de projetos e iniciativas intermunicipais e no reforço da cooperação transfronteiriça com a Galiza. A sua intervenção em áreas como a mobilidade, a cultura, o turismo, a inovação, o desenvolvimento social e económico, a sustentabilidade ambiental e a proteção civil tem contribuído para responder a desafios comuns e criar novas oportunidades para a região. Mais recentemente, assumiu novas responsabilidades, nomeadamente enquanto Autoridade de Transportes, e passou a gerir o Contrato de Desenvolvimento e Coesão Territorial, que mobiliza cerca de 128 milhões de euros para o território.
"Celebrar 18 anos é reconhecer o caminho percorrido e poder afirmar, com orgulho, que o Alto Minho aprendeu a trabalhar em conjunto. É também reafirmar a ambição de construir um Alto Minho mais coeso, competitivo e sustentável. Os desafios que temos pela frente exigem uma cooperação cada vez mais forte entre os municípios, capacidade de inovação e uma visão partilhada para valorizar o território e melhorar a qualidade de vida das populações", afirma o presidente da CIM Alto Minho, António Barbosa.
Com 18 anos de história, a CIM Alto Minho pretende continuar a aprofundar o trabalho em rede, a promover a articulação entre os municípios e a desenvolver respostas conjuntas aos desafios regionais, promovendo um território mais coeso e competitivo, com melhores oportunidades de desenvolvimento e qualidade de vida para as populações.
CIM Alto Minho
UNIPVC prepara-se para ter os primeiros diplomados de duplo grau com instituição norueguesa
17/10/26 10h30
Deixaram para trás a rotina de trabalho e de estudos, fizeram as malas e passaram cerca de dez meses na Noruega. João Paulo Ribeiro, Joaquim Matos e Jorge Faria são os primeiros estudantes da Universidade Politécnica de Viana do Castelo (UNIPVC) a concretizar uma mobilidade ao abrigo do acordo de duplo grau com a Østfold University College. Agora na fase final do mestrado em Cibersegurança, preparam-se para concluir um percurso académico que lhes permitirá obter dois diplomas, um português e outro norueguês. Pelo caminho, descobriram novas formas de aprender, trabalhar e olhar para o futuro.
Foi durante o primeiro ano do curso de mestrado em Cibersegurança da UNIPVC que o docente Silvestre Malta lhes apresentou a possibilidade de estudarem na Noruega. Os três conciliavam a formação com a atividade profissional, aproveitando a modalidade pós-laboral do curso. A proposta, porém, colocava-os perante uma decisão que implicava alterar profundamente a rotina que tinham construído.
Jorge Faria já conhecia bem a UNIPVC. Natural de Barcelos, tinha concluído a licenciatura em Engenharia de Computação Gráfica e Multimédia e decidido prosseguir os estudos na área da Cibersegurança. Trabalhava, mas há algum tempo que alimentava a vontade de conhecer outras realidades e experimentar a vida profissional no estrangeiro. Quando surgiu a possibilidade de partir para a Noruega, conversou com a família, ponderou a decisão e resolveu aproveitar a oportunidade.
Para João Paulo Ribeiro, a possibilidade de estudar fora de Portugal veio ao encontro de uma vontade e de uma curiosidade antigas. Natural da Maia, tinha escolhido o mestrado da UNIPVC pela possibilidade de continuar a trabalhar a tempo inteiro enquanto estudava. O programa de duplo grau acabou por ser o incentivo de que precisava para interromper a rotina e experimentar uma realidade diferente, tanto a nível académico como pessoal.
Já Joaquim Matos tinha uma razão adicional para aceitar o desafio. Durante a licenciatura, quis estudar no estrangeiro, mas não conseguiu concretizar esse objetivo. Quando surgiu a oportunidade de passar quase um ano na Noruega, decidiu que desta vez não a deixaria escapar. Aos 26 anos, o estudante natural de Penafiel encontrou a possibilidade de realizar uma experiência que há muito desejava.
