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Câmara Municipal investe 1,135 milhões de euros na requalificação de três artérias de Monserrate
A Câmara Municipal de Viana do Castelo já iniciou a obra de requalificação da Rua Cidade de Recife, Largo João da Rocha e Rua Ziguinchor, numa empreitada com um valor superior a 1,135 milhões de euros. Com um prazo de execução de 210 dias, a obra tem como objetivos a beneficiação das vias de circulação viária e pedonal e a infraestruturação das redes públicas.
Assim, a empreitada visa responder à necessidade de revitalizar o conjunto de arruamentos da Rua Cidade de Recife e Largo João da Rocha, da freguesia da Monserrate, prevendo uma série de benfeitorias que pretendem reabilitar o espaço público envolvente, desenhando novos espaços canais (viários e pedonais), implementando novos propósitos organizativos, tendo em conta os condicionalismos da adjacente malha urbana, objetivando a revitalização da malha urbana poente da cidade.
Nas três artérias, as obras já em curso preveem a substituição das infraestruturas de água e saneamento, infraestruturas de gás, telecomunicações e ainda a renovação da iluminação pública e do mobiliário urbano. Dentro da empreitada, será ainda efetuada a arborização dos espaços públicos com plantação de árvores e arbustos.
Estas obras acontecem no âmbito do PEDU - Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, candidatura aprovada e que permite à autarquia investir, até 2020, 20 milhões de euros em 30 diferentes projetos, cuja intervenção está focada nas Áreas de Reabilitação Urbana (ARU).
Financiado pelo Portugal 2020, o PEDU visa a qualificação do sistema urbano, mediante três diferentes planos: o Plano de Mobilidade Sustentável, o Plano de Ação de Regeneração Urbana e o Plano de Ação Integrada para as Comunidades Desfavorecidas.
A primeira ARU criada pela autarquia foi para o Centro Histórico, abrangendo o núcleo medieval da cidade, em 2013, e desde então já foram criadas mais sete áreas. Existem, assim, as ARU da Cidade Poente, ARU de Darque e ARU da Frente Ribeirinha de Viana do Castelo, lançadas em 2015. Já em 2017 foram criadas mais três áreas, nomeadamente ARU da Cidade Norte, envolvendo freguesias de Santa Maria Maior e Meadela, a ARU Frente Atlântica, nas freguesias de Areosa e Monserrate, e a ARU da Frente Marítima da Amorosa, na freguesia de Chafé. Já em 2019, foi aprovada a ARU da freguesia de Alvarães.
Adotada como estratégia pelo Município de Viana do Castelo, a reabilitação urbana assume-se como uma política municipal com reconhecido valor, com indicadores e resultados reconhecidos nacionalmente.
Municipio de Viana do Castelo
Viana do Castelo aposta na sustentabilidade energética com investimento de 1,8 milhões de euros
A Câmara Municipal de Viana do Castelo vai apostar na sustentabilidade energética através de um investimento superior a 1,8 milhões de euros na instalação de 5.787 luminárias com lâmpadas LED a norte e sul do rio Lima. A empreitada "Promoção da Sustentabilidade Energética - Viana do Castelo - Intervenções em infraestruturas públicas da administração local: Sistemas de iluminação pública", que conta com financiamento do NORTE 2020, implica um investimento de 1,272 milhões de euros para o Lote 1 - Norte do Rio Lima e de 533 mil euros para o Lote 2 - Sul do Rio Lima.
A operação prevê a implementação de um conjunto de medidas integradas de promoção da eficiência energética e de racionalização dos consumos nos sistemas de iluminação pública do concelho de Viana do Castelo, nomeadamente através da instalação de sistemas e tecnologias mais eficientes.
A área abrangida inclui o centro histórico da cidade, ruas diversas, jardins, espaços públicos, estradas e acessos e Zonas Industriais. De acordo com a memória descritiva do projeto, dentro das áreas que serão intervencionadas a rede atual de iluminação é composta por luminárias obsoletas ou em más condições de funcionamento, do tipo viário ou decorativo, com tecnologia vapor de sódio e de potências entre os 70W e os 250W.
Com a instalação das novas luminárias com tecnologia LED, é intenção do Município de Viana do Castelo contribuir para melhorar o desempenho energético - ambiental dos sistemas de iluminação pública e sistemas de iluminação decorativa; apoiar a transição para sistemas energéticos mais eficientes, seja pela melhor seleção de equipamentos, seja pela criação de boas práticas e de mecanismos de boa gestão, manutenção e monitorização das instalações; e ainda reduzir o consumo energético municipal, com as subsequentes repercussões ao nível da redução, quer da fatura energética municipal, quer das emissões de Gases com Efeitos de Estufa - GEE (com particular enfoque para o CO2).
Relativamente ao consumo de energia primária na iluminação pública após intervenção, foi definida uma meta de 3.819.308,90 kWh/ano para 2020, uma vez que com a implementação desta operação será possível obter uma poupança energética na ordem dos 57,9%.
