Após o desnorte em que se tornaram os primeiros seis meses da Administração das Águas do Alto Minho, com a emissão das facturas da água, a sua administradora executiva Inês Ferreira Alves pediu a demissão esta semana.
Colocada neste cargo por influência directa do Ministério do Ambiente, acabou por sucumbir às críticas generalizadas, sendo substituída por Fernanda Maria Sousa Machado.
Como é de bom-tom nestas circunstâncias, os membros não executivos que se mantêm em funções "expressaram reconhecimento pelo desempenho" da anterior responsável pela ADAM, que, dizem, foi assumido "num contexto de grande complexidade".
Entretanto, começam a chegar facturas da água (estimada) em atraso, e a complexidade da sua interpretação é inacessível para a generalidade dos contribuintes.
Veremos qual a reacção dos utentes.
Novidade: Não há datas para o fornecimento da leitura da água, quando desde Março, o (novo) prazo estabelecido para a sua divulgação era entre os dias 1 e 3 de cada mês.
Veremos o que resultará da acumulação dos m3 e o consequente aumento proporcional das tarifas da água, saneamento e resíduos sólidos e pagamento do IVA.