Em agosto de 2025, os três partiram para a Noruega. Regressaram em junho de 2026, depois de cerca de dez meses de formação, investigação e contacto com uma realidade académica e cultural diferente.
Dois países, dois mestrados e uma experiência de investigação
A mobilidade resulta de um acordo celebrado em 2024 entre a UNIPVC e a Østfold University College, que permite aos estudantes do mestrado em Cibersegurança da Universidade Politécnica de Viana do Castelo obter também o grau de mestre em Applied Computer Science pela instituição norueguesa.
O programa funciona nos dois sentidos, permitindo igualmente a estudantes da Østfold University College frequentar parte da formação na UNIPVC.
No caso dos estudantes portugueses, o percurso contempla o desenvolvimento da dissertação de mestrado com acompanhamento das duas instituições. Foi esta a experiência vivida por João Paulo Ribeiro, Joaquim Matos e Jorge Faria, que tiveram oportunidade de desenvolver trabalho de investigação na Noruega e de contactar com outros estudantes, docentes e investigadores, mas também de conhecer diferentes metodologias, práticas e formas de atuações.
Entre as diferenças que encontraram estiveram a organização do ensino, a autonomia exigida aos estudantes e as condições de trabalho nos laboratórios. Destacam o acompanhamento disponibilizado pelos docentes, o acesso a equipamentos e recursos de investigação e a possibilidade de conhecer outras abordagens à Cibersegurança, uma área em que os desafios ultrapassam fronteiras e exigem atualização constante.
Apesar das diferenças identificadas, os três reconhecem pontos em comum entre os sistemas de ensino português e norueguês, nomeadamente na exigência académica, no trabalho em equipa e na responsabilidade individual dos estudantes.
As amizades e as experiências que não ficam no diploma
A formação foi a razão que os levou à Noruega, mas uma parte importante da experiência aconteceu fora das salas de aula e dos laboratórios.
O acolhimento da comunidade académica, logo nos primeiros dias, facilitou a adaptação a um país onde quase tudo era diferente. O contacto com estudantes de várias nacionalidades e a possibilidade de partilhar experiências com pessoas que também estavam longe de casa contribuíram para criar relações que se prolongaram para além da mobilidade.
Aos 24 anos, João Paulo Ribeiro destaca precisamente as amizades que trouxe da Noruega. Algumas mantêm-se através de conversas regulares, outras através de contactos ocasionais nas redes sociais, mas continuam a fazer parte da sua vida. Para o estudante, a mobilidade permitiu criar ligações que dificilmente teria estabelecido se tivesse permanecido em Portugal.
Também Jorge Faria guarda as amizades como uma das maiores mais-valias da experiência. O contacto com outras culturas e formas de viver reforçou-lhe a vontade de voltar a trabalhar no estrangeiro, viajar e conhecer novas realidades. Com 27 anos agora, regressou a Portugal com uma ideia mais clara das possibilidades que gostaria de explorar no futuro.
Joaquim Matos valoriza sobretudo a transformação pessoal. Viver durante vários meses num país diferente obrigou-o a adaptar-se a novas circunstâncias, a ganhar autonomia e a descobrir capacidades que, na rotina habitual, dificilmente teria colocado à prova.
Para os "3 J's", como se apelidam entre os colegas, a experiência foi também uma oportunidade de conhecer a Noruega, descobrir outros países e conviver com estudantes de diferentes origens. Mais do que as diferenças culturais, ficaram as experiências partilhadas e a possibilidade de continuar a encontrar-se com pessoas que conheceram durante aqueles dez meses.
Uma experiência que recomendam a outros estudantes
João Paulo Ribeiro, Joaquim Matos e Jorge Faria estão agora na fase final dos respetivos mestrados e deverão subir ao palco na próxima edição do Dia do Diplomado da UNIPVC, no início de 2027, para receber dois diplomas: o de mestre em Cibersegurança, pela universidade portuguesa, e o de mestre em Applied Computer Science, pela instituição norueguesa.
