| Associação de Atletismo de Viana do Castelo bate recorde de filiados
17/5/26 11h30
A Associação de Atletismo de Viana do Castelo atingiu, pela primeira vez na sua história, a marca dos 800 atletas filiados, um número histórico que confirma o crescimento sustentado e o dinamismo crescente da modalidade no distrito.
No ano em que celebra 39 anos de existência, a associação alcança assim um dos marcos mais relevantes do seu percurso, refletindo o trabalho desenvolvido pelos clubes, treinadores, dirigentes e atletas ao longo dos últimos anos.
O crescimento registado durante a presente época desportiva foi particularmente significativo, verificando-se um aumento expressivo do número de praticantes em praticamente todos os escalões, com especial incidência na formação e nos escalões jovens.
A aposta clara no desenvolvimento do atletismo de base, através da captação de novos atletas, da realização de atividades de promoção da modalidade e do reforço do trabalho formativo junto dos clubes, tem permitido consolidar o atletismo como uma das modalidades mais dinâmicas do distrito.
A Associação de Atletismo de Viana do Castelo acredita que este crescimento é apenas o início de uma nova fase de desenvolvimento, existindo perspetivas e planos concretos para ultrapassar a barreira dos mil atletas filiados durante os próximos dois anos.
Além do aumento do número de praticantes, a modalidade atravessa também um momento particularmente positivo ao nível competitivo, com vários atletas da região em destaque nacional, resultado do trabalho consistente que tem vindo a ser realizado na formação e acompanhamento desportivo.
Mais do que números, este crescimento representa uma afirmação do atletismo enquanto modalidade inclusiva, educativa e agregadora, capaz de mobilizar centenas de jovens e famílias em todo o distrito.
A Associação de Atletismo de Viana do Castelo continuará a trabalhar em estreita articulação com clubes, municípios, escolas e parceiros institucionais, com o objetivo de reforçar ainda mais a prática da modalidade e criar melhores condições para o desenvolvimento do atletismo no Alto Minho.
AAVC
"Vamos ser uma universidade politécnica de pleno direito" | Politécnico de Viana do Castelo assinala 40 anos entre memória, afirmação e futuro
16/5/26 16h30
O Politécnico de Viana do Castelo celebrou esta sexta-feira o seu 40.º aniversário com uma cerimónia marcada pela homenagem à comunidade académica, pela evocação do percurso da instituição e por uma forte afirmação de futuro. Entre cerca de 150 distinções atribuídas a estudantes, docentes, não docentes e parceiros, a sessão ficou marcada pela defesa do ensino politécnico, pela valorização do impacto transformador do IPVC no território e pela convicção expressa pelo presidente da instituição: "Vamos ser uma universidade politécnica de pleno direito."
Entre homenagens, testemunhos e momentos simbólicos, a cerimónia dos 40 anos do Politécnico de Viana do Castelo ficou marcada por uma reflexão sobre o percurso da instituição e sobre os desafios que se colocam ao futuro do ensino superior em Portugal. A sessão solene decorreu esta sexta-feira no Auditório Professor Lima de Carvalho e reuniu representantes da comunidade académica, entidades parceiras, antigos dirigentes, antigos estudantes e membros do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), que estiveram reunidos durante a manhã no Politécnico de Viana do Castelo.
Ao longo da tarde, cruzaram-se memórias da génese do IPVC, criado em 1980, através do Decreto-Lei n.º 303/80, de 16 de agosto, com a visão de futuro de uma instituição que passou de um modelo assente apenas em bacharelatos para uma academia com seis Escolas Superiores, oferta formativa diversificada, forte presença internacional, investigação aplicada e doutoramentos, afirmando-se hoje como uma referência do ensino superior politécnico.
Quatro décadas de transformação
Na intervenção de abertura, o presidente do Conselho Geral do Politécnico de Viana do Castelo, Tiago Brandão Rodrigues, destacou o papel do ensino politécnico enquanto instrumento de democratização do ensino superior e de transformação social.
"O ensino superior politécnico foi uma das expressões mais concretas da democratização portuguesa", afirmou, considerando que instituições como o IPVC "abriram portas onde antes havia muros" e permitiram que milhares de estudantes fossem os primeiros das suas famílias a chegar ao ensino superior.
Tiago Brandão Rodrigues, que não esteve presente na cerimónia, mas fez questão de gravar uma mensagem, sublinhou ainda o papel do Politécnico de Viana do Castelo enquanto instituição de proximidade, ligada ao território e capaz de combinar formação, investigação aplicada e internacionalização, alertando, contudo, para os desafios futuros relacionados com a identidade e missão do ensino politécnico no contexto das alterações em discussão para o sistema de ensino superior.