Num cenário pós intervenção, a sustentabilidade da candidatura será garantida pelo facto do investimento acarretar uma poupança anual superior a 294 mil euros. Acresce ainda o facto das luminárias LED a instalar serem mais eficientes, mais duradouras e carecerem menos de manutenção preventiva do que aquelas atualmente existentes.
Sendo o Município de Viana do Castelo signatário do "Pacto de Autarcas", a implementação da operação "Promoção da Sustentabilidade Energética - Viana do Castelo - Intervenções em infraestruturas públicas da administração local: Sistemas de iluminação pública" irá contribuir para o cumprimento da meta de redução das emissões de CO2 no respetivo território em, pelo menos, 20% até 2020, assumida aquando do ato de adesão àquela iniciativa europeia.
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Exposição - Arte da talha e Pintura Sacra | Coleção do Museu de Artes Decorativas no Piso 0 dos Antigos Paços do Concelho
Antigos Paços do Concelho, Piso 0, até 23 de Setembro
A exposição reúne cerca de duas dezenas de obras do acervo do Museu de Artes Decorativas e é representativa de várias vertentes artísticas, em arte com traços de fé e religiosidade.
O conjunto engloba uma variedade de peças singulares, em talha, escultura, têxtil e pintura sobre madeira, com imagens sacras, desde o século XVI (a mais antiga). ao período barroco e neoclássico.
As obras, na sua maioria, foram incorporadas no Museu na primeira metade do século XX, e são imagens utilizadas na liturgia e nas demonstrações devocionais, provenientes de espaços do património religioso do concelho.
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Viana Bate Forte promete encher centro histórico da cidade com Agir, Ana Moura, GNR, Mão Morta, Valete, Wet Bed Gang
A quarta edição do Viana Bate Forte acontece dias 13 e 14 de setembro e promete voltar a encher o centro histórico da cidade, com 16 bandas distribuídas pelos três palcos instalados na Praça da Liberdade, Praça da República e Praça da Erva. O cartaz conta com alguns dos maiores nomes da música nacional, com destaque para Agir, Ana Moura, GNR, Mão Morta, Valete e Wet Bed Gang.
O coração da cidade volta a acolher o evento de entrada livre que colocou Viana do Castelo na rota dos maiores eventos de música em Portugal e que reuniu, no ano passado, mais de 50.000 pessoas em duas noites de muita música.
Na noite de 13 de setembro, sobem ao Palco da Liberdade, às 22h15, os GNR, seguidos de Agir, num concerto que inicia às 00h45.
Nessa noite, os Mão Morta invadem o palco da Praça da República às 21h00, seguidos de Valete, pelas 23h30, encerrando Deejay Kamala, às 02h00.
No Palco da Erva atuam os The Oafs às 20h30, a brasileira Tainá às 23h00 e os portuenses Zen encerram a programação do palco às 01h30.
No sábado, dia 14 de setembro, o Palco da Liberdade conta com Ana Moura, às 22h15, seguida dos Wet Bed Gang, pelas 00h45.
No Palco da República vão atuar os Kappa Jotta, às 21h00, Dino D'Santiago é o artista que se apresenta às 23h30, terminando DJ Patife às 02h00.
O Palco da Erva conta com os vianenses Pedaço Mau, às 20h30, Phoenix RDC às 23h00, e Vítor Hugo, pela 01h30 da madrugada.
Além de mostrar o melhor que se faz na música em Portugal, o Viana Bate Forte destaca-se pela envolvência e sinergia criada com o centro histórico da cidade.
Organizado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, o evento tem como cenário um património arquitetónico único, com vários monumentos, igrejas e edifícios centenários, mas também o Rio Lima, o oceano Atlântico e, claro, todo o património cultural, vitivinícola e gastronómico da capital do Alto Minho que afirmam, cada vez mais, o concelho vianense como um destino turístico com elevada capacidade de atração de visitantes nacionais e estrangeiros.
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Viana do Castelo candidata mais de 500 mil euros ao POSEUR para cumprir Programa de Reabilitação de Áreas Classificadas do concelho
A Câmara Municipal de Viana do Castelo apresentou uma candidatura de mais de 500 mil euros ao Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR) para cumprir o Programa de Reabilitação de Áreas Classificadas do concelho.
No âmbito da Estratégia Municipal para a Conservação da Natureza, plano inscrito na Agenda de Ambiente e Biodiversidade em curso para o quadriénio 2017-2021, a Câmara Municipal submeteu ao POSEUR o Programa de Reabilitação Ecológica das Áreas Classificadas do concelho, com incidência em 5 Monumentos Naturais, áreas únicas para o conhecimento da história geológica da Península Ibérica desde há mais de 500 milhões de anos e que fazem parte da candidatura que o Município está a preparar para reconhecimento de território Geoparque Mundial da UNESCO: o Monumento Natural dos Pavimentos Graníticos da Gatenha, o Monumento Natural do Cemitério das Praias Antigas de Alcantilado de Montedor, o Monumento Natural da Ribeira de Anha, o Monumento Natural das Cascatas da Ferida Má e o Monumento Natural das Falhas das Ínsuas do Lima.