Mas, quando lhes perguntam se recomendariam a experiência a outros estudantes, a resposta é unânime. E nenhum dos três limita as vantagens à possibilidade de obter dois graus académicos.
Joaquim deixa uma mensagem simples: quem quer crescer deve aproveitar uma oportunidade destas. Mesmo reconhecendo que a decisão pode implicar abdicar temporariamente da estabilidade profissional, considera que o contacto com outra realidade e a capacidade de adaptação compensam o desafio.
João Paulo destaca a importância de sair do ambiente habitual e de integrar uma comunidade de estudantes que, tal como eles, chega a um país desconhecido. O acolhimento que encontraram e as relações que construíram mostram, na sua perspetiva, que uma mobilidade internacional pode abrir portas muito para além da formação académica.
Jorge é igualmente claro no incentivo a outros estudantes: não devem ter receio de partir. Conhecer outros países, contactar com diferentes culturas e experimentar outras formas de trabalhar são oportunidades que dificilmente encontram se permanecerem sempre na mesma realidade. E, numa área como a Cibersegurança, essa abertura ao mundo ganha ainda maior relevância.
A experiência dos três estudantes representa também um primeiro resultado concreto da parceria entre a UNIPVC e a Østfold University College. Ao permitir desenvolver parte da formação e investigação noutra instituição europeia e obter dois graus académicos, o programa abre novas possibilidades de especialização e internacionalização.
Para João Paulo, Joaquim e Jorge, a decisão de partir significou interromper uma rotina que já conheciam. Dez meses depois, regressaram com novos conhecimentos, outras perspetivas profissionais e amizades que continuam a manter, mesmo à distância. E com uma certeza: repetiriam a experiência.
IPVC
UNIPVC tem 111 projetos em execução, 52 milhões de euros de investimento e reforça ligação da investigação às empresas
17/10/26 10h30
A Universidade Politécnica de Viana do Castelo tem 111 projetos nacionais e internacionais em execução, associados a um investimento superior a 52 milhões de euros, e prepara uma nova etapa de desenvolvimento científico e tecnológico. A construção de três Centros de Tecnologia e Inovação no Alto Minho, num investimento conjunto de mais de 13,5 milhões de euros, os primeiros doutoramentos próprios e o reforço da investigação aplicada estão entre as prioridades apresentadas esta segunda-feira, na abertura da primeira Semana da Investigação, Inovação e Transferência de Tecnologia da UNIPVC.
A sessão "UNIPVC: Onde estamos e para onde vamos", realizada no edifício dos Serviços Centrais, reuniu o Reitor, Carlos Rodrigues, o Pró-Reitor para as áreas da Investigação, Desenvolvimento, Inovação e Tecnologia, Luís Paulo Rodrigues, e responsáveis das Escolas e das Unidades de Investigação. A apresentação permitiu fazer o balanço da evolução científica da instituição e identificar os desafios que se colocam à Universidade nos próximos anos.
Um desses desafios resulta da própria transformação institucional. Para Carlos Rodrigues, a passagem de Instituto Politécnico a Universidade Politécnica, concretizada em agosto, representa o reconhecimento de um percurso desenvolvido ao longo de vários anos e assume importância estratégica para a afirmação da instituição.
"A passagem a Universidade Politécnica não é uma mera alteração de designação. É o reconhecimento de um percurso que fizemos ao longo de vários anos, sustentado na qualificação dos nossos docentes, no crescimento da investigação e na qualidade da formação. Esta mudança reforça a valorização dos diplomas dos nossos estudantes, permite-nos afirmar com maior clareza a nossa identidade no contexto internacional e cria condições para aumentar o impacto da Universidade na região", afirmou o Reitor.
Carlos Rodrigues destacou ainda o trabalho dos docentes e investigadores, considerando que os resultados alcançados refletem um investimento continuado na qualificação e no desenvolvimento da atividade científica.