"O que importa é garantir que as instituições possam crescer sem se descaracterizarem, ganhando ainda mais robustez científica e projeção internacional sem perder aquilo que lhes deu sentido e relevância pública", defendeu.
"Vamos ser uma universidade politécnica de pleno direito"
O momento mais marcante da cerimónia surgiu na intervenção do presidente do Politécnico de Viana do Castelo, Carlos Rodrigues, que assumiu de forma clara a ambição institucional para os próximos anos. "Vamos ser uma universidade politécnica de pleno direito, porque apresentamos condições para isso, porque cumprimos os requisitos, porque temos qualidade e capacidade para dar resposta a esse desafio", afirmou.
Carlos Rodrigues destacou que esta evolução "não foi uma coisa dada", mas antes "o reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo de décadas", assente num modelo de ensino superior aplicado, com forte aposta na investigação aplicada, na transferência de conhecimento e na proximidade ao território.
O presidente do Politécnico de Viana do Castelo apontou ainda os desafios relacionados com o "inverno demográfico", as alterações ao sistema de ensino superior e a necessidade de adaptação institucional, defendendo que o Politécnico de Viana do Castelo tem sabido responder através da diversificação da oferta formativa, da inovação pedagógica e da internacionalização.
Neste contexto, destacou a importância da aliança europeia SUNRISE, que junta nove instituições de ensino superior de oito países e que está já a trabalhar no desenvolvimento de graus conjuntos internacionais.
Carlos Rodrigues sublinhou igualmente o trabalho realizado pelo IPVC na área da inovação pedagógica e flexibilização curricular, através da implementação de novas metodologias, tecnologias e processos de capacitação pedagógica.
Um impacto que ultrapassa o ensino
Também o vice-presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Manuel Vitorino, destacou o impacto transformador do Politécnico de Viana do Castelo ao longo das últimas quatro décadas. "Celebramos o 40 ao quadrado: o tempo que já passou e aquilo que projetamos para o futuro", afirmou, considerando que o IPVC se consolidou como "âncora de desenvolvimento regional" e "marco de orgulho coletivo".
O autarca valorizou o contributo da instituição na formação de milhares de estudantes, muitos dos quais são hoje profissionais de referência a nível local, nacional e internacional, mas também a sua ação na transferência de conhecimento para empresas, na promoção do empreendedorismo e na coesão territorial.
Manuel Vitorino reforçou ainda a importância da parceria estratégica entre o município e o Politécnico de Viana do Castelo, assegurando a vontade de continuar um caminho conjunto de desenvolvimento do território.
"Um IPVC forte faz-se com estudantes ativos"
Em representação dos estudantes, o presidente da Federação Académica do IPVC, Tiago Melão, destacou o papel da instituição enquanto espaço de oportunidades, proximidade e transformação pessoal. "O IPVC distingue-se pela excelência da sua oferta formativa, pela forte ligação ao tecido empresarial e pela crescente projeção internacional", afirmou.
Tiago Melão valorizou o investimento realizado em áreas como o alojamento estudantil, destacando a futura residência da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, mas também a aposta na internacionalização através da aliança europeia SUNRISE.
"O que estamos a construir no SUNRISE é a garantia de que um estudante de Viana, de Melgaço ou de Ponte de Lima terá as mesmas oportunidades que qualquer outro estudante europeu", sublinhou.
O dirigente estudantil deixou ainda uma mensagem forte sobre o papel do associativismo académico: "Um IPVC forte só se faz com estudantes ativos, envolvidos e apaixonados pela sua instituição."
Uma comunidade homenageada
A cerimónia dos 40 anos ficou igualmente marcada pela homenagem a cerca de 150 estudantes, docentes, não docentes e parceiros institucionais, distinguindo percursos de mérito académico, excelência científica e artística, inovação pedagógica, antiguidade e ligação histórica à instituição.
Foram também reconhecidas várias empresas e entidades parceiras que se associaram ao IPVC na atribuição de prémios e bolsas, entre as quais Axis Viana Business & Spa, DomusVi Villa Carolina, Editora Leya, Pingo Doce, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo do Noroeste, Ordem dos Engenheiros Técnicos, BorgWarner, Cadem, SANITOP e Sociedade Portuguesa de Ciências Veterinárias.
