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O CGVC teve o "Torneio CGVC Rotunda da Feitosa - Pica no Chão"
O Clube de Golfe de Viana do Castelo, realizou, o "Torneio CGVC Rotunda da Feitosa-Pica no Chão", no excelente campo, "Axis Golfe Ponte de Lima". Foi mais um fabuloso torneio, com um excelente dia de Sol, um clima espetacular para o Golfe, foi um torneio com muito sucesso.
Num ambiente de Amizade, que já estamos habituados, foi no Axis Golfe de Ponte de Lima que aconteceu este torneio, onde a figura do dia, foi o sócio do CGVC, Joaquim Pinto, conseguiu totalizar 31 pts gross, sendo o melhor jogador em campo!
O 1º Net, o vencedor foi o Diretor e socio do CGVC, Nelson Costa, com 48 pts,, o 2º Net foi para Fernando Dalot com 40 Pts, Parabéns aos vencedores!
O nosso muito obrigado a: todos os sócios do CGVC e jogadores que estiveram presentes neste torneio, a todo o staff do "Axis Golfe Ponte de Lima", nomeadamente à Diretora La Salete, Helena Queiroz, David e ao André;
Ao Restaurante Rotunda da Feitosa, ao Nuno e a todo o seu staff, que nos serviu fabuloso pica no chão e que nos apoio neste torneio;
A toda a Direção do CGVC, pelo empenho e dedicação que tiveram para que tudo corresse como o previsto.
Foi para nós extremamente gratificante termos no Torneio, tantos e bons jogadores de Golfe, (30 jogadores em campo)., jogaram, divertiram-se e confraternizaram no 19 buraco… "Restaurante Rotunda da Feitosa".
O Golfe é já uma realidade em Viana do Castelo, estamos a trabalhar arduamente, para que chegue o mais rápido possível, as escolas, ao seniores e a todos aqueles que pretendam jogar este fantástico desporto e divertir-se de forma saudável, com uma grande família que é o "CGVC-CLUBE DE GOLFE DE VIANA DO CASTELO"
Contamos com todos para continuarmos a fazer grandes torneio e trazer mais gente para este desporto que é 100% em contacto com a natureza, ao ar livre.
Navio Gil Eannes encerrado a visitas de 11 a 30 de março
A Fundação Gil Eannes, FP informa que, seguindo todas as recomendações da Direcção-Geral de Saúde e em estreita articulação com a Câmara Municipal de Viana do Castelo, implementou um Plano de Contingência no contexto do COVID-19, que integra as medidas e procedimentos indicados por estas entidades.
Tendo sido ativado o Plano de Contingência da Fundação Gil Eannes, FP, e como medida preventiva, foi decidido encerrar o Navio Museu Gil Eannes a visitas de 11 a 30 de março.
Esta decisão será objeto de revisão em função da avaliação que, em cada momento, for feita a adequação das medidas agora adotadas à finalidade de prevenção e controlo do COVID-19.
Marta Paço ruma confiante ao Mundial de Para Surfing
Marta Paço, atleta do Surf Clube de Viana, é uma das grandes esperanças de Portugal para conquistar medalhas no AmpSurf ISA World Para Surfing Championship, que se realiza já entre 11 e 15 próximos, em La Jolla, na Califórnia.
"Pretendo mostrar o quanto evoluí desde o último Mundial e também desde o Europeu e ainda provar que uma pessoa cega pode fazer muito mais que espumas", diz.
Considera que fisicamente está "num bom momento" e psicologicamente sente-se "confiante".
"Fiz uma boa preparação para esta competição. Aumentei o número de treinos de água e as simulações de heats, que vão ajudar-me a ter uma maior noção do tempo e do que eu consigo fazer em 20 minutos", explica Marta Paço.
Entende ser "justa" a separação que vai acontecer pela primeira vez num campeonato do mundo entre atletas com deficiência visual com cegueira total (PS-VI1) e atletas com deficiência visual com cegueira parcial (PS-VI2), pois "não se pode comparar uma pessoa que seja completamente cega com alguém que veja 60 ou 65%. A noção que se tem da onda é muito diferente, o que influencia claramente a execução da manobra."
Para a divisão dos desportistas com deficiência visual nestas duas categorias, foi decisivo o facto do 1º Campeonato Europeu de Surf Adaptado, que se realizou o ano passado em Viana do Castelo, ter contado com classificadores seniores do International Paralympic Committee (IPC) e da International Blind Sports Association (IBSA), potenciando também a entrada do para surfing nos Jogos Paralímpicos.
No AmpSurf ISA World Para Surfing Championship 2020, é esperado um recorde a nível de participação: 140 dos melhores competidores de para surfing em representação de 24 países.
Esta jovem vianense acredita que a tendência será de, com o passar do tempo, o número de atletas continuar a aumentar, "sinal que cada vez mais pessoas com deficiência praticam desporto."
Com um percurso ainda curto na modalidade e com apenas 15 anos de idade, Marta Paço é, atualmente, uma das grandes estrelas do para surfing europeu e mundial. "Pelo meu trajeto, agradeço ao Surf Clube de Viana e ao meu treinador, que estiveram sempre comigo desde o início", refere.
A Seleção Nacional de Para Surfing, que vai lutar pelas medalhas na Califórnia, é composta por Marta Paço, Nuno Vitorino e Camilo Abdula.
Boas Ondas! Melhor Para Surfing!
"O CAR Surf Viana está a fazer um trabalho inovador"
Gonçalo Cadilhe, escritor de viagens e surfista, visitou, pela primeira vez, o Centro de Alto Rendimento de Surf de Viana do Castelo (CAR Surf Viana), na passada sexta-feira.
"O CAR Surf Viana está a fazer um trabalho inovador e bastante reconhecido", afirma.
Considera que o surf apareceu em Portugal de uma forma "caótica, anárquica e individualista" e que, várias décadas depois, ainda se notam as consequências.
Para este escritor profissional de viagens, "é importante para um país como Portugal, que pretende apostar no turismo de surf, que o investimento seja na educação, tal como no Centro de Alto Rendimento de Viana do Castelo tem sido feito."
Entende que o trabalho realizado pelo Surf Clube de Viana, nos últimos anos sobretudo como parceiro do Programa "Náuticas nas Escolas", diferenciará, a curto prazo, a capital alto-minhota das outras cidades lusas.
"Acredito que Viana do Castelo será a cidade portuguesa com maior ambiente de surf, educação e civismo na água. E que também será o destino nacional com mais sensibilidade para o turismo de surf", refere.
Autor de vários livros de viagens, colaborador em diversas publicações e autor de documentários televisivos, Gonçalo Cadilhe iniciou-se no surf com 12 anos e, como qualquer "surfista que sonhe com ondas perfeitas", as viagens têm feito parte da sua vida.
"Podemos dizer que o surf levou-me a viajar muito e deu-me a oportunidade de ter um estilo próprio, que, atualmente, ainda se encontra nos meus livros", afirma, acrescentando "as viagens acabaram por ser a minha carreira, a minha vida! A escrita esteve ligada à necessidade de financiar as minhas viagens. Como tinha facilidade em escrever, comecei a publicar reportagens em vários jornais e revistas portugueses ao longo dos anos 90 e foi assim que me tornei um profissional da escrita de viagens. Entretanto, encontrei a minha voz, o meu estilo quando comecei a escrever crónicas livres para a revista SurfPortugal."
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