UNIPVC publicou 561 artigos científicos em 2025
Em 2025, os investigadores da UNIPVC publicaram 561 artigos científicos, dos quais 197 em revistas dos quartis Q1 e Q2, posicionadas entre as mais bem classificadas nas respetivas áreas científicas. Em termos absolutos, a instituição foi a segunda universidade politécnica portuguesa com maior produção científica nesse ano.
A Universidade integra também o World University Rankings da Times Higher Education, encontrando-se entre as duas mil melhores instituições de ensino superior do mundo e ocupando, em Portugal, a primeira posição entre as universidades politécnicas.
O reconhecimento internacional da investigação desenvolvida na UNIPVC reflete-se também na presença de três dos seus investigadores entre os 2% de cientistas mais citados do mundo: Sérgio Lopes, docente, investigador e diretor-geral do CiTiN - Centro de Tecnologia e Inovação Industrial, Gaspar Rego e Leonel Nunes. A distinção evidencia a projeção internacional do trabalho científico desenvolvido por investigadores ligados à Universidade.
Luís Paulo Rodrigues destacou que o crescimento da produção científica resulta de uma estratégia desenvolvida ao longo dos últimos anos, que procurou aumentar a qualidade e o impacto da investigação. O Pró-Reitor atribuiu particular importância ao trabalho dos investigadores e à consolidação das estruturas científicas da instituição.
Atualmente, a UNIPVC conta com 10 unidades de investigação, cinco das quais classificadas com Muito Bom pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT). Nestas unidades estão integrados 135 investigadores com vínculo à Universidade. Para apoiar o seu funcionamento entre 2025 e 2029, a FCT atribuiu um financiamento de 1.745.253 euros.
A UNIPVC pretende aumentar, no próximo ciclo de avaliação, para oito o número de unidades classificadas com Muito Bom ou Excelente. Esta é uma meta particularmente relevante para a expansão da oferta de formação avançada, uma vez que a avaliação das unidades de investigação constitui um dos fatores fundamentais para a acreditação de doutoramentos próprios.
A instituição pretende igualmente aumentar para 150 o número de investigadores integrados nas suas unidades até ao final de 2027, o equivalente a cerca de 75% dos docentes a tempo integral.
Da produção científica ao desenvolvimento de novas tecnologias
A transferência de conhecimento constitui uma das áreas em que a UNIPVC pretende concentrar esforços, procurando que os resultados da investigação possam dar origem a soluções com aplicação prática.
O portefólio da Universidade integra atualmente 31 tecnologias em diferentes fases de desenvolvimento e valorização. "Uma das nossas primeiras prioridades foi aumentar o impacto da investigação e os resultados mostram o caminho que percorremos. Mas queremos ir mais longe. O desafio agora é transformar uma parte crescente desse conhecimento em tecnologias e soluções que possam ser utilizadas pelas empresas. Temos 31 tecnologias em diferentes fases de desenvolvimento e queremos criar condições para que avancem, sejam testadas e possam chegar ao tecido produtivo", explicou Luís Paulo Rodrigues.
Esta orientação ganha particular importância num território em que predominam pequenas e médias empresas, nem sempre com recursos próprios para desenvolver atividades de investigação e inovação. A criação de estruturas capazes de identificar necessidades, testar soluções e apoiar o desenvolvimento tecnológico procura responder a essa realidade.
Três Centros de Tecnologia e Inovação representam investimento superior a 13,5 milhões de euros
A UNIPVC esteve entre os principais promotores da criação de três Centros de Tecnologia e Inovação no Alto Minho: o CITIN, em Arcos de Valdevez, o SUSTEMARE, em Viana do Castelo, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG-UNIPVC), e o 3AR, em Ponte de Lima, na Escola Superior Agrária (ESA-UNIPVC).
As três estruturas reúnem 63 entidades associadas, quase metade das quais empresas, e têm financiamento aprovado para a construção das respetivas infraestruturas tecnológicas, num investimento conjunto de 13.522.252 euros.