A sessão contou ainda com momentos culturais protagonizados pela Hinoportuna, pela TUNICE, pelo Coro Académico do IPVC e pela Escola Profissional Artística do Alto Minho - ARTEAM.
Quatro décadas depois da sua criação, o Politécnico de Viana do Castelo assinalou o aniversário afirmando-se como uma instituição profundamente ligada ao território, mas cada vez mais projetada no contexto nacional e internacional, assumindo o futuro como tempo de crescimento, transformação e afirmação académica.
IPVC
Plano do Alto Minho para Combate a Incêndios Rurais apresentado em Valença
16/5/26 16h30
O Auditório da Escola Superior de Ciências Empresariais, em Valença, acolheu, no passado dia 14 de maio, a apresentação do Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho - DECIR 2026, no âmbito da Reunião Alargada do Centro de Coordenação Operacional Sub-Regional do Alto Minho.
A Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM do Alto Minho) esteve presente nesta sessão de trabalho e coordenação estratégica, através do seu Presidente, António Barbosa, reforçando o compromisso intermunicipal com a proteção das populações, do território e dos recursos naturais da região.
Na sua intervenção, António Barbosa destacou a importância de uma estratégia integrada para o setor da proteção civil e combate a incêndios rurais, defendendo uma maior valorização da atividade dos bombeiros e o reforço do investimento na qualificação, formação e condições de trabalho dos operacionais.
O Presidente da CIM do Alto Minho sublinhou ainda a necessidade de um maior reconhecimento e financiamento desta missão essencial, apelando à mobilização conjunta das autarquias e do Estado para garantir melhores condições de resposta e segurança das populações.
A sessão reuniu representantes das principais entidades com responsabilidades na proteção civil, emergência e gestão florestal da região, num momento de articulação estratégica e preparação operacional para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2026 (DECIR).
Marcaram presença autarcas, Serviços Municipais de Proteção Civil, Gabinetes Técnicos Florestais, Bombeiros, forças de segurança, organizações florestais e diversas entidades parceiras.
O Presidente da Câmara Municipal de Paredes de Coura e Presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil de Viana do Castelo, Tiago Cunha, destacou o trabalho desenvolvido pelas diferentes entidades envolvidas no dispositivo de proteção e socorro, sublinhando a importância de continuar a reforçar a articulação e complementaridade entre os concelhos.
O Presidente da Câmara Municipal de Valença, José Manuel Carpinteira, destacou igualmente a importância da cooperação institucional e da preparação antecipada para enfrentar o risco de incêndios rurais.
"A proteção das populações e do território exige preparação, coordenação e compromisso permanente entre todas as entidades. O Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho - DECIR 2026 reforça essa capacidade conjunta de resposta, num trabalho essencial para a segurança das comunidades e para a salvaguarda da nossa floresta", afirmou.
O Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho enquadra-se na Diretiva Operacional Nacional n.º 2 - DECIR 2026, instrumento estratégico que define a organização, coordenação e comando operacional do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais em Portugal.
A iniciativa reforçou o compromisso das entidades envolvidas na salvaguarda das populações, do património e dos recursos naturais, promovendo uma resposta integrada e articulada perante o risco de incêndios rurais.
CIM Alto Minho
Bloco de Esquerda desafia municípios a afirmar-se contra a LGBTQIA+fobia
16/5/26 16h30
O dia 17 de maio assinala uma data de enorme importância para a comunidade LGBTQIA+ em todo o mundo. Apesar dos avanços conquistados nas últimas décadas, continuam a existir realidades profundamente marcadas pela discriminação, violência e negação de direitos fundamentais.
Ainda hoje, em cerca de 70 países é ilegal ser-se LGBTQIA+ e, em seis desses países, a pena de morte continua prevista para quem apenas procura viver de acordo com aquilo que é e sente. Pessoas trans continuam a ser assassinadas diariamente, enquanto múltiplas instituições e governos persistem em recusar a implementação de políticas públicas eficazes no combate à discriminação e ao ódio.
Mesmo no espaço da União Europeia, países como a Polónia e a Hungria têm promovido ataques sistemáticos aos direitos da comunidade LGBTQIA+, alimentando um clima de intolerância e impunidade que não pode ser normalizado.
O Bloco de Esquerda orgulha-se de ter estado, desde o primeiro momento, ao lado da luta pelos direitos LGBTQIA+ em Portugal: da legalização das uniões de facto em 2001, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo em 2010, passando pela adoção por casais homossexuais em 2015, até ao fim da discriminação na dádiva de sangue, aprovado em 2021.