A candidatura foi apresentada tendo em conta que Viana do Castelo é um território rico do ponto de vista do Património Natural e Cultural, com cerca de 4.800 hectares especificamente designados para a proteção de habitats da fauna e da flora (3 sítios de importância comunitária da Rede Natura 2000), sendo o único concelho do país com o inventário do património geológico concluído e devidamente classificado como 13 monumentos naturais, perfazendo uma área total de cerca de 2.832 hectares.
As intervenções de recuperação ecológica que se pretendem realizar, no valor global de 530 mil euros, preveem ações de erradicação e controlo de espécies exóticas, principalmente de Acacia dealbata (Mimosa), Acacia longifolia (Acácia-de-espigas) e Acacia Melanoxylon (Austrália), Carpobrotus edulis (chorão das praias), Arundo donax (cana gigante), Trandescantia fluminencis (erva-da-fortuna ou tradescância) e Cortaderia selloana (erva das pampas ou plumas). Para além destas ações, sustentadas num inventário exaustivo realizado pelo Município para aquelas espécies, o programa de reabilitação ecológica inclui um plano de monitorização a 5 anos para garantir a perenidade do sucesso da intervenção e ações de promoção de literacia científica à população e a densificação da estratégia de Ciência Cidadã do Município, alargando a plataforma Bioregisto à cartografia de vegetação invasora, em colaboração com o Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra (invasoras.pt).
Complementarmente, estão previstas ações de plantação nas áreas a intervencionar ecologicamente, nomeadamente espécies nativas como o Carvalho, o Pinheiro, o Pilriteiro, a Azinheira, a Bétula ou a Urze, entre outras, no âmbito do Ano Municipal da Recuperação da Floresta Nativa Portuguesa, atualmente em curso.
O programa de reabilitação ecológica de 5 Monumentos Naturais foi realizado com a colaboração das Juntas de Freguesia de Afife, Carreço, Darque, Vila Nova de Anha e de Santa Marta de Portuzelo, e ainda com as Uniões de Freguesia de Mazarefes e Vila Fria e União de Freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela. Foram igualmente parceiras a Associação de Caçadores de Vila Nova de Anha e a Comissão Diretiva dos Baldios da Montaria.
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Câmara Municipal está a terminar requalificação de três pavilhões desportivos do concelho
A Câmara Municipal de Viana do Castelo está a terminar a requalificação de três pavilhões desportivos do concelho, que estará concluída entre setembro e outubro. Já no próximo mês, o Município termina as empreitadas de requalificação da EB 2/3 Frei Bartolomeu dos Mártires e da Escola Básica 2/3 e Secundária de Barroselas, após obras que ascenderam a 7,15 milhões de euros e que incluíram a renovação dos pavilhões desportivos.
A autarquia está ainda a terminar a substituição do pavimento desportivo do Pavilhão de Santa Marta, numa empreitada de 76.430 euros, que deverá ser concluída no próximo mês de outubro.
Recorde-se que a obra de requalificação, remodelação e ampliação da Escola EB 2/3 Frei Bartolomeu dos Mártires, com um custo total de 5,310 milhões de euros, financiados pelo Norte 2020, estará concluída a 13 de setembro, para o início do novo ano letivo.
A empreitada foi alvo de um acordo de colaboração entre a autarquia e a tutela para a modernização das instalações da escola, garantindo o financiamento nacional para avançar com a qualificação do equipamento de ensino.
O projeto implicou a criação de um edifício principal, já inaugurado na primeira fase, e também a requalificação do piso nos campos de jogos, a requalificação dos espaços existentes, dois edifícios que serão mantidos e qualificados e um pavilhão desportivo e edifício técnico. De salientar é também a criação de um novo arruamento para permitir a segurança dos alunos e a criação de salas de aula e salas especiais para alunos com necessidades especiais. A segunda fase da obra estará assim pronta no próximo ano letivo.
Também a requalificação da Escola Básica 2/3 e Secundária de Barroselas, que estava prevista para concluir em dezembro, deverá terminar até ao final do mês de setembro, após uma empreitada de 1,960 milhões de euros para requalificação e modernização do equipamento escolar.
A obra está a requalificar 29 salas de aulas, numa escola que conta com 494 alunos. Este investimento é cofinanciado pelo programa Norte 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), que irá contribuir com um valor de cerca de 800 mil euros, enquanto a Câmara Municipal de Viana do Castelo suporta o resto do custo da obra. Trata-se de uma intervenção de requalificação para adequar a escola às atuais necessidades do ensino e aprendizagem, melhorar o conforto para os seus utilizadores e as condições ambientais e de saúde, já que prevê a eliminação do fibrocimento, das infiltrações de água e um maior controlo da temperatura ambiente/eficiência térmica do edifício.
No que toca à componente da requalificação das instalações existentes, implica a substituição de coberturas, isolamento e impermeabilização de fachadas exteriores, colocação de novas caixilharias, a remodelação integral do espaço de cozinha / cantina / refeitório / espaço de alunos e pavilhão desportivo com colocação de pavimento em madeira flutuante e substituição integral de rede de águas e saneamento e recarga do pavimento do campo de jogos exterior.
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