"Precisávamos de criar estruturas que fizessem a ligação entre o conhecimento desenvolvido na Universidade e as necessidades concretas das empresas. Foi esse o caminho que seguimos com os três Centros de Tecnologia e Inovação. Não foi um processo simples. Exigiu vários anos de trabalho e o envolvimento de autarquias, empresas e instituições científicas. Agora, com o financiamento das infraestruturas aprovado, temos condições para dar um novo passo. E os principais beneficiários deste investimento serão as empresas e, através delas, a região", salientou Carlos Rodrigues.
As novas infraestruturas deverão reforçar a capacidade tecnológica do Alto Minho em três áreas distintas: indústria, energias e tecnologias oceânicas e agroalimentar.
CiTiN: oito laboratórios e uma fábrica de aprendizagem para a indústria
Criado em 2021, o CiTiN - Centro de Tecnologia e Inovação Industrial prepara a construção de instalações próprias em Arcos de Valdevez, num investimento de cerca de 4,1 milhões de euros, cofinanciado pelo programa Norte 2030.
A nova infraestrutura, designada CNIAM/CiTiN - Centro para a Nova Indústria do Alto Minho, terá mais de 3.200 metros quadrados de área de construção e contará com oito laboratórios, quatro dedicados à Manufatura Avançada e quatro à Transição Digital.
Estão ainda previstas uma Academia CiTiN, orientada para a formação técnica especializada, e uma Learning Factory, destinada ao desenvolvimento e teste de soluções em condições próximas do ambiente industrial. O centro pretende apoiar as empresas na modernização dos processos produtivos, na adoção de novas tecnologias e no desenvolvimento de produtos com maior valor acrescentado.
O projeto conta com o Município de Arcos de Valdevez como copromotor e com a UNIPVC como parceiro estratégico.
SUSTEMARE: cinco laboratórios e uma nave industrial para tecnologias oceânicas
Em Viana do Castelo, o SUSTEMARE - Centro de Tecnologia e Inovação em Energias e Tecnologias Oceânicas está orientado para a investigação aplicada e o apoio às empresas da economia do mar, particularmente nas áreas das energias renováveis offshore, materiais, monitorização, manutenção e inspeção de infraestruturas marítimas.
As futuras instalações, previstas para a zona da Praia Norte, junto à Escola Superior de Tecnologia e Gestão, terão cinco laboratórios especializados e uma nave industrial destinada à montagem, teste e demonstração de componentes e protótipos de maior escala.
O centro já desenvolve atividade, com serviços contratados nas áreas da manutenção preditiva e do teste de soluções para estruturas metálicas, mesmo antes da construção do edifício.
Com financiamento aprovado pelo Norte 2030, está previsto o lançamento do concurso da empreitada ainda em outubro ou novembro de 2026. A conclusão da obra é apontada para o final de 2027 e a plena atividade nas novas instalações para 2028, dependendo dos procedimentos de contratação e construção.
3AR: cerca de 4,5 milhões de euros para inovação no agroalimentar
Em Ponte de Lima, o 3AR - Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia do Agroalimentar prepara a construção da sua infraestrutura no campus da Escola Superior Agrária da UNIPVC, num investimento de cerca de 4,5 milhões de euros, com financiamento de 65% através do Norte 2030.
O centro terá três áreas de intervenção: Alimentação e Gastronomia, Recursos Endógenos e Território e Sustentabilidade. Estão previstos laboratórios dedicados à inovação alimentar, análise sensorial, microbiologia, genética e tecnologias ambientais, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de novos produtos e processos, valorizar os recursos da região e aproximar a investigação das empresas e produtores.
A empreitada deverá ser lançada ainda em 2026, estando prevista a conclusão do edifício num prazo de dois anos. O trabalho com os parceiros empresariais, contudo, avançará em paralelo com a construção, permitindo identificar necessidades e oportunidades de inovação.
A infraestrutura estará também articulada com o polo de Melgaço, particularmente nas áreas da vinha e do vinho, com destaque para a casta Alvarinho.