Sabemos, contudo, que as conquistas não se fazem apenas através da legislação. A mudança constrói-se também na educação, na convivência e no compromisso diário com uma sociedade mais justa, respeitadora e inclusiva. E exige igualmente firmeza perante qualquer tentativa de retrocesso nos direitos já alcançados.
Neste sentido, o Bloco de Esquerda desafia as Câmaras Municipais do distrito de Viana do Castelo a assinalarem o próximo dia 17 de maio através do hastear da bandeira arco-íris nos Paços do Concelho e da afirmação pública dos seus municípios como zonas livres de LGBTQIA+fobia.
Num momento em que, em abril de 2026, o parlamento português aprovou - com os votos favoráveis do PSD, Chega e CDS-PP, uma lei que proíbe o hastear de bandeiras de "natureza ideológica, partidária ou associativa" em edifícios públicos, importa reafirmar que os direitos humanos são inegociáveis.
Distrital do Bloco de Esquerda Viana do Castelo
PCP realiza a sua XII Assembleia da Organização Regional de Viana do Castelo
16/5/26 16h30
A Organização Regional de Viana do Castelo do PCP realizou a sua XII Assembleia, no passado dia 9 de Maio no Centro de Negócios e Congressos.
Uma iniciativa que contou com cerca de uma centena de militantes e amigos do Partido que exprimiu a urgência do desenvolvimento económico e social da região do Alto Minho, com a valorização de quem trabalha e trabalhou uma vida inteira, a defesa dos serviços públicos e da produção nacional atendendo às potencialidades da região, designadamente na Agricultura e Pescas.
Com o lema Tomar a iniciativa com o povo e os trabalhadores do Alto Minho, ficou patente o compromisso da organização do Partido com a mobilização e luta ao lado das populações. Foi igualmente eleita a nova Direcção da Organização Regional de Viana do Castelo (DORVIC) com 22 membros e uma renovação de cerca de 35%, que garante a ligação aos diferentes concelhos e áreas de intervenção.
PCP
AECT Rio Minho dinamiza Agendas Urbanas com duas sessões de trabalho no território transfronteiriço
16/5/26 16h30
O Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (AECT) do Rio Minho promoveu duas sessões de trabalho dedicadas à apresentação do Plano de Trabalhos da Dinamização das Agendas Urbanas do Rio Minho, uma iniciativa desenvolvida no âmbito do projeto REDE_GOV_MINHO, cofinanciado pela União Europeia através do Programa Interreg VI-A Espanha-Portugal (POCTEP) 2021-2027.
As sessões juntaram representantes institucionais e técnicos dos municípios portugueses e galegos num processo de trabalho participativo, orientado para a construção de uma visão comum para o espaço transfronteiriço do Rio Minho e para o reforço de uma cooperação cada vez mais estruturada, madura e focada em resultados concretos.
Ao longo dos últimos anos, o Rio Minho tem-se afirmado como um espaço de referência no contexto ibérico e europeu da cooperação transfronteiriça. A proximidade geográfica, histórica e cultural entre os municípios das duas margens tem sido transformada numa base sólida de colaboração institucional, traduzida em projetos conjuntos, Eurocidades, redes técnicas e iniciativas de valorização territorial.
Os territórios enfrentam, no entanto, desafios cada vez mais complexos, nomeadamente ao nível da mobilidade e conectividade, envelhecimento demográfico, retenção de jovens e talento, acesso à habitação, competitividade económica, transição digital, sustentabilidade ambiental e partilha eficiente de serviços.
No caso do território internacional do Rio Minho, estes desafios ultrapassam fronteiras administrativas, exigindo abordagens coordenadas entre municípios portugueses e galegos.
Neste contexto surgem as Agendas Urbanas do Rio Minho, enquanto instrumentos modernos de planeamento conjunto, alinhados com as prioridades europeias e adaptados à realidade transfronteiriça.
Este processo assenta no trabalho anteriormente desenvolvido através de diversos projetos europeus e instrumentos estratégicos, com destaque para a Revisão da Estratégia Rio Minho Transfronteiriço 2030, que definiu linhas de atuação em áreas como governação territorial, mobilidade sustentável, identidade e cultura comum, economia e emprego, e valorização ambiental e paisagística.
Nesta fase, o trabalho incide na conceção e dinamização de duas Agendas Urbanas:
- A primeira corresponde à futura Agenda Urbana da Foz do Rio Minho, envolvendo os municípios de Caminha, A Guarda e O Rosal, com enfoque em áreas como mobilidade, cultura, turismo e economia do rio. A sessão de trabalho realizou-se em A Guarda e contou com a participação institucional de Roberto Carrero, Alcalde de A Guarda, Liliana Silva, Presidente da Câmara Municipal de Caminha, e Ánxela Fernández Callís, Alcaldesa de O Rosal.