Mais de 52 milhões de euros de investimento associado a 111 projetos
Dos 111 projetos atualmente em execução na UNIPVC, 77 são nacionais e 34 internacionais, correspondendo a um investimento global associado de 52.293.798 euros.
No âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a Universidade participou em 42 projetos aprovados, com financiamento associado de 25.686.418 euros. Já através do programa Norte 2030 foram aprovados, até à data, 19 projetos, representando um investimento de 11.740.285 euros.
Nos últimos cinco anos, as receitas obtidas pela instituição através de projetos cofinanciados ascenderam a 46.181.409 euros.
Uma parte destes projetos tem permitido desenvolver novas ofertas de formação, particularmente dirigidas a públicos adultos. A UNIPVC disponibilizou 78 programas formativos financiados pelo PRR, entre ações de curta duração, pós-graduações e mestrados, que permitiram formar 1.954 pessoas.
A aposta no ensino digital e a distância tem igualmente permitido chegar a novos públicos. Um dos exemplos é o curso online aberto "Tudo sobre diabetes", disponibilizado na plataforma NAU, que registou 6.349 participantes.
Primeiros doutoramentos próprios receberam 96 candidaturas para 35 vagas
A aprovação dos primeiros doutoramentos próprios constitui outro marco na evolução da UNIPVC e abre novas possibilidades de formação avançada e investigação científica.
Os programas de Doutoramento em Design para a Inovação Regional, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, e de Doutoramento em Ciências do Desporto, da Escola Superior de Desporto e Lazer, receberam, em conjunto, 96 candidaturas para 35 vagas.
"Queremos que os nossos doutoramentos sejam desenvolvidos, preferencialmente, em ambientes não académicos, mantendo naturalmente toda a exigência científica que lhes está associada. O que procuramos é que os problemas colocados à investigação possam nascer também das necessidades das empresas e da sociedade. Dessa forma, a formação doutoral contribuirá não apenas para aumentar a nossa produção científica, mas também para encontrar respostas a desafios concretos", afirmou Luís Paulo Rodrigues.
A UNIPVC tem como objetivo alcançar quatro doutoramentos aprovados até ao final de 2026, estando a trabalhar também em propostas nas áreas da Enfermagem e da Educação.
SUNRISE: nove universidades europeias e três mestrados conjuntos em desenvolvimento
A internacionalização é outra das áreas em que a UNIPVC pretende reforçar a sua intervenção, nomeadamente através da participação na SUNRISE, uma aliança universitária europeia que integra desde 2024.
A iniciativa reúne nove instituições de ensino superior de oito países, desenvolvendo atividade em quatro áreas: ensino, investigação, inovação e serviço à sociedade.
Atualmente, 38 elementos da UNIPVC estão envolvidos nas atividades da aliança, que conta também com cerca de 60 parcerias estratégicas com empresas e organizações da sociedade.
Entre os projetos em desenvolvimento encontram-se três mestrados conjuntos, nas áreas da Inteligência Artificial e Bioinformática, Ciências da Computação e Gestão Global e Sustentabilidade.
Carlos Rodrigues destacou que a participação na SUNRISE permite criar novas oportunidades de mobilidade para estudantes e docentes, reforçar a cooperação científica e facilitar o acesso a competências e redes internacionais que poderão beneficiar a Universidade, as empresas e a região.
Reforçar a investigação, captar financiamento europeu e criar emprego qualificado
Entre os objetivos definidos para os próximos anos está o reforço da participação no programa Horizonte Europa, com a apresentação de pelo menos 14 candidaturas entre 2026 e 2027.
Os três Centros de Tecnologia e Inovação têm também como perspetiva a criação de cerca de 110 postos de trabalho até 2032, associados ao desenvolvimento das suas atividades científicas e tecnológicas.
Luís Paulo Rodrigues salientou que o sucesso destas estruturas dependerá não apenas das instalações e dos equipamentos, mas sobretudo da capacidade de constituir equipas especializadas, dedicadas ao desenvolvimento tecnológico e ao trabalho direto com as empresas.
Cinco dias para aproximar a investigação das empresas e do território
A primeira Semana da Investigação, Inovação e Transferência de Tecnologia decorre de 12 a 16 de outubro, envolvendo as Escolas e Unidades de Investigação da UNIPVC, empresas, municípios, centros tecnológicos, investigadores e estudantes.
A programação inclui workshops, conferências, Tech Talks, Think Tanks, visitas a laboratórios, uma mostra científica e momentos de contacto entre investigadores e representantes do tecido empresarial.
Entre as iniciativas previstas estão um workshop dedicado à propriedade industrial, em colaboração com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, debates sobre segurança marítima, economia azul e energias oceânicas, e um encontro sobre inovação na indústria agroalimentar, que permitirá também dar a conhecer o 3AR.
Os estudantes serão desafiados a desenvolver uma solução digital relacionada com o território de Viana do Castelo, num Hackathon tecnológico organizado com a UNTILE e a Unidade de Investigação ADiT-Lab. A ligação entre academia e empresas estará igualmente em discussão, num encontro dedicado à redução da distância entre o conhecimento científico e a sua aplicação no contexto empresarial.
A Semana encerra a 16 de outubro com uma reflexão sobre o impacto dos projetos financiados pelo Plano de Recuperação e Resiliência na UNIPVC. Durante os cinco dias estará ainda patente uma mostra dedicada ao ecossistema de investigação e inovação da Universidade.
IPVC
Informações GNR de Viana
O Comando Territorial de Viana do Castelo, levou a efeito um conjunto de operações, no distrito de Viana do Castelo, na semana de 12 a 18 de outubro, que visaram a prevenção e o combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:
19/10/26 11h
1. Detenções: 17 detidos em flagrante, destacando-se:
" Dez por condução sob o efeito do álcool;
" Dois por condução sem habilitação legal para conduzir;
" Dois por tráfico de estupefacientes.
2. Apreensões:
" 1194 doses de haxixe;
" Uma espingarda de caça;
" Três x-atos;
" Duas armas brancas;
" Uma arma elétrica;
" Uma faca;
" Um aerossol de defesa;
" Três munições de caça;
" Três tablets;
" Uma balança de precisão;
" Um telemóvel;
" 695 euros em numerário.
3. Trânsito:
Fiscalização: 290 infrações detetadas, destacando-se:
" 66 por falta de inspeção periódica obrigatória;
" 15 por falta de seguro de responsabilidade civil;
" 14 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
" Dez por excesso de peso;
" Dez relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
" Nove por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
" Oito relacionadas com tacógrafos;
" Quatro por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção para crianças;
" Três por acondicionamento e disposição da carga;
" Três por excesso de velocidade;
" Uma relacionada com os pneumáticos.
Sinistralidade: 49 acidentes registados, destacando-se:
" Dois feridos graves;
" 25 feridos leves.
4. Fiscalização Geral: 40 autos de contraordenação:
" 29 no âmbito do trânsito e segurança rodoviária;
" Quatro no âmbito dos animais de companhia;
" Dois no âmbito da gestão de combustível;
" Dois no âmbito da caça menor;
" Um no âmbito do consumo de estupefacientes;
" Um no âmbito dos animais de pecuária;
" Um no âmbito de polícia geral.
5. Ações de sensibilização:
" Dez no âmbito do programa idosos em segurança, tendo sido sensibilizados 72 idosos;
" Três no âmbito da prevenção de desaparecimentos, tendo sido sensibilizadas 63 pessoas;
" Duas no âmbito do papel da GNR, tendo sido sensibilizados 157 jovens;
" Duas no âmbito do bom caminho, tendo sido sensibilizados 13 peregrinos;
" Uma no âmbito do trânsito e segurança rodoviária, tendo sido sensibilizadas 40 pessoas;
" Uma no âmbito da escola segura, tendo sido sensibilizadas 35 pessoas.
" Uma no âmbito da violência entre pares, tendo sido sensibilizadas 45 pessoas;
GNR
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