- A segunda diz respeito à futura Agenda Urbana da Eurocidade do Rio Minho, envolvendo os municípios de Melgaço, Arbo, As Neves, Crecente e A Caniza, com incidência nas áreas da mobilidade, ambiente, economia, cultura e desporto. A sessão de trabalho decorreu em Melgaço e contou com a presença de José Albano Esteves Domingues, Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Horacio Gil Expósito, Alcalde de Arbo, José Manuel Alfonso González, Alcalde de As Neves, Julio César García-Luengo Pérez, Alcalde de Crecente, e Luis Antonio Gomez Piña, Alcalde de A Caniza.
Durante as sessões foi apresentado o plano de trabalhos e a metodologia de desenvolvimento das agendas urbanas, estruturada em diferentes fases de diagnóstico, definição estratégica e plano de ação, prevendo igualmente um processo participativo entre junho e setembro de 2026, com o envolvimento de agentes económicos, sociais e institucionais do território transfronteiriço.
Estas agendas visam reforçar a governação transfronteiriça, acelerar projetos conjuntos, potenciar o acesso a financiamento europeu, melhorar a mobilidade e os serviços, valorizar os recursos naturais e culturais, atrair população e investimento e fortalecer a identidade comum do território.
O território transfronteiriço do Rio Minho reúne condições para se afirmar como um exemplo europeu de cooperação territorial de proximidade, beneficiando de uma escala adequada, experiência acumulada, confiança institucional e uma forte identidade comum.
O processo agora dinamizado representa mais um passo na construção de um território mais integrado, competitivo, sustentável e próximo das pessoas, reforçando a capacidade de transformar fronteiras em pontes e desafios em oportunidades.
AECT Rio Minho
GNR: Atividade operacional semanal
14/4/26 9h30
O Comando Territorial de Viana do Castelo, levou a efeito um conjunto de operações, no distrito de Viana do Castelo, na semana de 6 a 12 de abril, que visaram a prevenção e o combate à criminalidade violenta, fiscalização rodoviária, entre outras, registando-se os seguintes dados operacionais:
1. Detenções: 25 detidos em flagrante:
" 15 por condução sob o efeito do álcool;
" Quatro por tráfico de estupefacientes;
" Três por desobediência;
" Dois por posse de arma proibida;
" Um por condução sem habilitação legal.
2. Apreensões:
" 107,6 doses de haxixe;
" 53 doses de liamba;
" Cinco espingarda caçadeira;
" Uma arma de ar comprimido;
" Um bastão extensível;
" Três telemóveis;
" Um veículo automóvel;
" Um moinho;
" Uma balança de precisão;
" 3235 euros em numerário.
3. Trânsito:
Fiscalização: 331 infrações detetadas, destacando-se:
" 52 por falta de inspeção periódica obrigatória;
" 24 por excesso de velocidade;
" 19 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
" 18 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
" 17 por falta de seguro de responsabilidade civil;
" 15 por excesso de peso;
" 11 relacionadas com tacógrafos;
" Dez relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
" Três por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistemas de retenção para crianças;
" Uma relacionada com veículos de duas rodas a motor;
" Uma relacionada com o acondicionamento e disposição da carga.
Sinistralidade: 42 acidentes registados, destacando-se:
" 16 feridos leves.
4. Fiscalização Geral: 51 autos de contraordenação:
" 41 no âmbito do trânsito e segurança rodoviária;
" Seis no âmbito dos animais de companhia;
" Três no âmbito de polícia geral;
" Um no âmbito do consumo de estupefacientes.
5. Ações de sensibilização:
" Seis no âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios, tendo sido sensibilizadas 308 pessoas;
" Cinco no âmbito do Apoio ao Peregrino, tendo sido sensibilizados 50 peregrinos;
" Cinco no âmbito do Programa Idosos em Segurança, tendo sido sensibilizados 32 idosos;
" Duas no âmbito do "Papel da GNR", tendo sido sensibilizadas 43 crianças;
" Uma no âmbito da segurança infantil, tendo sido sensibilizadas 90 crianças e 113 adultos;
" Uma no âmbito das burlas, tendo sido sensibilizados 22 idosos;
" Uma no âmbito da prevenção rodoviária e da mobilidade, tendo sido sensibilizadas 20 crianças;
GNR
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